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É imensa satisfação receber sua visita a este blog. Meu desejo é que os artigos postado possam edificar, consolar sua vida. Caso algum artigo lhe seja útil e queira usar fique a vontade para isso, pois tudo é feito para Honra e Glória do Senhor Jesus Cristo. Um pedido quero fazer, se você foi edificado, consolado indique este blog ao seu círculo de relacionamento. Minha oração ao Pai do Senhor Jesus Cristo é que Ele lhe abençoe imensamente, com todo sorte de Bençãos espirituais nos lugares celestiais.

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20 de dez de 2013

FELIZ 2014


14 de dez de 2013

FIM DE ANO E AS FESTAS COMEÇAM


Estamos chegando ao fim de mais um ano, e como sempre as festas iniciam e com elas o comércio fazendo-nos pensar que não podemos chegar ao fim do ano sem que presenteemos alguém, pois é uma data muito especial, principalmente o dia 25 de dezembro que temos como tradição religiosa o Natal que é o nascimento de Jesus Cristo e por este motivo devemos dar presentes, porque os reis magos deram presentes a Jesus.
Se deixarmos de lado as tradições religiosas e indo em direção a Bíblia que é a Palavra de Deus e lermos e pensar sobre o texto do nascimento de Jesus, encontraremos contradição com relação ao período de nascimento de Jesus. Vejamos Lucas 2:1-7, neste texto Cesar Augusto, rei do império romano convoca a todo o império ao recenseamento, inclusive o povo judeu já que estavam debaixo desse império e cada um do povo deveria alistar-se em sua cidade natal. Assim, José com sua esposa Maria que estava grávida foi a Belém por pertencerem a descendência do Rei Davi. Neste dia aconteceu cumprir os dias da sua gravides e Maria deu a luz a seu filho primogênito e o deitou em uma manjedoura, por não conseguirem um lugar para ficar.
Até aí tudo certo. O mais interessante deste período foi o anuncio do Anjo aos pastores que estavam guardando o seu rebanho durante as vigílias da noite (Lucas 2:8-14). Ora, se este fato aconteceu em dezembro como diz a tradição religiosa, como pode os pastores estar à noite ao relento com seu rebanho já que neste mês em Israel é o período de inverno que traz noites frias e inclusive neve. Se isto for verdade então eles deveriam estar congelados e seus animais praticamente mortos. Quem já viveu, pesquisou ou somente se informou sobre os cuidados com as ovelhas, sabe que no período do inverno os animais ficam presos nos estábulo por ser mais quente e seguro.
O site do UOL noticiou dias atrás que Jerusalém estava parada por causa da quantidade de neve que ali tinha caído. Belém fica a exatamente cinco quilômetros de Jerusalém que também estava sobre a neve.
Fica claro que a tradição religiosa do nascimento de Jesus Cristo em dezembro fica muito a desejar em relação aos fatos anunciados pela Bíblia. Sendo assim, resta-nos pensar que algo está errado nesta tradição. Tudo indica que essa data de 25 de dezembro foi uma data arrumada para ajeitar algumas coisas e manter em coesão com tradições que não são cristãs. Pela Palavra de Deus também somos informados que nenhum dos apóstolos festejou o nascimento de Jesus Cristo, que festejar esse nascimento não foi ensinado pelos apóstolos e muito menos faz parte do credo cristão.
Se esse fato e festa fosse algo de vital importância ao Cristianismo certamente o Espírito Santo teria usado os apóstolos para nos deixar escrito que deveríamos festejar o nascimento de Jesus Cristo, assim como os usou para nos deixar registrado todos os assuntos e ensinos que devemos seguir.
Com isso não quero jogar um balde de água fria em cima da festa de ninguém, quero simplesmente que nós façamos sempre um exame Bíblico de tudo o que nos ensinam para não entrarmos em confusão. Devemos agir como os de Beréia (Atos 17:11) que ouviram os ensinos do apóstolo Paulo e examinavam as Escrituras para ver se as coisas eram, de fato, assim. Estes de Beréia foram elogiados pelo apóstolo pela sua dedicação as Escrituras.

Se você que está lendo não tem ainda esse entendimento e quer celebrar essa festa tenho por certo que o Espírito Santo de Deus te esclarecerá, se não agora, mas no futuro. Fique em Paz.

10 de dez de 2013

QUANDO PENSAMOS QUE SOMOS

Muitas pessoas apesar de crerem em Jesus, sofrem, e ficam pensando o que está acontecendo comigo se sou filho de Deus?
Uma das razões pelas quais essas pessoas sofrem, é por causa dos seus pecados. É também em razão da ignorância do reconhecimento da Justiça de Deus.
Para que a Justiça de Deus realmente se efetue em nós, precisamos abrir mão de nossa Justiça Própria.

Quero exemplificar com uma historieta: “Dizem que se queremos prender um macaquinho, primeiro precisamos ir ao local em que existam macaquinhos, em seguida devemos abrir um buraco no chão e colocar um pote com a boca pequena e a parte de baixo larga. Enterra-se esse pote o buraco e se coloca uma banana dentro. Quando o macaquinho chega ele sente o cheiro da banana e enfia a mão e pega a banana no buraco onde está o pote. Após isso é só chegar e prender o macaquinho que apesar de ver chegar o caçador não consegue tirar a mão do buraco porque está segurando a banana”.

Assim somos nós também, que não conseguimos reconhecer a Justiça de Deus porque estamos segurando a nossa própria Justiça.
Vemos essa mesma atitude em Adão e Eva, quando pecaram e viram que estavam nus, coseram para si roupas de folhas de figueira. Tentaram esconder de Deus seus pecado na vestimenta de folhas que é a Justiça Própria (Gênesis 3:7).
Apesar dessa atitude o Senhor Deus fez para eles uma vestimenta de peles (Gênesis 3:21) que é a Justiça de Deus.
Muitos tentam estabelecer a sua Justiça Própria, rejeitando a Justiça de Deus (Romanos 10:1 ao 4).  
Quando Jesus Cristo foi batizado (Mateus 3:15), ali Ele se identificou com o homem, assumindo assim o pecado do mundo (João 1:29), sendo crucificado para expiar os pecados. Ele nos deu perfeita salvação do julgamento e da maldição da lei.
Afinal, o que vem a ser a Justiça de Deus?
A Justiça de Deus:
ü  É o fato de que o Senhor Jesus levou todos os nossos pecados dando sua carne e sangue;
ü  No permite ser santificados;
ü  Significa, que Jesus que não tinha pecado levou todos os pecados do mundo e foi crucificado;
ü  Foi dada por meio de seu batismo e crucificação;
ü  É o seu batismo e morte, e a cruz é a figura do nosso julgamento.


Esta é a Justiça de Deus, que foi revelado no Evangelho.

26 de nov de 2013

AS DUAS PORTAS E SEUS CAMINHOS


Os Evangelhos Mateus, Marcos e Lucas são conhecidos como sinóticos, porque um completa o outro.  Cada escritor abordou o assunto do evangelho de um ângulo diferente ou deu mais importância a algumas palavras do que a outras, assim quando lemos os textos nestes evangelhos e os comparamos podemos ter uma visão mais aprofundada desses textos, podendo assim ter um entendimento melhor.
Hoje quero considerar os dois caminhos nos evangelhos de Mateus e Lucas, pois Marcos não fala sobre esse assunto.




Mateus 7:13,14 – Entrai pelo porta estreita (larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela), porque estreita é a porta, e apertado o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela.
Lucas 13:24 – Respondeu-lhes: Esforçai-vos por entrar pela porta estreita, pois eu vos digo que muitos procurarão entrar e não poderão.
Estes dois textos falam de duas portas e seus respectivos caminhos. Para entendermos claramente este assunto existem duas palavras importantes, as quais são:
Acertar, esta palavra está ligada diretamente a acertar o alvo ou propósito. Muitos por não conhecerem este alvo ou propósito que Deus tem para nós, não conseguem acertar a porta por não saberem onde esta porta está.  Para aqueles que são salvos o que é de maior importância não é saber se vão para o céu ou não, se vamos passar por tribulação ou o Senhor nos arrebatará antes. Se vivermos somente com estes objetivos não acertaremos a porta, podemos estar tentando e não acertando e acabamos sendo cristãos sem alegria, frustrados, mal humorado.
Qual é o alvo ou propósito de Deus para seus filhos e para que possam acertar com a porta estreita? A resposta está em Romanos 8:28,29 – Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. Com base nesse texto podemos afirmar que a porta estreita é nos conformamos a imagem de Jesus Cristo, ou seja, andar como Jesus andou, amar como Jesus amou e assim por diante.
Por não saber isso, muitos estão vivendo a vida cristã de forma errada e não estão acertando com a porta. Há a necessidade de reconhecer isso, arrepender-se e acertar com a porta.
A segunda palavra é Esforçar – segundo o dicionário esforçar é lutar, concentrar toda atenção e força.
Assim essa palavra leva-nos a pensar em um atleta conforme ilustração do Apóstolo Paulo em  I Coríntios 9:25 – Todo atleta em tudo se domina; aqueles, para alcançar uma coroa corruptível; nós, porém, a incorruptível. O atleta luta ou concentra toda a atenção e força para ficar em excelência física, porque tem um objetivo claro “a coroa corruptível”. Ora se o atleta em tudo se domina para alcançar um prêmio material, qual seria então nossa maneira de agir para alcançar uma coroa incorruptível?
O Atleta se esforça porque tem como alvo ou propósito esse prêmio. O prêmio é algo para o atleta de grande valor. Será que para o cristão a coroa incorruptível é algo de grande valor? Se sim, porque não há esforço para alcançar esse prêmio? A resposta é simples, esse prêmio não tanto valor, porque só poderemos ver e pegar quando Jesus voltar na sua segunda vinda, e isso para tão distante que se deixa este alvo ou propósito para mais tarde e se apega as coisas materiais que se obtém nesta vida.
É importante lembrar que o texto de Lucas deixa claro que muitos procurarão entrar e não poderão. Não poderão porque seus corações estarão sobrecarregados com as coisas deste mundo.

Que Deus na sua grande misericórdia possa nos revelar essa palavra para que possamos mudar enquanto há tempo.

21 de nov de 2013

PALAVRAS QUE NOS LEVAM A UM DESTINO


Hoje quero compartilhar dois textos que nos causarão grande impacto para as nossas vidas. Dentro desse texto existem duas palavras que definem um destino.
Palavras que farão uma diferença enorme.
Palavras que nos trarão alegria ou tristeza.
Palavras que demonstrarão conforto ou incomodarão.
Certamente Palavras que não nos deixarão sem que tenhamos que tomar uma atitude.
Lucas 12:32 – Não temais, ó pequeno rebanho; porque vosso Pai se agradou em dar-vos o seu reino.
Neste texto de Lucas 12:22-34, Jesus dá-nos orientações para tomarmos algumas atitudes para que ouçamos essa Palavra sendo dirigida a nós.
Ø  Lançar fora a ansiedade – vs.22;
Ø  No lugar da ansiedade, buscar o reino – vs. 31;
Ø  Desapego as coisas materiais – vs.33;
Ø  O termômetro – vs. 34.
Essas orientações tem um sentido muito forte e importante já que a ansiedade é o mal do nosso século, mas em todos os séculos passados também geraram muitos problemas, tal é verdade que Jesus nos orienta a não andar ansiosos e sim, no lugar da ansiedade buscar o reino e nessa busca descansar em Deus. Porque buscando o reino deixamos a ansiedade e acontecerá também o desapego às coisas materiais. A forma como posso discernir se estou buscando o reino e descansando em Deus é o termômetro de onde está o meu tesouro, ali estará também o meu coração.
Mateus 7: 23 – Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniquidade.
No texto de Mateus 7:15-23, Aqui também Jesus nos manda tomar algumas atitudes para que não ouçamos estas Palavras sendo dirigida a nós.
Ø  Acautelai-vos – vs. 15;
Ø  Discernimento – vs. 16-20;
Ø  Ingresso do reino – vs. 21
Ø  Desculpa - vs. 22;
Ø  O segredo para fazer a vontade do Pai.
Jesus inicia esse texto com a palavra acautelai-vos, ou seja, não se apressem, tomem cuidado, entendam as coisas, as palavras, o coração, vejam as coisas como elas são e não como parecem ser. Pois nem todos entrarão no reino ainda que pareçam estar nele, mas não estão fazendo a vontade do Pai que está nos céus. Não é realizar obras, mesmo que essas obras sejam obras semelhantes a que Cristo fez. O grande segredo em conhecer a vontade do Pai está em que aquele que conhece essa vontade é também conhecido do Pai. No verso 23 Jesus diz que nunca os conheceu, ainda que eles apresentem sua desculpa de fazer coisas para Ele, mesmo assim afirma que nunca os conheceu, porque fizeram muitas coisas, mas não se deixaram conhecer por Jesus, tinham em suas vidas fazer as coisas de Deus conforme seus próprios pensamentos, vontades e desejos.

Que possamos nos desvencilhar de tudo aquilo que impede de nos aproximarmos de Deus com inteiro coração e ser conhecido dEle.

22 de out de 2013

CONSELHOS PARA SAIR DO LUGAR DE CONFORTO



Segundo o Apóstolo Paulo nós somos um depósito (2 Timóteo 1.12) que Deus dia a dia deposita em nós a sua Palavra, ao mesmo tempo segundo o apóstolo somos também despenseiro (I Coríntios 4.1) e como despenseiro temos uma responsabilidade (I Coríntios 9.16,17). Ao depositar em nós Deus tem feito um investimento, e esse investimento precisa de uma postura de fé, ou seja, uma ação que venha cumprir a promessa referente a esse depósito. Precisamos de sabedoria para que possamos cumprir esse propósito como depósito e também como despenseiro.
Em Eclesiastes 11.1-6, Salomão nos dá alguns conselhos que irão nos desafiar como despenseiros das bênçãos de Deus em nossas vidas.
- No verso 1 encontramos o primeiro conselho: “ Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás.” Para cumprirmos esse conselho precisamos ter coragem para assim como Deus tem coragem de depositar em nós a sua Palavra e as suas bênçãos, teremos também de ter coragem de depositar em Deus nossa confiança e esperança no Reino. O pão é a nossa fonte de alimentação que corresponde ao nosso sustento. Lançar o pão sobre as água demanda coragem para se arriscar numa aventura sobrenatural, pois temos plena consciência de que o pão lançado sobre as águas a possibilidade de ir com o mover da água e sumir é grande, mas também sabemos que se não houver em nós a disposição de arriscar, de investir nesta ação não haverá retorno, ainda que o verso nos garante retorno. Quando Salomão diz que “depois de muitos dias o acharás”, demonstra que aquele que se envolver nisto é alguém que vê em longo prazo.  Temos ainda a garantia de esse depósito que estamos fazendo nosso parceiro nesta empreitada é o Espírito Santo.
- O Segundo conselho esta no verso 2 – “reparte ainda com sete e ainda com oito, porque não sabes que mal sobrevirá à terra”, aqui há uma exortação não nos isolarmos, mas nos associarmos e dividir aquilo que temos recebido, e desta forma granjear amigos. Sobre o granjear amigos o Senhor Jesus nos dá uma parábola (Lucas 16.1-9) o administrador infiel. Por não sabermos que mal sobrevirá a terra esses amigos nos receberão. Há um princípio espiritual nisso, quem ajuda é também ajudado. O verso 3 evidência esse conselho do verso 2, pois quando as nuvens estão cheias e natural que derrame um aguaceiro e se uma árvore caiu para um lado ou para o outro ali onde caiu fique, porque as coisas são assim mesmo, sobre isto não há muito o que explicar. Mas se repartirmos daquilo que temos recebido, certamente quando as coisas acontecerem estaremos prontos e preparados.
- No verso 4 “Quem somente observa o vento nunca semeará, e o que olha para as nuvens nunca segará.” Esta atitude de inércia ou de olhar os obstáculos paralisam muitas pessoas. Somos chamados por Deus para vivermos de outra maneira, não fomos chamados para sermos somente enfeites em seu Reino e Igreja. Deus quer que sejamos voluntários, que tenhamos iniciativa, assim como Isaias se dispôs a Deus quando Ele disse “A quem enviarei?” Isaias respondeu voluntariamente e por iniciativa própria “envia-me a mim”.  
- “Assim como tu não sabes qual o caminho do vento, nem como se formam os ossos no ventre da mulher grávida, assim também não sabes as obras de Deus, que faz todas as cousas.” Verso 5. Como não sabemos o operar de Deus, devemos então agir com Fé sabendo que Deus está no escondido agindo, e que Ele é digno de toda a confiança. Desse modo depositamos nossa confiança e esperança em Deus e não em nossa própria capacidade e conhecimento para fazer com que as sementes plantadas possam germinar. Semeie com Fé.
- Como último conselho de Salomão – “Semeia pela manhã a tua semente e à tarde não repouse a mão, porque não sabes qual prosperará; se esta, se aquela ou se ambas igualmente serão boas.”  O agricultor quando semeia ele não deixa a semente semeada sem cuidados. Toda semeadura necessidade de cuidados enquanto o mistério da vida opera sob a terra, é necessário tirar as ervas daninhas que crescem muito mais rápido que a semente e pode sufocá-la (Mateus 13. 1 – 23 – parábola do Semeador). Assim também nós quando semeamos a Palavra de Deus devemos estar apercebido e não baixar a guarda, mas permanecermos firmes cuidando até que aparecem os frutos.  


14 de out de 2013

DISCIPULADO



O grande alvo de Deus para nós é nos conformar a imagem de seu Filho Jesus Cristo (Romanos Atingir esse alvo só é possível quando permanecermos na sua Palavra.
João 8:31,32 – Disse, pois, Jesus aos judeus que haviam crido nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.
Jesus neste texto enfoca para os que criam de permanecer na Palavra, de discipulado, de conhecer a verdade e de libertação.
- Para Permanecermos na Palavra precisamos primeiramente receber a Palavra, pois, por receber que o discipulado nasce. Ele, Jesus, é a Palavra, Ele fala a Palavra, e ela é uma Palavra concernente ao Pai e a Ele mesmo.
- Continuar na Palavra é a prova do verdadeiro discipulado.
1. Ela é uma palavra que se expande que cresce em nós. Nela fazemos descobertas continuamente.
2. Ela é uma Palavra vivificadora, que mantém a velha vida, contudo produzindo uma nova (Salmo 119:50).
3. Ela é uma Palavra fortalecedora.
4. Ela é uma Palavra santificadora. Ela purifica, detecta o mal e expurga-o e derrama santidade na alma.
- Como resultados do discipulado têm o conhecimento da verdade. Conheceremos a verdade, não uma verdade, nem parte dela, mas a verdade. O todo dela, não o erro. Seremos sábios em Cristo, Nele que é a nossa sabedoria (I Coríntios 1:24,30).
- O conhecimento da verdade é liberdade.
Toda verdade é liberdade e todo erro é escravidão (Horatius Bonar viveu no século 18).
A escravidão está associada à tirania ao mau governo, ao despotismo civil e eclesiástico. A verdade o libertará! São livre aqueles que a verdade liberta.
Jesus disse: “Sejam Livres”. Como?

Tornando-se meus discípulos, conhecendo a verdade que ensinarei e seguindo-me.

22 de set de 2013

MENTE DE CRISTO



I Coríntios 2:16 – Pois quem conheceu a mente do Senhor, que o possa instruir? Nós, porém, temos a mente de Cristo.
A quem o Apóstolo Paulo fala estas palavras? Aos Coríntios que nesta mesma epístola são esclarecidos de que estavam sendo crentes carnais (3.1). A clareza desta carnalidade está no fato de haver entre eles divisões e outras coisas que essa epístola mostra. Mas, mesmo nessa situação a carta inicia com: aos santificados, chamados para ser santos, enriquecidos nele, não vos falte nenhum dom, porque esse era a visão de Deus dos coríntios, apesar de que na visão que eles tiveram e isso acontecia eram carnais.
O que significa ter a mente de Cristo. Baseando-se na própria carta aos coríntios podemos dizer que ter a mente de Cristo significa:
·         Encara a vida do ponto de vista do Salvador, levando em consideração sua obra na Cruz, seus desejos e valores.
·         Pensar os pensamentos de Deus e não os pensamentos da forma como o mundo pensa e nem segundo o que os nossos olhos naturais observam.
Como Pensávamos
Segundo a Palavra de Deus em Efésios 2: 3; 4:17,18 – segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos, na vaidade dos nossos próprios pensamentos, obscurecidos de entendimento.
Os Pensamentos de Deus
Como Deus pensa a nosso respeito Isaias nos diz no capítulo 29:11 – Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que desejais. Deus só tem pensamentos bons a nosso respeito, quando ele olha para a obra do Filho ele nos vê perfeitos ainda que somos imperfeitos.
Como Pensar
Como devo pensar agora que estou ciente de como Deus pensa de mim. As Escrituras Sagradas nos indicarão como devo pensar.
Filipenses 4:8 – Finalmente irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, todo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento.
Colossense 3:2 – Pensai nas cousas lá do alto, não nas que são aqui da terra.
I Pedro 4:1,2 – Ora, tendo Cristo sofrido na carne, armai-vos também vós do mesmo pensamento; pois aquele que sofreu na carne deixou o pecado, para que, no tempo que vos resta na carne, já não vivais de acordo com as paixões dos homens, mas segundo a vontade de Deus.

Apropriando-se desse pensar
Como faço para me apropriar desse pensar?
II Coríntios 10:5b – e levando cativo todo pensamento à obediência de Cristo.




11 de set de 2013

FERRAMENTA DO DIABO


O desânimo é uma ferramenta muito utilizada pelo diabo, o inimigo de nossas almas, pois ela pode atingir qualquer pessoa em qualquer lugar e em qualquer situação. O aparecimento do desânimo se dá quando nos frustramos por algum motivo.
O desânimo é fruto da frustração. Todos nós em algum momento passamos por isso. Podemos vencer o desânimo com algumas atitudes certas.
O significado de desânimo é tirar a energia ou perder a energia. Por este motivo situação mal resolvida, objetivos não atingidos e tantas outras coisas de desejamos e não conseguimos suga-nos a energia e entramos no desânimo por estarmos desenergizados.
A Bíblia relata como alguns homens de Deus se desanimaram e também como venceram o desânimo.
Números 11:15 – Moisés desanimou e pediu a Deus que o matasse.
Josué 7:7 – Josué desanimou e desejou não ter atravessado o Jordão.
I Reis 19:4 – Elias entrou no desânimo e assim como Moisés ele pediu a morte.
 O remédio para o desânimo é o ânimo. O sentido da palavra ânimo é criar energia ou criar esperança. Em matéria de criação não somos os mais indicados para isso, principalmente quando estamos desanimados.
O poder criativo está em Deus, somente Ele pode nos animar. Foi exatamente isso que aconteceu com esses homens de Deus que desanimaram, encontraram ânimo em Deus.
Número 11:16 – a solução de Deus para o desânimo de Moisés foi auxiliares para ajudá-lo a carregar o fardo.
Josué 7: 13 – Santificar o povo foi à solução de Deus para Josué, porque o povo havia pecado.
I Reis 19:15 – Ungir reis e também um profeta, e saber que havia ainda em Israel sete mil que não se dobraram a Baal, foi o que Deus usou para animar Elias.
Diante destes fatos cabe-nos didaticamente dizer, com base no temos visto na vida destes homens, que para vencermos o desânimo necessitamos:
·         Lembrar as vitórias do passado, não nos problemas do passado (Filipenses 3:13, 14);
·         Eliminar todas as influências negativas que vem sobre nós, confiando nas promessas de Deus (Lamentações 3:21);
·         Se encher de todas as promessas de Deus que constam na Bíblia (Filipenses 1:6);

·         Testemunhar as bênçãos de Deus que nos tem alcançado.

18 de ago de 2013

Estado Laico e Religião

Vivemos um estado laico ou apenas uma aparência?

Estamos em momentos de grande conflito e discussão sobre a influência da religião no Estado e vice-versa, sendo que este conflito discussão já é objeto de estudos em Ciências da Religião como em outras áreas de estudos.
Para entendermos mais sobre esta discussão, o estado laico e a religião, precisamos entender o que significa estado laico.
Estado laico significa um país ou nação com uma posição neutra no campo religioso. É também conhecido como Estado secular, o Estado laico tem como princípio a imparcialidade em assuntos religiosos, não apoiando ou discriminando nenhuma religião.
A Constituição brasileira no seu artigo 5º paragrafo VI dá liberdade de consciência e de crença e assegura o livre exercício dos cultos religiosos, a proteção aos locais de cultos.
Isto pressupõe a não intervenção da Igreja no Estado e a intervenção do Estado na Igreja se baseia nessa mesma pressuposição. A posição de laicidade do Estado brasileiro demonstra uma separação entre Estado e Igreja. Essa separação é afirmada pelas Escrituras Sagradas (Bíblia).
Neste breve artigo usaremos a religião no sentido de Cristianismo e suas vertentes, a maioria das instituições religiosas identificou-se com o cristianismo (como por exemplo: o Espiritismo que utiliza inclusive a bíblia em muitos de seus encontros, a Testemunha de Jeová e outras), excetua-se aqui a religiões afras ainda que muitos de seus seguidores professem também a religião cristã visto o sincretismo que há.
Quando falamos ou pensamos em Estado/Religião lembramos que desde o início da civilização a religião sempre influenciou o Estado, como nos tempos mais remotos sobre tudo no Antigo Egito, isto porque o relacionamento homem e Deus antecedem a própria civilização, pois foi o homem criado a imagem de Deus, para ser nesta terra um representante deste Deus criador e a partir dessa representação iniciar toda a civilização, partindo da primeira família e encher a terra, mandamento do próprio Deus.
Com o advento do pecado o homem aparta-se de Deus e inicia o enchimento da terra agora a partir de sua própria visão egoística e centralizada no homem e não em Deus. Este conflito e discussão nada mais são do que o homem tentando afirmar-se como homem independente de Deus deixando-o fora dos assuntos relacionados com vida, ordem, organização, governo e etc.
As Sagradas Escrituras afirmam que Deus separou um povo especial para ser seu, um povo de deveria estar apartado do mundo, sendo governado pelo próprio Deus (Êxodo 19:5, 6; Deuteronômio 7:6; 14:2). Um povo santo quer dizer um povo separado a palavra santo significa separado para... .  Essa mesma Escritura afirma que esse povo está no mundo, mas não pertence ao mundo, mandando não amar o mundo – João 15:19; I João 2:15;  (mundo aqui não são as pessoas e sim o sistema pelo qual o mundo atua).
Por estar no mundo, mas não pertencer a este mundo manda também as Escrituras que se sujeitem as autoridades existentes (Romanos 13:1-7), independentes se essas autoridades são boas ou ruins, se governam bem ou mal, se trazem coisas boas ou ruins, a posição nesta relação é de sujeição, somente em um caso bem específico se deve não sujeitar no caso de uma ordem ou lei imposta por essa autoridade que contrarie as Sagradas Escrituras (Atos 4:18,19).
Toda a Escritura Sagrada ordena a não união com o mundo (governo) por se tratar de adultério espiritual contra Deus (Tiago 4:4). Deus sempre desejou governar os homens desde a criação, o pecado impediu isso, Deus elege um povo em Abraão e esse povo também impede esse governo quando inveja as outras nações que tinham um rei e pedem um rei para eles (I Samuel 8:6,) aqui esse povo escolhido faz amizade com o mundo e Deus lhes adverte qual seria o direito do rei, “Este será o direito do rei que houver de reinar sobre vós: ele tomará os vossos filhos e os empregará no serviço dos seus carros e como seus cavaleiros, para que corram adiante deles; e os porá uns por capitães de mil e capitães de cinquenta; outros para lavrarem os seus campos e ceifarem as suas messes; e outros para fabricarem suas armas de guerra e o aparelhamento de seus carros. Tomará vossas filhas para perfumistas, cozinheiras e padeiras. Tomará o melhor das vossas lavouras, e das vossas vinha, e dos vossos olivais e o dará aos seus servidores. As vossas sementeiras e as vossas vinhas dizimará, para dar aos seus oficiais e aos seus servidores. Também tomará os vossos servos e as vossas servas, e os vossos melhores jovens, e os vossos jumentos e os empregará no seu trabalho. Dizimará o vosso rebanho, e vós lhe serei por servos”.
Por todas essas coisas do passado estamos agora vivendo debaixo do governo humano, gostemos ou não, aceitemos ou não, estamos sujeitos as suas leis boas ou ruins. Atualmente o tipo de governo que temos permite ao cidadão protestar, mas isso não significa que obterá o que deseja o seu protesto, se o governo for bom, ganha, se for mau, perde.
Será que realmente estamos vivendo um Estado laico, se os que estão em posição de autoridade seja ela como Presidente do Brasil, Senadores, Deputados e tantas outras autoridades constituídas, essas mesmas autoridades exercem também a liberdade quanto a crença, ora se temos Católicos, outros Evangélicos e outro de outras religiões, podemos realmente estar vivendo um Estado laico, ou estamos queiramos ou não sendo conduzidos por essas crenças diversas. O conflito e discussão, sobre Estado laico e Religião, advêm exatamente dessa diversidade de crença nas posições de autoridade. Um grande exemplo disso aconteceu em 2010 quando o então Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, promulga, com força de lei, o Estatuto Jurídico da Igreja Católica no Brasil, que prevê verbas públicas para preservação de templos e bens culturais da Igreja Romana. Outro exemplo, os 300 milhões gastos com a vinda do Papa Francisco e a realização da Jornada Mundial da Juventude, sendo parte deste montante vindo dos cofres públicos.
Podemos afirmar categoricamente que estamos vivendo um Estado laico? Temos uma aparência de Estado laico, na verdade temos um Estado comprometido com a religião e a religião da maioria, sendo que a minoria deve acreditar no que a Constituição Brasileira diz ser um Estado Laico.

Proclama-se um Estado laico para defender uma minoria que deseja a legalização do aborto, da homossexualidade, deixando de agir com um Estado laico e democrático onde a decisão da maioria é que conta. Mas vivemos um Estado laico e democrático onde o desejo e a decisão de minoria é que conta.

10 de ago de 2013

LIBERDADE, LIBERDADE!


Disse, pois, Jesus aos judeus que haviam crido nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. João 8:31,32.

O Senhor Jesus Cristo enfatiza que nEle somos livres, pelo conhecimento da verdade (Lucas 4:18).
O Apóstolo Paulo também ensina sobre a nossa liberdade em Cristo (Romanos 8:1,2; II Coríntios 3:17; Gálatas 2:4, 5:13).
O ser livre é a realidade de quem está em Cristo e somos livres da:
·         Lei – Romanos 7:6, 8:2;
·         Maldição da Lei – Gálatas 3:13;
·         Temos da Morte – Hebreus 2:15;
·         Pecado – Romanos 6:7,18;
·         Corrupção – Romanos 8:21;
·         Escravidão do Homem – I Corintios 9:19; Gálatas 2:4.

O Apóstolo Pedro em sua I Carta no capítulo 5:8 diz que o diabo anda como leão buscando a quem possa tragar, por isso que o Apóstolo Paulo nos exorta dizendo para não deixarmos espaço para que Satanás não alcance vantagem sobre nós, porque não ignoramos os seus ardis (II Coríntios 2:10,11).
Segundo o Apóstolo Pedro uma das armadilhas de Satanás é nos prender em ansiedades (I Pedro 5:7). O Senhor Jesus Cristo já havia ensinado sobre isso (Mateus 6:25,27-28,31,34). Pedro continua alertando para resistirmos firmes na fé (I Pedro 5:9).



A FÉ É A NOSSA ESPERANÇA, SEGURANÇA E CONSOLO.

28 de jul de 2013

Ouvindo a Voz do Vento



João 3:8 – O Vento sopra onde quer, ouves a sua voz, mas não sabes donde vem nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito.
 O termo vento, tanto no Hebraico como no Grego é traduzido por Espírito. Assim como o vento, o Espírito é invisível, ao mesmo tempo é poderoso e não se pode explicar, nem prever seus movimentos.
Podemos perceber seus efeitos, do mesmo modo o Espírito opera na vida dos filhos de Deus e a controla, conforme Romanos 8:14.
O movimento do vento nos remete a observamos ao movimento de uma obra extraordinária, conforme descrita pelo profeta Ezequiel no capítulo 37 nos versos 1 ao 14, que mostra o Espírito se movimentando sobre muitos ossos secos e trazendo-lhes vida, esta é uma obra de Regeneração.
Essa obra de Regeneração é somente exigido quando existe uma corrupção ou seja quando nossa carne está se desfazendo, neste momento entra essa obra de Regeneração para reconstituir a carne corrupta. Por isso a Regeneração espiritual é exigida por causa da nossa natureza humana corrupta (Jo. 3:6; Romanos 8:7,8).
Essa Regeneração nos faz entrar no Reino de Deus (Jo. 3:3).
Para que essa Regeneração aconteça é necessário a atuação das três pessoas da Trindade:
Deus – Jo. 1:13; I Pe. 1:3;
Filho – I Jo. 2:29;
Espírito Santo – Jo. 3:6; Tito 3:5.
Quando somos Regenerados pela atuação dessas três pessoas da Trindade, produz:
1.    A semelhança a Deus – Efésios 4:24; Colossenses 3:10;
2.    A semelhança a Cristo – Romanos 8:29; 2 Corintios 3:18.
Podemos observar o movimento do Espírito Santo ou do Vento do Espírito em nós pelas evidências da Regeneração em nós:
·         Fé em Cristo – I Jo. 5:1 – Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo é nascido de Deus; e todo aquele que ama ao que o gerou também ama ao que dele é nascido.
·         Retidão, Justiça – I Jo. 2:29 – Se sabeis que ele é justo, reconhecei também que todo aquele que pratica a justiça é nascido dele.
·         Amor Fraternal – I Jo. 4:7 – Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus.


Por todas essas evidências, podemos afirmar que estamos vendo e ouvindo a voz do Espírito, mas não podemos afirmar como isso é feito, pois essas evidências foram feitas em nós sem que muitas vezes a percebemos como ela é feita. Era exatamente isso que o Senhor Jesus declara em o que é nascido do Espírito é como o vento; ele é nascido, mas não sabe como foi esse nascimento.

8 de jul de 2013

UM NOVO PENSAR

Como seres criados por Deus, precisamos estar cientes de que o grande inimigo de Deus, Satanás está sempre em busca de destruir tudo o que Deus criou, principalmente a coroa de sua criação o ser humano. Foi isso que aconteceu no Jardim do Éden, Satanás levou o casal recém- criado a abandonar o criador tornando-se independente de Deus através do comer o fruto do conhecimento do bem e do mal, assim afastando-se desse criador, que por esse ato introduziu o pecada na natureza humana tendo como consequência a morte. Todos nós temos certeza e convicção de que um dia iremos morrer, isso é fato.
 Como cristão somos um alvo ainda maior de Satanás, pois sendo inimigo de Deus também se torna inimigo de tudo o que se chama pelo nome de Deus. Por isso somos seu alvo principal, ele vai tentá-lo constantemente e repetidamente apelando sempre aos seus sentimentos e desejos voltados principalmente para o EU. Você pode resistir a estes ataques violentos cooperando com o Plano Eterno de Deus para a renovação de sua mente.
Para uma renovação da mente existe um processo sendo que o primeiro passo é a Salvação (segundo Romanos 10:9,10 – confessar com a boca e crer com o coração), e uma vida compromissada em obedecer à Palavra de Deus vai garantir que a sua mente se continuamente renovada à semelhança da mente de Cristo (Gênesis 3:1-7; Romanos 12:2; II Corintios 2:11; 11:3; Gálatas 5:17; Filipenses 2:5-8,13).
A renovação da mente e o seu crescimento é o processo pelo qual os seus pensamentos e a sua vontade vão se tornar mais e mais semelhante a Cristo. Revela-se por meio de uma resposta cada vez mais fiel e obediente a Palavra de Deus (Efésios 4:22-32; Colossenses 3:10-17).
A Renovação da Mente e a responsabilidade – capacitado pela graça você deve praticar um pensar bíblico (João 15:4,5; II Corintios 10:5; Filipenses 4:8,9; Colossenses 3:1,2). Sua obediência à Palavra de Deus vai favorecer o desenvolvimento da sua mente a semelhança da de Cristo (Tiago 1:22-25).
O que a Palavra de Deus nos Recomenda
Ouvir a Palavra – Romanos 10:17;
Ler a Palavra – I Timóteo 4:13;
Estudar a Palavra – II Timóteo 2:15;
Memorizar a Palavra – Salmo 119:11;
Meditar na Palavra – Salmo 1:2.



18 de jun de 2013

SEMENTE


“Em verdade, em verdade vos digo: se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só, mas se morrer produz muito fruto.” João 12:24.


Quando o Senhor Jesus profere estas palavras, Ele estava falando de si mesmo como o grão de trigo que tendo vindo a terra deveria morrer pelos pecados do mundo (João 1:29). Ainda que Ele mesmo também fosse o semeador conforme a parábola dita em Lucas 8: 4-8. Já que Jesus morreu na cruz em nosso lugar, devemos nós como seus seguidores (discípulos) fazermos o mesmo. Assim sendo também somos semeadores e sementes, que assim como Jesus devemos negar a nós mesmos e tomar a cruz a cada dia (Mateus 16:24), morrer a cada dia para nós mesmos, tornando-nos assim uma semente que dará muito fruto. Ao mesmo tempo somos semeadores e como semeadores estamos a todo tempo lançando sementes por onde passamos e onde convivemos socialmente seja em casa, no trabalho, no estudo, no esporte, e por ai afora.
Em Gálatas 6:7, diz que de Deus não se zomba, pois aquilo que o homem semear, o que semeou ele colherá, aqui entra uma lei chamada de Lei da Semeadura e da Colheita. Também nos mostra que sempre estamos semeando e continuamente estaremos colhendo, seja a semeadura na carne, que colheremos corrupção ou semeadura no Espírito, que colheremos vida eterna. Seja qual for o tipo de semente, certamente teremos uma colheita.  Afinal o que são essas sementes que estamos semeando? Assim como Jesus a semente é tudo aquilo que somos e que temos (palavras, atos, bens). Algumas sementes que estamos semeando continuamente: Pensamentos, Amor, Tempo, Paciência, Misericórdia, Bondade, Dinheiro, Orações, Gratidão, para falarmos de semente positivas. Também semeamos sementes negativas: Pensamentos, ódio, desamor, impaciência, rancor, maldade, dinheiro, ingratidão.
Um princípio que Deus estabeleceu é que daremos fruto segundo a nossa espécie, como foi estabelecido em Gênesis 1:11, que toda árvore dará fruto segundo a sua espécie, assim nós também daremos fruto segundo a nossa espécie. Se, sou um crente carnal, certamente estarei semeando e dando fruto da carne, mas, se sou espiritual estarei semeando e dando fruto espiritual. Aqui há uma necessidade de sabermos com clareza que tipo de espécie eu sou. O Senhor Jesus também nos deixou uma grande dica sobre como saber isso. Em Mateus 7:16-18, diz que pelo fruto saberemos o tipo de árvore, ou seja, a espécie dessa árvore. Para que eu saiba que espécie de árvore sou, devo olhar para aquilo que estou produzindo em minha vida. Se o produto da minha vida mostrar um fruto bom, sou uma espécie de árvore boa, mas, se o fruto for ruim, sou uma espécie de árvore ruim.

Deve buscar em Deus me tornar uma árvore que produza fruto bom, e que as sementes que estou semeando também gerem frutos bons. Para me tornar em uma árvore boa preciso permitir a atuação do Espírito Santo em minha vida, tirando tudo àquilo que não procede de Deus, para que o fruto do Espírito possa fluir através de mim. O início desse processo começa quando eu nego a mim mesmo e tomo a cruz a cada dia, agindo assim o Espírito começa uma obra restauradora, fazendo de mim uma árvore má em uma árvore boa, que produza bons frutos.

4 de jun de 2013

O QUE DIZEIS?

MATEUS 16:13-17
 Indo Jesus para sa bandas de Cesaréia de Filipe, perguntou a seus discípulos: Quem diz o povo ser o Filho do homem? E eles responderam: Uns dizem: João Batista, outros Elias; e outros: Jeremias ou algum dos profetas. Mas vós, continuou ele, quem dizeis que eu sou? Respondendo Simão Pedro, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. Então, Jesus lhe afirmou: Bem aventurado és, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue que to revelaram, mas meu Pai, que está nos céus.
Nesta cena Jesus faz duas perguntas aos discípulos, a primeira é “Quem diz o povo ser o Filho do homem?
É evidente que todos  reconheciam Jesus como o filho do homem. O Senhor está indagando quem esse filho do homem era. Será que o Senhor se importava com o que o povo pensava a respeito dEle?  O Senhor não se importava com o que o povo falava dele de bem ou mal. Jesus está aqui buscando aguçar a percepção dos discípulos, pois, o alvo principal é o que os discípulos falavam dEle. A resposta deles foi o que realmente o povo falava e pensava a cerca do Senhor, estes comentários sobre o Senhor está relatado no Evangelho de João conforme os textos a seguir:
Jo.3.2 – Nicodemos disse que ele era um mestre.
Jo. 4.19 – a mulher samaritana disse que era um profeta.
Muitas pessoas viram o homem sobre a terra, poucos o conheciam.
Muitos tinha se aglomerado em torno dele, mas uns poucos o tocaram (Lucas 8:42-28).
Muitos foram curados por ele, poucos o conheceram (Lucas 17:11-19).
Pedro confessa e nesta confissão ele confessou duas coisas:
1. Jesus como o Cristo.
 2. Jesus como o filho de Deus.
Quanto a pessoa de Jesus ele é o Filho de Deus. Quanto a sua obra ele é o Cristo de Deus. O Filho refere-se ao que ele é. O Cristo refere-se ao que ele faz.
Filho indica sua relação com o próprio Deus. Cristo fala do seu relacionamento com o Plano de Deus.
Antes Pedro conhecia o Senhor exteriormente agora ele o conheceu por meio da revelação do Pai que está nos céus, assim foi também com Jó, que confessa que conhecia a Deus só de ouvir, mas que depois da experiência de sofrimento por que passou conheceu Deus de ver (Jó 42:5). É importante notar que a palavra “conheceu” como é usada em toda a Bíblia não está ligada diretamente ao conheceu de saber através de informações, mas sim de um relacionamento íntimo com Deus, assim como Adão conheceu Eva e nasceu um filho (Gênesis 4:4), esse conhecimento está neste mesmo sentido, pois só se pode ter um filho a não ser que homem e mulher se relacionem intimamente. Conhecer Jesus é somente por meio de um relacionamento íntimo com Deus. Nesse relacionamento íntimo com Deus recebemos revelação de que é o Pai e o Filho.
Foi o Pai celestial quem o levou a Pedro saber que Jesus de Nazaré é o Cristo, é o Filho de Deus Vivo. Tal conhecimento vem da revelação espiritual; é algo interior, não exterior.
Cabe somente ao Pai revelar o Filho.
Podemos ver a Cristo, mas vê-lo como Filho de Deus precisa de revelação. Hoje muito do que se conhece a respeito do Senhor Jesus Cristo, vem do conhecimento intelectual, já que vivemos em uma cultura cristianizada, desde criança ouvimos falar de Jesus, vemos sua vida na telinha do televisor e sabemos que Ele é o Filho de Deus, mas não passa de um conhecimento mental sobre Jesus Cristo, vivemos da mesma forma que Jó vivia, e se lermos sobre a vida de Jó veremos que o próprio Deus deu um testemunho incrível acerca de Jó para Satanás, e Jó no final de sua aflição diz que só conhecia a Deus de ouvir. Será que o nosso conhecimento do Senhor Jesus é realmente um conhecimento que vem da revelação do Pai ou do conhecimento mental que recebemos.
A realidade desse conhecimento se é revelação ou é mental, virá nos momentos de aflição e provação, assim como nossos irmãos no passado foram dilacerados por feras no coliseu romano e mesmo assim foram ao encontro da morte por não negar a divindade de Cristo e morreram entoando cânticos de Louvor a esse Deus maravilhoso que é Cristo Jesus. Passaremos por provações para nesse momento verificarmos que tipo de conhecimento temos a respeito de Jesus Cristo, se negarmos ao Jesus de Nazaré o conhecimento que temos dEle é somente intelectual, mas se nos mantermos firmes, nosso conhecimento é por revelação. A revelação ninguém tira de nós, o conhecimento intelectual muda conforme a nossa necessidade.

Revelação é algo que precisamos para podermos ver e viver através da vida de Cristo, para nos tornarmos verdadeiras testemunhas de Cristo.  

27 de mai de 2013

ALIMENTE-SE, NÃO DE PÃO.



Tu, ó filho do homem, ouve o que eu te digo, não te insurjas como a casa rebelde; abre a boca e come o que eu te dou. Então, vi e eis que certa mão se estendia para mim, e nela se achava o role de um livro. Estendeu-o diante de mim, e estava escrito por dentro e por fora; nele, estavam escritas lamentações, suspiros e ais. Ainda me disse: Filho do homem, come o que achares; come este rolo, vai e fala à casa de Israel. Então, abri a boca e ele me deu a comer o rolo. E me disse: Filho do homem, dá de comer ao teu ventre e enche as tuas entranhas deste rolo que eu te dou. Eu o comi, e na boca me era doce como o mel. Ezequiel 2:8-3:3.

Observando atentamente este texto descobriremos que aqui há uma situação específica para o profeta Ezequiel, mas que serve de exortação para nós. Todo o texto fala em se alimentar de um livro, ou seja, entendemos que assim como o profeta nós também devemos comer este livro que pelo relato da mão estendida de que não é algo natural e sim espiritual, sendo assim não vem dos homens, mas diretamente de Deus, por isso fica claro que este livro é a Palavra de Deus, que devemos receber pelo coração e deve ser digerido pelo nosso interior, isto fica claro pelas Escrituras que mostram a Palavra de Deus como um alimento, conforme: Jó 23:12; Deuteronômio 8:3; Jeremias 15:16 e Apocalipse 10:8-10. Devemos encher nosso íntimo, pensamentos e emoções com esse alimento espiritual que é a Palavra de Deus.
Este alimento espiritual deve ser comido assim como comemos alimentos naturais, que entram pela nossa boca e caem no estomago, onde é digerido e distribuído pelo corpo através do sangue. Assim deve ser com o alimento espiritual entra pelo ouvido e vai ao coração onde é digerido pela meditação é armazena-se em nosso espírito para nos dar crescimento, fortalecimento, confiança e intrepidez. O apostolo Pedro nos exorta dizendo em I Pedro 2:2 que devemos desejar ardentemente o leite racional não falsificado para que por ele cresçamos para a salvação.
Este alimento espiritual assim como os alimentos naturais é provido de sabor, pois o profeta Ezequiel diz que assim que entrou pela boca ele tinha o sabor como de mel (Salmos 19:10; 119:103). O apóstolo João na ilha de Patmos também teve uma experiência semelhante a de Ezequiel conforme Apocalipse 10:8-10 e sentiu o sabor de mel quando entrou pela boca e que ao cair no estomago ficou amargo. Isto mostra que necessitamos ser capazes de lidar com o doce e como também com o amargo desse alimento.  Muitas vezes a Palavra de Deus quando chega a nós tem um sabor de mel, como diz o profeta Jeremias (15:16) que quando comeu o livro teve gosto de gozo e alegria. Assim a Palavra de Deus quando chega a nós também nos dá gozo e alegria, mas depois pode ter um gosto amargo. O Senhor Jesus Cristo nos ensina isso em Mateus 10:37-39; 16:24,25, quando diz que se amarmos mais a mãe, irmão, irmã ou se amarmos mais a nós mesmos não somos dignos dEle. Quando comemos essa Palavra ela em nós vai nos exigir alguma atitude e, muitas dessas atitudes estão diretamente ligado a negação de nossa natureza pecaminosa, de nossos bens, de nossas afeições pessoais e de nós mesmos. Para podermos lidar com o amargo desse alimento espiritual precisamos amar a Palavra de Deus acima de tudo (Salmo 119:47,48;72;97), sabendo que somente através dela é que teremos a Vida Eterna e que é por ela que somos nova criatura, pois essa Palavra que nos alimentamos é o próprio Cristo, Ele mesmo diz isso em João 6:35 – Declarou-lhes, pois Jesus: Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome; e o que crê em mim jamais terá sede.

QUE O ESPÍRITO SANTO, QUE EM NÓS HABITA NOS AJUDE A NOS ALIMENTAR DESSE PÃO E A AMAR A PALAVRA DE DEUS ACIMA DE QUALQUER COISA OU PESSOA.

23 de mai de 2013

O HOMEM É ERVA




Isaias 40: 1-8 – Consolai, consolai o meu povo, diz o vosso Deus. Falai ao coração de Jerusalém, bradai-lhe que já é findo o tempo da sua malícia, que a sua iniquidade está perdoada e que já recebeu em dobro das mãos do Senhor por todos os seus pecados. Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor; endireitai no ermo vereda a nosso Deus. Todo vale será aterrado, e nivelados, todos os montes e outeiros; o que é tortuoso será retificado, e os lugares escabrosos, aplanados. A glória do Senhor se manifestará e toda a carne e verá, pois a boca do Senhor o disse. Uma voz diz: Clama; e alguém pergunta: Que hei de clamar? Toda a carne é erva, e toda a sua glória, como a flor da erva; seca-se a erva, e caem as flores, soprando nelas o hálito do Senhor. Na verdade, o povo é erva; seca-se a erva, e cai a sua flor, mas a palavra do nosso Deus permanece eternamente.

Os versos 1 e 2 iniciam com um chamado ao consolo, esse consolo era o fim do sofrimento, a desobediência estava plenamente castigada e o pecado perdoado. Esses versos apontam diretamente para a Obra de Cristo na Cruz, pois foi somente ali que todo sofrimento teve fim e que a desobediência foi plenamente castigada, quando Cristo sofreu por todos os nossos pecados, levando todas as nossas enfermidades e doenças, profetizado pelo próprio Isaias (Is. 53).
Nos versos 3 a 8 mostra o mensageiro e sua mensagem que deve vir adiante do messias, esse mensageiro é João Batista (Mateus 3:3,4; Lucas 3:4-6) e sua mensagem (Mateus 3:2). Se compararmos a mensagem que João Batista trouxe que era um chamado ao Arrependimento e a mensagem profetizada por Isaias, podemos achar que não há relação. Se observarmos mais atentamente a mensagem em Isaias veremos que esta mensagem está falando do ser humano e sua natureza pecaminosa, quando a erva é o homem (ser humano) (Is. 51:12) a flor da erva a sua natureza (Tiago 1:10; I Pedro 1:24,25). Assim a mensagem que João Batista trouxe de arrependimento ajusta-se corretamente com a mensagem em Isaias, pois o homem (ser humano) deve arrepender-se dessa natureza pecaminosa que está nele.
Ao final do verso 8 a mensagem faz uma comparação da erva com a palavra do Senhor. Essa palavra eterna entra em contraste com o homem em sua fragilidade, vaidade e com sua vontade corrupta. Essa palavra eterna e permanente é o próprio Cristo conforme João 1:1,2,14 e Hebreus 13:8. Porque o Senhor Jesus é imutável, a ação do ser humano em relação a essa palavra deve ser de plena confiança nEle. A nossa sociedade está em plena modificação, conceitos antigos que se tinha como correto, hoje está na condição de errado. Porque na sociedade conceitos vão e vem, fica muito difícil confiar nela pois não sabemos o que está preparado para amanhã e ficamos a mercê dessa sociedade que nos deixa temerosos pelo que virá. Assim a Palavra de Deus torna-se um lugar onde podemos confiar, ou seja, o Senhor Jesus como a Palavra encarnada é a pessoa certa para confiarmos sabendo que essa palavra não muda como ele mesmo disse em Mateus 24:35 – Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão. A sociedade vai passar, o céu e a terra podem deixar de existir, mas as Palavras do Senhor nunca deixará de existir porque Ela é Eterna.

PORQUE A PALAVRA DE DEUS É ETERNA E IMUTÁVEL, PODEMOS CONFIAR PLENAMENTE NESSA PALAVRA.


13 de mai de 2013

OUVIDO DE OUVIR



Hebreus 5:11 – A esse respeito temos muitas cousas que dizer e difíceis de explicar, porquanto vos tendes tornado tardios em ouvir.

            O escritor de Hebreus deixa claro que eles eram tardios para ouvir. Ele diz isso porque quando os hebreus deveriam ser mestres pelo tempo de vida cristã ainda precisavam que lhes ensinassem os fundamentos da fé (Hb 5:12).
            Será que os hebreus não tinham ouvido? Se tinham, porque o escritor diz que eles eram tardios para ouvir? Para respondermos a estas perguntas é necessário entender o que a Palavra de Deus fala sobre ouvir. Segundo as Palavras do Senhor Jesus Cristo em Mateus 7:24-27 e segundo Tiago 1:23,24 e Apocalipse 2:7,11,17, ouvir não é somente a função do ouvido, é algo ainda mais profundo, pois o verdadeiro ouvir e seguido de obra ou seja eu ouço e obedeço ou pratico o que ouvi. Se não for assim o meu ouvir está somente ligado a função do ouvido.
            Alguém usando Provérbios 28:9 – diz que: Ouvir é a chave para respostas de oração.
            Utilizando este texto para uma aplicação pessoal, vem-nos a mente uma pergunta: Se não estou ouvindo segundo a Palavra de Deus me diz que é ouvir, o que será que me impede de ouvir deste modo?
            O maior impedimento para ouvir é o descuido. Vamos a partir de agora analisar algumas características desse descuido.
            - Segundo Ezequiel 33:32 uma característica é o sentimentalismo, pois ouvem com o sentimento e não com o espírito. Muitas pessoas após ouvirem uma mensagem cristã parabenizam o ministrante pela beleza e profundidade da mensagem que só lhes atingiu o sentimento e mais nada, a mensagem não é posta em prática.
            - Em Mateus 7:26 outra característica é a desobediência. Ouvimos, sabemos o que devemos fazer e não fazemos por não querermos obedecer.
            - Mateus 13:19 a característica aqui é superficialidade. Isto está ligado diretamente a minha posição em relação ao Reino de Deus, não desejo estar muito comprometido com esse Reino, prefiro ficar em cima do mura, pois se a coisa apertar posso saltar para o outro lado.
            - Lucas 16:31 a característica é a dureza de coração. Neste texto Jesus apresenta alguém que só obedecerá se acontecer algo extraordinário espiritualmente, são aqueles que dizem: se um anjo descer do céu, eu farei ou obedeço somente a Jesus e esquecem que Deus tem deixado a Palavra Dele e profetas e mestres para que se obedeça ao Senhor.
            - Tiago 1:23,24 – é esquecimento. A pessoa ouve a Palavra e logo esquece, quando perguntado sobre o que foi ministrado ela diz algo assim: foi uma benção, estava maravilhoso, mas nunca cita nada da ministração.
            Se nos encontramos em nós alguma dessa característica o que devo fazer para que possa ter ouvido para ouvir?
            Segundo Lucas 8:15 e 19:48 precisamos buscar em Deus um coração Renovado, e ouvir atentamente.
            Se agirmos deste modo teremos segundo Provérbio 8:34,35; 15:31 – felicidade, vida e morada entre os sábios.
            

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