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É imensa satisfação receber sua visita a este blog. Meu desejo é que os artigos postado possam edificar, consolar sua vida. Caso algum artigo lhe seja útil e queira usar fique a vontade para isso, pois tudo é feito para Honra e Glória do Senhor Jesus Cristo. Um pedido quero fazer, se você foi edificado, consolado indique este blog ao seu círculo de relacionamento. Minha oração ao Pai do Senhor Jesus Cristo é que Ele lhe abençoe imensamente, com todo sorte de Bençãos espirituais nos lugares celestiais.

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18 de dez. de 2025

A PARÁBOLA DO BARCO E DO VENTO

 Havia um barco recém-construído em um estaleiro à beira-mar. Era belo, forte, totalmente equipado e feito para navegar longe. Porém, apesar de toda a sua estrutura, o barco permanecia parado, preso à areia da praia. Ele admirava o mar, sonhava com horizontes distantes, mas jamais havia saído do lugar.

Um dia, um Vento suave aproximou-se e disse:

- Barco, por que permaneces aqui, imóvel, se foste criado para navegar?

O Barco respondeu:

- Eu quero navegar... mas tenho medo das ondas, e não sei para onde ir. Além disso, não posso mover-me sozinho.

O Vento então disse:

- Eu posso te levar. Mas para isso, precisas abrir tuas velas.

O barco hesitou. Abrir as velas significava deixar de controlar tudo, confiar em algo invisível, entregar-se a uma força que não se vê, apenas se sente.

Mas, cansado de permanecer parado, o barco decidiu tentar. Lentamente, levantou seu mastro e abriu suas velas.

Naquele instante, o Vento soprou com firmeza e ternura. As velas se encheram, o casco se ergueu sobre as águas, e o barco finalmente saiu da areia, Pela primeira vez, ele sentiu o que era realmente viver.


O barco deslizou sobre o mar, ora em águas calmas, ora entre ondas mais agitadas. Ele não sabia exatamente para onde o Vento o conduzia, mas aprendeu uma verdade poderosa: "Quando o barco abre sua velas, o Vento sempre o leva ao lugar certo". 

E assim, dias após dia, o barco seguiu guiado pelo Vento. Às vezes, o rumo parecia estranho. Outras, parecia perfeito. Mas sempre havia propósito. Até que o barco descobriu que sua grande missão não era controlar a rota, mas permanecer com as velas abertas.

Porque, quando as velas estão aberto, o Vento faz o resto.

ENSINO DA PARÁBOLA

Assim é com todo aquele que deseja viver segundo o Espírito.

Somos como o barco: criados para avançar, mas muitas vezes parados.

O Espírito é como o Vento: Invisível, imprevisível, mas poderoso, fiel e cheio de propósito.

Abrir as velas experimenta movimento, direção e propósito - mesmo sem entender tudo.

Quem mantém as velas fechadas continua parado na areia, apesar de toda capacidade que recebeu de Deus.

O vento sopra onde quer... e quem nasce do Espírito aprende a viver pela direção desse Vento.

"O VENTO SOPRA ONDE QUER, OUVES A SUA VOZ, MAS NÃO SABES DE ONDE VEM NEM PARA ONDE VAI; ASSIM É TODO AQUELE QUE É NASCIDO DO ESPÍRITO." JOÃO 3:8

10 de jun. de 2017

ACONTECIMENTO QUE ANTECEDEM A CELEBRAÇÃO DA ÚLTIMA PÁSCOA



Muitos, pois, dentre os judeus que tinham vindo a Maria e que tinham visto o que Jesus fizera creram nele. Mas alguns deles foram ter com os fariseus e disseram-lhes o que Jesus tinha feito. Depois, os principais dos sacerdotes e os fariseus formaram conselho e diziam: Que faremos? Porquanto este homem faz muitos sinais. Se o deixarmos assim, todos crerão nele, e virão os romanos e tirar-nos-ão o nosso lugar e a nação. E Caifás, um deles, que era sumo sacerdote naquele ano, lhes disse: Vós nada sabeis, nem considerais que nos convém que um homem morra pelo povo e que não pereça toda a nação. Ora ele não disse isso de si mesmo, mas, sendo o sumo sacerdote naquele ano, profetizou que Jesus devia morrer pela nação. E não somente pela nação, mas também para reunir em um corpo os filhos de Deus que andavam dispersos. Desde aquele dia, pois, consultava-se para o matarem. João 11:45-53.

     Neste texto vemos como a ressurreição de Lazaro atingiu a todo o povo principalmente os principais dos sacerdotes e fariseus. Após ouvirem o relato sobre a ressurreição de Lazaro os principais dos sacerdotes e os fariseus formaram um conselho ou seja, reuniram o Sinédrio, a mais alta corte de Israel para discutirem sobre os últimos acontecimentos. Observando esses versos vamos considerar algumas reações das autoridades religiosas diante dos feitos de Jesus. Nestas reações veremos uma luta entre Deus e Satanás.
1.      A primeira reação bem evidente neste texto aparece através de uma pergunta (Verso. 47-48). Eles como cegos espirituais, Jesus os classificou assim (Mateus 15:12-14), não estavam preocupados com o Reino de Deus. Egoístas, orgulhosos e sedentos pelo poder, as autoridades religiosas de Israel estavam mais preocupados em manter-se no controle! Eles queriam controlar tudo o que acontecia na nação.
2.      Vemos uma segunda reação através de uma palavra com um intuito perverso (verso.49,50). Eles estão diante de um impasse, o que fazer? De um lado estava Jesus com seus feitos miraculosos e seus ensinos espetaculares e do outro lado, a tradição e a manutenção da letra da Lei e o poder.
3,    Como terceira reação se percebe através de uma profecia (verso 51,52). Apesar das intenções diabólicas, da parte do sumo sacerdote, podemos perceber o entendimento espiritual de João. Mesmo sem saber, Caifás profetizou que Jesus morreria pelo povo e João acrescenta por todos quantos, em qualquer lugar viessem a crer nele (verso 52). Você crê em Jesus como Cristo, o filho de Deus, o Deus encarnado? Se você crê em Jesus, está incluído nesse corpo, a igreja de Cristo!
4.   Outra reação observamos através de um propósito homicida. Em função da palavra de Caifás, o Sinédrio tomou uma decisão (verso 53). Decidiram matar Jesus! Decidiram matar o autor da vida! A decisão foi tomada, aguardavam apenas uma boa oportunidade para que a executasse tal decisão. Os líderes achavam que estavam no controle da situação, mas, na verdade, era Deus quem colocava o seu plano em andamento (Atos 2: 22-24). 
Glórias ao Senhor Deus pois os seus planos não são frustrados (Jó 42:2). Porque os planos de Deus prevaleceu é que estamos hoje aqui, celebrando e comemorando a Ceia do Senhor. Lembrando essa grande obra de Salvação, de Reconciliação, que transformou nossas vidas. #renovandooentendimento

13 de abr. de 2017

VIVENDO ACIMA DA LEI


Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim ab-rogar, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei sem que tudo seja cumprido. Qualquer, pois que violar um destes menores mandamentos e assim ensinar aos homens será chamado menor no Reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no Reino dos Céus. Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no Reino dos Céus. Mateus 5:17-20

 Neste texto o Senhor Jesus deixa muito claro que ele não veio destruir a lei, ou seja, cancela-la como muitos esperavam, mas, afirma que veio cumprir. Isso ele reafirma no verso 18, quando diz que nem um jota ou til se omitirá da lei sem que tudo seja cumprido. A justiça de Deus que estava na lei tinha de ser cumprida, nada poderia ser violado nem mesmo o menor dos mandamentos e se alguém assim o fizesse e o ensinasse seria considerado menor no Reino de Deus e aquele que o cumprisse e ensinasse seria chamado grande no Reino de Deus. Jesus estava mostrando que os fariseus estavam entre os que seriam chamados menores no reino e isso vemos no verso 20 quando ele alerta os discípulos de excederem a justiça do fariseu. Jesus veio para cumprir a lei no sentido de estabelecer, de esclarecer o verdadeiro intuito e propósito da lei, cumprindo a lei ele estava mostrando o espírito da lei. No verso 20 Jesus enfaticamente roga aos discípulos para que a justiça deles tinha de exceder o justiça dos Fariseus e dos Escribas senão não entrariam no Reino dos céus. Qual era a justiça dos fariseus e escribas? Eles eram religiosos, legalistas, cumpridores dos detalhes da lei, mas o seu coração estava longe da lei, viviam exteriormente essa lei. Jesus está condenando a justiça dos fariseus e escribas porque ele obedeciam a letra da lei e a desobedeciam no espírito o significado da lei. Eles ficavam orgulhosos do que faziam na religião e acreditavam que isso os tornaria justos. O desafio que Jesus nos dá é muito grande! Para vivermos acima da religiosidade, acima do que fazemos na religião. Para vivermos como Jesus nos pede é necessário uma transformação interior. Essa transformação só pode ser realizada pelo Espírito Santo em nós. A Justiça pela qual devamos viver é a justiça que nos foi imputada através do Obra de Cristo no Gólgota. “Mas, agora, se manifestou, sem a lei, a justiça de Deus, tendo o testemunho da lei e dos Profetas, isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos e sobre todos os que creem; porque não há diferença. Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus, ...” Romanos 3:21-24. Essa é a justiça sob a qual devemos viver como filhos do Reino dos céus. Qualquer outra justiça que anule essa justiça é condenada pela Palavra de Deus. Que possamos viver dia a dia debaixo dessa justiça, que Jesus seja a nossa justiça.#RENOVANDOOENTENDIMENTO

27 de ago. de 2015

A REDENÇÃO DO SER HUMANO


O homem está prisioneiro na natureza pecaminosa que tem herdado de Adão. Ainda que muitos pensem que não tem nada a ver com Adão, infelizmente receberam essa natureza pecaminosa de seus pais, pois Adão foi o pai de todos os homens. Assim como todos nós passamos nossas características aos nossos filhos, foi assim que recebemos de Adão essa natureza pecaminosa.
Deus quando criou o homem Ele desejou que esse homem fosse a coroa de sua criação e também o seu representante nesta terra. Com o advento do pecado o homem se afastou de Deus por amar mais a si mesmo e desejar viver uma vida independente desse Deus Criador. Apesar disso Deus não desistiu do seu projeto e durante séculos prometeu Salvar e Resgatar esse homem para estar consigo.
Em Mateus 26:26-30, quando Jesus come a última páscoa e celebra a primeira ceia, Ele mostra como essa Redenção foi realizada. Neste texto temos a Redenção do homem, planejada pelo Pai, executada pelo Filho e o Espírito Santo dá a apropriação.

Como foi que Cristo fez essa redenção.
- Ele deve se identificar com a pecaminosidade da ração humana (Filipenses 2:5-8);
- Ele deve vir sob a operação da Lei do Pecado e da Morte, ou seja, em natureza idêntica ao do ser humano;
- Manifestar a obra mais alta da Lei – A Lei do Espírito de Vida (Romanos 8:2);
- Como o Deus homem glorificado, se torna o cabeça de uma nova criação de seres humano remidos (I João 3:2; Romanos 8:29).

Cristo se torna o princípio de todo o viver e ser do crente.
Nessa verdade estão incluídas estas condições:
- Cristo Jesus envolve o crente em sua própria vida;
- Ele separa o crente em si mesmo de todas as influências hostis;
- Ele protege em si mesmo todos os perigos e inimigos de sua vida;
- Ele provê e supre nEle mesmo tudo o que é necessário.

As expressões em Cristo e Cristo em nós – revelam a história do Evangelho.

A obra redentora de Cristo é uma obra completa não necessitando de coisa alguma.

10 de ago. de 2013

LIBERDADE, LIBERDADE!


Disse, pois, Jesus aos judeus que haviam crido nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. João 8:31,32.

O Senhor Jesus Cristo enfatiza que nEle somos livres, pelo conhecimento da verdade (Lucas 4:18).
O Apóstolo Paulo também ensina sobre a nossa liberdade em Cristo (Romanos 8:1,2; II Coríntios 3:17; Gálatas 2:4, 5:13).
O ser livre é a realidade de quem está em Cristo e somos livres da:
·         Lei – Romanos 7:6, 8:2;
·         Maldição da Lei – Gálatas 3:13;
·         Temos da Morte – Hebreus 2:15;
·         Pecado – Romanos 6:7,18;
·         Corrupção – Romanos 8:21;
·         Escravidão do Homem – I Corintios 9:19; Gálatas 2:4.

O Apóstolo Pedro em sua I Carta no capítulo 5:8 diz que o diabo anda como leão buscando a quem possa tragar, por isso que o Apóstolo Paulo nos exorta dizendo para não deixarmos espaço para que Satanás não alcance vantagem sobre nós, porque não ignoramos os seus ardis (II Coríntios 2:10,11).
Segundo o Apóstolo Pedro uma das armadilhas de Satanás é nos prender em ansiedades (I Pedro 5:7). O Senhor Jesus Cristo já havia ensinado sobre isso (Mateus 6:25,27-28,31,34). Pedro continua alertando para resistirmos firmes na fé (I Pedro 5:9).



A FÉ É A NOSSA ESPERANÇA, SEGURANÇA E CONSOLO.

18 de jun. de 2013

SEMENTE


“Em verdade, em verdade vos digo: se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só, mas se morrer produz muito fruto.” João 12:24.


Quando o Senhor Jesus profere estas palavras, Ele estava falando de si mesmo como o grão de trigo que tendo vindo a terra deveria morrer pelos pecados do mundo (João 1:29). Ainda que Ele mesmo também fosse o semeador conforme a parábola dita em Lucas 8: 4-8. Já que Jesus morreu na cruz em nosso lugar, devemos nós como seus seguidores (discípulos) fazermos o mesmo. Assim sendo também somos semeadores e sementes, que assim como Jesus devemos negar a nós mesmos e tomar a cruz a cada dia (Mateus 16:24), morrer a cada dia para nós mesmos, tornando-nos assim uma semente que dará muito fruto. Ao mesmo tempo somos semeadores e como semeadores estamos a todo tempo lançando sementes por onde passamos e onde convivemos socialmente seja em casa, no trabalho, no estudo, no esporte, e por ai afora.
Em Gálatas 6:7, diz que de Deus não se zomba, pois aquilo que o homem semear, o que semeou ele colherá, aqui entra uma lei chamada de Lei da Semeadura e da Colheita. Também nos mostra que sempre estamos semeando e continuamente estaremos colhendo, seja a semeadura na carne, que colheremos corrupção ou semeadura no Espírito, que colheremos vida eterna. Seja qual for o tipo de semente, certamente teremos uma colheita.  Afinal o que são essas sementes que estamos semeando? Assim como Jesus a semente é tudo aquilo que somos e que temos (palavras, atos, bens). Algumas sementes que estamos semeando continuamente: Pensamentos, Amor, Tempo, Paciência, Misericórdia, Bondade, Dinheiro, Orações, Gratidão, para falarmos de semente positivas. Também semeamos sementes negativas: Pensamentos, ódio, desamor, impaciência, rancor, maldade, dinheiro, ingratidão.
Um princípio que Deus estabeleceu é que daremos fruto segundo a nossa espécie, como foi estabelecido em Gênesis 1:11, que toda árvore dará fruto segundo a sua espécie, assim nós também daremos fruto segundo a nossa espécie. Se, sou um crente carnal, certamente estarei semeando e dando fruto da carne, mas, se sou espiritual estarei semeando e dando fruto espiritual. Aqui há uma necessidade de sabermos com clareza que tipo de espécie eu sou. O Senhor Jesus também nos deixou uma grande dica sobre como saber isso. Em Mateus 7:16-18, diz que pelo fruto saberemos o tipo de árvore, ou seja, a espécie dessa árvore. Para que eu saiba que espécie de árvore sou, devo olhar para aquilo que estou produzindo em minha vida. Se o produto da minha vida mostrar um fruto bom, sou uma espécie de árvore boa, mas, se o fruto for ruim, sou uma espécie de árvore ruim.

Deve buscar em Deus me tornar uma árvore que produza fruto bom, e que as sementes que estou semeando também gerem frutos bons. Para me tornar em uma árvore boa preciso permitir a atuação do Espírito Santo em minha vida, tirando tudo àquilo que não procede de Deus, para que o fruto do Espírito possa fluir através de mim. O início desse processo começa quando eu nego a mim mesmo e tomo a cruz a cada dia, agindo assim o Espírito começa uma obra restauradora, fazendo de mim uma árvore má em uma árvore boa, que produza bons frutos.

4 de set. de 2009

PRESENÇA DO SENHOR (parte 2)




No último artigo sobre a Presença do Senhor, entendemos que a sua Presença vem através de pessoas. Assim como eram os Levitas quem traziam a arca e a arca representa a Presença de Deus, assim nós como sacerdotes (I Pedro 2:9) trazemos a Presença de Deus.
A arca em si não tinha nada, mas o que estava no interior da arca era o ponto chave da Presença de Deus se manifestar. Vamos colocar nossa atenção na arca e vejamos o que Deus orienta. Êxodo 37:1-5 – o mandamento do Senhor em fazer a arca era para ser feita de madeira, madeira de acácia e revestida por dentro e por fora com ouro. Essa árvore que veio toda a madeira para a construção do Tabernáculo e das peças de mobília, conforme Êxodo 25. A acácia do Sinai é espinhosa, cheio de nós e é toda torcida, em hebraico, chamada de seneh, que deu origem a palavra Sinai e também é chamada shittim, possui frutos e inflorescências de cor vermelha, dão a impressão de longe que a planta esta pegando fogo. Nasce no vale do Jordão desenvolvendo-se do mar morto ao mar da Galiléia. Essa madeira fala da natureza humana, uma natureza pecaminosa.
O ouro que foi revestida, pala da glória de Cristo (ICorintios 5:17; Colossenses 1:27; Lucas 24:49). Assim foi feito conosco, ainda em pecado fomos salvos e formos revestidos de Cristo. Em nós mesmos não temos nada de bom, nada que se aproveite, pois tudo o que sai do homem gera morte. Agora revestidos de Cristo podemos resplandecer essa glória, não é nossa, e não vem de nós, mas é Cristo em nós, esperança da Glória. Quando as pessoas nos olham e vêem algo bom, não é nosso, mas é Cristo sendo revelado em nós.
Dentro da arca haviam três coisas que Deus tinha sido orientado ser guardado, essas três coisas é que fazem com que a presença de Deus seja manifestada.
A primeira coisa que tinha na arca era;
As Tabuas da Lei – que fala da aliança de Deus com o homem. Hoje a aliança de Deus com o homem está em Cristo que é a Palavra feito carne vindo em direção ao homem. Essa aliança que é a Palavra de Deus deve habitar em nós (Colossenses 3:16; Efésio 3:16; I Corintios 1:5,6). Não podemos viver o cristianismo sem a Palavra Viva de Deus em nós. O cristianismo não uma religião cheio de dogmas, preceitos, regras, não é um sistema religioso, mas é, Vida, é Cristo vivendo em nós.
A segunda:
Uma porção de Maná – Pão do céu – isto fala de alimento, comunhão – precisamos nos alimentar com a Palavra de Deus (Mateus 4:4) o relacionamento com irmãos em Cristo, a vivência em comunidade, como se refere a própria palavra comunhão = comum + união ou seja que tenhamos tudo em comum conforme: Atos 2:42; I Corintios 10:16,17; I João 1:3,7).
A terceira:
Vara de Arão que floresceu – aqui fala do poder de Deus habitando em nós e através de nós, esse poder é para cumprir o mandamento principal dado pelo Senhor Jesus que é o ser testemunha. Não para usarmos desse poder segundo nosso bem entender, como exibicionismo em expulsão de demônios, curas e tantas outras coisas que vemos por aí e que deprecia a pessoa do Senhor Deus e do próprio cristianismo. O ministério mais importante da Igreja e dos membros é serem Testemunha, foi para isso que o Senhor Jesus deu-nos o Espírito Santo (Atos 1:8). O Espírito Santo em nós é o poder de Deus e quando por esse poder formos pregarmos o Evangelho dar-se-á curas, expulsão de demônios e outros atos relacionados a esse poder (Marcos 16:17,18). O Poder de Deus habitando em nós somos capacitados para toda boa obra e isso glórifica ao Senhor Deus e traz honra ao cristianismo (II Corintios 4:6,7; 12:9), porque não vem de nós, mas é na nossa fraqueza e em vasos de barro que isso acontece.
O entendimento e o ensino que tiramos é que três coisas são prioritárias em nossas vidas:
• A prática da Palavra de Deus (o viver) conforme Mateus 7:24. Essa prática vem de ouvir a Palavra de Cristo e obedecer;
• A comunhão com Deus e com os irmãos é isso que nos ajuda, fortalece, nos anima a praticarmos todo o ensino do Senhor (Atos 2:42; I João 1:6,7);
• O Poder de Deus em nós para cumprirmos o ministério comum a todos os santos e se formos chamados a um ministério específico ( Atos 4:33; 6:8; Romanos 15:9; I Corintios 2:4; 4:20).

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