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É imensa satisfação receber sua visita a este blog. Meu desejo é que os artigos postado possam edificar, consolar sua vida. Caso algum artigo lhe seja útil e queira usar fique a vontade para isso, pois tudo é feito para Honra e Glória do Senhor Jesus Cristo. Um pedido quero fazer, se você foi edificado, consolado indique este blog ao seu círculo de relacionamento. Minha oração ao Pai do Senhor Jesus Cristo é que Ele lhe abençoe imensamente, com todo sorte de Bençãos espirituais nos lugares celestiais.

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27 de jan. de 2026

TERMÔMETRO ESPIRITUAL

 

O Termômetro Espiritual é um convite a uma reflexão sincera sobre sua vivência com os princípios de Deus. Não é um instrumento de julgamento, mas sim de autoconhecimento espiritual.

“Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração. Salmos 139:29”

O termômetro mede a temperatura do corpo, este termômetro ajuda a identificar como está sua vida espiritual hoje.

            “Examinemos os nossos caminhos, e voltemos para o Senhor. Lamentações 3:40”

Responda o questionário com honestidade utilizando a escala que está abaixo. O resultado não define quem você é, mas aponta onde você está e convida ao crescimento.

            “Crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo. 2 Pedro 3:18”


AQUI Você baixa o questionário para preenchimento e medir sua temperatura no Termômetro Espíritual

18 de dez. de 2025

A PARÁBOLA DO BARCO E DO VENTO

 Havia um barco recém-construído em um estaleiro à beira-mar. Era belo, forte, totalmente equipado e feito para navegar longe. Porém, apesar de toda a sua estrutura, o barco permanecia parado, preso à areia da praia. Ele admirava o mar, sonhava com horizontes distantes, mas jamais havia saído do lugar.

Um dia, um Vento suave aproximou-se e disse:

- Barco, por que permaneces aqui, imóvel, se foste criado para navegar?

O Barco respondeu:

- Eu quero navegar... mas tenho medo das ondas, e não sei para onde ir. Além disso, não posso mover-me sozinho.

O Vento então disse:

- Eu posso te levar. Mas para isso, precisas abrir tuas velas.

O barco hesitou. Abrir as velas significava deixar de controlar tudo, confiar em algo invisível, entregar-se a uma força que não se vê, apenas se sente.

Mas, cansado de permanecer parado, o barco decidiu tentar. Lentamente, levantou seu mastro e abriu suas velas.

Naquele instante, o Vento soprou com firmeza e ternura. As velas se encheram, o casco se ergueu sobre as águas, e o barco finalmente saiu da areia, Pela primeira vez, ele sentiu o que era realmente viver.


O barco deslizou sobre o mar, ora em águas calmas, ora entre ondas mais agitadas. Ele não sabia exatamente para onde o Vento o conduzia, mas aprendeu uma verdade poderosa: "Quando o barco abre sua velas, o Vento sempre o leva ao lugar certo". 

E assim, dias após dia, o barco seguiu guiado pelo Vento. Às vezes, o rumo parecia estranho. Outras, parecia perfeito. Mas sempre havia propósito. Até que o barco descobriu que sua grande missão não era controlar a rota, mas permanecer com as velas abertas.

Porque, quando as velas estão aberto, o Vento faz o resto.

ENSINO DA PARÁBOLA

Assim é com todo aquele que deseja viver segundo o Espírito.

Somos como o barco: criados para avançar, mas muitas vezes parados.

O Espírito é como o Vento: Invisível, imprevisível, mas poderoso, fiel e cheio de propósito.

Abrir as velas experimenta movimento, direção e propósito - mesmo sem entender tudo.

Quem mantém as velas fechadas continua parado na areia, apesar de toda capacidade que recebeu de Deus.

O vento sopra onde quer... e quem nasce do Espírito aprende a viver pela direção desse Vento.

"O VENTO SOPRA ONDE QUER, OUVES A SUA VOZ, MAS NÃO SABES DE ONDE VEM NEM PARA ONDE VAI; ASSIM É TODO AQUELE QUE É NASCIDO DO ESPÍRITO." JOÃO 3:8

17 de fev. de 2021

CONFIAR NO SENHOR


 

2 Reis 18: 1-7 – Quero mostrar sobre confiar no Senhor olhando para a vida do Rei Ezequias. Para podermos ter um bom entendimento precisamos ver a quem ele sucedeu. Ele tomou o lugar do seu pai, e quem foi Acaz?

Só para termos uma ideia de quem ele era, leia 2 Crônicas 28: 22 – 25, Acaz foi um rei mau, um idólatra e levou o povo a idolatria.

É muito comum no meio cristão se dizer que temos uma herança genética para se conformar com as coisas pecaminosas que fazemos. Mas, na vida de Ezequias não foi assim. Ele não andou no caminho do seu pai. Ele foi um reformador primeiro em sua vida e depois na sociedade em que vivia.

Uma coisa interessante na vida de Ezequias era sua mãe, Abi, ela era filha de Zacarias um doutor da Lei, essa mulher foi muito importante na vida de Ezequias, ela provavelmente implantou em seu coração a Palavra do Senhor e, buscou levar o filho a não olhar para as atitudes do pai, mas ser fiel ao Senhor. O que muitos cristãos não fazem.

Ele fez o que era reto perante o Senhor segundo tudo o que fizera Davi, seu pai (v.3). Ele fez grandes coisas para o Senhor. Esse Rei confiou tanto no Senhor que o próprio Deus deixou registrado que não houve antes dele Rei igual e nem depois dele viria outro igual.

Quando olhamos para a vida do Rei Ezequias, deve nos inspirar, imitar a vida desse Rei, para isso a  Palavra de Deus nos traz exortações para confiarmos no Senhor:

Salmo 37:3; Provérbios 3:5; Isaias 26:4.

A Palavra de Deus nos traz promessas para os que confiam no Senhor:

Salmos 31:19; Provérbio 29:25; Isaias 26:3.

Que cada um de nós que ouvimos essas exortações e promessas, possamos pela graça de Deus e o poder do Espírito Santo confiarmos no Senhor e fazer o que é reto perante Ele

25 de mar. de 2020

CRIAR/FORMAR



 Isaías 43:1 - MAS agora, assim diz o SENHOR que te criou, ó Jacó, e que te formou, ó Israel: Não temas, porque eu te remi; chamei-te pelo teu nome, tu és meu.
     Esta palavra é dirigida ao povo de Deus, o importante aqui é essa pessoa Jacó e Israel. A princípio podemos pensar serem duas pessoas, mas não é, é uma só segundo o que o próprio Senhor falou. Para entendermos melhor essa passagem precisamos saber o que significa formar e criar. Criar é dar origem; Formar é dar a forma.

Criou ó Jacó – quem era Jacó?

Formou ó Israel – quem era Israel?

Jacó como o próprio nome diz significa Usurpador, porque ele usurpou a primogenitura de Esaú. Mas quando teve um encontro com Deus em Peniel, o Senhor trocou o seu nome para Israel que significa Lutou com Deus e com os homens e prevaleceu. Na Bíblia o nome está ligado muitas vezes com o caráter da pessoa.

Nó fomos criados por Deus, mas agora o Senhor Deus em Cristo Jesus formou um novo homem (II Coríntios 5:17). Somos uma nova criatura em Cristo.

O nome Jacó está ligado a natureza humana, essa natureza foi criada por Deus mas em Adão ela foi desfigurada pela queda. Essa natureza está repleta de medo, discórdias, invejas e tantas outras coisas, tendo o lado positivo e negativo.

Israel está ligada a natureza divina, quando em Peniel Deus formou uma nova natureza em Jacó e por este motivo mudou o seu nome para Israel. Israel agora expressa a natureza de Deus em seu convívio com os humanos.

Não preciso ter medo porque o Senhor me remiu (resgatou) dando o seu Filho por nós, ele nos chamou pelo nome, Tu és meu. Pertencemos a Deus, somos seus filhos. Em Cristo o Senhor está claramente dando nossa identidade, não somos mais do mundo, somos do alto onde Cristo está assentado (Colossenses 3:1). Ele diz ainda que está conosco quando estivermos em meio as dificuldades e perigos. Somos cuidados pois somos feituras suas (Efésios 2:10). Somo o povo da sua aquisição, povo especial (I Pedro 2:9,10). Somos Dele e nada nos arrebatará das suas mãos (João 10:28).   #renovandooentendimento

CRÊS TU ISTO?

24 de dez. de 2019

NATAL, SIM OU NÃO


Tenho observado que a cada fim de ano, se levanta o questionamento: "é bíblico ou não celebrar o Natal?" Apesar de muitos argumentos contra e a favor da celebração do Natal, penso dizer que Jesus está ressurreto e assentado a destra do Pai e que para Jesus segundo a sua Palavra escrita a prioridade do Pai como a do Filho registrada em Romanos 8:28,29 é que sejamos conforme a imagem e semelhança do Filho. Se queremos agradar ao Pai e ao Filho é vivermos pela FÉ (Hebreus 11:6). Fé na obra redentora de Cristo naquela cruz e não em celebrarmos o seu nascimento, ainda que alguns o fazem para o Senhor e outros não o fazem também para o Senhor (Romanos 14:5-7). Agora, o mais excelente, é sermos pequenos cristos, estes sim há falta neste mundo, e é destes que o Senhor se agrada. #renovandooentendimento

24 de jun. de 2018

O QUE É A VONTADE DO PAI



Mateus 7:21-23 – Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! Entrará no Reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele Dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E. em teu nome, não expulsamos demônios? E, em teu nome, não fizemos muitas maravilhas? E, então, lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade.

Jesus está dizendo claramente que não será o suficiente apenas dizer Senhor, Senhor, em palavras ou em alguma outra forma de linguagem a Ele, muito menos fazer discurso e declarações. O que nos levará ao céu é a comunhão com Ele, um relacionamento íntimo com Ele.
Quando Jesus fala de fazer a vontade do Pai, quer que acreditemos em Cristo, que nos arrependamos dos pecados e que vivamos uma vida santa, que nos amemos uns aos outros (João 6:29; 20:31; 13:35). Se chamamos a Cristo de Senhor sem fazer a vontade do Pai, zombamos Dele.
Naquele dia, é o grande dia em que cada um mostrará o seu próprio caráter, quando os segredos dos corações serão manifestados (Romanos 2:16). O grande dia é a volta do Senhor.
Apartai-vos, na sua volta será para alguns, motivo de grande alegria, mas, para outros de muita dor e tristeza. Quando Jesus veio em carne chamou os pecadores para perto Dele, pois Ele veio para Salvar os pecadores. Na sua segunda vinda em Glória, Ele irá rechaçar os pecadores, pois tiveram tempo para se arrepender e não se arrependeram (Mateus 11:28; 25:34).

Respondendo à pergunta tema deste escrito é: Crer em Deus e em Jesus Cristo a quem enviou.
#renovandooentendimento


1 de jan. de 2015

CASA DO SENHOR

SALMO 122:1 – Alegrei-me quando me disseram: Vamos à Casa do Senhor.

I Pedro 2:5 – declara enfaticamente que somos pedras vivas no grande edifício que o Senhor está edificando que é a sua casa espiritual. Parafraseando a declaração do salmista do salmo acima podemos dizer: Alegrei-me quando me disseram vamos a reunião do povo de Deus. Por este fato que é a alegria de estar junto com aqueles que amam a Deus e o adoram alistar alguns motivos para irmos à casa do Senhor.
1º Motivo – É uma Ordem Divina – Deut. 12:5; Hebreus 10:25 – Nestes textos temos uma ordem de Deus para irmos ou estarmos no lugar onde Deus mandar e que não devemos deixar de reunir ou congregar. Muitos nestes dias tem deixado de congregar, buscando outras coisas que não a casa do Senhor.
2º Motivo – Há uma benção sobre aquele que habita na casa do Senhor – Salmo 84:4. Se queremos ser abençoados devemos estar em comunhão com os filhos de Deus, pois é nesta comunhão que Deus derrama sua benção.
3º Motivo – Refúgio em tempos difíceis – Isaias 37:1,14 – É nesta casa ou nesta comunhão com os filhos de Deus que temos refúgio em tempos difíceis. É ali na comunhão com irmãos em Cristo que somos ajudados, que somos supridos, que somos encorajados, que somos animados, pois encontramos nos outros membros ajuda nestes períodos difíceis e onde também somos que pode ajudar os outros nestas dificuldades através de nossa vivência diante de Deus.
4º Motivo – A Casa do Senhor é o lugar de instrução – Miqueias 4:2 – A solução para os problemas da humanidade encontra-se na Casa do Senhor ou seja a Igreja de Cristo, como diz o profeta Miqueias que muitas nações virão para aprender os caminhos e andar nas veredas de Deus. A Igreja é Cristo sendo expresso e vivendo no mundo mostrando uma nova sociedade alternativa onde o amor é o princípio norteador de todos os que vivem debaixo do governo de Deus e do seu Cristo.

A Casa do Senhor é a reunião do Povo de Deus e não um lugar físico como nestes últimos dias tem sida dado uma ênfase grande. Deus não habita em templos feitos por mãos humanas mas habita no templo feito pela obra redentora de Cristo na Cruz. 

6 de jul. de 2014

NOSSO ÊXODO


Êxodo 13:17,18 – Esse caminhar do Povo de Deus do Egito para a Terra Prometida “Canaã”, nos fala do nosso caminhar cristão até a Jerusalém Celestial.
Quando Deus tirou o seu povo do Egito, Ele poderia ter levado o povo pelas terras dos Filisteus que era o caminho mais curto, só que nesse caminho o povo poderia desistir por causa da guerra. Esse povo tinha sido escravo por mais ou menos 400 anos e não estava preparado para a guerra porque não eram guerreiros. Deus muda e os leva por uma rota mais longa levando-os pelo sul beirando o mar vermelho. A mudança da rota foi feita porque Deus tinha alguns objetivos com esse povo e com essa rota maior.
Deuteronômio 8:2-4 – nos fala do objetivo principal de Deus que era provar o coração do povo. Havia também dois objetivos. Como já vimos o povo tinha sido escravo e só conhecia a religião animista do Egito e não conheciam o Senhor, somente ouviram falar através de seus pais, mas não conheciam o Senhor.
Os outros dois objetivos eram:
- Conhecer ao Senhor;
- E Deus queria ser glorificado neles, ou seja, que eles existiam para a Glória do Senhor.
Assim também é conosco, neste nosso Êxodo do Mundo para a Nova Jerusalém, Deus quer se revelar a nós e quer ser glorificado em nós. Por isso ele nos prova assim como provou a Israel. Neste quarenta nos de peregrinação no deserto Deus permitiu diversas situações para que o povo pudesse conhecê-lo, experimentá-lo e poder glorifica-lo. Nestes quarenta anos no deserto o povo precisou parar quarenta e duas vezes e em cada parada Deus tratou algo com Eles. Não diferente conosco muitas vezes coisas nos acontecem boas e ruins, mas é Deus provando o nosso coração para ver se somos fieis, e para podermos conhecê-lo como o nosso provedor, Senhor e como um Pai amoroso.
Jesus tinha esse entendimento para a sua vida (João 13:32; 14:13; 17:4).
Já que estamos num êxodo e o mundo em que vivemos se nos torna em deserto, como posso além de conhecer ao Senhor, Glorificá-lo?
A Palavra de Deus nos mostra que podemos glorificar a Deus com as seguintes atitudes:
1.      Boa Obras – Mateus 5:16;
2.      Frutos – João 15:8;
3.      Unidade – Romanos 15:6;
4.      Consagração – I Corintios 6:20

Quando entendemos isso, devemos tomar tal resolução que conhecê-lo e Glorificá-lo.

31 de mar. de 2011

COMO ENCONTRAR A VONTADE DO SENHOR

Quando ouvimos alguém dizer “a vontade do Senhor” seja em qual for a situação, está mais para uma formalidade do que em saber realmente a vontade do Senhor. Penso que tal situação está ligado a uma “moda” no meio evangélico que é a profecia. Hoje temos circulando nos púlpitos, na televisão, rádio, etc., Pregações Proféticas, Louvor Profético, Profetizar uns aos outros, e este dito tem tomado o lugar da Vontade do Senhor. Num passado não muito distante a vontade do Senhor era algo de grande interesse por todos os crentes, todos queriam descobrir a vontade de Deus. A falta de conhecimento em como descobrir a vontade de Deus gerou muita frustração e desencorajamento, talvez isso tenha ajudado a se buscar algo mais claro e fácil, a Profecia achou então um lugar de destaque. Quero apresentar algumas bases bíblicas para descobrir e andar na vontade do Senhor.
Existem dois aspectos na vontade do Senhor: 1. A vontade determinada de Deus – Hebreus 6:17, essa vontade é incondicional, imutável, irresistível (Efésios 1:9,11). A vontade determinada de Deus inclui coisas como o nascimento de Cristo, sua morte, ressurreição, etc.
2. O Desejo de Deus para o homem – é aquilo que Deus deseja para nossa vida, e que só pode ser o que Deus tem de melhor. A vontade de Deus é para que o crente realize o seu potencial. Neste segundo aspecto há necessidade de se colocar a vontade permissiva de Deus, ou seja, não é a vontade de Deus incondicional, imutável, irresistível. Neste aspecto Deus permite que o homem aja fazendo algo que Deus desejava que o homem não fizesse, mas cede por amor a esse homem, como exemplo, o caso do divórcio que Moises permitiu e Deus concordou, o motivo de Deus concordar o Senhor Jesus deixou claro “a dureza de coração” - Mateus 19: 7,8. Houve e há muitos problemas com relação a vontade de Deus listo aqui alguns desses motivos:
Esse termo muitas vezes não é definido com clareza ou consistência; muitos ignoram os meios para se determinar a vontade de Deus; o termo freqüentemente mal usado por alguns que tentam justificar alguma decisão ou ação estranha; o termo é usado por alguns para defenderem suas opiniões doutrinárias ou conceituais; o termo é usado como uma fórmula mágica para santificar qualquer coisa que uma pessoa faça. A vontade de Deus não está oculta a nós (Efésios 1:9; :17; Colossenses 1:9); a vontade de Deus nunca é contrária a Palavra de Deus, a vontade de Deus é algo que nós vivemos e não somente algo que nós achamos (I Tessalonicenses 5:16-21; Tiago 1:22-25); a vontade de Deus é geral e específica, a vontade específica só pode ser encontrada por aquele que está vivendo a vontade geral de Deus; a vontade de Deus só pode ser descoberta quando você leva Jesus a cada área de sua vida, isto é dedicação total; a vontade de Deus só pode ser encontrada quando você está desejando aceitar aquilo que o Senhor tem para sua vida.
Algumas luzes para confirmação da vontade de Deus:
O Espírito Santo em sua vida; as circunstâncias em sua vida; a liderança sobre nós no Senhor; a Palavra de Deus; a Paz interior; as portas abertas e fechadas; a consagração de sua vida; os talentos e habilidades que você tem para fazer determinadas coisas. Isto são somente luzes indicativas, como as luzes no aeroporto que estão ali para determinar o caminho pelo qual o avião deve pousar em segurança. Esta também são luzes indicativas para que você e eu possamos caminhar na vontade de Deus com segurança.

1 de mar. de 2010

O QUE É SER CRISTÃO?

Há hoje uma quase que uma doutrina do “cristianismo” ou “ser evangélico” como um relacionamento pessoal com Deus e não mais do que isso. Por isso ouvimos e vemos constantemente cristãos ou crentes dizendo que segue a Jesus ou a Deus sem precisar da igreja, de que a igreja é um atrapalho na vida deles, pois nela há muita coisa difíceis e complicadas, há muita inveja e tantas outras desculpas. Esquece-se de que o relacionamento primordial com Deus necessita de muitos relacionamentos secundários – são os relacionamentos que nosso Senhor Jesus Cristo estabeleceu entre nós e seu corpo, a Igreja. Esse ensino distorcido vem do fato de não haver uma compreensão clara do que é ser Cristão.


• Um Cristão é alguém que, antes e acima de tudo foi perdoado de seu pecado e reconciliado com Deus Pai, através de Jesus Cristo.

• Um Cristão é alguém que sabe que se tivesse que morrer hoje e comparecer diante de Deus, e Ele lhe perguntasse: Porque deve permitir que você entre na minha presença? Responderia: Por causa da Obra de Cristo na Cruz, que morreu por mim como substituto e pagou meu débito. A garantia de ser declaro justo em Cristo, o cristão é alguém que descobriu o começo da liberdade da escravidão ao pecado.

• O Cristão é alguém que, pela virtude de sua reconciliação com Deus, foi reconciliado com o povo de Deus. Mateus 22:34-40 – Jesus deixa dois mandamentos e esses dois mandamentos ardam juntos. O primeiro produz o segundo, e o segundo comprova o primeiro. Ser reconciliado com Deus por meio de Jesus Cristo significa ser reconciliado com todos aqueles que estão reconciliados com Deus (Efésios 2:14-16).

O Novo Testamento deixa muito claro que o cristão é alguém que não existe fora da comunhão da Igreja. A Igreja não é um lugar. É um povo – o povo de Deus em Cristo. Quando alguém se torna cristão ele se une a igreja porque isso é a expressão daquilo em que Cristo o tornou – membro de seu corpo. Assim sendo, estar unido com Cristo é estar unido com todos os cristãos.

Ser um verdadeiro cristão significa preocupar-se com a vida e saúde do corpo de Cristo, a Igreja, isto implica em não sermos omissos ou afastar-nos quando vemos algo errado no corpo e sair dizendo que não precisamos do corpo, a Igreja. Esta atitude é pior que a hipocrisia. Ser cristão é preocupar-se com o que a Igreja é e o que ela deveria ser, porque você cristão, pertence à Igreja. Devemos nos interessar pela igreja porque ela é o próprio corpo de nosso Senhor e Salvador.

Cristão você está preparado para o dia em que Deus o chamará a prestar contas da maneira como você amou e serviu a família da igreja, incluindo os seus líderes?

14 de out. de 2009

ESPINHOSO

Certa vez, as árvores foram ungir um rei para si. E disseram à Oliveira: Tu reinarás sobre nós. Mas a Oliveira lhes respondeu: Deveria eu renunciar ao meu azeite, que os deuses e os homens apreciam em mim para dominar sobre as árvores? Em seguida, as árvores disseram à figueira: Vem e reino sobre nós. Mas a figueira lhes respondeu: Deveria eu renunciar à minha doçura e ao meu bom fruto para dominar sobre as árvores? Depois as árvores disseram à videira: Vem e reina sobe nós. Mas a videira lhes respondeu: Deveria eu renunciar ao meu vinho, que alegra os deuses e os homens, para dominar sobre as árvores? Finalmente todas as árvores disseram ao espinheiro: Vem e reino sobre nós. E o espinheiro respondeu às árvores: Se realmente querei ungir-me como vosso rei, vinde refugiar-vos debaixo da minha sombra; do contrário, saia fogo do espinheiro e devore os cedros do Líbano. JUIZES 9:7-15.


Se atentarmos apenas para esse apólogo de Jotão, podemos entender o seguinte sentido, o qual é o mais comentado: Quando os bons se calam o mal prevalece. Mas a algo aqui mais forte do que somente isso. Não é esse o relato que encontramos no verso 1 do capítulo 9, ali vemos Abimeleque pedindo para ser rei; o espinheiro refere-se à Abimeleque. Onde está este relato? Para entendermos melhor precisamos conhecer toda a história envolvida, mas para não sermos muito longo vamos direto ao ponto. No capítulo 8 de Juizes nos versos 22, 23 – Então os homens de Israel disseram a Gideão: Reina sobre nós, tu, teu filho e o filho de teu filho, pois nos livraste das mãos dos midianitas. Porém Gideão lhes respondeu: Nem eu nem meu filho reinaremos sobre vós, mas o Senhor reinará sobre vós. O assunto principal aqui não é o fato de reinar e sim o dominar, pois naturalmente as árvores não têm rei, nem comandante e muito menos líder essa era a visão de Deus e também de Gideão. Abimeleque (espinheiro) para poder dominar ele teve que quebrar alguns mandamentos de Deus, sempre que o homem deseja o poder ele tem que partir para coisas obscuras, porque o desejo de poder cega. Nos versos 1,2 do capítulo 9 uma ambição que nasceu de inveja, pois Abimeleque era filho de Gideão com sua concubina, meio irmão de outros filhos (70) de Gideão; no verso 4 entrou idolatria, quando ele recebe prata tirada do templo de Baal-Berite; no verso 5 há uma grande chacina entra o homicídio; no verso 6 a desonestidade impera quando ele é proclamado rei, pois quem deveria reinar seriam os filhos de Gideão.

O que leva uma pessoa a querer dominar e o que leva a outro não querer o domínio?

As árvores que não quiseram o domínio tornam-se para nós um exemplo, vejamos por que:

A Oliveira, seu fruto - azeitonas, fonte de comida, luz, higiene e cura.

A Figueira, seu fruto – figo – simboliza a abundância, a ciência, representa o povo de Israel com suas revelações sobre o messias.

Videira, seu fruto – Uva – faz-se vinho – símbolo da alegria (Salmo 128:3), louvor, glorificação e graça.

Respondendo a pergunta feita acima – Elas não almejam o domínio, porque tem em si mesmo um atrativo e não precisam usar da força para que aja uma aproximação de si.

Espinheiro, seu fruto – espinhos – serve para afastar a todos e a tudo, representa tudo que é da natureza humana. É o que é de ruim e que não dá fruto algum. Para que aja uma obediência ele impõe condições para seu governo e se não houver ele queimaria os cedros do Líbano, que presunção do espinheiro. Para estabelecer domínio ele usa da mentira, pois o espinheiro não tem sobra, de maledicência, de preconceito, de falta de amor, etc. O espinheiro quando se estabelece é como o fogo que destrói o cedro.

O Cedro do Líbano são as árvores no apólogo de Jotão que representam o povo. O cedro do Líbano é a obra do Senhor na vida dos homens. É símbolo de longevidade, dignidade e poder. Pode atingir até 50 metros de altura e vivem centenas de anos, sua madeira é avermelhada, não tem nó e é perfumada.

Platão disse: Quem tem força tem direito.

Três séculos depois Sêneca disse: Quem tem força impõe seu direito.

É isso que vemos neste apólogo, o uso da força para impor direito.

Quão terrível é isso quando um espinheiro domina. Esse tipo de pessoa esta descrito em Habacuque 1:11.

Respondendo a pergunta feita no início deste estudo; as pessoas precisam dominar porque lhes falta atrativos em si, e esta falta é suprida pela força, pela opressão.

Em vista disso que nós sejamos qualquer outra árvore, menos espinheiro. Você marido lidera sua esposa e filhos e não os domine. Você líder na Igreja lidere e não domine. Tenha em você mesmo atrativos para que aqueles que estão sobre sua liderança se sujeitem pelo prazer de estar próximo a ti. Como fazer isso? Busque Graça no Senhor, comece sendo humilde. A humildade em si já é um atrativo, pois aqueles que são liderados mesmo que venhamos a errar eles saberão que você ouvira e que se corrigirá para não errar mais.

A Palavra do Senhor nos diz: Aquele que se humilha será exaltado e, aquele que se exalta será humilhado – Isaias 2:11,17.


1 de set. de 2009

Presença do Senhor


O fator mais importante na vida do cristão é a presença do Senhor. Podemos ser cristãos formais, seguirmos a tradição cirstã, mas carecer da presença do Senhor. Por crescermos em um lar cristão ou por conviermos com cristãos e por sero nosso continente cristianizado adquirirmos uma estrutura mental de ser cristão. Sendo a prática de vida muito distante da verdadeira vida cristã. Para confirmar essa minha afirmação quero analisar um texto que está em I Samuel capítulo 2 versículo 12 - Os filhos de Eli eram ímpios;não conheciam ao Senhor. Esse texto deixa muito claro que os filhos de Eli receberam o sacerdócio por tradição familiar, mas não conheciam o Senhor, por isso eram ímpios, e na sua impiedade vivam da forma que achavam melhor. Quando Eli soube das atitudes dos filhos ele os repreendeu na base dos comentários ouvido pelo povo e não segundo a Palavra do Senhor. Assim como os filhos de Eli, muitos em nossa geração estão agindo do seu modo de ver e interpretar a Palavra do Senhor sem realmente se importar com o que Deus está verdadeiramente falando. Por este motivo estamos vivendo um momento onde vemos tantos escândalos e maus testemunhos, não é de se admirar a pouca penetração do evangelho na vida das pessoas e uma aparência de que estamos a um passo ou vivendo um avivamento. Após esse período como Israel estava distante de Deus e por inveja das nações eles pedem um Rei. O verdadeiro avivamento em Israel estava por vir. Em II Samuel capítulo 6 versiculos 1 e 2 - Davi voltou a reunir os melhores homens de Israel, num total de trinta mil. Depois partiu para Baalá de Judá com todos os que estavam com ele, para trazerem dali a arca de Deus, sobre a qual se invoca o Nome, o nome do Senhor dos Exércitos, entronizado sob os querubins. Davi após derrotar os filisteus deseja trazer de volta a arca da Aliança para Jerusalém, é neste momento que começa o avivamento porque a arca de Deus representa a presença do Senhor. O avivamento começa quando a presença do Senhor se manifesta no meio da Igreja e há um morrer da força da carne. Com este intento no coração Davi busca na sabedoria humana trazer a arca e para isso manda fazer um carro novo para levar a arca, mas no caminho os bois tropeçam e a arca ameaça cair e Uzá estende a mão para segurar a arca e morre. Uzá significa - força, é a força da carne querendo trazer a presença do Senhor e para isso utiliza de coisas pensando que é isso que traz a presença do Senhor (no conceito de Davi) e a força do homem para manter a presença do Senhor na sua manifestação. Esta morte traz tristeza e medo ao coração de Davi que manda deixar a arca na casa de Obede-Edom, a arca ficou tres meses e Deus abencoou ele e toda a sua casa. Informado Davi do ocorrido a Obede-Edom, ele entende que algo foi feito errado e busca saber como se deve trazer a arca de Deus (presença do Senhor). Somo informado em I Crônicas capítulo 5 versiculos 1 a 3 que os Levitas são quem deveriam levar a arca, conforme Deuteronômio capítulo 10 versículo 8.O Senhor Deus decidiu se manifestar não em coisas e muito menos em formas, mas através de pessoas. Quando o Senhor Jesus em Mateus capítulo 18 versículo 20 diz: Pois onde dois ou tres se reunem em meu nome, ali estou no meio deles, Ele enfatiza que sua presença será manifesta não através no prédio que construímos e chamamos de Igreja em muito menos nas coisas presentes dentro desse prédio a qual chamamos de altar, mas pelo fato de haver dois ou tres reunidos em nome dEle, há sua manifestação. Jesus promete estar conosco até a consumação dos séculos pelo fato de pregarmos o evangelho, de testemunharmos dEle; somos nós que transportamos a presença do Senhor onde quer que vamos. Jesus é quem manifesta a presença do Pai, assim somos nós que manifestamos a presença dEle. Não devemos experar em coisas ou formas, não é a música, não é o instrumento, não é o local (se no monte ou fora dele), Deus quer manifestar-se através de nós, está é a nossa gande vocação - Ser conformado a imagem do Filho - Romanos 8:28-30.
Fim da 1ª parte.

7 de ago. de 2009

NA PRESENÇA DO SENHOR


"Á tua fé te salvou; vai-te em paz" Lucas 7:50.


(Ler no Evangelho Segundo S. Lucas, no capítulo 7, os versos 36 a 50).




Simão, o fariseu, certamente convidou o Senhor Jesus para comer com ele, mas parece não nutrir por Ele muita estima: "Se este fora profeta...". E, despreza também a mulher que veio aos pés do Senhor, para chorar, por causa dos seus muitos pecados. Mas Jesus responde com uma linda história aos secretos pensamentos do Seu hospedeiro. Como se sentiria o fariseu ao ver-se descoberto!


Destas duas pessoas ali presentes perante o Salvador, qual delas será a mais culpada? Só que Deus o sabe. Em todo o caso uma e outra são moralmente insolventes e, por conseguinte, ambas estão perdidas, se a graça de Deus não intervir (Mateus 18:23-27).


E o mesmo se dá com todos nós. Todos pecamos, pelo menos pela cobiça, e não possuímos nada com que pagar a nossa dívida ao Deus justo e santo.


Contrariamente ao fariseu, a mulher reconhece com humildade o seu estado, e volta-se para O único que pode salvá-la. Por isso ela escuta aquelas maravilhosas palavras de graça. Toma conhecimento de que os seus numerosos pecados lhe são perdoados. Por isso ela amava o seu Salvador tanto mais quanto tinha consciência da enormidade da sua dívida. Pelo contrário, o orgulo natural do coração do homem retém-no a distância. É pela fé que esta mulher é salva, fosse muito embora fraca a sua fé. O próprio Senhor Jesus lho assegura: "A tua fé te salvou; vai-te em paz". As lágrimas do arrependimento sucede, para ela, a tranquila certeza de um pleno perdão, certeza essa fundada na palavra do Senhor.


E tal como ela, amados, também nós podemos gozar da mesma paz que Ele nos dá!
(Extraído do livreto Leituras Cristãs, volume 33, número 5)

21 de jul. de 2009

O EVANGELHO DE CRISTO





"Jesus Cristo, o Nazareno, aquele a quem vós crucificastes e a quem Deus ressuscitou dos mortos... E em nenhum outro há salvação, porque també, debaixo do Céu, nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos" (Atos 4:10-12).

O Evangelho de Cristo já não terá nada a dizer ao homem do século XXI? Certamente que sim! Este homem foi capaz de se subtrais à atração terrestre e de penetrar nalguns segredos do átomo, para utilizar a sua energia; mas tem as mesmas necessidades espirituais que os seus antepassados. E essas necessidades nada nem ninguém as pode satisfazer, a não ser o Senhor, nosso Deus e nosso Pai.
E como a mensagem do Evangelho é sinples na sua forma, e vasta nas suas consequências! Deus, infinito, insondável, Criador e Senhor do Universo, Justo e Santo, tomou a iniciativa de se aproximar do homem pecador, para lhe fazer graça. O Deus de Abrão, de Isaac e de Jacó, o Deus da Bíblia não está longe de nós, como imaginam tantas religiões e filosofias. Ele veio até nós na Pessoa do seu Filho. Não hesitou em se humilhar, do alto da glória onde estava, até às profundezas do abismo onde nós nos encontrávamos. Mas o homem, na sua loucura, quer prescindir de Deus. Ah!, se ele ao menos soubesse qual o amor que enche o coração desse Deus de quem ele se afasta, ele se aproximaria, pelo contrário, para lhe confessar a sua miséria, e aceitaria, pela fé, a salvação que Ele lhe oferece. "Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados" (I João 4:10).
Hoje, como ontem, como sempre, o Evangelho de Cristo é para todos e responde perfeitamente tanto âs exigências da glória de Deus como à nossa profunda miséra.


Extraído do livreto Leituras Cristãs - volume 33 número 5, distribuido por Depósito de Literatura Cristã.

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