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É uma mensa satisfação receber sua visita a este blog. Meu desejo é que os artigos postado possam edificar, consolar sua vida. Caso algum artigo lhe seja útil e queira usar fique a vontade para isso, pois tudo é feito para Honra e Glória do Senhor Jesus Cristo. Um pedido quero fazer, se você foi edificado, consolado indique este blog ao seu círculo de relacionamento. Minha oração ao Pai do Senhor Jesus Cristo é que Ele lhe abençoe imensamente, com todo sorte de Bençãos espirituais nos lugares celestiais.
Salmo 105:1

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26/10/2009

HALLOWEEN

A origem do halloween remonta às tradições dos povos que habitaram a Gália e as ilhas da Grã-Bretanha entre os anos 600 a.C. e 800 d.C., embora com marcadas diferenças em relação às atuais abóboras ou da famosa frase "Gostosuras ou travessuras", exportada pelos Estados Unidos, que popularizaram a comemoração. Originalmente, o halloween não tinha relação com bruxas. Era um festival do calendário celta da Irlanda, o festival de Samhain, celebrado entre 30 de outubro e 2 de novembro e marcava o fim do verão (samhain significa literalmente "fim do verão" ).A celebração do Halloween tem duas origens que no transcurso da História foram se misturando:


Origem Pagã

A origem pagã tem a ver com a celebração celta chamada Samhain, que tinha como objetivo dar culto aos mortos. A invasão das Ilhas Britânicas pelos Romanos (46 A.C.) acabou mesclando a cultura latina com a celta, sendo que esta última acabou minguando com o tempo. Em fins do século II, com a evangelização desses territórios, a religião dos Celtas, chamada druidismo, já tinha desaparecido na maioria das comunidades. Pouco sabemos sobre a religião dos druidas, pois não se escreveu nada sobre ela: tudo era transmitido oralmente de geração para geração. Sabe-se que as festividades do Samhain eram celebradas muito possivelmente entre os dias 5 e 7 de novembro (a meio caminho entre o equinócio de verão e o solstício de inverno). Eram precedidas por uma série de festejos que duravam uma semana, e davam início ao ano novo celta. A “festa dos mortos” era uma das suas datas mais importantes, pois celebrava o que para nós seriam “o céu e a terra” (conceitos que só chegaram com o cristianismo). Para os celtas, o lugar dos mortos era um lugar de felicidade perfeita, onde não haveria fome nem dor. A festa era celebrava com ritos presididos pelos sacerdotes druidas, que atuavam como “médiuns” entre as pessoas e os seus antepassados. Dizia-se também que os espíritos dos mortos voltavam nessa data para visitar seus antigos lares e guiar os seus familiares rumo ao outro mundo.

Origem Cristã

Desde o século IV a Igreja da Síria consagrava um dia para festejar “Todos os Mártires”. Três séculos mais tarde o Papa Bonifácio IV († 615) transformou um templo romano dedicado a todos os deuses (panteão) num templo cristão e o dedicou a “Todos os Santos”, a todos os que nos precederam na fé. A festa em honra de Todos os Santos, inicialmente era celebrada no dia 13 de maio, mas o Papa Gregório III(† 741) mudou a data para 1º de novembro, que era o dia da dedicação da capela de Todos os Santos na Basílica de São Pedro, em Roma. Mais tarde, no ano de 840, o Papa Gregório IV ordenou que a festa de Todos os Santos fosse celebrada universalmente. Como festa grande, esta também ganhou a sua celebração vespertina ou vigília, que prepara a festa no dia anterior (31 de outubro). Na tradução para o inglês, essa vigília era chamada All Hallow’s Eve (Vigília de Todos os Santos), passando depois pelas formas All Hallowed Eve e “All Hallow Een” até chegar à palavra atual “Halloween”.

Fonte: Wikipédia

Analisando isto, podemos dizer que participar do Holloween é voltar para o paganismo, cultuar os mortos, adorar bruxas, pois o celtas vivam o ocultismo em seus rituais. Não vemos a possíbilidade de alguém que se diz Critão Autentico participar desta festa. A Festa do Halloween é uma forma de sacrifício ainda que pareça uma simples festa tradicional da língua inglesa, mesmo assim não deixa de ser um sacrifício. Um cristão autentico não tem participação nisso, porque se participarmos estaremos nos fazendo cumplice dos pecados de quem os pratica, conforme I Corintios 10:18 e 20 – Observai o povo de Israel: por acaso os que comem dos sacrifícios não são participantes do altar?...Não antes digo que as coisas que sacrificam, sacrificam-nas a demônios, e não a Deus. E não quero que tenhais comunhão com os demônios; I Timóteo 5:22 - ..... nem participes dos pecados dos outros; conserva-te puro.

Com isto desejo avivar o senso crítico em cada um que lê esse texto, para que possamos evitar situações difícies amanhã.

23/10/2009

É ASSIM?

São dezoito horas, término do trabalho, destino o lar. Certa pessoa sai em direção ao lar. Durante o trajeto seus pensamentos são levados a cogitar sobre o que ocorrerá quando chegar a casa. Avivam em sua mente as outras chegadas em casa, à esposa o recebe com reclamações, brigas, discussões, os filhos berrando,brigando entre si. Para fugir deste conflito familiar procura outra coisa a fazer. Na sua caminhada passa em frente a um bar, pára, olha vê alguns amigos e entra. Nesse esconderijo da frustração junto a amigos, companheiros que dividem os mesmos conflitos familiares. Algumas horas nesse convívio regado a muita cerveja e caipirinha encontra forças e coragem para poder chegar ao lar. Agora animado pelo álcool e as conversas dos companheiros, chega, a esposa o recebe da pior maneira possível. O estado dessa pessoa é lastimável provocando em sua companheira mais hostilidade, descontentamento, as brigas são inevitáveis causando agressões e criando nos filhos instabilidade, insegurança. O pai por causa do álcool agride a mãe e em algumas vezes ela reage, mas acaba por pegar os filhos pelas mãos e sair às pressas de casa até que possa voltar em segurança.


Outro dia, outro fim de trabalho, outra ida ao bar, outra chegada em casa e muitos outros conflitos, isso se torna em um circulo vicioso. O dia a dia nessa situação vai acumulando sobre todos insegurança cada vez maior.

Esta é a vida de muitos homens e mulheres. Eles chamam a isso que vivem de família, mas, na verdade não existe nesse lar família, nem lar. Existem sim algumas pessoas que vivem juntas aos trancos e barrancos, deixando em si mesmas marcas pelo resto da vida, filhos que quando casarem agirão da mesma forma que o pai ou mãe agiam, apesar de detestarem as atividades dos pais. Esse modo de viver e de relacionar-se no lar é muitas vezes a herança que se deixa para os filhos.

Será que existe alternativa ou é assim mesmo que devemos viver? Por causa dos lares estarem destruídos e em conseqüência a família estraçalhada, as meninas desses lares buscam fora de casa do amor que gostariam de ter do pai e da mãe, relacionando-se com rapazes ou com homens casados trazendo como conseqüência disso muitas adolescentes grávidas e um problema social.

Esse tipo de vida familiar nunca foi da vontade de Deus. A família no estado que vemos hoje é fruto da natureza pecaminosa que está no ser humano. No princípio Deus criou o homem e mulher, deixou mandamento de multiplicar e encher a terra e viu que isto era bom (Gênesis 1:27 a 31). Quando Deus instituiu a família era algo bom, hoje será que podemos dizer isso de nossa família?

No capítulo 3 de Gênesis encontramos a entrada do pecado na família humana, quando homem e mulher desobedecem a Deus, logo a seguir encontramos a primeira discussão do casal (verso 12) quando o homem joga sobre a mulher a culpa pela desobediência. Assim são hoje muitos lares, o marido jogando sobre a mulher a culpa por ele ter de ir a bares, jogos. A mulher jogando sobre o marido a culpa dos desentendimentos por ele nunca estar em casa, assim o dois brigados desabam sobre os filhos com violência através de atos ou por palavras destrutivas. A única maneira para resolver esta situação é buscar em Deus que criou a família, Ele é o único que tem a solução. Para podermos nos achegar a Deus precisamos ir através de Jesus Cristo, pois somente Ele pode levar-nos a Deus, como diz no Evangelho de João capítulo 14:6 – “Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai, senão por mim”.

22/10/2009

OLHOS QUE OBSERVAM

Olhando pela janela começo a observar os transeuntes que passam para lá e para cá, ouço conversas, muitos ruídos, muitas vozes falando muitas coisas bonitas aos ouvidos, mas nada prático, nada que se possa efetivamente colocar-se em prática. Vejo as notícias expondo como a humanidade está bem por um lado e por outro quantas doenças incuráveis que milhares de pessoas infectadas e soladas em meio a multidões. Quantas mortes, quantas famílias destruídas e o quanto de jovens envolvidos com drogas e prostituição.


Vejo como está este mundo velho e falando como moço, como alguém que tem ainda muitos anos de vida. Todos estes fatos mostram como se deixou e está se deixando a moral, os ensinos de nossos pais quanto a uma ética com bases em conceitos morais, para aventurar em um padrão totalmente libertino e imoral, vivendo assim para a total destruição do gênero humano. Ouço homens colocados em posição de autoridade mundial, falando de uma tal globalização, dizendo: vivemos em uma aldeia global, aldeia esta que leva a uma uniformidade de pensamentos e atitudes, fazendo do ser humano que vive nesta aldeia um fantoche, impondo sobre os aldeões globais, pensamento e assim impedindo-os de pensarem por si próprio. Hoje a humanidade quase totalmente está vivendo como diz um ditado popular – “Maira vai com as outras”, pois falam daquilo que outros falaram sem analisar e avaliar para ver se realmente é assim ou não. Vejo também o mundo religioso não estar muito longe disto, a religião leva as pessoas a viverem com mascaras, muitas famílias que vão a “Igreja” estavam brigando e quando chegam mudam, se transformam em outras pessoas esta mudança dura somente alguns minutos, o tempo em que estão naquele lugar. A própria religião esta globalizada, vejo falarem de Ecumenismo, algo um tanto esquisito para estar nos lábios de Cristãos.

Fala-se sobre isto, mas na realidade não se sabe o que isto envolve. Volto-me um instante para um velho livro, um tanto empoeirados pelo tempo, estas poeiras não são simples poeiras, e começo a lê-lo, algumas palavras escritas me chama a atenção, dizem: “Porém daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, mas unicamente meu Pai. E, como foi nos dias de Noé, assim será também na vinda do Filho do Homem. Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio comiam, bebiam, casavam e se davam em casamento, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem” (Mateus 24:36-39).

Após esta leitura somada ao que vejo pela janela, meu coração derrete-se, começo a ponderar o estado do homem, que a cada dia distancia-se mais de Deus, do Criador de todas as coisas, pior ainda quando esses homens criam rituais religiosos e datas comemorativas, com a função de amenizar suas consciências em vista do seu afastamento do criador. Deixo a janela e agora em um recanto da casa fico triste e impossibilitado diante de tão desastrosa situação da humanidade. O que fazer? O que falar? Olho para cima e encontro a resposta, voltar-se para Deus através do seu Filho Jesus Cristo em oração e clamor para que a humanidade deixe de lado o seu egocentrismo e volte-se para as suas raízes em Deus.


14/10/2009

ESPINHOSO

Certa vez, as árvores foram ungir um rei para si. E disseram à Oliveira: Tu reinarás sobre nós. Mas a Oliveira lhes respondeu: Deveria eu renunciar ao meu azeite, que os deuses e os homens apreciam em mim para dominar sobre as árvores? Em seguida, as árvores disseram à figueira: Vem e reino sobre nós. Mas a figueira lhes respondeu: Deveria eu renunciar à minha doçura e ao meu bom fruto para dominar sobre as árvores? Depois as árvores disseram à videira: Vem e reina sobe nós. Mas a videira lhes respondeu: Deveria eu renunciar ao meu vinho, que alegra os deuses e os homens, para dominar sobre as árvores? Finalmente todas as árvores disseram ao espinheiro: Vem e reino sobre nós. E o espinheiro respondeu às árvores: Se realmente querei ungir-me como vosso rei, vinde refugiar-vos debaixo da minha sombra; do contrário, saia fogo do espinheiro e devore os cedros do Líbano. JUIZES 9:7-15.


Se atentarmos apenas para esse apólogo de Jotão, podemos entender o seguinte sentido, o qual é o mais comentado: Quando os bons se calam o mal prevalece. Mas a algo aqui mais forte do que somente isso. Não é esse o relato que encontramos no verso 1 do capítulo 9, ali vemos Abimeleque pedindo para ser rei; o espinheiro refere-se à Abimeleque. Onde está este relato? Para entendermos melhor precisamos conhecer toda a história envolvida, mas para não sermos muito longo vamos direto ao ponto. No capítulo 8 de Juizes nos versos 22, 23 – Então os homens de Israel disseram a Gideão: Reina sobre nós, tu, teu filho e o filho de teu filho, pois nos livraste das mãos dos midianitas. Porém Gideão lhes respondeu: Nem eu nem meu filho reinaremos sobre vós, mas o Senhor reinará sobre vós. O assunto principal aqui não é o fato de reinar e sim o dominar, pois naturalmente as árvores não têm rei, nem comandante e muito menos líder essa era a visão de Deus e também de Gideão. Abimeleque (espinheiro) para poder dominar ele teve que quebrar alguns mandamentos de Deus, sempre que o homem deseja o poder ele tem que partir para coisas obscuras, porque o desejo de poder cega. Nos versos 1,2 do capítulo 9 uma ambição que nasceu de inveja, pois Abimeleque era filho de Gideão com sua concubina, meio irmão de outros filhos (70) de Gideão; no verso 4 entrou idolatria, quando ele recebe prata tirada do templo de Baal-Berite; no verso 5 há uma grande chacina entra o homicídio; no verso 6 a desonestidade impera quando ele é proclamado rei, pois quem deveria reinar seriam os filhos de Gideão.

O que leva uma pessoa a querer dominar e o que leva a outro não querer o domínio?

As árvores que não quiseram o domínio tornam-se para nós um exemplo, vejamos por que:

A Oliveira, seu fruto - azeitonas, fonte de comida, luz, higiene e cura.

A Figueira, seu fruto – figo – simboliza a abundância, a ciência, representa o povo de Israel com suas revelações sobre o messias.

Videira, seu fruto – Uva – faz-se vinho – símbolo da alegria (Salmo 128:3), louvor, glorificação e graça.

Respondendo a pergunta feita acima – Elas não almejam o domínio, porque tem em si mesmo um atrativo e não precisam usar da força para que aja uma aproximação de si.

Espinheiro, seu fruto – espinhos – serve para afastar a todos e a tudo, representa tudo que é da natureza humana. É o que é de ruim e que não dá fruto algum. Para que aja uma obediência ele impõe condições para seu governo e se não houver ele queimaria os cedros do Líbano, que presunção do espinheiro. Para estabelecer domínio ele usa da mentira, pois o espinheiro não tem sobra, de maledicência, de preconceito, de falta de amor, etc. O espinheiro quando se estabelece é como o fogo que destrói o cedro.

O Cedro do Líbano são as árvores no apólogo de Jotão que representam o povo. O cedro do Líbano é a obra do Senhor na vida dos homens. É símbolo de longevidade, dignidade e poder. Pode atingir até 50 metros de altura e vivem centenas de anos, sua madeira é avermelhada, não tem nó e é perfumada.

Platão disse: Quem tem força tem direito.

Três séculos depois Sêneca disse: Quem tem força impõe seu direito.

É isso que vemos neste apólogo, o uso da força para impor direito.

Quão terrível é isso quando um espinheiro domina. Esse tipo de pessoa esta descrito em Habacuque 1:11.

Respondendo a pergunta feita no início deste estudo; as pessoas precisam dominar porque lhes falta atrativos em si, e esta falta é suprida pela força, pela opressão.

Em vista disso que nós sejamos qualquer outra árvore, menos espinheiro. Você marido lidera sua esposa e filhos e não os domine. Você líder na Igreja lidere e não domine. Tenha em você mesmo atrativos para que aqueles que estão sobre sua liderança se sujeitem pelo prazer de estar próximo a ti. Como fazer isso? Busque Graça no Senhor, comece sendo humilde. A humildade em si já é um atrativo, pois aqueles que são liderados mesmo que venhamos a errar eles saberão que você ouvira e que se corrigirá para não errar mais.

A Palavra do Senhor nos diz: Aquele que se humilha será exaltado e, aquele que se exalta será humilhado – Isaias 2:11,17.


09/10/2009

Destino Final

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ANAEOSE NOYS

A nossa mente é um campo, um campo onde diariamente e a cada segundo são travadas batalhas imensas. É em nossa mente que estão todas as informações e é baseada nessas informações que nossa vida é dirigida. Precisamos dar atenção a nossa mente.




Romanos 12.2; Efésio 4.23



A Palavra de Deus nos incentiva, exorta a renovarmos a nossa mente ou nossos pensamentos. Isso porque durante a nossa vida vamos construindo idéias, pensamentos, opiniões, que muitas vezes e na sua grande maioria serve para nós como embaraços para o nosso crescimento espiritual (I Pedro 1:18; Colossenses 2:8).

Os ensinos recebidos criam em nossa mente fortalezas, essas fortalezas são estruturas mentais ou padrões mentais inculcados em nós que precisam ser derrubados para avançarmos adiante II Corintios 10:4,5. Sabemos que em nossa caminhada existem três momentos, o passado, o presente e o futuro. Muitas vezes estamos vivendo o presente presos aos padrões de nosso passado. O passado é imutável, mas podemos modificar os seus efeitos no presente. O apostolo Paulo nos incentiva a olhar para o hoje, para atingir o objetivo principal (Filipenses3:13-16). Para isso é necessário uma renovação da nossa mente.

O presente determina o nosso futuro (Provérbios 23:7), assim como todas as situações tem três lados : o negativo, o positivo e o terceiro lado que corresponde a atitude do momento ou seja o que preciso aprender com isso. Geralmente ficamos focados na situação e principalmente no lado negativo, pensamos também no lado positivo, mas que lição tenho a aprender raramente nos vem a mente.

Quando a Palavra nos admoesta a renovar nossa mente ou nosso modo de pensar, ela deseja isso: Filipenses 4:8.

Agora nos vemos preso as nossas estruturas mentais, para quebrar essas estruturas precisamos praticar e perseverar em alguns princípios da Palavra de Deus:



1. Pare de Murmurar ou lamentar (I Corintios 10: 9,10) a murmuração ou lamentação traz sobre nós o destruidor, que vem destruir nossa paz, nossa alegria trazendo sobre nós doenças (depressão), ampliando as dificuldades e tantas outras coisas.

2. Pare de olhar para você mesmo (Hebreus 12:2; Filipenses 4:13);

3. Pare de se desvalorizar (Mateus 19:19; 22:39) confie no Senhor, naquilo que Ele pode fazer através de você, você é importante para Deus.

4. Vigie sua mente ou pensamentos (Mateus 26:41; I Corintios 16:13; I Pedro 5:8; Filipenses 4:8) esteja atento ao que você está pensando ou vindo ao seu pensamento, pois temos um inimigo e ele deseja que vivamos como galinhas, com nosso olhares para baixo.



Estamos em Cristo e em Cristo somos novas criaturas (II Corintios 5:17; I Corintios 2:16) não precisamos mais viver debaixo de nossas estruturas mentais velhas, aprendidas durante o nosso crescimento natural. O Senhor lhes deu vida e vida em abundância, viva esta Vida.



24/09/2009

RELIGIÃO: Ordenção Divina ou Invenção Humna

Após o advento de Cristo e instauração por Cristo da Igreja, o que hoje conhecemos como cristianismo se tornou uma religião muito depois de Cristo e os Apóstolos, Foi durante o que a história da Igreja conta que os ensinos de Cristo se tornaram em conceitos e ritos religiosos. Será que essa era a intenção de Jesus, quando este veio ano mundo e começou a ensinar?
Se não, porque os ensinos de Jesus se tornaram uma religião?
Afinal, o que significa religião?
Até hoje muitos estudiosos tentaram criar uma definição para a palavra religião, mas até o momento não uma definição que seja aceita universalmente. A definição que mais tem sido divulgada dentre tantas definições, está ligada a etimologia da palavra religião, ou seja, segundo alguns escritores, vem do latim “religio” usado na vulgata, que significa prestar culto a uma divindade, ligar novamente ou simplesmente religar. Segundo a “Wikipédia: religião deriva da palavra religio, mas desconhece-se ao certo que relações estabelece religo com outros vocábulos. Aparentemente o mundo latino anterior ao nascimento do cristianismo, religio referia-se a um estilo de comportamento marcado pela rigidez e pela precisão”. Por este motivo a palavra religioso é usada no sentido de que uma coisa seja repetida sistematicamente ou por sua pontualidade, como por exemplo: “Religiosamente ele vem todos os dias neste horário” e outras frases semelhantes a esta onde o religo latino aparece.
Um conceito aceito e difundido entre os pensadores é que a religião demonstra ter surgido do desejo de encontrar um significado e propósitos definitivos para a vida, geralmente centrado na crença e ritual a um ser (ou seres) sobrenatural.

O Surgimento da Religião

Segundo o que temos visto sobre o significado de religião, sobressai de que o grande sentido da religião é o homem tentando chegar a Deus através de seu culto, conjunto de rituais e códigos morais.
Quando o homem começou a fazer isso?
Para sabermos disso precisamos olhar para a Bíblia (que é o livro mais confiável até o presente momento e o será eternamente, o mais vendido, o mais lido, o de maior tiragem). Até o capitulo 10 de Gênesis ( o livro dos começos) notamos que não havia uma forma ou rituais claros, definidos do homem chegando a Deus, pois está relatado que era Deus chegando ao homem, mesmo quando Adão pecou no jardim do Éden, foi Deus quem veio em direção ao homem, o homem por outro lado se escondeu de Deus. Mas quando chegamos ao capitulo 11:1-9- temos o homem criando algo para chegar a Deus que foi a torre de Babel. Essa torre segundo relatos bíblicos, sua localização teria sido na planície entre o rio Tigre e o Eufrates, atual Iraque, uma região estrategicamente boa por ser muito fértil. Foi neste lugar que foi fundado a cidade de Babilônia, não podemos entender Babel sem a cidade Babilônia. Babilônica vem do acadiana Bâb-ilu, que significa “Portão de Deus”. Isto mostra corretamente o propósito religioso das grandes torres-templo. Os zigurates eram torres-templo com escadas eram vistos como portões para os deuses descerem a terra, escadas literais para o céu.
Vamos nos prender ao texto do Gênesis.
Características da Torre de Babel:
A primeira coisa que aparece claramente é a criação de alguma coisa para construir algo; criaram o tijolo para ficar no lugar de pedra, a pedra é algo da natureza simbolizando o material vindo da parte de Deus, o tijolo era feito de barro, mostrando os artifícios e independência de Deus, edificaram uma cidade com uma torre com os objetivos:
Tocar o céu – chegar a Deus era a intenção. Nós vamos a Deus, somos capazes de fazermos algo para chegar a Deus, não precisamos que ele venha nós.
Tornar o nome célebre – com essa atitude torna o nome conhecido, amado, honrado, famoso, etc. Isso não soa familiar? Não vemos e ouvimos crentes insistindo pelo nome da denominação? Não é isso que vemos nos testemunhos dados pela televisão “Quando conheci a Igreja Tal, minha vida mudou”, não ouvimos “pastores, apóstolos, bispos” dizerem “Venha para nossa Igreja, pois aqui acontece mais milagres que lá (esse lá é desfazendo uma outra que faz a mesma coisa)”. Será que alguém já observou que as construções religiosas (Igreja) existe uma torre?

A Ação de Deus

Tornar o nome célebre e edificar uma torre que toca o céu, sem sombra de dúvida é orgulho, soberba do homem, quando isto acontece sempre gera uma ação da parte de Deus. A ação de Deus foi confundir as línguas. Quando o cristianismo se tornou uma religião ouve também uma ação de Deus, assim como os homens foram dispersos pelo mundo cada com sua língua, assim hoje temos uma infinidade de denominações cristãs espalhadas pela face da terra e cada uma com sua linguagem específica e muitas vezes guerreando umas conta as outras. A partir dessa ação de Deus Babel agora recebe um novo significado: deixa de ser Portão de Deus para ser Confusão. Todas as religiões seja elas cristãs ou não tem sua raiz na Babel. Em Apocalipse 14:8 – “E outro anjo seguiu, dizendo: Caiu, caiu [Babilônia], aquela grande cidade, que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua prostituição”. Apocalipse 17:5 – “E na sua testa estava escrito o nome: Mistério, a grande [Babilônia], a mãe das prostituições e abominações da terra”.

O Advento de Cristo

Quando Jesus veio ao mundo e ao seu povo encontro uma Babilônia?
Sim. Durante os 400 anos de se diz do silêncio de Deus, os judeus criaram sua torre de Babel. Criaram o sistema religioso judaico – judaísmo que não havia até o aparecimento no cenário bíblico dos Macabeus e a partir daí nasceu o judaísmo. Neste sistema havia:
Sinédrio – era um grupo de estudiosos resposável pela religião, política e economia;
Sinagoga – era o local onde essa religião era expressa;
Fariseu – uma facção do judaísmo;
Saduceu – outra facção do judaísmo, somente para falarmos das mais importantes, havia outras.
Escribas – conhecido como os interpretes da Lei.

Jesus combateu este sistema que era baseado na torah, mas cercado de conceitos humanos com seus rituais próprios. Citarei alguns embates de Jesus com esse religiosos: Mateus 12:1-14; 16:5-12 e a censura grave aos religiosos do capítulo 23.
Este sistema para matar Jesus quebrou alguns princípios por eles instituídos:
- Reuniram-se na casa do sumo sacerdote – as reuniões aconteciam no templo;
- Essa reunião foi a noite – as reuniões deveriam ser durante o dia com exceção em dias de festa e sábado.
Isso mostra que a religião mata, o sistema nos acorrenta, nos escraviza. Todo religioso torna-se um hipócrita, pois fala e não faz, condena, mas vive naquilo que condena.


O que Jesus veio fazer

Jesus não trouxe uma religião, Ele trouxe vida – João 3:16; ¨6:33,63; 10:10; 14:6; 20:31.
Ele veio salvar o homem dos seus pecados e introduzi-lo no relacionamento com Deus Pai assim como Jesus o Filho tinha. Jesus não impôs regras pois muitas vezes disse: João 4:34; 5:19,30.
Por isso a Igreja apresentada por Jesus e pelos apóstolos fala de: corpo, família, mostra relacionamentos e não ritos e dogmas.
A comunhão com Deus não é através de nossos rituais, não é pelo fato de cumprirmos ou não os mandamentos, mas é por causa de Cristo.É Ele o fator principal de termos comunhão com Deus, não são rituais, normas que nos dá isso, é Cristo. O nosso andar com Deus é vida, que brota da Cruz, do Calvário.
Viva com Deus por amor, isso gera vida e essa vida é vivida pela fé. Fé no Filho de Deus. Largue a religiosidade, isto nos consome.

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