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É imensa satisfação receber sua visita a este blog. Meu desejo é que os artigos postado possam edificar, consolar sua vida. Caso algum artigo lhe seja útil e queira usar fique a vontade para isso, pois tudo é feito para Honra e Glória do Senhor Jesus Cristo. Um pedido quero fazer, se você foi edificado, consolado indique este blog ao seu círculo de relacionamento. Minha oração ao Pai do Senhor Jesus Cristo é que Ele lhe abençoe imensamente, com todo sorte de Bençãos espirituais nos lugares celestiais.

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3 de jul. de 2026

Existe um AMOR que nunca falha

 Existe um amor que nunca falha..."

" amor que foi capaz de mudar a história da humanidade."
A Bíblia declara:"

João 3:16
"Porque Deus amou o mundo de tal maneira..."
"que deu o seu Filho unigênito..."
"para que todo o que nele crê..."
"não pereça..."
"mas tenha a vida eterna."



"O amor de Deus continua disponível para você hoje."
Essa promessa continua viva hoje. Não importa quem você é ou o que viveu, o amor de Deus alcança você. Creia nessa verdade e receba a esperança que somente Ele pode oferecer. Essa promessa continua viva hoje. Não importa quem você é ou o que viveu, o amor de Deus alcança você. Creia nessa verdade e receba a esperança que somente Ele pode oferecer.
Creia, Receba, Viva essa Esperança.

2 de ago. de 2017

DEUS ESTÁ A PROCURA ....



Desde o Éden Deus busca alguém com quem possa ter comunhão, ter uma união comum. Essa busca está bem enfatizada em sua Palavra:
“Porque quanto ao Senhor, seus olhos passam por toda a terra, para mostrar-se forte para com aqueles cujo coração é perfeito para com ele, ...” II Crônica 16:9.
“Deus olhos desde os céus para os filhos dos homens, para ver se havia algum que tivesse entendimento e buscasse a Deus.” Salmo 53:2.
“Os meus olhos procurarão os fiéis da terra, para que estejam comigo, o que anda num caminho reto, esse me servirá.” Salmo 101:6.
Podemos pensar: “Ah, isso era no Velho Testamento, agora não é assim, Jesus já nos reconciliou com Deus, e já temos comunhão com o Pai.” O Senhor Jesus conversando com a mulher de Samaria disse: “Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade, porque o Pai procura a tais que assim o adorem.” João 4:23. Neste texto vemos claramente o Senhor Jesus afirmar que o Pai procura os verdadeiros adoradores. Muitos podem até ter uma comunhão até certo ponto, enquanto o assunto em comum que os une é do seu interesse. Mas o Pai quer ter uma comunhão íntima e isso só pode acontecer com adoradores que o adorem em espírito e em verdade. Para termos um pequeno vislumbre disso, precisamos saber qual o significado da palavra adorar.
Se olharmos para a Palavra de Deus entenderemos que adorar tem uma íntima ligação com cantar, prostrar, derramar aos pés e por isso sempre que falamos em adorar logo nos vem a mente música, louvor. Ainda que tudo isso faz parte da adoração, mas, quero enfatizar aqui um outro lado que exerce maior poder para que possamos cantar, louvar ao Senhor. Essa palavra adorar tem um significado muito mais intenso que quer dizer: amar extremadamente ou seja, um amor que chega a extremos. O Senhor Jesus em alguns momentos falou sobre esse amor que chega a extremos:
 “Quem ama o pai ou a mãe mais do que a mim não é digno de mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a mim não é digno de mim. Mateus 10:37.
“... e que amá-lo de todo o coração, e de todo o entendimento, e de toda a alma, e de todas as forças ....” Marcos 12:33.
Amar a Deus da forma como está escrito em Marcos é um amor extremado. Vejamos um exemplo bíblico desse amor que está em Atos 7;57-60, neste texto Estevão amou ao Senhor ao extremo que deu sua vida por esse amor.
Na conversa com a mulher de Samaria, Jesus mostra que não é o lugar, mas o coração daquele que adora, e a atitude.  Essa adoração ou amor extremo só pode ser vivido através do espírito e em verdade.

Em espírito porque precisamos depender do Espírito Santo falando ao nosso espírito e em verdade que quer dizer com sinceridade ou com um coração correto. Se queremos ter uma íntima comunhão com Deus precisamos amá-lo ao extremo. Todo avivamento que a história nos mostra iniciou com pessoas amando a Deus ao extremo. Ame a Deus ao extremos e veja o que Ele pode fazer.
#renovandooentendimento

23 de jan. de 2017

ESTUDOS EM EFÉSIOS - Estudo 1 - Capítulo 1:1-6


Estudo 1 - Efésios 1: 1-6


Tema principal: A Igreja, o corpo de Cristo. Exalta a unidade, a universalidade a Grandeza da Igreja que é o Corpo de Cristo.

Efésio 1:1-2 – Paulo se apresenta e Saúda os Efésios

Aqui Paulo se apresenta como o Apóstolo (enviado) de Jesus Cristo, pela vontade de Deus o Pai.
Ele ressalta a posição dos efésios como santos (separados para Deus) e deseja a Graça, Paz da parte do Pai e também do Filho.
Essa saudação era básica para o Apóstolo (2Co. 1:1; Col. 1:2).

Vs. 3 – 6 – Paulo demonstra o Lugar do Crente e os Benefícios desse Lugar

Neste versículo Paulo vai demonstrar onde estamos e o benefício deste lugar.
Estamos em Cristo este é um lugar especial pois Cristo está assentado a Destra do Pai nos lugares celestiais (Col. 3:1). Este lugar nos dá o benefício de termos todas as bençãos, sendo assim não precisamos sair pedindo benção a Deus pois já somos possuidores de todas as bençãos desde que não saiamos de nosso lugar em Cristo. Esta posição nos dá ainda a vantagem de ver as coisas de cima e não de baixo, ver as coisas como Deus vê e não como nós vemos segundo nossa visão carnal, mas podemos enxergar com a visão espiritual todas as coisas.
Fomos eleitos (escolhidos) em Cristo (Romanos 8:28; 2 Timóteo 1:9), antes da fundação do Mundo, isto quer nos dizer que antes que Deus criasse o mundo nós já tínhamos sido eleito no Filho. Ou seja, Deus já sabia o que aconteceria quando criasse Adão, Ele Deus não foi pego de surpresa como muitas vezes pensamos, ele já tinha um Plano estabelecido com a queda e neste plano fomos eleitos com a finalidade de sermos santos e irrepreensíveis na sua presença em Amor.
Por sermos escolhido Deus nos predestinou (Deus um destino antecipado, Romanos 8:15,29) para sermos filhos, mas por adoção em Jesus Cristo, isto aconteceu não porque eramos bons, mas por causa da sua soberana vontade.
Com uma missão: Louvor e Glória da sua Graça – isto é, viver e comportar-nos de tal maneira que a sua Graça apareça gloriosa e digna do maior louvor.
Naquela posição que fomos colocados (em Cristo) somos agradáveis ao Pai (Romanos 3:24) é outro benefício da nossa posição. #renovandooentendimento

11 de ago. de 2016

UM PAI, UM FILHO; UM FILHO UM PAI

E, sendo Jesus batizado, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele.
E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.
Mateus 3:16,17
Nestes versículos temos um Pai fazendo uma declaração sobre um Filho. Um Filho que era a alegria desse Pai.
A palavra Pai, Papai, Progenitor, é uma palavra latina que vem de uma fonte Indo-europeia: gen. Desta raiz vem genética, gênesis, genitor. Aquele que passa suas características para outro pela geração.
Por este motivo que nós sempre vemos em nossos filhos nossas características, muitos dizem quando olham para nossos filhos que é a cara do pai. Dizem isto porque nossos filhos receberam do nosso Gen.
João 5:19 – Mas Jesus respondeu e disse-lhes: Na verdade, na verdade vos digo que o Filho por si mesmo não pode fazer coisa alguma, se o não vir fazer o Pai, porque tudo quanto ele faz, o Filho o faz igualmente.
Aqui temos um Filho fazendo uma declaração de um Pai. Essa declaração do Filho é muito reveladora, porque Ele diz que o Pai é o seu modelo de vida, Ele se espelha no Pai. Olhando para isso nós, Pais temos um grande compromisso de sermos para nossos Filhos como Deus Pai foi para o Filho Jesus. Aqui temos também um princípio espiritual que é válido para crentes e descrentes, segundo esse princípio gostemos ou não somos modelos para nossos filhos. Eles estão de olho em nós, como diz Jesus: o filho faz o que vê o pai fazer, o filho não faz o diz o pai e sim o que vê o pai fazer. Por isso é muito importante que sejamos um modelo de bons valores para que nossos filhos sigam nossos passos. Ora, sabemos que quando vemos nosso modo de viver, falar e fazer não somos lá um bom exemplo. Quão difícil é sermos um bom exemplo, porque erramos, falhamos e por isto podemos pensar “Quem pode ser assim?”. Com respeito a essa pergunta Jesus noda a resposta.
Mateus 19:26 – E, Jesus olhando para eles disse-lhes: Aos homens é isso impossível, mas a Deus tudo é possível.
Sermos um bom modelo para nossos filhos só conseguiremos se tivermos uma vida com Deus, Ele em nossas vidas é a garantia de sermos um bom modelo para nossos filhos. Para isso precisamos entregar de coração nossa vida ao Senhor Jesus e receberemos uma vida nova que Jesus nos oferece e com esta vida a capacidade de sermos um modelo que nossos filhos poderão copiar sem medo de serem felizes.
#renovando


8 de set. de 2014

QUANDO NÃO É SIM E QUANDO SIM É NÃO

Mateus 21:28-31 – E que vos parece? Um homem tinha dois filhos. Chegando-se ao primeiro, disse: Filho, vai hoje trabalhar na vinha. Ele respondeu: Sim, senhor; porém não foi. Dirigindo-se ao segundo, disse-lhe a mesma cousa. Mas este respondeu: Não quero; depois, arrependido, foi. Qual dos dois fez a vontade do pai? Disseram: O segundo.
Sobre este texto quero aqui ter um olhar diferenciado ao que normalmente interpretamos, sabemos muito bem que esta parábola está ligado ao povo de Israel e sua desobediência em fazer a vontade do pai. Mas se pensarmos um pouco através da visão do pai com relação aos filhos e seu pedido, sabendo que seus filhos seriam seus herdeiros, nada mais correto do que os filhos trabalharem na vinha para poderem estar familiarizado com o trabalho ali desenvolvido, pois futuramente assumiriam tudo. Trazendo esta experiência para nossa vida cristã como queremos ser co-herdeiros de Cristo se não estamos familiarizados com sua obra.
A exortação que está em Hebreus 10:25 – “Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns...” porque se assim fizermos não estaremos nos familiarizando com aquilo que faz parte da vinha ou do Reino de Deus, pois é na congregação dos filhos de Deus que aprendemos a viver, a se relacionar, a conhecer a vontade do Pai e a realizar sua obra. Muitos cristãos vivem uma vida como aquele primeiro filho que disse ao pai que iria trabalhar, mas não foi, vivem vidas somente de palavras vazias que aparentam para o pai que são obedientes e desejam fazer sua vontade. Sobre este tipo de pessoa Jesus disse: “Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. Em vão me adoram,...” (Mateus 15:8). Deus não ouve as nossas palavras, Ele ouve a voz do nosso coração. A voz do coração são as atitudes que temos em relação a vontade de Deus. Pensa-se muitas vezes que se pode enganar Deus com palavras, grande engano.
A Palavra de Deus dá uma grande ênfase sobre a atitude que se deve ter para ser herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo em Romanos 8:17 – Ora, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo; se com ele sofrermos, para que também com ele sejamos glorificados. Esse sofrimento está intimamente ligado a vida vivida com Deus e esta vida sendo manifestado aos homens, isto trará sobre nós sofrimento, os sofrimentos que Cristo também passou por viver uma vida de relacionamento com o Pai. 2 Timóteo 3:12 – Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos.

Se alguém desejar herdar o Reino de Deus deve se dedicar com todo o seu coração nesse Reino assim como o segundo filho que no momento do pedido do pai negou-se a ir, mas provavelmente observando toda a vinha e tudo o que iria herdar, arrependeu-se e foi, este arrependimento está intimamente ligado ao seu amor ao pai e a tudo o que lhe pertencia. Que possamos assim como o segundo filho também nos arrepender e ir trabalhar na vinha.

20 de ago. de 2014

A REVELAÇÃO COMPLETA, PERFEITA E FINAL

Hebreus 1: 1- 4 – Havendo Deus, antigamente, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nos falou-nos, nestes últimos dias, pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo. O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pelas palavras do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da Majestade, nas alturas;  feito tanto mais excelente do que os anjos, quanto herdou mais excelente nome do que eles.
Quando lemos esses versos podemos observar que Deus falou antigamente, refere-se a todas as revelações do velho testamento isto fica muito claro pela citação dos profetas, entendemos também que quando Deus fala traz uma revelação. Antigamente Deus falou muitas vezes isto quer dizer em muitas porções ou citações, a revelação não era completa, mas se completava a cada fala de Deus e utilizou diversos modos diferentes para trazer essa revelação. O autor de Hebreus agora quer deixar claro que hoje estamos diante de uma revelação completa, perfeita e final, quando diz que Deus nos falou nestes últimos dias pelo Filho. Deus não utilizou mais uma maneira de falar e muito menos um meio, mas sim Deus em forma humana na pessoa do Filho. Essa revelação é perfeita e suficiente para nós, não há o que acrescentar a essa revelação porque ela é completa. Para reforçar que essa revelação é completa, perfeita e final e que não precisa de acréscimos o autor destaca sete coisas em que essa revelação é superior àquela dada antigamente e que o Filho é superior aos profetas. Ele reforça isso quando ele qualifica o Filho com as seguintes coisas: Herdeiro de tudo; Criador de tudo; Resplendor da glória de Deus; Expressa imagem da pessoa de Deus; Sustentador de todas as coisas; Quem nos purifica do pecado; e Soberano por assentar-se a destra da Majestade e receber um nome muito mais excelente do que os anjos.

Essa revelação completa, perfeita e final os escritores do Novo Testamento chamam de Evangelho de Cristo, ou seja, a Boa Nova que Cristo traz através de sua obra redentora. A este evangelho não há necessidade de acréscimos. Quando vemos o  evangelho que hoje é pregado quanta coisa tem sido acrescentado a ele tornando-o assim como diz o Apóstolo Paulo que Anátema. Não precisamos acrescentar nada ao Evangelho de Cristo, basta simplesmente ficarmos na simplicidade que há em Cristo, da qual muitos têm deixado por ter seus entendimentos corrompidos pela astúcia da antiga serpente do Jardim do Éden. Que possamos deixar de lado os acréscimos ao Evangelho e voltarmo-nos para a simplicidade que há em Cristo.

9 de set. de 2012

ÓRFÃOS DE PAIS VIVOS


A marca da sociedade atual é ser uma sociedade de órfãos de Pais Vivos. O que quero dizer com isso, não bastar ter um filho para ser pai. Pois ser Pai no sentido da palavra, a nossa sociedade está muito distante disso. Aproveito para transcrever abaixo um capítulo do Livro Sociedade dos filhos órfãos, de Sergio Sinay.
Um filho é um acidente biológico. Todas as espécies se reproduzem. A espécie humana também. Baste unir um macho e uma fêmea sexualmente e se obterá um filhote da espécie em questão. No caso dos humanos, são chamados de bebês. E, repito, trata-se, a princípio, de um acidente biológico. Sei que esta declaração escandalizará muita gente, no entanto é necessário dizer. Ter um filho é um acidente biológico. Transformar essa peripécia em um fato transcendente e significativo, em um ato pleno de sentido, em uma contribuição ao aperfeiçoamento da vida humana e planetária, em um acontecimento espiritual que vai além do pessoal é um processo que requer consciência, compromisso, responsabilidade e amor.  Através desse processo, nos convertemos em pais e mães no sentido mais profundo e essencial da palavra. Quando isso não acontece, somo meros reprodutores, simples causadores (vou dizer novamente) de um acidente biológico. Um acidente que muitas vezes é trágico e doloroso. Quando desertamos da consciência do compromisso, da responsabilidade e do amor implícitos à concepção de uma vida, o acidente tem como resultado a orfandade. A orfandade, entendida a partir de seu aspecto mais devastador, deixa filhos sem amor, sem referência, sem alimento emocional, sem orientação ética, sem modelos existenciais, sem nutrientes espirituais. Abandona-os à deriva. Na medida em que essa deserção aumenta, quando se converte em um paradigma da relação entre pais,mães e filhos, nos vemos diante de um fenômeno social de conseqüências graves, amplas, sutis e explícitas, imediatas e de longo prazo, na maioria das vezes, irreversíveis. Quando essa deserção se converte – cruel paradoxo- em um modelo de criação, nos vemos cercados por legiões de órfãos. Descobrimos que estamos vivendo em uma sociedade de filhos órfãos.
Essa é a sociedade que vivemos hoje. A morte física dos pais não é condição necessária para o filho se transformar em órfão. E a presença deles não é, por sua vez, uma garantia contra a orfandade. Uma criança pode ver seus pais todos os dias, r contato físico e material com eles, viver sob o mesmo teto, ser matriculados no colégio por eles, receber dessas mesmas pessoas o alimento que come e a roupa que veste e ser um órfão. Ao contrário, há crianças que perderam física ou emocionalmente seus progenitores e, no entanto, encontraram fontes nutrientes (de afeto, de valores, de condutas, de atenção, de valorização, de confirmação) que desempenharam em relação a elas, e com vantagens, as funções materna e paterna.
A orfandade mais radical, profunda e devastadora é o fruto amargo, ente outras causas, da crença de que criar um filho é muito semelhante a brincar de boneca. Na era da automação, quando administramos o mundo através de teclas (do computador, do forno de micro-ondas, do celular, do aparelho de DVD, do painel do automóvel, etc .), quando fechamos as brechas entre o desejo e sua realização e os serviços de entrega dos restaurantes nos trazem rapidamente tudo cozido, requentado e sem nossa participação na elaboração e cozimento, nos tempos em que esperar é sinônimo de desesperar, chegamos a nos convencer de que os filhos são feitos, tidos e criados à la carte. Fantasiamos que a paternidade e a maternidade são, definitivamente, simples exercícios de manipulação de um painel de controle. Quero um filho que seja menino (ou menina), quero que nasça no dia e horário programado (como planejamos com o obstetra, uma vez que ele e nós temos uma agenda complicada), quero que saiba inglês, que jogue tênis, que seja meu amigo ( ou amiga), que me divirta, que me deslumbre com sua inteligência, que seja saudável, que durma nove ou dez horas desde o princípio, que tenha amiguinhos (ou amiguinhas) com as quais faça programas, que se adapte às minhas necessidades, viagens e excursões, que me deixe com tempo para mim mesmo, que seja um geniozinho da informática, que seja o melhor de sua classe, que desperte a inveja de  meus amigos, que não me questione quando crescer, que não me traga problemas, que me peça que o leve e que o traga, mas apenas quando me convier, que me admire, que não compita comigo (embora eu compita com ele ou com ela), que amanhã me dê netos ou netas tão perfeitos como ele ou ela (e que, além disso, esse netos não me chamem de “vovô” ou “vovó e sim pelo meu apelido para que não me sinta velho ou velha). E, além disso, desejo que alguém se encarregue de que tudo transcorra assim, como estou pedindo. Alguém. A babá, a escola, o computador, minha mãe, minha sogra, o terapeuta, o celular, o McDonald’s, o clube, a academia. Alguém. Que alguém se ocupe. Porque eu não tenho tempo.

13 de ago. de 2010

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE DIVISÃO NO CORPO DE CRISTO

Uma coisa que ultimamente tem me levado a considerar é a divisão no corpo de Cristo, coisa muito combatida pelo apóstolo Paulo.
 Hoje se observa principalmente na internet uma guerra de irmão contra irmão, críticas como Evangelho da Prosperidade, Diante do Trono (grupo de Louvor) e outros. Pensando nisso não estamos como os coríntios? Divididos e cada um brigando ou disputando que seu entendimento é correto e que o entendimento dos outros seja anátema. Não estamos repetindo a história do cristianismo, pois após Martinho Lutero ter a revelação da Salvação pela Graça, apareceu os Anabatista que tiveram a revelação do Batismo por Imersão, não naquele período muitos mortos em nome de Deus e de um se levantar contra heresias, como se o batismo por imersão não fosse uma coisa de Deus. Hoje o batismo por imersão é prática em quase todas as igrejas evangélicas.
Jesus enfrentou esse tipo de coisa quando os apóstolos encontraram alguém que expelia demônios em nome de Jesus e eles o proibiram por não andarem com eles (Lucas 9:49).
O apóstolo Paulo enfrentou algo assim quando os irmãos de Roma fizeram alguns questionamentos sobre o comer, sobre dias especiais, o capítulo 14 de Romanos é uma exortação a tolerância, uma exortação ao julgamento e no verso 12 diz “Assim, pois cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus.” Cada um de nós comparecerá perante o tribunal de Cristo, onde receberemos segundo o que tivermos feito, bem ou mal (II Coríntios 5:10).
Assim como Lutero trouxe a salvação pela fé, também veio outras coisas difíceis de  entender. Os Anabatista contribuíram com a visão do batismo por imersão e outras coisas vieram juntas. Ambos se excederam em algumas coisas, e hoje estão aí muitas vezes conformados com esse mundo.
Da mesma forma o Evangelho da Prosperidade apresentou alguma coisa boa, pois Deus em sua Palavra deixa muito claro que Ele quer nos abençoar financeiramente, no Novo Testamento o apóstolo Paulo deixa muito claro que nós somos abençoados com toda sorte de bênçãos nos lugares celestiais em Cristo.  Essa toda sorte entendo que seja qualquer coisa que precisemos, já fomos abençoados, se cremos nisso prosperaremos espiritualmente, mas também financeiramente. É certo que muitos que receberem esse ensino acabaram entrando em excessos, mas esse fato não anula a verdade do ensino.
A história da Igreja atesta isso, só não enxerga quem não quer. Estamos nós vivendo um farisaísmo cristão? Criando grupos e se alguém não fala igual não faz parte de nós. A Palavra de Deus é clara quando diz que: Aquele que recebe a Cristo como seu Salvador e Senhor, torna-se filho de Deus. O Apóstolo João em I João 1:3-4 “o que temos visto e ouvido anunciamos também a vós outros, para que vós, igualmente, mantenhais comunhão conosco. Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho, Jesus Cristo.” A base de comunhão que o apóstolo João deixa claro é o Pai e seu Filho, Jesus Cristo e não ensinos ou doutrinas. Assim como para mim alguém que não crê no batismo com o Espírito Santo está sem entendimentos, para o que não crê quem está sem entendimento sou eu, mas, tanto eu quando ele temos recebido o Senhor como nosso Salvador e Senhor e fazemos parte da Família de Deus, nós gostemos ou não um do outro, fazer parte da família de Deus é a nossa realidade, precisamos aprender a nos respeitar. Como diz o apóstolo Paulo em Romanos acolher o que é débil na fé, não para discutir opiniões. Neste caso quem é débil na fé? Eu posso pensar que o débil na fé é quem não crê no batismo com o Espírito Santo, assim como o que não crê pensa que o débil na fé seja eu.
Assim entendo que se agirmos deste modo podemos aprender com todos e teremos uma visão mais ampla, já que o entendimento completo da revelação de Deus não está na mão de um ou de uma Igreja, mas Deus em sua grande sabedoria distribuiu no corpo para que aprendêssemos a nos respeitar e aceitar cada membro do corpo, mesmo o que julgamos ser menos decorosos. I Coríntios 12: 12-31 precisa ser revelado por Deus neste tempo presente, pois carecemos muito da revelação do Corpo de Cristo, isto é, a sua Igreja.    

14 de out. de 2009

ESPINHOSO

Certa vez, as árvores foram ungir um rei para si. E disseram à Oliveira: Tu reinarás sobre nós. Mas a Oliveira lhes respondeu: Deveria eu renunciar ao meu azeite, que os deuses e os homens apreciam em mim para dominar sobre as árvores? Em seguida, as árvores disseram à figueira: Vem e reino sobre nós. Mas a figueira lhes respondeu: Deveria eu renunciar à minha doçura e ao meu bom fruto para dominar sobre as árvores? Depois as árvores disseram à videira: Vem e reina sobe nós. Mas a videira lhes respondeu: Deveria eu renunciar ao meu vinho, que alegra os deuses e os homens, para dominar sobre as árvores? Finalmente todas as árvores disseram ao espinheiro: Vem e reino sobre nós. E o espinheiro respondeu às árvores: Se realmente querei ungir-me como vosso rei, vinde refugiar-vos debaixo da minha sombra; do contrário, saia fogo do espinheiro e devore os cedros do Líbano. JUIZES 9:7-15.


Se atentarmos apenas para esse apólogo de Jotão, podemos entender o seguinte sentido, o qual é o mais comentado: Quando os bons se calam o mal prevalece. Mas a algo aqui mais forte do que somente isso. Não é esse o relato que encontramos no verso 1 do capítulo 9, ali vemos Abimeleque pedindo para ser rei; o espinheiro refere-se à Abimeleque. Onde está este relato? Para entendermos melhor precisamos conhecer toda a história envolvida, mas para não sermos muito longo vamos direto ao ponto. No capítulo 8 de Juizes nos versos 22, 23 – Então os homens de Israel disseram a Gideão: Reina sobre nós, tu, teu filho e o filho de teu filho, pois nos livraste das mãos dos midianitas. Porém Gideão lhes respondeu: Nem eu nem meu filho reinaremos sobre vós, mas o Senhor reinará sobre vós. O assunto principal aqui não é o fato de reinar e sim o dominar, pois naturalmente as árvores não têm rei, nem comandante e muito menos líder essa era a visão de Deus e também de Gideão. Abimeleque (espinheiro) para poder dominar ele teve que quebrar alguns mandamentos de Deus, sempre que o homem deseja o poder ele tem que partir para coisas obscuras, porque o desejo de poder cega. Nos versos 1,2 do capítulo 9 uma ambição que nasceu de inveja, pois Abimeleque era filho de Gideão com sua concubina, meio irmão de outros filhos (70) de Gideão; no verso 4 entrou idolatria, quando ele recebe prata tirada do templo de Baal-Berite; no verso 5 há uma grande chacina entra o homicídio; no verso 6 a desonestidade impera quando ele é proclamado rei, pois quem deveria reinar seriam os filhos de Gideão.

O que leva uma pessoa a querer dominar e o que leva a outro não querer o domínio?

As árvores que não quiseram o domínio tornam-se para nós um exemplo, vejamos por que:

A Oliveira, seu fruto - azeitonas, fonte de comida, luz, higiene e cura.

A Figueira, seu fruto – figo – simboliza a abundância, a ciência, representa o povo de Israel com suas revelações sobre o messias.

Videira, seu fruto – Uva – faz-se vinho – símbolo da alegria (Salmo 128:3), louvor, glorificação e graça.

Respondendo a pergunta feita acima – Elas não almejam o domínio, porque tem em si mesmo um atrativo e não precisam usar da força para que aja uma aproximação de si.

Espinheiro, seu fruto – espinhos – serve para afastar a todos e a tudo, representa tudo que é da natureza humana. É o que é de ruim e que não dá fruto algum. Para que aja uma obediência ele impõe condições para seu governo e se não houver ele queimaria os cedros do Líbano, que presunção do espinheiro. Para estabelecer domínio ele usa da mentira, pois o espinheiro não tem sobra, de maledicência, de preconceito, de falta de amor, etc. O espinheiro quando se estabelece é como o fogo que destrói o cedro.

O Cedro do Líbano são as árvores no apólogo de Jotão que representam o povo. O cedro do Líbano é a obra do Senhor na vida dos homens. É símbolo de longevidade, dignidade e poder. Pode atingir até 50 metros de altura e vivem centenas de anos, sua madeira é avermelhada, não tem nó e é perfumada.

Platão disse: Quem tem força tem direito.

Três séculos depois Sêneca disse: Quem tem força impõe seu direito.

É isso que vemos neste apólogo, o uso da força para impor direito.

Quão terrível é isso quando um espinheiro domina. Esse tipo de pessoa esta descrito em Habacuque 1:11.

Respondendo a pergunta feita no início deste estudo; as pessoas precisam dominar porque lhes falta atrativos em si, e esta falta é suprida pela força, pela opressão.

Em vista disso que nós sejamos qualquer outra árvore, menos espinheiro. Você marido lidera sua esposa e filhos e não os domine. Você líder na Igreja lidere e não domine. Tenha em você mesmo atrativos para que aqueles que estão sobre sua liderança se sujeitem pelo prazer de estar próximo a ti. Como fazer isso? Busque Graça no Senhor, comece sendo humilde. A humildade em si já é um atrativo, pois aqueles que são liderados mesmo que venhamos a errar eles saberão que você ouvira e que se corrigirá para não errar mais.

A Palavra do Senhor nos diz: Aquele que se humilha será exaltado e, aquele que se exalta será humilhado – Isaias 2:11,17.


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