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7 de jul. de 2022
ANDAR COM DEUS EM ENOQUE
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7 de nov. de 2019
PARA ONDE ESTAMOS OLHANDO?
Hebreus 12:1-2 - PORTANTO
nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas,
deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos
com paciência a carreira que nos está proposta, Olhando para Jesus, autor e
consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz,
desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus.
Quero
enfatizar neste texto o verso dois, que mostra o olhar do Senhor Jesus. Quando
o Senhor Jesus viveu como homem Ele tinha um olhar fixo no alvo que o Pai lhe
tinha proposto. Jesus não viveu cada momento resolvendo os problemas que
apareciam para melhorar o seu dia, como nós fazemos. Ele vivia olhando para o
alvo, para a promessa do Pai. Em Filipenses 2: 5 – 11, declara que Jesus deixou
toda a glória que tinha ao lado do Pai, se tornou homem, como homem se humilhou
e suportou a norte de cruz, por ter vivido olhando par ao alvo do Pai Ele
recebeu um nome acima de todo nome, um nome que todo joelho no céu, na terra e
debaixo da terra se dobrarão e toda língua confessará que Ele é o Senhor. Por
isso o verso um inicia nos exortando a agir como Jesus agiu.
O nosso alvo
é Cristo, é o que o Pai tem proposto a nós, sermos conforme a imagem do Filho
(Romanos 8:18-30). Para aqueles que estiverem com os olhos fixos Nele (Jesus)
devem viver como Vencedores porque Jesus venceu. O apóstolo João diz-nos que somos
vencedores, ele quer mostrar o que o Senhor tem proposto a nós (I João 2:13;
4:4; 5:5). Quando o Apóstolo João escreve o Apocalipse sobre o que Jesus diz as
sete Igrejas, ali tem a recompensa que teremos, vejamos:
- Um
alimento espiritual – Apocalipse 2:7;
- Um novo
nome – Apocalipse 2:17;
- Autoridade
– Apocalipse 2:26;
- Vestes de
Justiça – Apocalipse 3:5;
- Uma coluna
memorial – Apocalipse 3:12;
-
Entronização – Apocalipse 3:21;
- Poder
sobre as Nações – Apocalipse 3:26;
- Uma
herança eterna – Apocalipse 21:7.
Sendo assim
como é essa vitória? Como posso vencer?
Apocalipse 12:11 - E eles o venceram
pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram as suas
vidas até à morte.
Somos
vencedores não porque podemos ou temos capacidade em nós mesmos, mas vencemos
por causa do Senhor Jesus. O versículo acima mostra como é essa vitória. Este
versículo apresenta três coisas importantes.
1. O Sangue
do Cordeiro – o sangue que Jesus verteu na cruz nos Lava de todo pecado,
nos cura e nos justifica diante do Pai, por que diz que foi pago o preço pelo
pecado. Impede Satanás de nos atingir por que ele perdeu a legalidade que tinha
sobre nós que era o pecado.
2. Palavra do seu Testemunho – aqui entendemos como a Palavra de Deus escrita que serve
para nos fortalecer e crescer no conhecimento de Deus, que nos orienta como
devemos viver neste mundo e assim sendo Testemunhas de Cristo.
3. Não amaram a sua vida – isto é uma atitude de firmeza. Atitude de quem tem convicções fortes.
Atitude de quem segue (discípulo) o Senhor Jesus (Lucas 9:23).
Se pusermos
por obra essas três coisas, viveremos como vencedores e nada poderá nos deter.
#renovandooentendimento
15 de jul. de 2017
SOMOS AQUILO QUE ACEITAMOS RECEBER
“E ouviram a voz do
Senhor Deus, que passeava no jardim pela viração do dia; e escondeu-se Adão e
sua mulher da presença do Senhor Deus, entre as árvores do jardim. E chamou o
Senhor Deus a Adão e disse-lhe: Onde estás?” Gênesis 3:8,9.
Nestes
versículos a Palavra mostra Deus vindo em busca de Adão e Eva no jardim pela
viração do dia. E chamou o Senhor Deus a Adão. Isto infere que era costume de
Deus vir ter com Adão para comunhão na viração do dia. Só que neste dia o
Senhor Deus precisou chamar a Adão, pois provavelmente nos outros dias passados
não precisava por Adão ouvir a voz do Senhor e ir ter com Ele. Neste dia Deus
precisou chamar, algo havia acontecido. Adão havia perdido a comunhão com Deus,
havia perdido a sua liberdade de estar diante de Deus, havia agora um medo terrível
de Deus, o que aconteceu? Adão decidiu ouvir a voz da serpente (Satanás) ao
invés de ouvir a voz do Senhor Deus. A consequência foi morte, foi lhe roubado
a comunhão com Deus e o passo inicial para a destruição foi o medo, que o
afastou de Deus pois sua consciência estava culpada, o inimigo do Senhor Deus
já tinha iniciado seu ministério (“O
ladrão não vem senão para roubar matar e destruir; ...” João 10:10). Muitas
e muitas vezes criticamos a atitude de Adão e até gostaríamos de saber o que
teria acontecido se Adão obedecesse a Deus. Esse fato é imutável, mas quantas
vezes Deus quer ter comunhão conosco e não tem um retorno nosso, esse fato sim,
pode ser mudado.
O Senhor
Deus busca com quem Ele possa ter comunhão, isto vemos muito claro em sua
Palavra: “Porque, quanto ao Senhor, seus
olhos passam por toda a terra, para mostrar-se forte para com aqueles cujo
coração é perfeito para como ele; ...” II Crônicas 16:9.
“Deus olhou desde os céus para os
filhos dos homens, para ver se havia algum que tivesse entendimento e buscasse
a Deus.” Salmo 53:2.
“Os meus olhos procurarão os fiéis da
terra, para que estejam comigo; o que anda num caminho reto, esse me servirá.”
Salmo 101:6.
Olhando para
Adão e sua atitude de ouvir a serpente, a grande lição a ser aprendida é não
ouvir, não buscar conselho fora do Reino de Deus. Não ouvir as diversas vozes
que estão no mundo. Isso também há um grande alerta na Palavra de Deus.
“Bem-aventurado o varão que não anda
segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta
na roda dos escarnecedores. Antes tem o seu prazer na lei do Senhor, e na sua
lei medita de dia e de noite.” Salmo 1:1,2.
“Não entres na vereda dos ímpios, nem
andes pelo caminho dos maus. Evita-o; não passes por ele; desvia-te dele e
passa de largo.
Provérbios 4:14,15.
“Não vos enganeis: as más
conversações corrompem os bons costumes.” I Coríntios 15:33.
Para não
cairmos no erro de Adão:
- · Devemos primeiramente buscar a Palavra do Senhor (Josué 1:8);
- · Buscar conselheiro sábios no Senhor (Provérbios 11:14; 15:22).
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10 de jun. de 2017
ACONTECIMENTO QUE ANTECEDEM A CELEBRAÇÃO DA ÚLTIMA PÁSCOA
Muitos,
pois, dentre os judeus que tinham vindo a Maria e que tinham visto o que Jesus
fizera creram nele. Mas alguns deles foram ter com os fariseus e disseram-lhes
o que Jesus tinha feito. Depois, os principais dos sacerdotes e os fariseus
formaram conselho e diziam: Que faremos? Porquanto este homem faz muitos
sinais. Se o deixarmos assim, todos crerão nele, e virão os romanos e
tirar-nos-ão o nosso lugar e a nação. E Caifás, um deles, que era sumo
sacerdote naquele ano, lhes disse: Vós nada sabeis, nem considerais que nos
convém que um homem morra pelo povo e que não pereça toda a nação. Ora ele não
disse isso de si mesmo, mas, sendo o sumo sacerdote naquele ano, profetizou que
Jesus devia morrer pela nação. E não somente pela nação, mas também para reunir
em um corpo os filhos de Deus que andavam dispersos. Desde aquele dia, pois,
consultava-se para o matarem. João 11:45-53.
Neste texto
vemos como a ressurreição de Lazaro atingiu a todo o povo principalmente os
principais dos sacerdotes e fariseus. Após ouvirem o relato sobre a
ressurreição de Lazaro os principais dos sacerdotes e os fariseus formaram um
conselho ou seja, reuniram o Sinédrio, a mais alta corte de Israel para
discutirem sobre os últimos acontecimentos. Observando esses versos vamos
considerar algumas reações das autoridades religiosas diante dos feitos de
Jesus. Nestas reações veremos uma luta entre Deus e Satanás.
1. A primeira reação bem evidente neste
texto aparece através de uma pergunta (Verso. 47-48). Eles como cegos espirituais,
Jesus os classificou assim (Mateus 15:12-14), não estavam preocupados com o
Reino de Deus. Egoístas, orgulhosos e sedentos pelo poder, as autoridades religiosas
de Israel estavam mais preocupados em manter-se no controle! Eles queriam
controlar tudo o que acontecia na nação.
2. Vemos uma segunda reação através de
uma palavra com um intuito perverso (verso.49,50). Eles estão diante de um
impasse, o que fazer? De um lado estava Jesus com seus feitos miraculosos e
seus ensinos espetaculares e do outro lado, a tradição e a manutenção da letra
da Lei e o poder.
3, Como terceira reação se percebe através
de uma profecia (verso 51,52). Apesar das intenções diabólicas, da parte do
sumo sacerdote, podemos perceber o entendimento espiritual de João. Mesmo sem
saber, Caifás profetizou que Jesus morreria pelo povo e João acrescenta por todos
quantos, em qualquer lugar viessem a crer nele (verso 52). Você crê em Jesus
como Cristo, o filho de Deus, o Deus encarnado? Se você crê em Jesus, está
incluído nesse corpo, a igreja de Cristo!
4. Outra reação
observamos através de um propósito homicida. Em função da palavra de Caifás, o
Sinédrio tomou uma decisão (verso 53). Decidiram matar Jesus! Decidiram matar o
autor da vida! A decisão foi tomada, aguardavam apenas uma boa oportunidade para
que a executasse tal decisão. Os líderes achavam que estavam no controle da
situação, mas, na verdade, era Deus quem colocava o seu plano em andamento
(Atos 2: 22-24).
Glórias ao Senhor Deus pois os seus planos não são frustrados
(Jó 42:2). Porque os planos de Deus prevaleceu é que estamos hoje aqui,
celebrando e comemorando a Ceia do Senhor. Lembrando essa grande obra de
Salvação, de Reconciliação, que transformou nossas vidas. #renovandooentendimento
2 de nov. de 2015
INSTRUMENTOS PARA SEMEAR
Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem
semear, isso também ceifará. Porque o que semeia na sua carne da carne ceifará
a corrupção, mas o que semeia no Espírito do Espírito ceifará a vida eterna.
Gálatas 6:7,8.
Nestes
versículos de Gálatas temos uma verdade de Deus que é de fácil compreensão, que
tudo o que semeamos ceifaremos. Diariamente estamos semeando e na maioria das
vezes nem notamos que tipo de semeadura estamos fazendo. Era uma constância na
vida de nosso Senhor Jesus Cristo utilizar a semente para expressar muitas
vezes formas de atitudes, ações como também para designar os princípios da
Palavra de Deus na aplicação em nossa vida diária.
Neste artigo
quero destacar segundo o texto acima que podemos semear na carne ou seja coisas
ruins ou negativas e também semear no Espírito ou coisas boas vindas de Deus ou
Positivas, e que constantemente estamos semeando ou na carne ou no Espírito.
Precisamos ainda saber que a carne tem sementes negativas e positivas mas, que
sem o Espírito de Deus habitando na pessoa tanto uma como a outra trarão
corrupção, e que quando semeamos no Espírito sempre semearemos as sementes que
vem de Deus ou seja os princípios eternos, neste caso a semente positiva da
carne não deve ser semeada por trazer corrupção.
Instrumentos
que temos para fazermos a semeadura.
1. Palavras – aquilo que sai da nossa
boca. Provérbios 18:21 diz que a morte e a vida está no poder da língua, e que
o que sai se tornará em comida, ou seja, será um alimento para vida ou para a
morte.
2. Pensamentos – Provérbios 23:7 diz que
“o que imaginou na sua alma, assim ele é”, esse imaginar são os pensamentos que
temos acerca de nós é o que seremos. Se pensarmos que somos inúteis, incapazes
ou outros adjetivos negativos o que veremos em nossas ações e atitudes serão
exatamente aquilo que imaginamos (pensamos). Lamentações 3:21 nos exorta a
pensarmos somente aquilo que nos dá esperança.
3. Ideias – como todos já sabem são
aquelas luzinhas que acende em nossas mentes para nos dar algo novo. Em Atos
7:23 Moisés que foi criado na casa do Faraó no Egito desde bebê, quando chegou
a idade de 40 anos “veio-lhe ao coração” ou seja teve uma ideia de visitar seus
irmãos, e a partir desta ideia que teve Deus começou uma obra que levaria 40
anos até o seu chamamento para libertar o povo de Israel da escravidão. Nossas
ideias também podem mover a mão de Deus na realização da sua obra em nós ou em
outros.
4. Sentimentos – ainda que os
sentimentos vão e veem, esses sentimentos são úteis na obra que Deus está
fazendo. Como sentimentos temos o amor (I João 4:18), arranca de nós outro
sentimento que é o temor, o medo. Alegria outro sentimento que a Palavra de
Deus fala, e que ajuda na semeadura, assim tantos outros sentimentos que temos.
5. Tempo – Em Efésios 5:6 diz que “devemos
remir o tempo, porque os dias são maus”. Isto nos leva a pensar o que estamos
fazendo com nosso tempo, muitas vezes estamos usando o tempo para ficar fazendo
coisas vãs ou que não traz edificação, quando deveríamos usar na edificação
nossa ou de outros. Muitas vezes desejamos ter uma comunhão maior com Deus, ou
um conhecimento maior da Palavra de Deus, mas não investimos tempo na comunhão
ou estudo, pensamos que talvez isso venha como num passe de mágica, sem nenhum esforço
nosso.
6. Talento – os naturais e os espirituais.
Os naturais são aqueles que já estão em nós e que o Senhor nos deu durante a
nossa formação no ventre de nossa mãe e que devem ser usados na obra de Deus. E
os Espirituais como relatado em Mateus 25:14-30 que Deus nos dá para uso
exclusivo na Obra do Senhor e que em muitos casos não usados. Onde Deus tem que
tirar deste que não usa para dar aquele que usa o que tem para ter mais ainda.
7. Oração – o instrumento mais poderoso,
de maior penetração. Sobre a oração poderíamos registrar aqui o caso de Ana,
mãe de Samuel que era estéril e concebeu após um grande clamor a Deus, assim de
muitos outros personagens bíblicos que utilizaram da oração para semearem
sementes que produziram muitos frutos. #pr.carlosh.amorim
Amados, agora que temos clareza sobre os instrumentos que
temos para semearmos devemos pedir ao Senhor para nos mostrar as sementes que
estão na sua Palavra para podermos utilizar esses instrumentos na semeadura
dessas sementes eternas e que produzirão muitos frutos eternos. #renovandooentendimento
27 de ago. de 2015
A REDENÇÃO DO SER HUMANO
O homem está
prisioneiro na natureza pecaminosa que tem herdado de Adão. Ainda que muitos
pensem que não tem nada a ver com Adão, infelizmente receberam essa natureza pecaminosa
de seus pais, pois Adão foi o pai de todos os homens. Assim como todos nós
passamos nossas características aos nossos filhos, foi assim que recebemos de
Adão essa natureza pecaminosa.
Deus quando
criou o homem Ele desejou que esse homem fosse a coroa de sua criação e também
o seu representante nesta terra. Com o advento do pecado o homem se afastou de
Deus por amar mais a si mesmo e desejar viver uma vida independente desse Deus
Criador. Apesar disso Deus não desistiu do seu projeto e durante séculos
prometeu Salvar e Resgatar esse homem para estar consigo.
Em Mateus
26:26-30, quando Jesus come a última páscoa e celebra a primeira ceia, Ele
mostra como essa Redenção foi realizada. Neste texto temos a Redenção do homem,
planejada pelo Pai, executada pelo Filho e o Espírito Santo dá a apropriação.
Como foi que Cristo fez essa redenção.
- Ele deve
se identificar com a pecaminosidade da ração humana (Filipenses 2:5-8);
- Ele deve
vir sob a operação da Lei do Pecado e da Morte, ou seja, em natureza idêntica ao
do ser humano;
- Manifestar
a obra mais alta da Lei – A Lei do Espírito de Vida (Romanos 8:2);
- Como o
Deus homem glorificado, se torna o cabeça de uma nova criação de seres humano
remidos (I João 3:2; Romanos 8:29).
Cristo se torna o princípio de todo o
viver e ser do crente.
Nessa
verdade estão incluídas estas condições:
- Cristo
Jesus envolve o crente em sua própria vida;
- Ele separa
o crente em si mesmo de todas as influências hostis;
- Ele
protege em si mesmo todos os perigos e inimigos de sua vida;
- Ele provê
e supre nEle mesmo tudo o que é necessário.
As expressões em Cristo e Cristo em
nós – revelam a história do Evangelho.
A obra redentora de Cristo é uma obra
completa não necessitando de coisa alguma.
4 de ago. de 2014
ÁGUAS DE MORTE EM ÁGUAS DE VIDA
Êxodo 15: 23 – 27 – Então
chegaram a Mara, mas não puderam beber as águas de Mara, porque eram amargas;
por isso, chamou-se o seu nome Mara. E o povo murmurou contra Moisés, dizendo:
Que havemos de beber? E ele clamou ao Senhor, e o Senhor mostrou-lhe um lenho
que lançou nas águas, e as águas se tornaram doces, ali lhes deu estatutos e
uma ordenação e ali os provou. E disse: Se ouvires atento a voz do Senhor, teu
Deus, e fizeres o que é reto diante de seus olhos, e inclinares os teus ouvidos
aos seus mandamentos, e guardares todos os seus estatutos, nenhuma das
enfermidades porei sobre ti, que pus sobre o Egito; porque eu sou o Senhor, que
te sara. Então vieram a Elim, e havia ali doze fontes de água e setenta
palmeiras, e ali se acamparam junto das águas.
Três dias antes Deus faz um ato milagroso e maravilhoso,
coisa que olhos não viram e ouvidos não ouviram. Deus abre o Mar vermelho e o
todo o povo passa de pés secos e após Faraó e seus cavaleiros morrem dentro de
mesmo mar que momentos antes mais ou menos dois milhões de pessoas passaram a
pés secos. Mirian que era profetisa pega seu tamboril e tocando e dançando
canta as maravilhas que Deus fez.
Agora chegam a um lugar chamado Mara que significa amarga, e
ali o povo murmura. Apesar de ter visto o mar se abrir, de ter uma nuvem
durante o dia os guiando e uma coluna de foco a noite, eles murmuram. Uma
caminhada de três dias o povo estava sedento, pois no deserto bebe-se mais água
que o normal e no deserto a água vale mais do que ouro. Quando o povo se depara
com aquelas águas, porque tinham uma expectativa de pode saciar sua sede e essa
expectativa não se realiza eles murmuram. Isso também acontece conosco, apesar da grande
libertação que Deus realizou para nós e em nós através da obra redentora de
Cristo, quando nos confrontamos com problemas que para nós se equipara as água
de Mara, e nossas expectativas não se realizam também murmuramos. Deus na sua
grande misericórdia e amor mostra para Moisés um lenho, não sabemos que tipo de
madeira era, mas uma coisa se enxergar neste lenho que após ser atirado nas
águas de Mara, esse lenho realiza um milagre, as água de eram de morte se
transformaram em águas de vida. O lenho aponta para nosso Senhor Jesus Cristo
que como esse lenho foi jogado pelo Pai nas águas da morte em nosso lugar e as
águas que eram de morte para nós se transformaram em águas de vida quando Ele
foi morto em nosso lugar no gólgota.
Apesar da murmuração do povo Deus age com misericórdia e
amor transformando as águas de Mara em águas de vida. Quando nos encontramos
com Mara, assim como para o povo de Israel foi um momento de provação, o mesmo
é para nós. Deus nos prova nas águas de Mara. Nesse dia da provação Deus lhes
deu estatutos e uma ordenação que resumindo o verso 26, podemos usar uma única
palavra que é OBEDIÊNCIA. Deus deseja que obedeçamos aos seus estatutos e
ordenação que para nós são as palavras do Senhor Jesus Cristo, pois este foi o
mandamento do Senhor em Mateus 28:20 quando diz que devemos ensinar a guardar
todas as coisas que Ele nos tem mandado. Ensinar a guardar nada mais é do que
obedecer.
Após esse momento de ensino prático o povo levanta
acampamento e chega a Elim, ali havia doze fontes de águas e setenta palmeiras.
Era uma fonte de água para cada tribo de Israel e as setenta palmeiras seriam
para seus deleites. O número doze e o setenta falam de ministério, ou seja, só
seremos verdadeiramente saciados e teremos prazer quando estivermos atuando no
ministério. Ministério é serviço, então quando sirvo aqueles que estão perto de
mim, neste ato de servir sou consolado, refrigerado, sinto descanso e isto gera
em mim um prazer, uma alegria indescritível. Com isto Deus deixa um ensino
muito claro para mim, quando Mara se apresenta a mim, e com a ajuda do Senhor
venço Mara, agora estou pronto para servir com um coração verdadeiro.
28 de abr. de 2014
MULTIDÃO NO VALE DA DECISÃO
Quando o sol
nasce e chega o momento em que despertamos somos assediados por momento em que
precisamos tomar muitas decisões, desde levantar ou não da cama, se vamos
trabalhar ou simplesmente curtir uma preguiça e assim durante todo o dia
vivemos tomando decisões que afetarão de alguma forma nosso modo de viver e o
nosso dia a ser vivido.
Neste munda
de decisões precisamos para viver e tomar decisões coerentes decidir uma
questão muito importante acerca de si mesmo: “se vamos firmar nosso padrão de
valores na opinião que os outros fazem de nós, ou na opinião que Deus tem a
nosso respeito”.
Quero
considerar aqui que vamos optar pela opinião de Deus é claro, pois essa opinião
é eterna e define para onde iremos após a morte. Se, consideramos Deus,
precisamos aprender os seguintes objetivos e requisitos:
- · Ver como Deus nos Vê – Colossenses 1:9; 12:3;
- · Confiar no Propósito definitivo de Deus – I Pedro 4:11;
- · Permitir que Deus edifique a mensagem da nossa vida – II Coríntios 1:3-8.
Este três
pontos são de uma importância muito grande para que vivamos nossa vida tomando
decisões que trarão sobre nós a benção e a graça de Deus em uma medida que não
temos como mensurar e que por mais longa que seja a vida vivida não
conseguiremos chegar a contar essa medida. Com certeza precisaremos da
eternidade para poder entender e contar essas bênçãos e graças de Deus.
8 de set. de 2009
FALÊNCIA DA VIDA

Ao ler uma revista que trata de assuntos filosóficos, deparei-me com um artigo de tratava da morte. Li atentamente tudo o que estava escrito, havia algumas considerações filosóficas e citados alguns filósofos desde antigos até modernos. Ao fim na se tinha uma conclusão clara sobre o assunto e a coisa ficou a cargo de cada um sobre a forma ou atitude de encarar esse grande inimigo do homem.
Pensando sobre o assunto e qual a fonte confiável para orientar-me sobre a morte e, afinal em que momento a morte chegou até nós, pois a morte nada mais é do que falência da vida. Dentre tantas possíveis fontes fiquei com a Bíblia, pois ela é o livro mais vendido no mundo, seu texto tem sobrevivido intacto durante os séculos e milênios. Muitas tentativas foram feitas para destruir a Bíblia, mesmo assim ela tem passado por tudo isso e continua tão atual quando foi escrita.
O surgimento da morte é relatado no livro do Gênesis 2:16,17 – aqui Deus diz que se o homem comesse da árvore do conhecimento do Bem e do Mal ele morreria. O homem desobedeceu a Deus e comeu causando assim a morte do elemento mais importante para a manutenção de sua vida natural que foi a morte espiritual, ou seja, o ponto onde Deus se relaciona com o homem. Com essa morte é cortada a comunhão do homem com Deus e por isto expulso do jardim do Éden, para viverem suas vidas segundo o fruto da árvore que haviam comido e distante de Deus. A partir daí a morte teve domínio sobre o corpo natural do homem. Já que a morte é a falência da vida, essa falência é causada pelo afastamento do homem de Deus que traz a morte ao mundo, conforme Romanos 5:12. Não há quem possa escapar da morte, todos nós passaremos pela morte, alguns sobreviverão a ela outros ficarão presos nela. O fato da morte é algo inevitável, mas não imutável, há a possibilidade de não morrermos. A Bíblia mostra que durante todas as gerações dos homens Deus vem em direção do homem para buscá-lo e leva-lo as suas origens. Num determinado tempo Deus envia seu Filho ao mundo para salvar esse mundo; mundo aqui se refere as pessoas e não a natureza (João 3:16). Para poder salvar o mundo o Filho de Deus precisa sofrer, enfermar e morrer aniquilando assim o poder da morte sobre o homem através da sua ressurreição e nos deixa a promessa de que não permaneceremos na morte, mas sairemos ressurretos dentre os mortos por cremos em Jesus Cristo e por recebermos como Salvador e Senhor (João 5:24). Aquele que está em vivendo uma vida com Cristo ou como cristão tem esta esperança da ressurreição dentre os mortos e por isso a morte toma um novo sentido. Para o cristão ou para o cristianismo a morte não é algo vazio sem esperança, mas ela torna-se como a noite na qual nos deitamos e dormimos e após algum tempo neste estado acor
damos para um novo dia, para uma nova experiência. Assim a morte é um sono do qual nos acordaremos e é claro que para alguns essas noite refere-se a longos anos para outros poucos minutos, mas um novo dia se nos apresentará. Se você receber a Cristo em seu coração como Senhor e Salvador esta esperança será tua também e, quando dormires certamente um novo dia está a tua disposição, assim como nos deitamos para um descanso merecido pela noite tendo a certeza de que acordaremos no dia seguinte, nesta mesma esperança dormimos (morremos) para acordarmos na manhã seguinte, quando Cristo estará contigo.Lei I Corintios 15 que é um tratado sobre a ressurreição.
15 de jul. de 2009
A ATUALIDADE DA CRUZ

Muitas pessoas empurram a cruz de volta para dezenove séculos atrás e a consideram como velha, antiguada, e obsoleta. Embora seja verdade que a história do mundo considera o Gólgota de Cristo como um evento histórico, na experiência espiritual dos crentes a cruz de Cristo ainda é um evento atual. Não é velho, antiquado, ou obsoleto. Podemos considerar uns poucos versos.
Hebreus 10:19 e 20 dizem: "Tendo pois irmãos, ousadia para entrar no santuário pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho, que Ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne". A fim de compreender esses dois versos, temos que entender as coisas mencionadas no Antigo Testamento. Nos tempos antigos, o tabernáculo era dividido em duas partes. A primeira parte era chamada de lugar santo, e a outra parte era chamada de santo dos santos. As duas partes estavam divididas por um véu. Aquele que entravam no santos dos santos tinham que passar pelo véu. A glória de Deus era manifestada dentro do santo dos santos. Nenhuma pessoa comum podeia entrar no santo dos santos. Somente o sumo sacerdote podia entrar ali uma vez por ano. Ante de entrar ali, tinha que oferecer primeiro sacrifícios e fazer expiação por ele mesmo e pelas pessoas e tinha que entrar com o sangue de touros e cabras. Para nós agora, entramos no santo dos santos pelo sangue do Senhor Jesus. Isso significa a cruz. Antigamente o sumo sacerdote entrava no santo dos santos somente uma vez por ano. Agora, pela cruz do Senhor Jesus nós podemos entrar no santo dos snatos a qualquer hora. Qual é o significado de entrar no santos dos santos? Significa que podermos ir a Deus para confessar nossos pecados, ter comunhão com Ele, e estar em Sua presença.
Aqueles que entravam no santo dos santos tinham que passar pelo véu. O véu significa o corpo do Senhor Jesus. Quando Ele foi crucificado, o véu do templo foi rasgado ao meio de alto a baixo. Se o véu não tivesse sido rasgado, os homens não poderiam passar por ele. Se o Senhor Jesus não tivesse morrido e não tivesse partido o Seu corpo, os homens não poderiam passar por Ele e não poderiam entrar no santos dos santos. No tempo presente, vamos a Deus através da morte do Senhor Jesus. Isso também significa a cruz.
Nossa Bíblia nos diz que esse caminho através do véu foi aberto para nós pelo Senhor Jesus. Na verdade voluntariamente abriu mão de Sua vida para nos redimir.
Precisamos prestar atenção no fato de que esse caminho é "novo e vivo". A palavra "novo" na linguagem original se refere a algo recém oferecido ou recém sacrificado. Aqui vemos a atualidade eterna da cruz! O sumo sacerdote não podia confiar nas ofertas ou sacrifícios dos anos anteriores. Tinha que haver ofertas recentes e sacrifícios recentes. Ele somente ousava entrar e estava capacitado para entrar no santo dos santos pelo sangue destes animais. Que tal nós agora? Vamos a Deus pelo sangue do Senhor e através do Seu corpo. Todas as vezes que vamos para diante de Deus, não temos que oferecer novos sacrifícios. Nosso Sacrifício é sempre atual! A cruz do Senhor Jesus não se torna velha com os anos. Sua atualidade é a mesma hoje e sempre, como foi na ocasião da crucificação. Sempre que vaos para diante de Deus, podemos sentir a atualidade da cruz do Senhor. Nos tempos antigos, a menos que o sumo sacerdote tivesse sangue novo de sacrifícios recém oferecidos, poderia morrer diante do Senhor. Os sacrifícios dos anos anteriores não podeiam remi-lo de seus pecados do corrente ano. Se Deus não considerasse o sacrifício remissório do Senhor como eternamente atual, teríamos perecido há muito tempo. Graças ao Senhor que a cruz é eternamente atual diante do Senhor. O Senhor considera a cruficifação como recentemente consumado.
Este caminho é também "vivo". Essa palavra também pode ser traduzida como "vivo para sempre". Esse caminho é o caminho que é "recém oferecido". É também um caminho que é "vivo para sempre". Cristo morreu e ressuscitou; Ele consumou a salvação para nós e nos conduziu a Deus. Deveríamos saber que Crisjto ressuscitou e que a Sua ressurreição permanece até hoje. Deveríamos saber também que Cristo morreu e que a Sua morte substitutiva continua até hoje. Os maiores eventos na vida terrena de Cristo foram a Sua morte e ressurreição. Ambos não são passados, eventos obsoletos. Hoje ainda são atuais. Já que temos tal Salvador atual e remidor, devemos recebê-lo e ir a Deus através Dele para receber o perdão e a benção.
Em Apocalipse 5 está registrado quando João viu ao Senhor Jesus Cristo no céu. Ele disse: "Vi no meio do trono e das quatro criaturas viventes, e no meio dos anciões, um Cordeiro em pé como havendo [recém] sido morto" (verso 6, deacordo com o original). Este é um quadro do Gólgota. Contudo o Senhor era como Alguém que havia sido morto. As palavras "havendo sido morto" podem também ser traduzidas como "havendo sido recentemente morto". No céu no tempo da introdução da eternidade, o Senhor ainda será Aquele que é recém morto! Ah, a atualidade eterna da cruz! Verdadeiramente a cruz passa por todas as eras e permanece atual! Se a cruz será atual no céu naquele dia, como podemos considerá-la como sendo velha hoje? No futuro quando a glória celestial irromper a glória da cruz se comprovará imarcescível! Quando os remidos de Deus ascenderam ao céu, ainda acharão a rendeção da cruz tão atual quanto antes!
Um ponto merece nossa atenção. No Antigo Testamento Cristo é duas vezes chamado de o Cordeiro (Is. 53.7; Jr 11.19). Nos Evangelhos e em Atos é mencionado como cordeiro três vezes (Jo 1.29,36; At 8.32). Nas epístolas é mencionado como Cordeiro uma vez (1 Pe 1.19). Contudo, em Apocalipse é mencionado como Cordeiro vinte e oito vezes! A glória da cruz do Senhor excederá em brilho por todas as eras! Deus propositalmente chama seu Filho de Cordeiro neste livro da eternidade. O Cordeiro aqui é visto como havendo sido recém morto. A ferida ainda está ali! A ferida eterna grante a Salvação eterna. A crucificação do Cordeiro se torna nosso memorial eterno. Deus jamais pode se esquecer disso. Os anjos jamais podem se esquecer disso, e aqueles ascendidos e salvos jamais podem se esquecer a redenção da cruz. Quem receberá esta salvação eterna? A cruz é o único lugar inabaláve. Todos aqueles que pecaram devem vir.
"Texto extraído do livreto "O Tempo da Cruz" de autoria de Wathman Nee, publicado pela Editora Restauração. Você pode copiar a integra do livro no site http://www.editorarestauracao.com.br/ ou no link www.editorarestauracao.com.br/arqs/OTC.pdf
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