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É imensa satisfação receber sua visita a este blog. Meu desejo é que os artigos postado possam edificar, consolar sua vida. Caso algum artigo lhe seja útil e queira usar fique a vontade para isso, pois tudo é feito para Honra e Glória do Senhor Jesus Cristo. Um pedido quero fazer, se você foi edificado, consolado indique este blog ao seu círculo de relacionamento. Minha oração ao Pai do Senhor Jesus Cristo é que Ele lhe abençoe imensamente, com todo sorte de Bençãos espirituais nos lugares celestiais.

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11 de dez de 2014

COISAS LÍCITAS E COISAS ILÍCITAS


Hebreus 12:1,2 – Portanto, também nós, rodeados de tão grande nuvem de testemunhas, depois de eliminar tudo que nos impede de prosseguir e o pecado que nos assedia, corramos com perseverança a corrida que nos está proposta, ficando os olhos em Jesus, o Autor e Consumador na nossa fé, o qual, por causa da alegria que lhe estava proposta suportou a cruz, não fazendo caso da vergonha que sofreu, e está assentado à direita do trono de Deus.
Este texto deixa claro que uma das coisas que nos faz ter dificuldade em nossa caminhar cristão são os embaraços ou como diz essa tradução as coisas que nos impedem de prosseguir. Essas coisas muitas vezes não são coisas pecaminosas ou proibidas, mas sim coisas lícitas conforme I Coríntios 6:12 – Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convém. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas. Existem muitas coisas lícitas que nos atrapalham na caminhada cristã. Pelo fato de serem lícitas não significa que podemos fazê-las, precisamos ter discernimento neste particular. Como seres humanos necessitamos de descanso e férias, essas coisas são lícitas, mas deixar de congregar para passear com certa frequência não convém. Trocar o jogo de futebol pelo encontro da Igreja com frequência não convém.  Quando as coisas ocasionais tornam-se frequentes significa que estamos sendo dominados ou seja mostra que somos escravos destas coisas, o apóstolo Paulo disse que não se deixaria dominar por nada, seja lícito ou ilícito. Fomos chamados a Liberdade conforme Gálatas 5:1 – Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Portanto, permanecei firmes e não vos sujeiteis novamente a um jugo de escravidão. Em outro texto de I Coríntios 10:23 – Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas são proveitosas. Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas são edificantes. Um discernimento do que é lícito para fazer e o que é lícito para não fazer é ver se essa coisa lícita é edificante. Nós fomos chamados a edificar, conforme os textos I Tessalonicenses 5:11 – Por isso, aconselhai-vos e edificai-vos mutuamente, como de fato já estais fazendo. Judas 20 – Mas vós amados, edificando-vos sobre a vossa fé santíssima, orando no Espírito Santo.

Portanto amados não nos deixemos dominar pelas coisas lícitas, mas devemos nos edificar uns aos outros que tem muito mais valor diante de Deus e que faz parte do propósito dEle para todos nós. Graça de Cristo.

29 de out de 2014

ESTERILIDADE - UMA VIDA INSOSSA

Lucas 13:6,7 – E dizia esta parábola: Certo homem tinha uma figueira plantada na sua vinha e foi procurar nela fruto, não o achando; e disse ao vinhateiro: Eis que há três anos venho procurar fruto nesta figueira, e não o acho; corta-a; porque ainda ocupa a terra inutilmente?
Neste texto especificamente Jesus estava falando para o povo Judeu, mas como está registrado serve também para nossa consideração. Quando olhamos esta parábola vemos infelizmente que a Igreja do Senhor Jesus está cheia de figueiras estéreis. Essas pessoas não estão na prática de atos errados, claro que não, pois são cristãos. A tragédia dessas pessoas é que a vida delas é estéril. Não produzem nada. Não fazem nada de errado, mas também não fazem nada de bom. Não estão praticando atitudes que impeçam o Obra de Deus, mas também não estão fazendo nada para que essa obra avance.
Certa vez, li que há duas maneiras de fazer um relógio parar. Uma é quebra-lo e a outra deixar de dar corda. Da mesma maneira podemos parar a Obra de Deus fazendo oposição ou ignorando-a. Precisamos entender que quando o Senhor Jesus nos salvou; salvou-nos para servirmos, assim como Ele veio ao mundo para servir.
Em Marcos 13:34 – Jesus nos diz: É como se um homem, partindo para fora da terra, deixasse a sua casa e desse autoridade aos seus servos, e a cada um, a sua obra, e mandasse o porteiro que vigiasse. Foi isso que acontece com Jesus, quando morreu e ressuscitou e depois subiu aos céus deixou seus servos com suas obras e espera que esses servos executem suas obras. A primeira obra que seus servos devem executar é a pregação do evangelho, pois foi com essa finalidade que Cristo encarnou para salvar os homens. Se assim agirmos com obediência ao seu mandamento em momento algum seremos estéreis, mas seremos frutíferos.
João 15:16 – Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça, a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vo-lo conceda. Fica claro neste verso que ainda que nós o tenhamos recebido como Senhor e Salvador, não fomos nós que escolhemos a Ele e sim Ele foi quem nos escolheu, com um propósito muito claro, fomos nomeados para irmos (cumprir a Grande Comissão) e assim dar fruto, esses frutos são vidas alcançadas com o evangelho.

Que as figueiras estéreis que estão na Igreja possam acordar e entender que foram SALVOS PARA SERVIR. E que aqueles que estão dando fruto cuidem para não cair na esterilidade (I Corintios 10:12).

6 de out de 2014

EM VISTA DA PROMESSA

Romanos 4: 20,21 – Contudo, diante da promessa de Deus, não vacilou em incredulidade; pelo contrário, foi fortalecido na fé, dando glórias a Deus, plenamente certo de que ele era poderoso para realizar o que havia prometido.
Estes versículos falam que Abraão estando com a promessa a sua vista não vacilou, apesar de que tudo o que ele via deviam leva-lo a incredulidade, pois o ventre Sara sua mulher já havia morrido, ou seja, não podia mais gerar e ele estava já com quase cem anos de idade, o que esperar diante destes fatos. Mas vemos que Abraão não vacilou, pois ficou com a promessa de Deus diante de seus olhos, pois ele sabia que quem prometeu é fiel. Nós assim como Abraão devemos manter a vista de nossos olhos as promessas de Deus, pois a Deus nos dá mais de oito mil promessas e devemos mantê-la diante de nossos olhos, sabendo que fiel é Deus.
Já que Deus nos deu mais de oito mil promessas fica difícil mantê-las diante de nossos olhos, porque não conseguimos nem mesmo lembrar, de todas as promessas. Quando o Apóstolo Paulo escreve segundo Coríntios no capítulo um no verso vinte diz: “Porque todas quantas promessas há de Deus são nele sim; e por ele o Amém, para glória de Deus, por nós.” Todas as oito mil promessas que constam na Bíblia para nós estão em Cristo e são todas sim e o Amém, para nós. Vejamos um acontecimento de Jesus com os discípulos que está em Mateus 14:22-32, neste texto os discípulos estão no meio do mar e havia vento e agitação, foi quando Jesus apareceu andando sobre as águas e os discípulos com medo começaram a gritar e Jesus pediu que eles se acalmassem porque era ele e não um fantasma que estava se aproximando. Pedro pediu ao Senhor para confirmar que era ele, que andasse sobre o mar e Jesus o mandou andar e ele começou a andar sobre o mar, enquanto Pedro olhava para Jesus ele andava sobre as águas, mas, quando seus olhos se desviaram de Jesus, se desviaram da promessa, começou a afundar. Nós também quando desviamos o nosso olhar da promessa de Deus começamos a afundar. Quando não estamos olhando para as promessas de Deus nossa vida cristã começa ser muito fraca e sem graça. Para que nossa vida cristão possa ser restaurada devemos assim como Pedro que estava afundando pedir ao Senhor Jesus “Me salva” e assim como Ele ajudou a Pedro a não afundar, Ele também nos ajudará.

A santa Palavra de Deus nos exorta em Hebreus 12:2 - “Olhando fixamente para Jesus, autor e consumador da fé,...”. Somos exortados a olhar para Jesus porque nele estão todas quantas promessa há de Deus. Jesus é o nosso sim e o Amém de Deus para todas as promessas, não existe não em Cristo. Devemos viver nesta terra com nossos olhos fixos em Jesus, porque foi assim que Jesus Cristo também viveu nesta terra, com seus olhos fixos nas promessas de Deus a seu respeito. Com esta atitude Ele pode cumprir os desígnios de Deus para Ele e assim realizar a obra de salvação. Nós também temos diante de Deus um desígnios a cumprir e só poderemos cumprir se mantivermos nossos olhos em Jesus Cristo. Ninguém pode cumprir esses desígnios por você, somente você pode, por isso mantenha os seus olhos fixos em Jesus e todas as promessas de Deus se cumpriram em sua vida.

8 de set de 2014

QUANDO NÃO É SIM E QUANDO SIM É NÃO

Mateus 21:28-31 – E que vos parece? Um homem tinha dois filhos. Chegando-se ao primeiro, disse: Filho, vai hoje trabalhar na vinha. Ele respondeu: Sim, senhor; porém não foi. Dirigindo-se ao segundo, disse-lhe a mesma cousa. Mas este respondeu: Não quero; depois, arrependido, foi. Qual dos dois fez a vontade do pai? Disseram: O segundo.
Sobre este texto quero aqui ter um olhar diferenciado ao que normalmente interpretamos, sabemos muito bem que esta parábola está ligado ao povo de Israel e sua desobediência em fazer a vontade do pai. Mas se pensarmos um pouco através da visão do pai com relação aos filhos e seu pedido, sabendo que seus filhos seriam seus herdeiros, nada mais correto do que os filhos trabalharem na vinha para poderem estar familiarizado com o trabalho ali desenvolvido, pois futuramente assumiriam tudo. Trazendo esta experiência para nossa vida cristã como queremos ser co-herdeiros de Cristo se não estamos familiarizados com sua obra.
A exortação que está em Hebreus 10:25 – “Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns...” porque se assim fizermos não estaremos nos familiarizando com aquilo que faz parte da vinha ou do Reino de Deus, pois é na congregação dos filhos de Deus que aprendemos a viver, a se relacionar, a conhecer a vontade do Pai e a realizar sua obra. Muitos cristãos vivem uma vida como aquele primeiro filho que disse ao pai que iria trabalhar, mas não foi, vivem vidas somente de palavras vazias que aparentam para o pai que são obedientes e desejam fazer sua vontade. Sobre este tipo de pessoa Jesus disse: “Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. Em vão me adoram,...” (Mateus 15:8). Deus não ouve as nossas palavras, Ele ouve a voz do nosso coração. A voz do coração são as atitudes que temos em relação a vontade de Deus. Pensa-se muitas vezes que se pode enganar Deus com palavras, grande engano.
A Palavra de Deus dá uma grande ênfase sobre a atitude que se deve ter para ser herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo em Romanos 8:17 – Ora, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo; se com ele sofrermos, para que também com ele sejamos glorificados. Esse sofrimento está intimamente ligado a vida vivida com Deus e esta vida sendo manifestado aos homens, isto trará sobre nós sofrimento, os sofrimentos que Cristo também passou por viver uma vida de relacionamento com o Pai. 2 Timóteo 3:12 – Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos.

Se alguém desejar herdar o Reino de Deus deve se dedicar com todo o seu coração nesse Reino assim como o segundo filho que no momento do pedido do pai negou-se a ir, mas provavelmente observando toda a vinha e tudo o que iria herdar, arrependeu-se e foi, este arrependimento está intimamente ligado ao seu amor ao pai e a tudo o que lhe pertencia. Que possamos assim como o segundo filho também nos arrepender e ir trabalhar na vinha.

20 de ago de 2014

A REVELAÇÃO COMPLETA, PERFEITA E FINAL

Hebreus 1: 1- 4 – Havendo Deus, antigamente, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nos falou-nos, nestes últimos dias, pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo. O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pelas palavras do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da Majestade, nas alturas;  feito tanto mais excelente do que os anjos, quanto herdou mais excelente nome do que eles.
Quando lemos esses versos podemos observar que Deus falou antigamente, refere-se a todas as revelações do velho testamento isto fica muito claro pela citação dos profetas, entendemos também que quando Deus fala traz uma revelação. Antigamente Deus falou muitas vezes isto quer dizer em muitas porções ou citações, a revelação não era completa, mas se completava a cada fala de Deus e utilizou diversos modos diferentes para trazer essa revelação. O autor de Hebreus agora quer deixar claro que hoje estamos diante de uma revelação completa, perfeita e final, quando diz que Deus nos falou nestes últimos dias pelo Filho. Deus não utilizou mais uma maneira de falar e muito menos um meio, mas sim Deus em forma humana na pessoa do Filho. Essa revelação é perfeita e suficiente para nós, não há o que acrescentar a essa revelação porque ela é completa. Para reforçar que essa revelação é completa, perfeita e final e que não precisa de acréscimos o autor destaca sete coisas em que essa revelação é superior àquela dada antigamente e que o Filho é superior aos profetas. Ele reforça isso quando ele qualifica o Filho com as seguintes coisas: Herdeiro de tudo; Criador de tudo; Resplendor da glória de Deus; Expressa imagem da pessoa de Deus; Sustentador de todas as coisas; Quem nos purifica do pecado; e Soberano por assentar-se a destra da Majestade e receber um nome muito mais excelente do que os anjos.

Essa revelação completa, perfeita e final os escritores do Novo Testamento chamam de Evangelho de Cristo, ou seja, a Boa Nova que Cristo traz através de sua obra redentora. A este evangelho não há necessidade de acréscimos. Quando vemos o  evangelho que hoje é pregado quanta coisa tem sido acrescentado a ele tornando-o assim como diz o Apóstolo Paulo que Anátema. Não precisamos acrescentar nada ao Evangelho de Cristo, basta simplesmente ficarmos na simplicidade que há em Cristo, da qual muitos têm deixado por ter seus entendimentos corrompidos pela astúcia da antiga serpente do Jardim do Éden. Que possamos deixar de lado os acréscimos ao Evangelho e voltarmo-nos para a simplicidade que há em Cristo.

4 de ago de 2014

ÁGUAS DE MORTE EM ÁGUAS DE VIDA

Êxodo 15: 23 – 27 – Então chegaram a Mara, mas não puderam beber as águas de Mara, porque eram amargas; por isso, chamou-se o seu nome Mara. E o povo murmurou contra Moisés, dizendo: Que havemos de beber? E ele clamou ao Senhor, e o Senhor mostrou-lhe um lenho que lançou nas águas, e as águas se tornaram doces, ali lhes deu estatutos e uma ordenação e ali os provou. E disse: Se ouvires atento a voz do Senhor, teu Deus, e fizeres o que é reto diante de seus olhos, e inclinares os teus ouvidos aos seus mandamentos, e guardares todos os seus estatutos, nenhuma das enfermidades porei sobre ti, que pus sobre o Egito; porque eu sou o Senhor, que te sara. Então vieram a Elim, e havia ali doze fontes de água e setenta palmeiras, e ali se acamparam junto das águas.


Três dias antes Deus faz um ato milagroso e maravilhoso, coisa que olhos não viram e ouvidos não ouviram. Deus abre o Mar vermelho e o todo o povo passa de pés secos e após Faraó e seus cavaleiros morrem dentro de mesmo mar que momentos antes mais ou menos dois milhões de pessoas passaram a pés secos. Mirian que era profetisa pega seu tamboril e tocando e dançando canta as maravilhas que Deus fez.
Agora chegam a um lugar chamado Mara que significa amarga, e ali o povo murmura. Apesar de ter visto o mar se abrir, de ter uma nuvem durante o dia os guiando e uma coluna de foco a noite, eles murmuram. Uma caminhada de três dias o povo estava sedento, pois no deserto bebe-se mais água que o normal e no deserto a água vale mais do que ouro. Quando o povo se depara com aquelas águas, porque tinham uma expectativa de pode saciar sua sede e essa expectativa não se realiza eles murmuram.  Isso também acontece conosco, apesar da grande libertação que Deus realizou para nós e em nós através da obra redentora de Cristo, quando nos confrontamos com problemas que para nós se equipara as água de Mara, e nossas expectativas não se realizam também murmuramos. Deus na sua grande misericórdia e amor mostra para Moisés um lenho, não sabemos que tipo de madeira era, mas uma coisa se enxergar neste lenho que após ser atirado nas águas de Mara, esse lenho realiza um milagre, as água de eram de morte se transformaram em águas de vida. O lenho aponta para nosso Senhor Jesus Cristo que como esse lenho foi jogado pelo Pai nas águas da morte em nosso lugar e as águas que eram de morte para nós se transformaram em águas de vida quando Ele foi morto em nosso lugar no gólgota.
Apesar da murmuração do povo Deus age com misericórdia e amor transformando as águas de Mara em águas de vida. Quando nos encontramos com Mara, assim como para o povo de Israel foi um momento de provação, o mesmo é para nós. Deus nos prova nas águas de Mara. Nesse dia da provação Deus lhes deu estatutos e uma ordenação que resumindo o verso 26, podemos usar uma única palavra que é OBEDIÊNCIA. Deus deseja que obedeçamos aos seus estatutos e ordenação que para nós são as palavras do Senhor Jesus Cristo, pois este foi o mandamento do Senhor em Mateus 28:20 quando diz que devemos ensinar a guardar todas as coisas que Ele nos tem mandado. Ensinar a guardar nada mais é do que obedecer.

Após esse momento de ensino prático o povo levanta acampamento e chega a Elim, ali havia doze fontes de águas e setenta palmeiras. Era uma fonte de água para cada tribo de Israel e as setenta palmeiras seriam para seus deleites. O número doze e o setenta falam de ministério, ou seja, só seremos verdadeiramente saciados e teremos prazer quando estivermos atuando no ministério. Ministério é serviço, então quando sirvo aqueles que estão perto de mim, neste ato de servir sou consolado, refrigerado, sinto descanso e isto gera em mim um prazer, uma alegria indescritível. Com isto Deus deixa um ensino muito claro para mim, quando Mara se apresenta a mim, e com a ajuda do Senhor venço Mara, agora estou pronto para servir com um coração verdadeiro.

6 de jul de 2014

NOSSO ÊXODO


Êxodo 13:17,18 – Esse caminhar do Povo de Deus do Egito para a Terra Prometida “Canaã”, nos fala do nosso caminhar cristão até a Jerusalém Celestial.
Quando Deus tirou o seu povo do Egito, Ele poderia ter levado o povo pelas terras dos Filisteus que era o caminho mais curto, só que nesse caminho o povo poderia desistir por causa da guerra. Esse povo tinha sido escravo por mais ou menos 400 anos e não estava preparado para a guerra porque não eram guerreiros. Deus muda e os leva por uma rota mais longa levando-os pelo sul beirando o mar vermelho. A mudança da rota foi feita porque Deus tinha alguns objetivos com esse povo e com essa rota maior.
Deuteronômio 8:2-4 – nos fala do objetivo principal de Deus que era provar o coração do povo. Havia também dois objetivos. Como já vimos o povo tinha sido escravo e só conhecia a religião animista do Egito e não conheciam o Senhor, somente ouviram falar através de seus pais, mas não conheciam o Senhor.
Os outros dois objetivos eram:
- Conhecer ao Senhor;
- E Deus queria ser glorificado neles, ou seja, que eles existiam para a Glória do Senhor.
Assim também é conosco, neste nosso Êxodo do Mundo para a Nova Jerusalém, Deus quer se revelar a nós e quer ser glorificado em nós. Por isso ele nos prova assim como provou a Israel. Neste quarenta nos de peregrinação no deserto Deus permitiu diversas situações para que o povo pudesse conhecê-lo, experimentá-lo e poder glorifica-lo. Nestes quarenta anos no deserto o povo precisou parar quarenta e duas vezes e em cada parada Deus tratou algo com Eles. Não diferente conosco muitas vezes coisas nos acontecem boas e ruins, mas é Deus provando o nosso coração para ver se somos fieis, e para podermos conhecê-lo como o nosso provedor, Senhor e como um Pai amoroso.
Jesus tinha esse entendimento para a sua vida (João 13:32; 14:13; 17:4).
Já que estamos num êxodo e o mundo em que vivemos se nos torna em deserto, como posso além de conhecer ao Senhor, Glorificá-lo?
A Palavra de Deus nos mostra que podemos glorificar a Deus com as seguintes atitudes:
1.      Boa Obras – Mateus 5:16;
2.      Frutos – João 15:8;
3.      Unidade – Romanos 15:6;
4.      Consagração – I Corintios 6:20

Quando entendemos isso, devemos tomar tal resolução que conhecê-lo e Glorificá-lo.

29 de mai de 2014

PRINCÍPIO DO RECONHECIMENTO

Provérbios 3:6 – Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas.

Aqui há um princípio ou lei. Neste versículo encontramos o princípio do reconhecimento, princípio este que aparece em toda a bíblia de Gênesis a Apocalipse. Quando falo de reconhecimento poderia também dizer princípio da confissão, ato de confessar aquilo que temos recebido, que temos sido ajudados ou que está pronta para poder ser usado.
Quando Jesus estava para entrar em Jerusalém ele chorou sobre ela, porque Jerusalém não o reconheceu (confessou) como o Messias, o Emanuel, esse não reconhecimento lhe custou mais tarde a destruição de todas a cidade, das pessoas e do templo – Lucas 19:41,42,44.
Na Cruz os dois ladrões que foram crucificados com Ele, um não o reconheceu, o outro o reconheceu e isto lhe trouxe a vida eterna, a Salvação.
Um exemplo Bíblico de uma pessoa que reconhecia o Senhor em todos os seus caminhos é Jó. Do capítulo 1 ao capítulo 2 verso 10, temos um relato de toda a sua atitude em meio a catástrofe pessoal, familiar e financeira. Satanás ataca Jó primeiramente em seus bens e filhos, matando e roubando tudo o que era precioso para Jó. Depois lhe infringe uma enfermidade que até sua mulher lhe sugere amaldiçoar a Deus e morrer e mesmo assim ele a repreende a atitude dela como de uma louca, declara que só devemos receber o bem de Deus e não o Mal. Em tudo isso Jó só reconhecia o Senhor em sua vida. Apesar de ser Satanás que estava lhe atacando, mas ele fixou os seus olhos e sua confiança em Deus.
Nós precisamos reconhecer o Senhor em nossos caminhos. Reconhecemos muitas coisas em nossos caminhos como: Satanás, as coisas da vida, o acaso, a sorte ou azar, maldições familiares ou hereditárias, mas falhamos em reconhecer o Senhor.

Não foi assim com Jó. Se somos filhos de Deus, devemos reconhecer nosso Pai no controle de todas as coisas boas ou más.

Romanos 8:28. Porque tudo concorre para o Bem daqueles que amam a Deus.

25 de mai de 2014

ENFERMIDADES DA ALMA

MATEUS 22:37Respondeu-lhes Jesus: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento.

Quando Jesus sita este mandamento ele quer que sirvamos ao Senhor nosso Deus com tudo o que temos. Ele sita especificamente a alma porque nele encontramos emoção, inteligência e a vontade. Emoção todos tem e as sentimos dependendo das circunstâncias teremos uma maior emoção ou menor emoção. A inteligência, tem todos e ela se mostra num grau maior dependendo do desenvolvimento que damos a ela. A vontade é que faz com que tanto a emoção como a inteligência apareça num grau maior ou menor. Essa vontade exibirá maior ou menor grau de desenvolvimento se esta estiver sadia. O problema é que a alma está enferma e a bíblia aponta três enfermidades da Alma.
1ª enfermidade está em Tiago 1:8, Lucas 14:29,30 – Inconstância (ânimo dobre) – Se evidencia pela fato de querer mas não quereR – é como a borboleta que revolta em torno de um e de outro objeto sem se fixar em nenhum. Na parábola do Semeador em Mateus 13:20,22 – duas terras era de tipo inconstante. Nunca produz nada. Fica sempre no desejo, sem realiza-lo.
2ª enfermidade é citada no Salmo 42:6; Jó 10:10 -  Desânimo – aqui se evidencia pela incapacidade de um empenho prolongado. Agem como se a reserva de energia fosse extremamente limitada. Inicia um projeto e por ser muito longo desanima.
3ª enfermidade temos um exemplo em Jonas 1: 1-3 – Voluntarioso (caprichoso) é aquele que age somente pela sua vontade. Esse tipo de pessoa só para quando bate na parede. É como o touro que fixa a sua visão em um objeto, fecha os olhos e parte para cima dele sem se preocupar com o que está em seu caminho. Jonas só parou quando foi engolido pelo peixe, pois estava fazendo a sua vontade e não a de Deus.
O que precisamos desenvolver para curar essas enfermidades?
Essas enfermidades são curadas pelo desenvolvimento de um relacionamento íntimo com Deus. Vejamos algumas atitudes a serem desenvolvidas para a cura dessas enfermidades.
Esperar em Deus – Salmo 40:1; 42:11;
Confiar no Senhor – Salmo 55:22; 125:1;
Crer no Senhor e nos seus Profetas – Romanos 10:14,17; 2 Crônicas 20:20.


   O JUSTO VIVERÁ DA FÉ -  Gálatas 3:11; Hebreus 10:38

9 de mai de 2014

A CONQUISTA DE SI MESMO


A conquista de si mesmo se dá pela nossa disciplina pessoal, abaixo uma história seja ela verdadeira ou não nos ajuda a entender isso.
Certo monarca, visitando o rei de Esparta, quis saber o segredo da resistência férrea dos soldados espartanos. Foi-lhe dito residir o segredo numa sopra preta que era parte da ração de cada soldado. Insistiu o monarca em prova-la, mas qual não foi sua decepção ao leva-la a boca. Era intragável. “Não se impressione”, explicou-lhe o anfitrião com ironia, o tempero desta sopa consiste em rígida disciplina pessoal. Assim o era, na verdade. O monarca, afeito a uma vida fácil, rodeado do luxo da corte, não podia apreciá-la. Sem esta rígida disciplina pessoal, inculcada desde a infância, nunca teriam os soldados de Esparta escrito a imortal página das Temópilas. Quando outros teriam preferido uma retirada honrosa, ou fuga justificável sob todos os pontos, aqueles heróis, educado na escola do domínio-próprio, julgaram mais digno manter sua posição até o último homem.
Pitágora: Nenhum homem é livre que não se pode dominar.
Para ilustrar esse tema vejamos a vida de Sansão, de que aquele que é dominado por suas paixões é homem fraco. Sansão um herói bíblico por suas façanhas de extrema força, exposta por suas sete proezas;
1.       O estrangulamento do leão a mão desarmada ( juízes 14:5,6);
2.       O massacre de trinta homens em Asquelão ( Juizes 14:19);
3.       A queima dos campos dos filisteus com auxilio de trezentas raposas (Juizes 15: 4,5);
4.       O segundo massacre dos filisteus (Juizes 15: 7,8);
5.       A matança de mil homens com uma queixada de jumento (Juizes 15: 15,16);
6.       A remoção dos portões de gaza (Juizes 16:3);
7.       A derrubado do templo de Dagom. (Juizes 16:29,30).
Sansão sempre andou em cima da linha tênue que divide a disciplina do domínio próprio, da falta de disciplina do domínio próprio (Prov. 16:32). Sansão viveu sendo escravo de suas paixões e, como escravo, morreu. A liberdade não é um direito intransferível, mas um merecimento. Aqueles que a desprezam, perdem-na implacavelmente.
Sansão acabou caindo nas mãos do inimigo, porque jamais conseguiu dominar a si mesmo. Brincava de deixar-se amarrar, e amarrado ficou.
Felizmente, arrependeu-se na última hora e procurou redimir sua vida fracassada com um último ato de esforço e fé. Venceu, mas como poderia ter sido sua vida tivesse dominado a si próprio.
São Tomaz de Kempis dizia: nenhum conflito é tão severo como o daquele que luta para dominar o eu.
Por estranho que pareça não podemos escolher quando o assunto é o domínio próprio. Ou nos dominamos pela aplicação dos controles interiores, ou seremos dominados pelas circunstâncias. Mas nesta caso, o efeito será desastroso sobre nosso caráter e nossa liberdade.

Deus através do Espírito Santo tem nos dado o domínio-próprio,  pois é um fruto do Espírito. Agora o domínio-próprio é uma conquista diária, em que as pequenas vitórias de hoje preparam as vitórias maiores de amanhã. Pequenas renúncias do apetite, pequenos sacrifícios do comodismo são os degraus da escada íngreme que leva ao domínio do próprio eu.

4 de mai de 2014

A PEQUENA IGREJA FORTE


Li na revista Liderança Hoje número 5, uma mini-entrevista com Christian A. Schwarz autor de Desenvolvimento Natural da Igreja, que afirma que igrejas menores superariam igrejas maiores. Por entender que é muito importante para todos os pastores que estão trabalhando pelo evangelho com congregações pequenas e que muitas vezes sentem-se frustrados quando vê grandes igrejas e cede a tentação de compara-las. Esta entrevista dá um novo ânimo e por isso digitalizei a página e a publico abaixo. 


LIDANDO COM O EU

Quando pensamos em desafios na vida cristã muitas vezes relacionamos estes desafios com luta espiritual envolvendo as hostes das trevas. O mais incrível é que o nosso desafio máximo que enfrentamos para honramos a Cristo é o morre para o EU. A visão de Deus sobre o EU é oposta a sabedoria do mundo (Provérbios 14:12; Jeremias 10:23; I Coríntios 3:19,20).
Somos constantemente tentados a agir de modo egoísta, com pensamento, palavras e ações que tem um efeito devastador para o corpo de Cristo e para a nossa caminhada pessoal com o Senhor.
Como Deus vê (Mateus 22:39; Efésios 5:29)
O maior problema do ser humano é dar a si mesmo uma tentação demasiada (Lucas 9:24; Filipenses 2:19-21).
Olhando adequadamente para nós mesmo resulta na compreensão de quem somos em Cristo (Romanos 8:14-17; Colossenses 2:9-12), isto é o que somos em Cristo, Filhos de Deus. Não somos merecedores, somos incapazes de viver como Deus quer, mesmo assim Ele nos escolheu para sermos testemunhas do seu poder diante do mundo (I Coríntios 1:26-31) e nos deu um propósito de vida, conformando com a imagem de Cristo (Romanos 8:28,29).
Nossa resposta obediente a Deus em quaisquer circunstâncias em todo o nosso agir (pensamento, palavras e ações) demonstra nosso contentamento (João 15:10,11; II Coríntios 4: 7-10).
Obedecendo a Deus em nossa caminhada diária revelamos amor pelo Senhor Jesus e expressamos os eu senhorio em nossa vida (João 14:15,21,23,24; Mateus 7:21).
Devemos ser gratos a Deus porque fomos formados de modo assombrosamente maravilhoso (Salmo 119:73; 139:13,14).

Mesmo que tenhamos alguns problemas físicos, doenças crônicas, o Plano de Deus é usa-las para o nosso bem e para a Glória dEle ( Romanos 5:3-5; I Coríntios 10:13; II Coríntios 12:9,10).

28 de abr de 2014

MULTIDÃO NO VALE DA DECISÃO

Quando o sol nasce e chega o momento em que despertamos somos assediados por momento em que precisamos tomar muitas decisões, desde levantar ou não da cama, se vamos trabalhar ou simplesmente curtir uma preguiça e assim durante todo o dia vivemos tomando decisões que afetarão de alguma forma nosso modo de viver e o nosso dia a ser vivido.
Neste munda de decisões precisamos para viver e tomar decisões coerentes decidir uma questão muito importante acerca de si mesmo: “se vamos firmar nosso padrão de valores na opinião que os outros fazem de nós, ou na opinião que Deus tem a nosso respeito”.
Quero considerar aqui que vamos optar pela opinião de Deus é claro, pois essa opinião é eterna e define para onde iremos após a morte. Se, consideramos Deus, precisamos aprender os seguintes objetivos e requisitos:
  • ·         Ver como Deus nos Vê – Colossenses 1:9; 12:3;
  • ·         Confiar no Propósito definitivo de Deus – I Pedro 4:11;
  • ·         Permitir que Deus edifique a mensagem da nossa vida – II Coríntios 1:3-8.


Este três pontos são de uma importância muito grande para que vivamos nossa vida tomando decisões que trarão sobre nós a benção e a graça de Deus em uma medida que não temos como mensurar e que por mais longa que seja a vida vivida não conseguiremos chegar a contar essa medida. Com certeza precisaremos da eternidade para poder entender e contar essas bênçãos e graças de Deus.

18 de fev de 2014

BEM- AVENTURADO AQUELE QUE VIVE EM LIBERDADE

Gálatas 5:1a – Para a liberdade foi que Cristo nos libertou.
Este verso fala da obra de Cristo em nosso favor, para que nós pudéssemos viver em liberdade. Cristo se tornou maldição em nosso lugar (Gal.3:13) e carregou sobre si todos os nossos pecados, enfermidades, dores (Isaias 53:4-7).
Uma das maiores prisões que podemos estar é a prisão da amargura por isso o Apóstolo Paulo nos adverte (Ef. 4:31), por ser uma prisão não devemos permitir nenhuma raiz de amargura porque a amargura contamina muitos (Hebreus 12:15).
Uma das causas mais comum de se criar uma raiz de amargura é quando somos feridos, machucados, ofendidos, traídos, enganados e tantas outras coisas que fazem com que permitamos uma raiz de amargura.
Essa raiz de amargura quando acha lugar em nós, nos leva a não perdoarmos o nosso ofensor e nos leva a contaminar outros quando ficamos levando a agressão do outro para frente.
O Apóstolo Pedro provavelmente tinha um problema de perdoar o ofensor e por isso pergunta ao Senhor (Mateus 18:21,22), neste texto não se levou em conta o tipo de ofensa se leve ou pesada, mas Jesus se fixou simplesmente naquilo que Pedro perguntou quantas vezes pois ele tinha para si que se perdoasse sete vezes já seria uma coisa extraordinária e a resposta do Senhor foi sempre.
Se não perdoarmos também não seremos perdoados (Mat. 6:14).
A falta de perdão nos deixa preso, amarrado a pessoa que ofendeu e não poderemos viver em liberdade, pois onde quer que vamos levamos conosco o ofensor em nossos corações.
Seja o que for que está nos impedindo de ser bem-aventurado e livre observemos com coração de ouvir este texto:
João 8: 31,32

Se você que está lendo e se sente preso por falta de perdoar inclina agora tua cabeça e decida perdoar, pois perdoar não é um sentimento e sim uma atitude da vontade. Mesmo que não sinta vontade, perdoe, porque perdoar é se conformar a imagem do Senhor Jesus Cristo (Ef. 4:32).

4 de fev de 2014

ATITUDES EM TEMPOS DE TRIBULAÇÃO

Hoje meditaremos sobre: “atitudes em tempos de tribulação”, para isso vou utilizar a vida de José.
José era o filho mais novo, filho da sua velhice (Gên. 37.3), por isso os seus irmãos tinham ciúmes dele. José era um sonhador e teve um sonho no qual seus irmãos e seus pais se inclinavam diante dele (vs. 5-11), a partir desse fato a vida de José teve uma guinada incrível.
Seus irmãos projetam matá-lo, mas por interferência de Rubén, eles o jogam num poço e o vende por sugestão de Judá, José vai ao Egito. No Egito foi comprado por Potifar e foi trabalhar como escravo em sua casa, ali apesar da situação de escravo Deus o abençoou e ele se tornou responsável por toda a casa de Potifar. A mulher de Potifar tenta seduzi-lo, e ele resiste e acaba preso por mentira dessa mulher. 
José foi preso no cárcere junto aos presos do Rei (39:20, 21), ali o Senhor o abençoou e a ele foi confiado todos os presos que haviam ali (v.22). Nesta situação de prisioneiro José não estava olhando somente para sua barriga, para o seu sofrimento ele observa que o copeiro e o padeiro estavam tristes e se aproxima para saber para saber mais sobre suas tristezas. Eles contam o sonho e ele interpreta. Segundo a interpretação o copeiro-chefe é recolocado em sua posição diante do Faraó (40:21).
Faraó teve um sonho e o copeiro-chefe se lembrou de José e o disse a Faraó, José é chamado e interpreta o sonho do Faraó e por isso Faraó o coloca como o segundo no comando do seu reino.
José sai da posição de escravo para a posição de Governo do Egito. Porque isso aconteceu na vida de José? E porque José não se revoltou contra toda essa injustiça e tribulação que estava vindo sobre ele?
O fator importante na vida de José é que ele temia ao Deus de seu pai. O temor a Deus foi fator preponderante na vida de José. O temor do Senhor traz o conhecimento de Deus (Prov.2:3-5).O que é o temor do Senhor?
  •   Ódio ao mal – Prov. 8:13;
  • Princípio da Sabedoria – Sl. 11:10;
  •  Tesouro dos santos – Prov. 15:16;
  • Acompanha a alegria dos santos – Sl. 2:11.

Se quisermos ter uma vida abundante no Senhor, repleta de alegria e usufruir daquilo que Deus tem para nós precisamos assim como José do Temor do Senhor em nossas vidas e nossas atitudes devem ser tomadas a partir desse temor.
Se o temor do Senhor estiver em nossas vidas e atitudes:
  •          Daremos prazer ao Senhor – Sl. 147:11;
  •          Deus terá misericórdia – Sl. 103:13;
  •          Teremos amparo e é fonte de vida – Prov. 14:26, 27;
  •          Seremos abençoados – Sl. 115:13;
  •          Confiaremos no Senhor – Sl. 115:11;
  •          Afastaremos-nos do mal – Prov. 16:6.

Todas essas atitudes estão evidenciadas na vida de José e devem também estar em nós.
Se não vemos o Temor do Senhor em nossa vida devemos pedir a Deus esse Temor – Sl. 86:11.


27 de jan de 2014

O IMÃ DE DEUS

João 12:9-11 – Soube numerosa multidão dos judeus que Jesus estava ali, e lá
foram não só por causa dele, mas também para veem Lázaro, a quem ele ressuscitara dentro os mortos. Mas os principais sacerdotes resolveram matar também Lázaro; porque muitos dos judeus, por causa dele, voltavam crendo em Jesus.

Neste texto temos algo muito peculiar e para entendermos bem necessitamos fazer duas perguntas básicas: Porque o povo foi para lá e porque Lázaro era alvo da curiosidade deles?
O povo foi para Betânia, motivados por duas coisas: a fama de Jesus e a obra de Deus na vida de Lázaro. Sobre a fama de não precisamos falar aqui, pois todos os evangelhos falam e mostra a vida de Jesus. Agora sobre Lázaro é necessário fazer alguns comentários.  Ora, Lázaro era um homem morador de Betânia e quem sabe fosse um homem desconhecido para a maioria das pessoas, mas tornou-se celebre porque Deus fez uma obra em sua vida. Lázaro morreu e após quatro dias Jesus ressuscita Lázaro e este ato do poder de Deus corre por todas as regiões da Palestina. Lázaro agora é testemunha e obra de Deus materializada por causa da ressurreição.
Foi essa obra de Deus na vida de Lázaro que trouxe para próximo de Jesus uma multidão de curiosos, pois todos queriam ver se realmente Lázaro estava vivo ou não e como resultado disso, muitos voltavam crendo em Jesus, pela obra de Deus na vida de Lázaro.
Esta mesma obra que trouxe uma multidão para vê-lo, também trouxe sobre ele a sentença de morte, pois os principais dos sacerdotes (os religiosos da época) queriam mata-lo.  Satanás sempre quer acabar com a obra de Deus, tenta de todas as formas impedir que a obra de Deus seja vista e sendo vista converta muitos a Cristo. Timóteo quando escreve a sua segunda carta no capitulo 3 no versos 5 diz: “... tendo forma de piedade, negando-lhe entretanto o poder.” Eles sempre agiam assim em João 8:42-44 – Jesus os chama de filho do Diabo, porque sempre estavam se levantando contra a obra de Deus. Agiram assim com o cego de nascença em João 9:3,34, quando não conseguiram fazer calar o cego o expulsaram, como forma de fazê-lo calar.
O testemunho de Lázaro tem como objetivo comprovar que Jesus é o Filho de Deus e levar o povo a Cristo. Assim também se dá conosco, quando nos convertemos a nossa vida convertida se torna uma obra de Deus, demonstrada pela transformação com que passamos e isto traz testemunho de Deus e do poder de Cristo em nós.
Quando Deus manifesta seu poder em nós o inferno se levanta, assim como se levantou contra Lázaro. O inimigo tentará de todas as formas impedir que a obra de Deus sirva de testemunho para levar outros a Cristo. Ele vai tentar nos desacreditar nos calar, nos paralisar e até nos matar, pois precisa impedir que essa  obra fale.
Lembre-se do que Cristo fez na cruz, quando foi crucificado levando sobre si todas as nossas iniquidades, pois o inimigo tentara  impedir fazendo-nos olhar para os nossos pecados, defeitos e os nossos problemas. Mantenham os nossos olhos fixo em Jesus como diz em Hebreu 12:2 (olhando fixamente para o autor e consumador da nossa fé, Jesus, o qual em troca da alegria que lhe estava proposta suportou a cruz, não fazendo caso da ignominia, e está assentado à destra do trono de Deus).  Não se deixa abater quando o inimigo vier mostrando o seu pecado, os seus defeitos, os seus problemas. João no capítulo 2 no verso 1 nos diz que: Filhinhos meus, estas cousas vos escreve para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo.
Não permita que o nosso inimigo impeça que outros vejam a obra que Deus está realizando em você.

Deixe Deus falar através de você. 

20 de jan de 2014

OUVIDOS PARA OUVIR

Mateus 13: 3-9 – Eis que o semeador saiu a semear. E ao semear, uma parte caiu à beira do caminho, e, vindo as aves, a comeram. Outra parte caiu em solo rochoso, onde a terra era pouca, e logo nasceu, visto não ser profunda a terra. Saindo, porém, o sol, a  queimou; e porque não tinha raiz, secou-se. Outra caiu entre os espinhos, e os espinhos cresceram e a sufocaram. Outra caiu em boa terra e deu fruto: a cem, a sessenta e a trinta por um. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.   
Quando ouvimos sobre essa parábola a primeira imagem que aparece em nossa mente é o coração, porque temos aprendido que a boa terra é o coração, mas, esquecemos que dentro dessa parábola a semente é a Palavra e para que essa palavra penetre ao coração é necessário ouvir. Isto fica claro quando Jesus dá a interpretação da parábola, conforme os versos 19, 20, 22 e 23 que fica evidente o ouvir para que a semente possa frutificar. Outra evidência desse fato de que o ouvir é primordial para a semente cair na terra (coração) está nos versos  10 ao 17 do capitulo 13.
A advertência para ouvir está presente em toda a Bíblia de Gênesis a Apocalipse e Jesus não fugiu desta regra. Talvez pensemos porque Jesus enfatiza tanto a questão do ouvir? Porque se não ouvirmos o que Ele tem para nós, nada seremos e ficaremos tentando caminhar sem poder fazê-lo. Desprenderemos esforço, energia, ficaremos cansados e enfim desanimaremos. Muitas vezes somos como um carro atolado por não ouvir com ouvidos de ouvir.
Característica de ouvido que escuta e não ouve
·         Sentimentalismo – Ezequiel 33:32;
·         Desobediência – Mateus 7:26;
·         Superficialidade – Mateus 13:19;
·         Dureza – Lucas 16:31;
·         Esquecimento – Tiago 1:23,24;
·         Mau grado – Mateus 13:15.
Alguns exemplos de ouvido que não ouve
·         Mateus 8:18-22 – Sentimentalismo;
·         Marcos 4:5 – superficialidade.
Ouvidos de ouvir, não temos porque queremos, porque somos capacidade para tal. Somente Deus pode nos dar ouvidos de ouvir (Salmo 40:6; Provérbios 20:12), isto não está ao alcance da capacidade do homem é um dom de Deus. Assim como para termos fé é necessário ouvir e ouvir a Palavra, assim também é para que a semente posso frutificar em nós.
Tiago em sua carta nos exorta a sermos prontos para ouvir (Tiago 1:19). Ouvir é uma capacidade que vem de Deus. A minha oração a Ele deve ser: ”Senhor Deus, dá-me ouvidos de ouvir”.
Você que está lendo esta mensagem e se viu sem ouvidos de ouvir, pare por um momento e se volte para Deus e peça:

SENHOR DEUS, DÁ-ME OUVIDOS PARA OUVIR.

8 de jan de 2014

TEMPO DE FALAR


Eclesiastes 3:1,7 - Tudo tem seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu:
tempo de rasgar e tempo de coser; tempo de estar calado e tempo de falar; (grifo nosso).

A linguagem é uma capacidade dada por Deus para que possamos nos comunicar, expressar ideias e para termos comunhão. Sendo assim toda Palavra que sai de nossa boca tem sempre um destino, não há palavras sem objetivo e destino, seja bom ou mau.
Deus Pai é nosso exemplo de Palavra com Destino (Is. 55:10,11). Essa Palavra de Deus Pai se encarnou (João 1:1-3; I João 1:1,2).
Ora, já que fomos feitos a imagem de Deus, as nossas Palavras devem também ter um destino e objetivo. Não devemos falar somente por falar. As nossas Palavras são como sementes e estamos dia a dia semeando e certamente colheremos.
Por este motivo as nossas Palavras devem:
·         Dar Segurança e Direção – Mat. 5:37;
·         Ter sabor ( Col. 4:6; Prov. 16:24);
·         Ser apropriadas (Prov. 25:11; Ec. 9:17);
·         Ser confortadoras (Is. 50:4).
É nos apropriado vigiarmos a nossa linguagem por dois motivos básicos:
1.       Vida e Morte – Prov. 18:21; Tiado 3:1-9;

2.       Demonstra quem somos e da onde viemos – Mat. 12:33-37; Tiago 3:10-12

             QUE TODOS NÓS BUSQUEMOS EM DEUS COMO CONTROLAR
              NOSSO MODO DE FALAR, PARA QUE GLORIFIQUE A DEUS.


4 de jan de 2014

QUANTO TEMPO O TEMPO TEM


Quando era criança tinha uma trovinha que perguntava ao tempo quanto tempo ele tinha e dizia assim:

O Tempo perguntou pro Tempo
Quanto Tempo o Tempo tinha
O Tempo disse pro Tempo
Que não tinha Tempo
Pra dizer pro Tempo
Quanto tempo o Tempo tinha.

Como seres humanos estamos sempre preocupados com o tempo, principalmente quando começamos a perceber que o tempo está passando muito rápido e parece que o dia não tem mais vinte e quatro horas, temos nítida impressão de que precisamos de mais umas doze horas em nosso dia.
Moisés, homem de Deus, escreveu um salmo que foi a sua oração e pedido a Deus, sobre está questão do tempo.
No Salmo 90:12 – Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio. Aqui ele não está pedindo mais tempo como nós temos o costume de fazer para que conseguirmos completar nossos trabalhos e compromissos. Moisés pediu a Deus para contar o tempo com o intuito de alcançar coração sábio.
Estamos muito preocupados com o nosso tempo, principalmente agora que estamos iniciando um novo ano e queremos ter mais tempo para podermos realizar tudo aquilo que desejamos. Moisés ele pediu a Deus para contar o tempo porque ele tinha conhecimento de que vivemos diante de Deus em uma situação não muito simples, conforme ele mesmo diz nos versos 9 até 11:
Pois somos consumidos pela tua ira e pelo teu furor, conturbados. Diante de Ti puseste as nossas iniquidades e, sob a luz do teu rosto, os nossos pecados ocultos. Pois todos os nossos dias se passam na tua ira; acabam-se os nossos anos como um breve pensamento. Os dias da nossa vida sobem a setenta anos ou, em havendo vigor, a oitenta; neste caso, o melhor deles é canseira e enfado, porque tudo passa rapidamente e nós voamos.
Será que nós temos essa mesma consciência que Moisés tinha a respeito de sua vida diante de Deus ou estamos muito confiantes, pois trabalhamos, vivemos em família e aparentemente somos muito bons, pois no último natal distribui ou contribui para algumas pessoas tivessem um natal melhor?
Moisés afirma que nossas iniquidades e pecados estão evidentes diante de Deus, Ele sabe muito bem quem somos nós pensamos acima do que devemos pensar a nosso respeito, sempre achamos que somos melhores do que realmente somos.
Diante dessa situação o que fazer, pois estamos sem Paz diante de Deus, porque os nossos pecados e iniquidades fazem separação em entre nós e Deus. Podemos como o apostolo Paulo fazer essa declaração: “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte”. Romanos 8:1. Se você querido(a) leitor(a) a sua vida ainda não está em Cristo Jesus há a necessidade de entregar ao Senhor Jesus Cristo para que você possa ser colocado em Cristo e não haver mais condenação para você e entre em Paz com Deus.
Conforme Romanos 10:9,10 – Se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os morte, será salvo. Porque com o coração se crê para justiça e com a boca se confessa a respeito da salvação.
Passando este texto de uma forma mais simples, devemos com todo o nosso coração fazer a seguinte oração:
Hoje decido entregar a minha vida a Jesus Cristo confessando-o como Senhor e Salvador. Dou toda a liberdade para que o Espírito de Cristo entre em meu coração e faça morada. Amém.
Se você acabou de fazer essa oração, a partir de agora você faz parte da família de Deus e deve buscar uma Igreja em que possa se reunir e aprender mais sobre Jesus e seus ensinamentos, tornando-se assim discípulo Dele.

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