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É imensa satisfação receber sua visita a este blog. Meu desejo é que os artigos postado possam edificar, consolar sua vida. Caso algum artigo lhe seja útil e queira usar fique a vontade para isso, pois tudo é feito para Honra e Glória do Senhor Jesus Cristo. Um pedido quero fazer, se você foi edificado, consolado indique este blog ao seu círculo de relacionamento. Minha oração ao Pai do Senhor Jesus Cristo é que Ele lhe abençoe imensamente, com todo sorte de Bençãos espirituais nos lugares celestiais.

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21 de ago. de 2015

A VIDA HUMANA EM TRÊS PLANOS

Queridos leitores, estou publicando o primeiro capítulo do Livro “A VIDA EM UM PLANO MAIS ALTO” é um Clássico de RUTH PAXSON, publicado pela Editora dos Clássicos.
São três volumes e trata dos fundamentos básicos sobre
Quem é Jesus Cristo
Os estágios da obra de Cristo
O Crescimento norma da vida cristã

                A VIDA HUMANA EM TRÊS PLANOS

A Bíblia é um espelho no qual o homem pode se ver como ele é. Qualquer pessoa que desejar uma fotografia verdadeira de si mesma poderá encontrá-la na Bíblia. Ela é o estúdio de Deus no qual será encontrada a fotografia de cada um dos Seus seres criados. Sua fotografia está lá. Ela foi tirada pelo Fotógrafo Divino, portanto ela é impecavelmente precisa. Você deseja ver sua fotografia?
O Espírito Santo, por meio do apóstolo Paulo, dividiu a raça humana em três grupos claramente distintos, e todos os membros da família humana, independentemente da raça ou herança natural, pertencem a um desses grupos. A descrição de Deus de cada um é tão precisa e verdadeira que toda pessoa poderá saber com certeza em qual classe ela está.
Esta classificação apresenta um estudo da vida humana em três planos: o mais baixo, o mais alto e o plano médio, ou o homem natural, o homem espiritual e o homem carnal.
Começaremos o estudo da vida no plano mais baixo, que é

O HOMEM NATURAL
I Co 2:14; Rm 8:9; I Co 12:3b e Jo 14:6

O homem natural é um cristão? Ninguém que não tenha um relacionamento correto com Deus pode ser chamado de cristão. Então o homem natural está corretamente relacionado com Deus? Para responder a nossa pergunta vamos começar com João 14.6 e voltar para I Coríntios 2.14.
Jesus disse que ninguém pode ter um relacionamento correto com Deus o Pai exceto através dEle mesmo. A Bíblia nos mostra com inconfundível clareza que para isso é necessário receber a Jesus Cristo como Salvador e Senhor. Paulo disse que ninguém, pode verdadeiramente declarar Senhor Jesus, exceto “pelo Espírito Santo”, e que se o Espírito Santo não habita em alguém ele não pertence a Deus como uma propriedade dEle. Somente o Espírito Santo é quem conhece as coisas de Deus, as quais Ele deseja nos dar gratuitamente em Cristo. Mas I Coríntios 2.14 nos diz que o homem natural se recusa a receber as coisas do Espírito, pois elas parecem tolices para ele. Mais do que isso, ele não pode conhece-las porque elas requerem uma mente espiritual para discernir verdades espirituais e ele está sem o Espírito Santo. Portanto, está muito claro que o homem natural não tem um relacionamento correto com Deus. Consequentemente, do ponto de vista de Deus, não importa a vida exemplar que ele possa viver no plano natural, ele não é um cristão.

A Atitude do Homem Natural para com Deus

                Vamos estudar o que as Escrituras dizem sobre a atitude do homem natural para com Deus:
·         Gálatas 4.8 – Ele não conhece a Deus.
·         Romanos 1.21 – Ele não tem gratidão para com Deus.
·         Romanos 3.11 – Ele não tem desejo de Deus.
·         I João 4.10 – Ele não tem amor por Deus.
·         Romanos 3.18 – Ele não teme a Deus.
·         Romanos 1.21,25 – Ele não adora a Deus.
·         II Timóteo 3.8 – Ele resiste à verdade.
·         I Coríntios 2.14 – Ele não recebe as coisas de Deus.
·         II Tessalonicenses 2.12 – Ele rejeita a verdade de Deus.
·         II Tessalonicenses 1.8 – Ele desobedece ao Evangelho de Deus.
·         Romanos 5.10 – Ele é inimigo de Deus.

O Relacionamento do Homem Natural com Deus

                A atitude do homem natural para com Deus determina seu relacionamento com Deus. Romanos 5.10 e Colossenses 1.21 tornam bastante claro que o homem natural é um franco e declarado inimigo de Deus. Esta atitude de sua parte determina o que deve ser o relacionamento de Deus com ele.
·         Efésio 2.17 – Ele está distante de Deus.
·         Romanos 3.19 – Ele é culpado diante de Deus.
·         João 3.18 – Ele é condenado por Deus.
·         João 3.36 – Ele está debaixo da ira de Deus.
·         Efésio 4.18 – Ele está alienado da vida de Deus.
·         Efésios 2.12 – Ele está sem Deus nesta vida.
·         II Tessalonicenses 1.9 – Ele está sem Deus na vida vindoura.

A Condição do Homem Natural

                O homem natural está sem o Senhor Jesus Cristo como seu Salvador, portanto ele vive exclusivamente e apenas para si mesmo. “O velho homem” é o centro da sua vida e possui indivisível controle sobre todo o seu ser. O ego domina seus pensamentos, afeições, linguagem, vontade a ações. Sua natureza é pecaminosa, portanto sua conduta é pecaminosa.
                O homem natural está morto para Deus, mas vivo para o pecado, o ego e Satanás. Ele está sob o domínio do “príncipe da potestade do ar” e é escravo do pecado. Ele é um homem perdido, indefeso e desesperado. A parte trágica disso é que “o deus deste século” cegou sua mente para que ele não compreenda a seriedade da sua condição e consequentemente não há poder interior nele mesmo para conhecer a Deus, para amar a Deus, para recebe a Deus, nem mesmo para buscar a Deus. Seguramente este breve esboço do homem natural revela a vida vivida no plano mais baixo.
                Vamos seguir no estudo da vida no plano mais alto, que é

O HOMEM ESPIRITUAL
I Co 2.15; Gl 6.1

O homem espiritual é a exata antítese do homem natural.

O Relacionamento do Homem Espiritual com Deus

                O homem espiritual tem um correto relacionamento com Deus através da fé em Jesus Cristo. Esse relacionamento foi produzido pelo Espírito Santo, que o convenceu do pecado de não crer no caminho de Deus para a salvação e da necessidade de uma justiça que não seja a sua, se ele tiver sempre comunhão com um santo e justo Deus. Ele revelou Jesus Cristo para ele como Salvador do pecado e como o Salvador que ele precisa. O Espírito Santo trabalhou tanto sobre a mente, coração e vontade do homem natural que ele foi convencido da verdade do Evangelho, convencido do pecado do seu coração, e o guiou para pôr a sua fé no Crucificado como seu Salvador, e então ele “nasceu do Espírito” no Reino de Deus.
                O homem espiritual tem o Espírito Santo habitando nele, enchendo-o, guiando-o, ensinando-o, fortalecendo-o. Através do novo nascimento a própria vida de Deus, eterna e não criada, foi concedida a ele, e agora Jesus Cristo é a sua verdadeira vida (Cl 3.3).
                O homem espiritual tem um tríplice relacionamento com Jesus Cristo, que é manifestado no seu caráter, na sua conversão e na sua conduta.
                O homem espiritual recebeu Cristo como seu Salvador.
                O homem espiritual rendeu-se a Cristo como seu Senhor.
                O homem espiritual apropriou-se de Cristo como sua vida.
                Jesus Cristo e ele são um só assim como a videira e as varas são uma. Cristo é a suprema necessidade da sua vida e tem o lugar supremo em suas afeições. Cristo é tudo em tudo para ele.

A Condição do Homem Espiritual

                O homem espiritual, tendo recebido o crucificado, ressurreto, glorificado Cristo e Salvador, Senhor e Vida, vive sua vida inteiramente para Deus. Jesus Cristo é o centro da sua vida e tem controle total sobre todo o seu ser. Jesus Cristo domina seus pensamentos, afeições, linguajar, vontade e ações. Ele se tornou um participante da natureza de Deus, por isso existem duas naturezas no homem espiritual, mas a natureza divina é soberana.
                O homem espiritual está habitualmente vivo para Deus e morto para o pecado e o ego. Ele é um servo de Deus e alegremente, prazerosamente, reconhece e se submete ao Senhorio soberano de Jesus.
                Jesus Cristo é intensamente real e precioso para o homem espiritual, e ele O considera, O ama, O serve, O adora e O louva. Esta condição não deve a qualquer coisa dele mesmo, mas é verdadeira por causa da sua própria rendição sem reserva para a influência e operação do Espírito Santo, através de quem ele é habilitado para seguir, receber, amar e conhecer Cristo Jesus como seu Salvador e através de quem ele é preenchido com Sua vida. Seguramente este breve esboço do homem espiritual revela a vida vivida no plano mais alto.
                Vamos seguir no estudo da vida no plano médio, que é

O HOMEM CARNAL
                I Coríntios 3: 1-4

                O homem carnal é um homem dividido, pertencendo a duas esferas.

O Relacionamento do Homem Carnal com Deus
                O homem carnal é um cristão porque ele obteve filiação através da fé em Jesus Cristo como seu Salvador. Portanto ele tem um correto relacionamento com Deus, mas não entrou na possessão nem nos privilégios de um filho, e suas práticas não condizem com sua posição na família de Deus.
                O homem carnal tem o Espírito Santo habitando nele, mas Ele está constantemente sendo agravado e sufocado, e deste modo Ele tem poder interior e domínio restritos sobre a vida.
                O homem carnal foi renovado através do novo nascimento, mas ele ainda é um “bebê em Cristo”. Ele se assenta na mesa do Senhor para partilhar da Sua abundância, mas não tem apetite nem capacidade para “alimento sólido”. Ele subsiste com “leite”. Não é um homem maduro. Ele realmente se tornou um com o Senhor Jesus, mas é um “adultero” amando o mundo e cuidando muito mais do seu povo e prazeres do que de Jesus Cristo (Tg 4.4).
                O homem carnal recebeu a Cristo como seu Salvador, mas tem pouca ou nenhuma compreensão de uma vida completa rendição e de plena apropriação de Jesus Cristo como seu Senhor e sua Vida. Ele sente uma necessidade de Cristo e deseja algum relacionamento com Ele, mas não está satisfeito nEle. Cristo tem um lugar em seu coração, mas não o de supremacia e preeminência.

A Condição do Homem Carnal

                O homem carnal vive sua vida parcialmente para Deus e parcialmente para si mesmo. O Senhor Jesus está realmente no centro da sua vida, mas “o velho homem” geralmente está no trono. Há um controle dividido sobre a sua vida. Algumas vezes Cristo domina seus pensamentos, afeições, linguagem, desejos e ações, mas mais frequentemente eles estão sob o domínio do ego. Duas naturezas estão lado a lado no homem carnal, a divina e a carnal, e ele está sob influência de ambas, mudando de acordo com sua entrega pra uma ou para outra. Ele está vivo para Deus espasmodicamente, mas também está vivo para o pecado, o ego e Satanás. Ele tenta viver em duas esferas, a celestial e a terrena – e falha em ambas.
                O homem carnal está em uma condição miserável, e sua vida é sempre uma derrota ou desencorajamento, frequentemente uma desesperança. Esta condição é devida à ignorância das coisas profundas de Deus, relutância em render-se sem reservas ao Senhor Jesus Cristo e incredulidade em apropriar-se de Cristo com todas as Suas graças e dons. Seguramente este breve esboço do homem carnal revela a vida vivida no plano médio. 
                Olhamos para o espelho de Deus. Você se viu? Estivemos no estúdio de Deus. Você viu sua fotografia? Vimos a vida humana em três planos. Em qual plano você está vivendo

24 de set. de 2009

RELIGIÃO: Ordenção Divina ou Invenção Humna

Após o advento de Cristo e instauração por Cristo da Igreja, o que hoje conhecemos como cristianismo se tornou uma religião muito depois de Cristo e os Apóstolos, Foi durante o que a história da Igreja conta que os ensinos de Cristo se tornaram em conceitos e ritos religiosos. Será que essa era a intenção de Jesus, quando este veio ano mundo e começou a ensinar?
Se não, porque os ensinos de Jesus se tornaram uma religião?
Afinal, o que significa religião?
Até hoje muitos estudiosos tentaram criar uma definição para a palavra religião, mas até o momento não uma definição que seja aceita universalmente. A definição que mais tem sido divulgada dentre tantas definições, está ligada a etimologia da palavra religião, ou seja, segundo alguns escritores, vem do latim “religio” usado na vulgata, que significa prestar culto a uma divindade, ligar novamente ou simplesmente religar. Segundo a “Wikipédia: religião deriva da palavra religio, mas desconhece-se ao certo que relações estabelece religo com outros vocábulos. Aparentemente o mundo latino anterior ao nascimento do cristianismo, religio referia-se a um estilo de comportamento marcado pela rigidez e pela precisão”. Por este motivo a palavra religioso é usada no sentido de que uma coisa seja repetida sistematicamente ou por sua pontualidade, como por exemplo: “Religiosamente ele vem todos os dias neste horário” e outras frases semelhantes a esta onde o religo latino aparece.
Um conceito aceito e difundido entre os pensadores é que a religião demonstra ter surgido do desejo de encontrar um significado e propósitos definitivos para a vida, geralmente centrado na crença e ritual a um ser (ou seres) sobrenatural.

O Surgimento da Religião

Segundo o que temos visto sobre o significado de religião, sobressai de que o grande sentido da religião é o homem tentando chegar a Deus através de seu culto, conjunto de rituais e códigos morais.
Quando o homem começou a fazer isso?
Para sabermos disso precisamos olhar para a Bíblia (que é o livro mais confiável até o presente momento e o será eternamente, o mais vendido, o mais lido, o de maior tiragem). Até o capitulo 10 de Gênesis ( o livro dos começos) notamos que não havia uma forma ou rituais claros, definidos do homem chegando a Deus, pois está relatado que era Deus chegando ao homem, mesmo quando Adão pecou no jardim do Éden, foi Deus quem veio em direção ao homem, o homem por outro lado se escondeu de Deus. Mas quando chegamos ao capitulo 11:1-9- temos o homem criando algo para chegar a Deus que foi a torre de Babel. Essa torre segundo relatos bíblicos, sua localização teria sido na planície entre o rio Tigre e o Eufrates, atual Iraque, uma região estrategicamente boa por ser muito fértil. Foi neste lugar que foi fundado a cidade de Babilônia, não podemos entender Babel sem a cidade Babilônia. Babilônica vem do acadiana Bâb-ilu, que significa “Portão de Deus”. Isto mostra corretamente o propósito religioso das grandes torres-templo. Os zigurates eram torres-templo com escadas eram vistos como portões para os deuses descerem a terra, escadas literais para o céu.
Vamos nos prender ao texto do Gênesis.
Características da Torre de Babel:
A primeira coisa que aparece claramente é a criação de alguma coisa para construir algo; criaram o tijolo para ficar no lugar de pedra, a pedra é algo da natureza simbolizando o material vindo da parte de Deus, o tijolo era feito de barro, mostrando os artifícios e independência de Deus, edificaram uma cidade com uma torre com os objetivos:
Tocar o céu – chegar a Deus era a intenção. Nós vamos a Deus, somos capazes de fazermos algo para chegar a Deus, não precisamos que ele venha nós.
Tornar o nome célebre – com essa atitude torna o nome conhecido, amado, honrado, famoso, etc. Isso não soa familiar? Não vemos e ouvimos crentes insistindo pelo nome da denominação? Não é isso que vemos nos testemunhos dados pela televisão “Quando conheci a Igreja Tal, minha vida mudou”, não ouvimos “pastores, apóstolos, bispos” dizerem “Venha para nossa Igreja, pois aqui acontece mais milagres que lá (esse lá é desfazendo uma outra que faz a mesma coisa)”. Será que alguém já observou que as construções religiosas (Igreja) existe uma torre?

A Ação de Deus

Tornar o nome célebre e edificar uma torre que toca o céu, sem sombra de dúvida é orgulho, soberba do homem, quando isto acontece sempre gera uma ação da parte de Deus. A ação de Deus foi confundir as línguas. Quando o cristianismo se tornou uma religião ouve também uma ação de Deus, assim como os homens foram dispersos pelo mundo cada com sua língua, assim hoje temos uma infinidade de denominações cristãs espalhadas pela face da terra e cada uma com sua linguagem específica e muitas vezes guerreando umas conta as outras. A partir dessa ação de Deus Babel agora recebe um novo significado: deixa de ser Portão de Deus para ser Confusão. Todas as religiões seja elas cristãs ou não tem sua raiz na Babel. Em Apocalipse 14:8 – “E outro anjo seguiu, dizendo: Caiu, caiu [Babilônia], aquela grande cidade, que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua prostituição”. Apocalipse 17:5 – “E na sua testa estava escrito o nome: Mistério, a grande [Babilônia], a mãe das prostituições e abominações da terra”.

O Advento de Cristo

Quando Jesus veio ao mundo e ao seu povo encontro uma Babilônia?
Sim. Durante os 400 anos de se diz do silêncio de Deus, os judeus criaram sua torre de Babel. Criaram o sistema religioso judaico – judaísmo que não havia até o aparecimento no cenário bíblico dos Macabeus e a partir daí nasceu o judaísmo. Neste sistema havia:
Sinédrio – era um grupo de estudiosos resposável pela religião, política e economia;
Sinagoga – era o local onde essa religião era expressa;
Fariseu – uma facção do judaísmo;
Saduceu – outra facção do judaísmo, somente para falarmos das mais importantes, havia outras.
Escribas – conhecido como os interpretes da Lei.

Jesus combateu este sistema que era baseado na torah, mas cercado de conceitos humanos com seus rituais próprios. Citarei alguns embates de Jesus com esse religiosos: Mateus 12:1-14; 16:5-12 e a censura grave aos religiosos do capítulo 23.
Este sistema para matar Jesus quebrou alguns princípios por eles instituídos:
- Reuniram-se na casa do sumo sacerdote – as reuniões aconteciam no templo;
- Essa reunião foi a noite – as reuniões deveriam ser durante o dia com exceção em dias de festa e sábado.
Isso mostra que a religião mata, o sistema nos acorrenta, nos escraviza. Todo religioso torna-se um hipócrita, pois fala e não faz, condena, mas vive naquilo que condena.


O que Jesus veio fazer

Jesus não trouxe uma religião, Ele trouxe vida – João 3:16; ¨6:33,63; 10:10; 14:6; 20:31.
Ele veio salvar o homem dos seus pecados e introduzi-lo no relacionamento com Deus Pai assim como Jesus o Filho tinha. Jesus não impôs regras pois muitas vezes disse: João 4:34; 5:19,30.
Por isso a Igreja apresentada por Jesus e pelos apóstolos fala de: corpo, família, mostra relacionamentos e não ritos e dogmas.
A comunhão com Deus não é através de nossos rituais, não é pelo fato de cumprirmos ou não os mandamentos, mas é por causa de Cristo.É Ele o fator principal de termos comunhão com Deus, não são rituais, normas que nos dá isso, é Cristo. O nosso andar com Deus é vida, que brota da Cruz, do Calvário.
Viva com Deus por amor, isso gera vida e essa vida é vivida pela fé. Fé no Filho de Deus. Largue a religiosidade, isto nos consome.

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