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É imensa satisfação receber sua visita a este blog. Meu desejo é que os artigos postado possam edificar, consolar sua vida. Caso algum artigo lhe seja útil e queira usar fique a vontade para isso, pois tudo é feito para Honra e Glória do Senhor Jesus Cristo. Um pedido quero fazer, se você foi edificado, consolado indique este blog ao seu círculo de relacionamento. Minha oração ao Pai do Senhor Jesus Cristo é que Ele lhe abençoe imensamente, com todo sorte de Bençãos espirituais nos lugares celestiais.

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14 de mar de 2017

BABILÔNIA – A MÃE DAS PROSTITUIÇÕES E ABOMINAÇÕES DA TERRA

“E, na sua testa, estava escrito o nome: Mistério, A Grande Babilônia, a Mãe das Prostituições e Abominações da terra”. Apocalipse 17:5.

Babilônia, a Mães das prostituições e abominações da terra, naquele tempo era costume das prostitutas despudoradas, pendurarem placas com seus nomes, para que todos soubessem o que elas eram. Ela recebe o nome do seu local de residência. Mas, para que não a tomemos como sendo da antiga Babilônia literalmente assim chamada, somos informados de que há um mistério no nome; é outra grande cidade semelhante à antiga Babilônia. Ela é denominada por sua maneira e prática infames; não só uma prostituta, mas mãe de prostitutas, treinando-as para a idolatria e toda sorte de lascívia e perversidade1.
Para que possamos compreender melhor essa Babilônia, precisamos entender um pouco sobre a antiga Babilônia. Essa antiga Babilônia teve origem na Babel do antigo testamento, quando Deus confundiu as línguas e porque Deus confundiu? A base de construção da Torre de Babel foi ter um nome (Gênesis 11:4). Mais tarde com o rei Hamurabi, Babilônia desenvolveu e dominou todo o território em que estava e passou a ser uma capital política, cultural, religiosa e econômica. Em seu código de Leis, Hamurabi afirma seu panteão da religião Babilônica. É interessante notar que a Babilônia tinha uma característica muito importante ela absorvia em sua vida econômica, política, cultural e religiosa o que as cidades dominadas tinham de melhor. O nome Babilônia tinha agora assumido um novo significado. Enquanto Babel significava confusão, Babilônia significa “Porta de Deus” e promovia a unificação de todo o território. Uma outra característica de Babilônia era que o rei era o sumo sacerdote do grande deus oficial2.
Como supremos sacerdotes da religião babilônica, eles recebiam o título de “Pontífice Máximo” (Pontifex Maximus). Com a ascensão de Ciro ao trono da Babilônia, os sacerdotes babilônicos fugiram para Pérgamo, onde continuaram a exercer seu reino como reis e sacerdotes. No ano 133 a.C., Attalus III, o último rei babilônico a exercer seu governo em Pérgamo, entregou seus domínios aos romanos, de forma que o reino de Pérgamo fundiu-se com o Império Romano. Com isso, o reino e sacerdócio foi trasladado de Pérgamo para Roma; dentre os romanos, Júlio Cesar foi o primeiro a assumir o duplo ofício de sacerdote e rei, cerca do ano 45 a.C. “Pontífice Máximo”, originalmente um sacerdote na religião babilônica anterior ao cristianismo, passou a ser um ofício religioso na República Romana e, gradualmente, adquiriu atribuições políticas até que, começando com Augusto, foi adicionado à função do imperador. Hoje em dia, “Pontífice Máximo” é o título do Papa da igreja católica Romana.
63 a.C. - Gaio Júlio César
 44 a.C. – Marcos Emilio Lepido
12 a.C. – César Augusto
12 a.C. a 382 d.C. – usado pelos imperadores
 382 d.C. até os dias de hoje – usado pelos papas
De fato, os papas somente passaram a empregar o título de “Pontífice Máximo” depois que o império foi dividido em dois, ficando o Império Romano Ocidental sob a regência do jovem imperador Graciano, o piedoso (cerca do ano 360 d.C.). Graciano não considerou justo ser chamado de “Pontífice Máximo”, pois não era um sacerdote cristão, então outorgou o título ao Papa Damásio I, 380 d.C., o qual tornou-se o primeiro papa na história a receber o título de “Pontífice Máximo”3.
Olhando para esse quadro podemos concluir que Babilônia além de ser uma cidade, refere-se também a um sistema Religioso, onde existe um líder maior ou Clero e abaixo estão os leigos (membros desse sistema). A Igreja Católica Apostólica Romana tem se colocado como a Grande Babilônia, já que influência o mundo com seu sistema religioso e político, pois vê-se o Papa envolvido em tentar manter a paz e repreendendo governos tudo com o mesmo objetivo da Babilônia que foi o de promover a unificação e sabemos que o Papa e líderes de outras religiões estão envolvido com essa unificação. A Igreja Católica tem feito um trabalho muito forte em tentar trazer as Igrejas Evangélicas para uma conversa tentando exatamente essa unificação. No mesmo espírito de hierarquias religiosas e separando o clero do leigo estão também as Igreja Evangélicas, engessadas com seus sistemas que são como que uma cópia da igreja católica. No meio evangélico não tem Papa, mas temos Apóstolos, Bispos e o mais comum Pastor Presidente. Segundo o versículo de Apocalipse 17:5 – A Igreja Católica Romana é a Babilônia e as Igrejas Evangélicas as suas filhas, pois estão caminhando nas pegadas de sua mãe. Praticando abominações e se prostituindo com seu próprio sistema e abandonando o Senhor Jesus Cristo, pois coloca em primeiro lugar o estatuto da Igreja e seus programas acima da Palavra do Senhor. Sem contar os óleos ungidos que são vendidos, e tantas outras artimanhas que são praticadas para extorquir dos seus membros o maior valor possível, poderíamos falar mais sobre a discoteca gospel, concurso de funk e tantas outras coisas. Muitas vezes condena-se a Igreja Católica pelas “indulgências” que foram cobradas e o que a Igreja Evangélica está fazendo não é nada diferente disso só com outros nomes. O apelo que Deus faz a seus filhos é imperioso nos dias de hoje.
 “E outra voz do céu, que dizia” Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados e para que não incorras nas suas pragas.” Apocalipse 18:4.
#renovandooentendimento

Bibliografia
1.      Bíblia de Estudos Mattew Henry (comentário).
2.      Dicionário das Religiões – John R. Himells.

3.      Livro de Apocalipse – Obra Cristã A Maturidade – Ir. Christian Chen.

22 de fev de 2017

MISTÉRIO DIVINO REVELADO NA CRUZ



Porque nenhum de nós vive para si e nenhum morre para si. Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. De sorte que, ou vivamos ou morramos, somos do Senhor. Romanos 14:7,8.
            

        Mistério divino revelado na Cruz. Deus, o Pai, desejou ter uma família de filhos que são exatamente como o seu Filho (Romanos 8:29). Esse propósito já existia antes da criação do mundo e continua mesmo com a queda de Adão. Em Jesus Cristo esse propósito se concretizou. Conforme vamos entendendo o propósito do Filho, vemos como Ele dedica-se a ajudar o Pai com o seu propósito. O Pai planeja para o Filho, e o Filho vive para o Pai e o Espírito Santo capacita os filhos para realizar esse propósito, pois o Espírito dá do que é do Filho. Esse dar sem egoísmo, esse servir e compartilhar nada mais é do que uma regra divina de ação que sempre foi expressa em Deus. Esse é o princípio revelado na Cruz.
            A Cruz sempre foi um princípio eterno em Deus. A cruz expressa a própria qualidade e modo de vida de Deus. Dar vida, compartilhar luz e derramar o amor essa é a regra através do qual Deus trabalhou com o ser humano desde o início. Essa cruz em Deus deveria tornar-se gravada no ser humano. Quando Deus colocou Adão no jardim e disse que ele poderia comer de todas as árvores que estavam no jardim só da árvore do conhecimento do bem e do mal não deveria comer. Deus desejava que Adão vivesse por essa regra de cruz. Como Adão recusou através da desobediência, foi preciso uma demonstração da cruz histórica no Gólgota (Gênesis 2:15-17).
            Uma ênfase muito grande tem sido dado a Cruz de modo geral como um meio de redenção, e o foi, mas ela é mais do que isso, torna-se a expressão do modo de vida de Deus. Essa cruz foi demonstrada em Jesus Cristo não só no Gólgota mas em todo o tempo de seu ministério. O Pai estava convidando Adão para abraçar a regra como modo e objetivo de vida. Essa regra não poderia ser imposta, deveria ser uma escolha – a escolha de viver para dar, servir e, dessa forma compartilhar. Se Adão estivesse escolhido essa regra Deus e o ser humano teriam se tornado um vivendo em completa harmonia. Esse continua ainda sendo o desejo do Pai e o Filho tem trabalhado para isso (João 17:11,21,22).
            Quando Jesus foi introduzido no mundo e no momento adequado foi para ser batizado por João, logo após esse batismo foi cheio do Espírito Santo e o Espírito o conduziu ao deserto para ser tentado (Mateus 4:1-11). A partir desse momento cada passo dado por Jesus revelou essa regra de vida.
Quando Jesus teve fome, o tentador chegou a Ele e o tentou a transformar pedra em pão, mas Jesus decidiu não fazer nada para si mesmo (vss.3,4).
Quando o diabo o tentou para que se jogasse do pináculo do templo, Jesus decidiu não fazer nada de si mesmo (vss.5,6).
Quando o Diabo o tentou para que Jesus o adorasse, ele decidiu não fazer nada consigo mesmo (vss.8-10).

A expressão mais simples da regra da Cruz encontra-se nestas três preposições: Para, De e Com. Durante todo o seu ministério Jesus sempre confrontou seus discípulos com a Cruz (João 6:55 – 67; Mateus 6:33; 20:20-17). Jesus continua hoje insistindo para que os membros do seu corpo vivam por essa rega de vida divina. E você que está lendo essa pequena meditação, aceita o desafio de viver tua vida por essa regra divina de vida que é viver pela Cruz. É o que Jesus Cristo requer de seus discípulos (Mateus 16:24; Lucas 14:27). #renovandooentendimento

14 de fev de 2017

ESTUDOS EM EFÉSIOS - 1: 7 - 14




Vs. 7 – 14 – Paulo mostra a Redenção, revela o mistério de Deus e o selo de nossa garantia

Cada pessoa da Trindade não age de modo independente uma da outra, mas, trabalham juntas para possibilitar a nossa salvação. Cada pessoa tem um obra especial a realizar com o qual contribui em nossa vida.
Vs. 7 – em quem temos a redenção – o verbo remir significa: resgatar, expiar, libertar. Jesus comprou um escravo para libertá-lo. Pagou com seu próprio sangue e assim nos libertou da Lei (Gálatas 5:1), da escravidão do pecado (Romanos 6) e do poder de Satanás e do mundo (Gálatas 1.4, Cl 1:13,14). Somos ricos porque somos filhos.
Nesta compra fomos perdoados. Perdoar significa: apagar, levar embora. Isto era o que acontecia no Velho Testamento quando no Dia da Expiação o sumo sacerdote enviava o bode expiatório para o deserto com todos os pecados do povo. E que lançaria os nossos pecados nas profundezas do mar (Lev. 16; Miqueias 7:19).
Vs.8 – 11 - Segundo essa obra redentora ele a tornou abundantemente para nós em toda sabedoria e prudência. Revelou-nos o mistério da sua vontade, esse mistério não se relaciona com coisa sinistras, mas sim um segredo sagrado o qual é de tornar a congregar em Cristo todas as coisas nos céus e na terra.
Por causa desse propósito em Cristo fomos feitos herança e como herança fomos predestinados segundo esse mistério de Deus. Somos predestinados a que? A andar segundo o propósito de Deus (Romanos 8:29). Somos para Louvor e Glória de Deus.
Vs. 12-14 – Estamos em Cristo, depois que ouvimos a palavra da verdade. Esse ouvir envolver o ouvir, crer e falar ou seja como é mais comum entre os evangélicos “receber a Jesus como Senhor e Salvador”. Feito isto, fomos selados com o Espírito Santo da promessa. Ser selado significa: que esse selo é a nossa garantia da salvação efetivada quando Cristo voltar (I Pedro 1.5,9), quando seremos transformados e receberemos um novo corpo celestial (I Coríntios 15.51,52; 2 Coríntios 3.18).

Vs.15-23 –

Paulo tinha ouvido da fé e do amor dos Efésios e por causa disso ele não cessava de dar graças a Deus, lembrando deles nas orações e fazendo um pedido de que eles entendessem a grande riqueza que tinham em Cristo. A vida cristã possui duas dimensões inseparáveis: a fé em Deus e o amor aos homens. Mas, Paulo sabia que o amor e a fé eram apenas o começo. Tinha muito mais para os efésios descobrirem, e foi por isso que o apóstolo orou por eles e por nós. Orações que Paulo fez: Efésios 1:15-23; 3:14-21; Filipenses 1:9-11; Colossenses 1:9-12), encontramos as bênçãos que desejava que seus convertidos desfrutassem. Observe que em nenhuma dessas orações ele pede coisas materiais. Sua ênfase é sobre a percepção espiritual e sobre o verdadeiro caráter cristão. Precisamos entender dois fatos em sua súplica por iluminação. Primeiro – esse esclarecimento vem do Espírito Santo. Ele é o espírito de sabedoria e revelação (João 14:25,16; 16:12-14). O ser humano não é capaz de compreender as coisas de Deus contando apenas com sua mente natural. Precisa que o Espírito o ilumine (1 Coríntios 2:9-16). Em segundo – essa iluminação é dada ao coração daquele que crê (Efésios 1:18). O coração na Bíblia representa o ser interior e inclui as emoções, a mente e a volição. O ser interior, o coração, possui faculdades espirituais paralelas aos sentidos do corpo (olfato, tato, visão, etc). Era isso a que Jesus se referia em Mateus 13:31. A incapacidade de ver e compreender as coisas espirituais não deve ser atribuída a inteligência, mas sim ao coração. Os olhos do coração devem ser abertos pelo Espírito de Deus.
Vs.17b – Para conhecermos a Deus. Trata-se da mais elevada de todas as formas de conhecimento. O ateu afirma de não há Deus a ser conhecido, e o Agnóstico afirma que se há um Deus não temos como conhece-lo. Paulo afirma pela sua experiência com Deus de que o ser humano não é capaz de entender verdadeiramente coisa alguma sem o conhecimento de Deus. O cristão deve crescer no conhecimento de Deus. A salvação é o conhecimento pessoal de Deus. A santificação é o conhecimento crescente de Deus. A glorificação é o conhecimento perfeito de Deus.
Vs.18a – Para conhecermos o chamamento de Deus – o termo chamado é de grande importância para o cristão. A palavra igreja é a combinação de dois termos gregos que significam “chamado para fora”. Paulo testemunhava sempre que ele tinha sido chamado. O chamamento de Deus se dá pela sua graça não por méritos nossos. O termo esperança não significa “espero que isso aconteça” como uma criança que espera ganhar um presente. Esse termo implica certeza do futuro.
Vs. 18b -  Para conhecermos as riquezas de Deus. Nessa oração ele não se refere à nossa herança em Cristo, mas sim à herança dele em nós. Deus nos considera parte de sua grande riqueza (Efésio 1:6). Deus nos trata com base no futuro não no passado.
Vs.19 -23 – Ao nos tornar sua herança, Deus demonstra seu amor. Nós cristão precisamos de poder por vário motivos. Em primeiro, somos fracos demais por natureza para dar o devido valor e nos apropriarmos dessas riquezas, a fim de usá-las corretamente. O segundo motivo, há inimigos que desejam tomar essas riquezas de nós. Jamais seriamos capaz de derrota-los com nossas forças precisamos de do poder do Espírito Santo.
Nos versos 22 e 23 Paulo esclarece a aplicação prática. Pelo fato de sermos cristãos, fazemos parte da igreja, o corpo de Cristo, e ele é o Cabeça. Isso implica que existe uma ligação entre nós e Cristo. Ele é o cabeça então há uma garantia de funcionamento adequado.

Nos quatro evangelhos vemos o poder de Deus operando no ministério de Jesus Cristo, mas no livro de Atos vemos o mesmo poder operando através de homens e mulheres comuns, membros do corpo de Cristo.

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