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É imensa satisfação receber sua visita a este blog. Meu desejo é que os artigos postado possam edificar, consolar sua vida. Caso algum artigo lhe seja útil e queira usar fique a vontade para isso, pois tudo é feito para Honra e Glória do Senhor Jesus Cristo. Um pedido quero fazer, se você foi edificado, consolado indique este blog ao seu círculo de relacionamento. Minha oração ao Pai do Senhor Jesus Cristo é que Ele lhe abençoe imensamente, com todo sorte de Bençãos espirituais nos lugares celestiais.

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27 de ago. de 2015

A REDENÇÃO DO SER HUMANO


O homem está prisioneiro na natureza pecaminosa que tem herdado de Adão. Ainda que muitos pensem que não tem nada a ver com Adão, infelizmente receberam essa natureza pecaminosa de seus pais, pois Adão foi o pai de todos os homens. Assim como todos nós passamos nossas características aos nossos filhos, foi assim que recebemos de Adão essa natureza pecaminosa.
Deus quando criou o homem Ele desejou que esse homem fosse a coroa de sua criação e também o seu representante nesta terra. Com o advento do pecado o homem se afastou de Deus por amar mais a si mesmo e desejar viver uma vida independente desse Deus Criador. Apesar disso Deus não desistiu do seu projeto e durante séculos prometeu Salvar e Resgatar esse homem para estar consigo.
Em Mateus 26:26-30, quando Jesus come a última páscoa e celebra a primeira ceia, Ele mostra como essa Redenção foi realizada. Neste texto temos a Redenção do homem, planejada pelo Pai, executada pelo Filho e o Espírito Santo dá a apropriação.

Como foi que Cristo fez essa redenção.
- Ele deve se identificar com a pecaminosidade da ração humana (Filipenses 2:5-8);
- Ele deve vir sob a operação da Lei do Pecado e da Morte, ou seja, em natureza idêntica ao do ser humano;
- Manifestar a obra mais alta da Lei – A Lei do Espírito de Vida (Romanos 8:2);
- Como o Deus homem glorificado, se torna o cabeça de uma nova criação de seres humano remidos (I João 3:2; Romanos 8:29).

Cristo se torna o princípio de todo o viver e ser do crente.
Nessa verdade estão incluídas estas condições:
- Cristo Jesus envolve o crente em sua própria vida;
- Ele separa o crente em si mesmo de todas as influências hostis;
- Ele protege em si mesmo todos os perigos e inimigos de sua vida;
- Ele provê e supre nEle mesmo tudo o que é necessário.

As expressões em Cristo e Cristo em nós – revelam a história do Evangelho.

A obra redentora de Cristo é uma obra completa não necessitando de coisa alguma.

4 de jan. de 2014

QUANTO TEMPO O TEMPO TEM


Quando era criança tinha uma trovinha que perguntava ao tempo quanto tempo ele tinha e dizia assim:

O Tempo perguntou pro Tempo
Quanto Tempo o Tempo tinha
O Tempo disse pro Tempo
Que não tinha Tempo
Pra dizer pro Tempo
Quanto tempo o Tempo tinha.

Como seres humanos estamos sempre preocupados com o tempo, principalmente quando começamos a perceber que o tempo está passando muito rápido e parece que o dia não tem mais vinte e quatro horas, temos nítida impressão de que precisamos de mais umas doze horas em nosso dia.
Moisés, homem de Deus, escreveu um salmo que foi a sua oração e pedido a Deus, sobre está questão do tempo.
No Salmo 90:12 – Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio. Aqui ele não está pedindo mais tempo como nós temos o costume de fazer para que conseguirmos completar nossos trabalhos e compromissos. Moisés pediu a Deus para contar o tempo com o intuito de alcançar coração sábio.
Estamos muito preocupados com o nosso tempo, principalmente agora que estamos iniciando um novo ano e queremos ter mais tempo para podermos realizar tudo aquilo que desejamos. Moisés ele pediu a Deus para contar o tempo porque ele tinha conhecimento de que vivemos diante de Deus em uma situação não muito simples, conforme ele mesmo diz nos versos 9 até 11:
Pois somos consumidos pela tua ira e pelo teu furor, conturbados. Diante de Ti puseste as nossas iniquidades e, sob a luz do teu rosto, os nossos pecados ocultos. Pois todos os nossos dias se passam na tua ira; acabam-se os nossos anos como um breve pensamento. Os dias da nossa vida sobem a setenta anos ou, em havendo vigor, a oitenta; neste caso, o melhor deles é canseira e enfado, porque tudo passa rapidamente e nós voamos.
Será que nós temos essa mesma consciência que Moisés tinha a respeito de sua vida diante de Deus ou estamos muito confiantes, pois trabalhamos, vivemos em família e aparentemente somos muito bons, pois no último natal distribui ou contribui para algumas pessoas tivessem um natal melhor?
Moisés afirma que nossas iniquidades e pecados estão evidentes diante de Deus, Ele sabe muito bem quem somos nós pensamos acima do que devemos pensar a nosso respeito, sempre achamos que somos melhores do que realmente somos.
Diante dessa situação o que fazer, pois estamos sem Paz diante de Deus, porque os nossos pecados e iniquidades fazem separação em entre nós e Deus. Podemos como o apostolo Paulo fazer essa declaração: “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte”. Romanos 8:1. Se você querido(a) leitor(a) a sua vida ainda não está em Cristo Jesus há a necessidade de entregar ao Senhor Jesus Cristo para que você possa ser colocado em Cristo e não haver mais condenação para você e entre em Paz com Deus.
Conforme Romanos 10:9,10 – Se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os morte, será salvo. Porque com o coração se crê para justiça e com a boca se confessa a respeito da salvação.
Passando este texto de uma forma mais simples, devemos com todo o nosso coração fazer a seguinte oração:
Hoje decido entregar a minha vida a Jesus Cristo confessando-o como Senhor e Salvador. Dou toda a liberdade para que o Espírito de Cristo entre em meu coração e faça morada. Amém.
Se você acabou de fazer essa oração, a partir de agora você faz parte da família de Deus e deve buscar uma Igreja em que possa se reunir e aprender mais sobre Jesus e seus ensinamentos, tornando-se assim discípulo Dele.

7 de out. de 2012

ESPIRITUALIDADE OU ESPIRITUALISMO


Estamos no século que o interesse pelo que é espiritual cresce a cada dia. Praticamente quase todos os escritores se referem a espiritualidade. Estamos vendo renascer muitas crenças e prática dos diversos países que o cristianismo entrou e que foram abolidas.
A espiritualidade que agora vemos enchendo os jornais, livros, televisão, cinema e nas mais diversas práticas, na verdade não são atitudes espirituais mais sim atitudes espiritualistas. As atitudes espirituais estão intimamente ligadas a pessoa renovada em seu espírito pelo Espírito Santo quando a mesma reconhece ser pecador e recebe a Jesus Cristo como Senhor e Salvador, neste ato ela torna-se espiritual pelo fato de ser gerada pela Fé na Obra Redentora do Senhor Jesus Cristo e começa a partilhar da sua vida e natureza.
Espiritualidade não é ser espiritual já que o exercício deste não sai da própria pessoa mais sim de algo externo. Por este motivo temos sempre a impressão que quando falamos em espiritualidades devemos como ser tomados por uma força fora de nós e que também não podemos controlar e agimos espiritualmente, assim é a espiritualidade que temos hoje em dia.
Essa espiritualidade não tem nada que ver com a espiritualidade Bíblica, pois o fato de ser espiritual é o reviver do espírito que está morto no homem pelo fato (que é de conhecimento geral) e ato do pecado cometido por Adão e Eva que com este ato matou o espírito que neles estava afastando assim eles e seus descendentes da presença de Deus.
Com o Advento de Cristo, Deus através da obra Redentora de seu Filho busca vivificar o espírito morto do homem para sim torná-lo espiritual e para que ele tenha atitudes es
pirituais e realizações sobrenaturais.
Ser espiritual biblicamente falando e agir tendo como base de vida a Bíblia Sagrada que é a Palavra de Deus escrita ao homem para que ele através dessa Palavra conduza sua vida numa crescente comunhão com Deus e ao final tenha a Vida Eterna e viva eternamente na presença deste Deus.
Para concluir ser espiritual é andar por Fé que vem ao coração pela pregação da Palavra de Deus que chega ao ouvir. Qualquer espiritualidade que não se conforma com esta; está biblicamente errada e leva o ser humano a agir através de espíritos que não provem de Deus e sim de outro lugar que o Senhor Jesus Cristo chama de trevas, onde o chefe maior destas trevas se chama Satanás.

19 de mai. de 2012

JEREMIAS 17:5

ASSIM DIZ O SENHOR: MALDITO O HOMEM QUE CONFIA NO HOMEM, FAZ DA CARNE MORTAL O SEU BRAÇO E APARTA O SEU CORAÇÃO DO SENHOR.

Para os Evangélicos principalmente os Pentecostais esse verso faz parte do seu dia a dia principalmente a primeira parte, mas infelizmente a uma interpretação um pouco desconexa do contexto que o verso está incluído.
Interpreta-se basicamente que não podemos confiar nas pessoas, não podemos esperar nas pessoas, mas, o verso mesmo se explica, pois ele diz: maldito o homem que confia no homem, faz da carne mortal o seu braço e aparta o seu coração do Senhor, ou seja, a ênfase aqui está em confiar em si próprio e não nas pessoas, porque quando confiamos em nossa capacidade, nossa força, nossa inteligência e tantas outras nossas conseqüentemente nos apartamos do Senhor.
Esta idéia é confirmada pelo verso sete que diz: Bendito o homem que confia no Senhor e cuja esperança é o Senhor. Entendo aqui que esse verso está dizendo Bendito o homem que depende do Senhor para tudo e a sua esperança é o Senhor e não a capacidade humana. Se formos depender de nossa carne ou nossa capacidade natural, estamos irremediavelmente perdidos, pois em nós não habita bem algum, isto é reforçado pelo verso nove que diz: Enganoso é o coração, mais do que todas as cousas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?
A nossa única esperança é o Senhor, é confiar no Evangelho de Deus que está sem seu Filho Jesus Cristo, nEle somos nova criatura, somos uma nova criação de Deus.

23 de out. de 2009

É ASSIM?

São dezoito horas, término do trabalho, destino o lar. Certa pessoa sai em direção ao lar. Durante o trajeto seus pensamentos são levados a cogitar sobre o que ocorrerá quando chegar a casa. Avivam em sua mente as outras chegadas em casa, à esposa o recebe com reclamações, brigas, discussões, os filhos berrando,brigando entre si. Para fugir deste conflito familiar procura outra coisa a fazer. Na sua caminhada passa em frente a um bar, pára, olha vê alguns amigos e entra. Nesse esconderijo da frustração junto a amigos, companheiros que dividem os mesmos conflitos familiares. Algumas horas nesse convívio regado a muita cerveja e caipirinha encontra forças e coragem para poder chegar ao lar. Agora animado pelo álcool e as conversas dos companheiros, chega, a esposa o recebe da pior maneira possível. O estado dessa pessoa é lastimável provocando em sua companheira mais hostilidade, descontentamento, as brigas são inevitáveis causando agressões e criando nos filhos instabilidade, insegurança. O pai por causa do álcool agride a mãe e em algumas vezes ela reage, mas acaba por pegar os filhos pelas mãos e sair às pressas de casa até que possa voltar em segurança.


Outro dia, outro fim de trabalho, outra ida ao bar, outra chegada em casa e muitos outros conflitos, isso se torna em um circulo vicioso. O dia a dia nessa situação vai acumulando sobre todos insegurança cada vez maior.

Esta é a vida de muitos homens e mulheres. Eles chamam a isso que vivem de família, mas, na verdade não existe nesse lar família, nem lar. Existem sim algumas pessoas que vivem juntas aos trancos e barrancos, deixando em si mesmas marcas pelo resto da vida, filhos que quando casarem agirão da mesma forma que o pai ou mãe agiam, apesar de detestarem as atividades dos pais. Esse modo de viver e de relacionar-se no lar é muitas vezes a herança que se deixa para os filhos.

Será que existe alternativa ou é assim mesmo que devemos viver? Por causa dos lares estarem destruídos e em conseqüência a família estraçalhada, as meninas desses lares buscam fora de casa do amor que gostariam de ter do pai e da mãe, relacionando-se com rapazes ou com homens casados trazendo como conseqüência disso muitas adolescentes grávidas e um problema social.

Esse tipo de vida familiar nunca foi da vontade de Deus. A família no estado que vemos hoje é fruto da natureza pecaminosa que está no ser humano. No princípio Deus criou o homem e mulher, deixou mandamento de multiplicar e encher a terra e viu que isto era bom (Gênesis 1:27 a 31). Quando Deus instituiu a família era algo bom, hoje será que podemos dizer isso de nossa família?

No capítulo 3 de Gênesis encontramos a entrada do pecado na família humana, quando homem e mulher desobedecem a Deus, logo a seguir encontramos a primeira discussão do casal (verso 12) quando o homem joga sobre a mulher a culpa pela desobediência. Assim são hoje muitos lares, o marido jogando sobre a mulher a culpa por ele ter de ir a bares, jogos. A mulher jogando sobre o marido a culpa dos desentendimentos por ele nunca estar em casa, assim o dois brigados desabam sobre os filhos com violência através de atos ou por palavras destrutivas. A única maneira para resolver esta situação é buscar em Deus que criou a família, Ele é o único que tem a solução. Para podermos nos achegar a Deus precisamos ir através de Jesus Cristo, pois somente Ele pode levar-nos a Deus, como diz no Evangelho de João capítulo 14:6 – “Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai, senão por mim”.

24 de set. de 2009

RELIGIÃO: Ordenção Divina ou Invenção Humna

Após o advento de Cristo e instauração por Cristo da Igreja, o que hoje conhecemos como cristianismo se tornou uma religião muito depois de Cristo e os Apóstolos, Foi durante o que a história da Igreja conta que os ensinos de Cristo se tornaram em conceitos e ritos religiosos. Será que essa era a intenção de Jesus, quando este veio ano mundo e começou a ensinar?
Se não, porque os ensinos de Jesus se tornaram uma religião?
Afinal, o que significa religião?
Até hoje muitos estudiosos tentaram criar uma definição para a palavra religião, mas até o momento não uma definição que seja aceita universalmente. A definição que mais tem sido divulgada dentre tantas definições, está ligada a etimologia da palavra religião, ou seja, segundo alguns escritores, vem do latim “religio” usado na vulgata, que significa prestar culto a uma divindade, ligar novamente ou simplesmente religar. Segundo a “Wikipédia: religião deriva da palavra religio, mas desconhece-se ao certo que relações estabelece religo com outros vocábulos. Aparentemente o mundo latino anterior ao nascimento do cristianismo, religio referia-se a um estilo de comportamento marcado pela rigidez e pela precisão”. Por este motivo a palavra religioso é usada no sentido de que uma coisa seja repetida sistematicamente ou por sua pontualidade, como por exemplo: “Religiosamente ele vem todos os dias neste horário” e outras frases semelhantes a esta onde o religo latino aparece.
Um conceito aceito e difundido entre os pensadores é que a religião demonstra ter surgido do desejo de encontrar um significado e propósitos definitivos para a vida, geralmente centrado na crença e ritual a um ser (ou seres) sobrenatural.

O Surgimento da Religião

Segundo o que temos visto sobre o significado de religião, sobressai de que o grande sentido da religião é o homem tentando chegar a Deus através de seu culto, conjunto de rituais e códigos morais.
Quando o homem começou a fazer isso?
Para sabermos disso precisamos olhar para a Bíblia (que é o livro mais confiável até o presente momento e o será eternamente, o mais vendido, o mais lido, o de maior tiragem). Até o capitulo 10 de Gênesis ( o livro dos começos) notamos que não havia uma forma ou rituais claros, definidos do homem chegando a Deus, pois está relatado que era Deus chegando ao homem, mesmo quando Adão pecou no jardim do Éden, foi Deus quem veio em direção ao homem, o homem por outro lado se escondeu de Deus. Mas quando chegamos ao capitulo 11:1-9- temos o homem criando algo para chegar a Deus que foi a torre de Babel. Essa torre segundo relatos bíblicos, sua localização teria sido na planície entre o rio Tigre e o Eufrates, atual Iraque, uma região estrategicamente boa por ser muito fértil. Foi neste lugar que foi fundado a cidade de Babilônia, não podemos entender Babel sem a cidade Babilônia. Babilônica vem do acadiana Bâb-ilu, que significa “Portão de Deus”. Isto mostra corretamente o propósito religioso das grandes torres-templo. Os zigurates eram torres-templo com escadas eram vistos como portões para os deuses descerem a terra, escadas literais para o céu.
Vamos nos prender ao texto do Gênesis.
Características da Torre de Babel:
A primeira coisa que aparece claramente é a criação de alguma coisa para construir algo; criaram o tijolo para ficar no lugar de pedra, a pedra é algo da natureza simbolizando o material vindo da parte de Deus, o tijolo era feito de barro, mostrando os artifícios e independência de Deus, edificaram uma cidade com uma torre com os objetivos:
Tocar o céu – chegar a Deus era a intenção. Nós vamos a Deus, somos capazes de fazermos algo para chegar a Deus, não precisamos que ele venha nós.
Tornar o nome célebre – com essa atitude torna o nome conhecido, amado, honrado, famoso, etc. Isso não soa familiar? Não vemos e ouvimos crentes insistindo pelo nome da denominação? Não é isso que vemos nos testemunhos dados pela televisão “Quando conheci a Igreja Tal, minha vida mudou”, não ouvimos “pastores, apóstolos, bispos” dizerem “Venha para nossa Igreja, pois aqui acontece mais milagres que lá (esse lá é desfazendo uma outra que faz a mesma coisa)”. Será que alguém já observou que as construções religiosas (Igreja) existe uma torre?

A Ação de Deus

Tornar o nome célebre e edificar uma torre que toca o céu, sem sombra de dúvida é orgulho, soberba do homem, quando isto acontece sempre gera uma ação da parte de Deus. A ação de Deus foi confundir as línguas. Quando o cristianismo se tornou uma religião ouve também uma ação de Deus, assim como os homens foram dispersos pelo mundo cada com sua língua, assim hoje temos uma infinidade de denominações cristãs espalhadas pela face da terra e cada uma com sua linguagem específica e muitas vezes guerreando umas conta as outras. A partir dessa ação de Deus Babel agora recebe um novo significado: deixa de ser Portão de Deus para ser Confusão. Todas as religiões seja elas cristãs ou não tem sua raiz na Babel. Em Apocalipse 14:8 – “E outro anjo seguiu, dizendo: Caiu, caiu [Babilônia], aquela grande cidade, que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua prostituição”. Apocalipse 17:5 – “E na sua testa estava escrito o nome: Mistério, a grande [Babilônia], a mãe das prostituições e abominações da terra”.

O Advento de Cristo

Quando Jesus veio ao mundo e ao seu povo encontro uma Babilônia?
Sim. Durante os 400 anos de se diz do silêncio de Deus, os judeus criaram sua torre de Babel. Criaram o sistema religioso judaico – judaísmo que não havia até o aparecimento no cenário bíblico dos Macabeus e a partir daí nasceu o judaísmo. Neste sistema havia:
Sinédrio – era um grupo de estudiosos resposável pela religião, política e economia;
Sinagoga – era o local onde essa religião era expressa;
Fariseu – uma facção do judaísmo;
Saduceu – outra facção do judaísmo, somente para falarmos das mais importantes, havia outras.
Escribas – conhecido como os interpretes da Lei.

Jesus combateu este sistema que era baseado na torah, mas cercado de conceitos humanos com seus rituais próprios. Citarei alguns embates de Jesus com esse religiosos: Mateus 12:1-14; 16:5-12 e a censura grave aos religiosos do capítulo 23.
Este sistema para matar Jesus quebrou alguns princípios por eles instituídos:
- Reuniram-se na casa do sumo sacerdote – as reuniões aconteciam no templo;
- Essa reunião foi a noite – as reuniões deveriam ser durante o dia com exceção em dias de festa e sábado.
Isso mostra que a religião mata, o sistema nos acorrenta, nos escraviza. Todo religioso torna-se um hipócrita, pois fala e não faz, condena, mas vive naquilo que condena.


O que Jesus veio fazer

Jesus não trouxe uma religião, Ele trouxe vida – João 3:16; ¨6:33,63; 10:10; 14:6; 20:31.
Ele veio salvar o homem dos seus pecados e introduzi-lo no relacionamento com Deus Pai assim como Jesus o Filho tinha. Jesus não impôs regras pois muitas vezes disse: João 4:34; 5:19,30.
Por isso a Igreja apresentada por Jesus e pelos apóstolos fala de: corpo, família, mostra relacionamentos e não ritos e dogmas.
A comunhão com Deus não é através de nossos rituais, não é pelo fato de cumprirmos ou não os mandamentos, mas é por causa de Cristo.É Ele o fator principal de termos comunhão com Deus, não são rituais, normas que nos dá isso, é Cristo. O nosso andar com Deus é vida, que brota da Cruz, do Calvário.
Viva com Deus por amor, isso gera vida e essa vida é vivida pela fé. Fé no Filho de Deus. Largue a religiosidade, isto nos consome.

4 de set. de 2009

PRESENÇA DO SENHOR (parte 2)




No último artigo sobre a Presença do Senhor, entendemos que a sua Presença vem através de pessoas. Assim como eram os Levitas quem traziam a arca e a arca representa a Presença de Deus, assim nós como sacerdotes (I Pedro 2:9) trazemos a Presença de Deus.
A arca em si não tinha nada, mas o que estava no interior da arca era o ponto chave da Presença de Deus se manifestar. Vamos colocar nossa atenção na arca e vejamos o que Deus orienta. Êxodo 37:1-5 – o mandamento do Senhor em fazer a arca era para ser feita de madeira, madeira de acácia e revestida por dentro e por fora com ouro. Essa árvore que veio toda a madeira para a construção do Tabernáculo e das peças de mobília, conforme Êxodo 25. A acácia do Sinai é espinhosa, cheio de nós e é toda torcida, em hebraico, chamada de seneh, que deu origem a palavra Sinai e também é chamada shittim, possui frutos e inflorescências de cor vermelha, dão a impressão de longe que a planta esta pegando fogo. Nasce no vale do Jordão desenvolvendo-se do mar morto ao mar da Galiléia. Essa madeira fala da natureza humana, uma natureza pecaminosa.
O ouro que foi revestida, pala da glória de Cristo (ICorintios 5:17; Colossenses 1:27; Lucas 24:49). Assim foi feito conosco, ainda em pecado fomos salvos e formos revestidos de Cristo. Em nós mesmos não temos nada de bom, nada que se aproveite, pois tudo o que sai do homem gera morte. Agora revestidos de Cristo podemos resplandecer essa glória, não é nossa, e não vem de nós, mas é Cristo em nós, esperança da Glória. Quando as pessoas nos olham e vêem algo bom, não é nosso, mas é Cristo sendo revelado em nós.
Dentro da arca haviam três coisas que Deus tinha sido orientado ser guardado, essas três coisas é que fazem com que a presença de Deus seja manifestada.
A primeira coisa que tinha na arca era;
As Tabuas da Lei – que fala da aliança de Deus com o homem. Hoje a aliança de Deus com o homem está em Cristo que é a Palavra feito carne vindo em direção ao homem. Essa aliança que é a Palavra de Deus deve habitar em nós (Colossenses 3:16; Efésio 3:16; I Corintios 1:5,6). Não podemos viver o cristianismo sem a Palavra Viva de Deus em nós. O cristianismo não uma religião cheio de dogmas, preceitos, regras, não é um sistema religioso, mas é, Vida, é Cristo vivendo em nós.
A segunda:
Uma porção de Maná – Pão do céu – isto fala de alimento, comunhão – precisamos nos alimentar com a Palavra de Deus (Mateus 4:4) o relacionamento com irmãos em Cristo, a vivência em comunidade, como se refere a própria palavra comunhão = comum + união ou seja que tenhamos tudo em comum conforme: Atos 2:42; I Corintios 10:16,17; I João 1:3,7).
A terceira:
Vara de Arão que floresceu – aqui fala do poder de Deus habitando em nós e através de nós, esse poder é para cumprir o mandamento principal dado pelo Senhor Jesus que é o ser testemunha. Não para usarmos desse poder segundo nosso bem entender, como exibicionismo em expulsão de demônios, curas e tantas outras coisas que vemos por aí e que deprecia a pessoa do Senhor Deus e do próprio cristianismo. O ministério mais importante da Igreja e dos membros é serem Testemunha, foi para isso que o Senhor Jesus deu-nos o Espírito Santo (Atos 1:8). O Espírito Santo em nós é o poder de Deus e quando por esse poder formos pregarmos o Evangelho dar-se-á curas, expulsão de demônios e outros atos relacionados a esse poder (Marcos 16:17,18). O Poder de Deus habitando em nós somos capacitados para toda boa obra e isso glórifica ao Senhor Deus e traz honra ao cristianismo (II Corintios 4:6,7; 12:9), porque não vem de nós, mas é na nossa fraqueza e em vasos de barro que isso acontece.
O entendimento e o ensino que tiramos é que três coisas são prioritárias em nossas vidas:
• A prática da Palavra de Deus (o viver) conforme Mateus 7:24. Essa prática vem de ouvir a Palavra de Cristo e obedecer;
• A comunhão com Deus e com os irmãos é isso que nos ajuda, fortalece, nos anima a praticarmos todo o ensino do Senhor (Atos 2:42; I João 1:6,7);
• O Poder de Deus em nós para cumprirmos o ministério comum a todos os santos e se formos chamados a um ministério específico ( Atos 4:33; 6:8; Romanos 15:9; I Corintios 2:4; 4:20).

21 de jul. de 2009

O EVANGELHO DE CRISTO





"Jesus Cristo, o Nazareno, aquele a quem vós crucificastes e a quem Deus ressuscitou dos mortos... E em nenhum outro há salvação, porque també, debaixo do Céu, nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos" (Atos 4:10-12).

O Evangelho de Cristo já não terá nada a dizer ao homem do século XXI? Certamente que sim! Este homem foi capaz de se subtrais à atração terrestre e de penetrar nalguns segredos do átomo, para utilizar a sua energia; mas tem as mesmas necessidades espirituais que os seus antepassados. E essas necessidades nada nem ninguém as pode satisfazer, a não ser o Senhor, nosso Deus e nosso Pai.
E como a mensagem do Evangelho é sinples na sua forma, e vasta nas suas consequências! Deus, infinito, insondável, Criador e Senhor do Universo, Justo e Santo, tomou a iniciativa de se aproximar do homem pecador, para lhe fazer graça. O Deus de Abrão, de Isaac e de Jacó, o Deus da Bíblia não está longe de nós, como imaginam tantas religiões e filosofias. Ele veio até nós na Pessoa do seu Filho. Não hesitou em se humilhar, do alto da glória onde estava, até às profundezas do abismo onde nós nos encontrávamos. Mas o homem, na sua loucura, quer prescindir de Deus. Ah!, se ele ao menos soubesse qual o amor que enche o coração desse Deus de quem ele se afasta, ele se aproximaria, pelo contrário, para lhe confessar a sua miséria, e aceitaria, pela fé, a salvação que Ele lhe oferece. "Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados" (I João 4:10).
Hoje, como ontem, como sempre, o Evangelho de Cristo é para todos e responde perfeitamente tanto âs exigências da glória de Deus como à nossa profunda miséra.


Extraído do livreto Leituras Cristãs - volume 33 número 5, distribuido por Depósito de Literatura Cristã.

DO HUMILDE PENSAR DE SI MESMO





Todo homem tem desejo natural de saber; mas que aproveitará a ciência, sem o temor de Deus? Melhor é, por certo, o humilde camponês que serve a Deus, do que o filósofo soberbo que observa o curso dos astros mas descuida de si mesmo. Aquele quese conhece bem prespreza-se e não se compraz em humanos louvores. Se eu soubesse quanto há no mundo, porém me faltasse o amor, de que me serviria isso perante Deus, que me há de julgar segundo as minhas obras?

Renuncia ao desordenado desejo de saber, porque nele há muita distração e ilusão. Os letrados gostam de ser vistos e tidos por sávios. Muitas coisas há cujo conhecimento pouco ounada aproveita à alma. E mui insensato é quem de outras coisas se ocupa e não das que tocam à sua salvação. As muitas palavras não satisfazem à alma, mas uma palavra boa refrigera o espírito e uma consciência pura inspira grande confiança em Deus.

Quanto mais e melhor souberes, tanto mais rigorasamente serás julgado, se com isso não viveres mais santamente. Não te desvaneças, pois, com qualquer arte ou conhecimento que recebeste. Se te parece que sabes e entendes bem muitas coisas, lembra-te que é muito mais o que ignoras. Não presumas de alta sabedoria (Romanos 11:20), antes confessa a tua ignorância. Como tu qures a alguém preferir-te, quando se acham muitos mais doutos do que tu e mais versados na lei? Se queres saber e aprender coisa útil, deseja ser desconhecido e tido por nada.

Não há melhor e mais útil estudo que conhecer-te perfeitamente desprar-se a si mesmo. Ter-se por nada e pensar sempre bem e favoravelmente dos outros, prova é de grande sabedoria e perfeição. Ainda quando vejas alguém pecar publicamente ou cometer faltas graves, nem por isso te deves julgar melhor, pois não sabes quanto tempo poderás perseverar no bem. Nós todos somos fracos mas ninguém deves considrar mais fraco que a ti mesmo.



Extraído do livro IMITAÇÃO DE CRISTO, (Tomás de Kempis), capítulo 2.



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