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2 de fev. de 2022
13 de abr. de 2017
VIVENDO ACIMA DA LEI
Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim ab-rogar, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei sem que tudo seja cumprido. Qualquer, pois que violar um destes menores mandamentos e assim ensinar aos homens será chamado menor no Reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no Reino dos Céus. Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no Reino dos Céus. Mateus 5:17-20
Neste texto o Senhor Jesus deixa muito claro que ele não veio destruir a lei, ou seja, cancela-la como muitos esperavam, mas, afirma que veio cumprir. Isso ele reafirma no verso 18, quando diz que nem um jota ou til se omitirá da lei sem que tudo seja cumprido. A justiça de Deus que estava na lei tinha de ser cumprida, nada poderia ser violado nem mesmo o menor dos mandamentos e se alguém assim o fizesse e o ensinasse seria considerado menor no Reino de Deus e aquele que o cumprisse e ensinasse seria chamado grande no Reino de Deus. Jesus estava mostrando que os fariseus estavam entre os que seriam chamados menores no reino e isso vemos no verso 20 quando ele alerta os discípulos de excederem a justiça do fariseu. Jesus veio para cumprir a lei no sentido de estabelecer, de esclarecer o verdadeiro intuito e propósito da lei, cumprindo a lei ele estava mostrando o espírito da lei. No verso 20 Jesus enfaticamente roga aos discípulos para que a justiça deles tinha de exceder o justiça dos Fariseus e dos Escribas senão não entrariam no Reino dos céus. Qual era a justiça dos fariseus e escribas? Eles eram religiosos, legalistas, cumpridores dos detalhes da lei, mas o seu coração estava longe da lei, viviam exteriormente essa lei. Jesus está condenando a justiça dos fariseus e escribas porque ele obedeciam a letra da lei e a desobedeciam no espírito o significado da lei. Eles ficavam orgulhosos do que faziam na religião e acreditavam que isso os tornaria justos. O desafio que Jesus nos dá é muito grande! Para vivermos acima da religiosidade, acima do que fazemos na religião. Para vivermos como Jesus nos pede é necessário uma transformação interior. Essa transformação só pode ser realizada pelo Espírito Santo em nós. A Justiça pela qual devamos viver é a justiça que nos foi imputada através do Obra de Cristo no Gólgota. “Mas, agora, se manifestou, sem a lei, a justiça de Deus, tendo o testemunho da lei e dos Profetas, isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos e sobre todos os que creem; porque não há diferença. Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus, ...” Romanos 3:21-24. Essa é a justiça sob a qual devemos viver como filhos do Reino dos céus. Qualquer outra justiça que anule essa justiça é condenada pela Palavra de Deus. Que possamos viver dia a dia debaixo dessa justiça, que Jesus seja a nossa justiça.#RENOVANDOOENTENDIMENTO
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18 de ago. de 2013
Estado Laico e Religião
Vivemos um estado laico ou apenas uma aparência?
Estamos em
momentos de grande conflito e discussão sobre a influência da religião no Estado
e vice-versa, sendo que este conflito discussão já é objeto de estudos em
Ciências da Religião como em outras áreas de estudos.
Para
entendermos mais sobre esta discussão, o estado laico e a religião, precisamos
entender o que significa estado laico.
Estado laico
significa um país ou nação com uma posição neutra no campo religioso. É também
conhecido como Estado secular, o Estado laico tem como princípio a
imparcialidade em assuntos religiosos, não apoiando ou discriminando nenhuma
religião.
A
Constituição brasileira no seu artigo 5º paragrafo VI dá liberdade de
consciência e de crença e assegura o livre exercício dos cultos religiosos, a
proteção aos locais de cultos.
Isto pressupõe
a não intervenção da Igreja no Estado e a intervenção do Estado na Igreja se
baseia nessa mesma pressuposição. A posição de laicidade do Estado brasileiro
demonstra uma separação entre Estado e Igreja. Essa separação é afirmada pelas
Escrituras Sagradas (Bíblia).
Neste breve
artigo usaremos a religião no sentido de Cristianismo e suas vertentes, a
maioria das instituições religiosas identificou-se com o cristianismo (como por
exemplo: o Espiritismo que utiliza inclusive a bíblia em muitos de seus
encontros, a Testemunha de Jeová e outras), excetua-se aqui a religiões afras
ainda que muitos de seus seguidores professem também a religião cristã visto o
sincretismo que há.
Quando
falamos ou pensamos em Estado/Religião lembramos que desde o início da civilização
a religião sempre influenciou o Estado, como nos tempos mais remotos sobre tudo
no Antigo Egito, isto porque o relacionamento homem e Deus antecedem a própria
civilização, pois foi o homem criado a imagem de Deus, para ser nesta terra um
representante deste Deus criador e a partir dessa representação iniciar toda a
civilização, partindo da primeira família e encher a terra, mandamento do
próprio Deus.
Com o advento
do pecado o homem aparta-se de Deus e inicia o enchimento da terra agora a
partir de sua própria visão egoística e centralizada no homem e não em Deus.
Este conflito e discussão nada mais são do que o homem tentando afirmar-se como
homem independente de Deus deixando-o fora dos assuntos relacionados com vida,
ordem, organização, governo e etc.
As Sagradas
Escrituras afirmam que Deus separou um povo especial para ser seu, um povo de
deveria estar apartado do mundo, sendo governado pelo próprio Deus (Êxodo 19:5,
6; Deuteronômio 7:6; 14:2). Um povo santo quer dizer um povo separado a palavra
santo significa separado para... . Essa
mesma Escritura afirma que esse povo está no mundo, mas não pertence ao mundo,
mandando não amar o mundo – João 15:19; I João 2:15; (mundo aqui não são as pessoas e sim o sistema
pelo qual o mundo atua).
Por estar no
mundo, mas não pertencer a este mundo manda também as Escrituras que se
sujeitem as autoridades existentes (Romanos 13:1-7), independentes se essas
autoridades são boas ou ruins, se governam bem ou mal, se trazem coisas boas ou
ruins, a posição nesta relação é de sujeição, somente em um caso bem específico
se deve não sujeitar no caso de uma ordem ou lei imposta por essa autoridade
que contrarie as Sagradas Escrituras (Atos 4:18,19).
Toda a
Escritura Sagrada ordena a não união com o mundo (governo) por se tratar de
adultério espiritual contra Deus (Tiago 4:4). Deus sempre desejou governar os
homens desde a criação, o pecado impediu isso, Deus elege um povo em Abraão e
esse povo também impede esse governo quando inveja as outras nações que tinham
um rei e pedem um rei para eles (I Samuel 8:6,) aqui esse povo escolhido faz
amizade com o mundo e Deus lhes adverte qual seria o direito do rei, “Este será o direito do rei que houver de
reinar sobre vós: ele tomará os vossos filhos e os empregará no serviço dos
seus carros e como seus cavaleiros, para que corram adiante deles; e os porá
uns por capitães de mil e capitães de cinquenta; outros para lavrarem os seus
campos e ceifarem as suas messes; e outros para fabricarem suas armas de guerra
e o aparelhamento de seus carros. Tomará vossas filhas para perfumistas,
cozinheiras e padeiras. Tomará o melhor das vossas lavouras, e das vossas
vinha, e dos vossos olivais e o dará aos seus servidores. As vossas sementeiras
e as vossas vinhas dizimará, para dar aos seus oficiais e aos seus servidores.
Também tomará os vossos servos e as vossas servas, e os vossos melhores jovens,
e os vossos jumentos e os empregará no seu trabalho. Dizimará o vosso rebanho,
e vós lhe serei por servos”.
Por todas
essas coisas do passado estamos agora vivendo debaixo do governo humano,
gostemos ou não, aceitemos ou não, estamos sujeitos as suas leis boas ou ruins.
Atualmente o tipo de governo que temos permite ao cidadão protestar, mas isso
não significa que obterá o que deseja o seu protesto, se o governo for bom,
ganha, se for mau, perde.
Será que
realmente estamos vivendo um Estado laico, se os que estão em posição de
autoridade seja ela como Presidente do Brasil, Senadores, Deputados e tantas
outras autoridades constituídas, essas mesmas autoridades exercem também a
liberdade quanto a crença, ora se temos Católicos, outros Evangélicos e outro
de outras religiões, podemos realmente estar vivendo um Estado laico, ou
estamos queiramos ou não sendo conduzidos por essas crenças diversas. O
conflito e discussão, sobre Estado laico e Religião, advêm exatamente dessa diversidade
de crença nas posições de autoridade. Um grande exemplo disso aconteceu em 2010
quando o então Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, promulga, com força de
lei, o Estatuto Jurídico da Igreja Católica no Brasil, que prevê verbas públicas
para preservação de templos e bens culturais da Igreja Romana. Outro exemplo, os
300 milhões gastos com a vinda do Papa Francisco e a realização da Jornada
Mundial da Juventude, sendo parte deste montante vindo dos cofres públicos.
Podemos
afirmar categoricamente que estamos vivendo um Estado laico? Temos uma
aparência de Estado laico, na verdade temos um Estado comprometido com a
religião e a religião da maioria, sendo que a minoria deve acreditar no que a
Constituição Brasileira diz ser um Estado Laico.
Proclama-se
um Estado laico para defender uma minoria que deseja a legalização do aborto,
da homossexualidade, deixando de agir com um Estado laico e democrático onde a
decisão da maioria é que conta. Mas vivemos um Estado laico e democrático onde
o desejo e a decisão de minoria é que conta.
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26 de out. de 2009
HALLOWEEN
A origem do halloween remonta às tradições dos povos que habitaram a Gália e as ilhas da Grã-Bretanha entre os anos 600 a.C. e 800 d.C., embora com marcadas diferenças em relação às atuais abóboras ou da famosa frase "Gostosuras ou travessuras", exportada pelos Estados Unidos, que popularizaram a comemoração. Originalmente, o halloween não tinha relação com bruxas. Era um festival do calendário celta da Irlanda, o festival de Samhain, celebrado entre 30 de outubro e 2 de novembro e marcava o fim do verão (samhain significa literalmente "fim do verão" ).A celebração do Halloween tem duas origens que no transcurso da História foram se misturando:Origem Pagã
A origem pagã tem a ver com a celebração celta chamada Samhain, que tinha como objetivo dar culto aos mortos. A invasão das Ilhas Britânicas pelos Romanos (46 A.C.) acabou mesclando a cultura latina com a celta, sendo que esta última acabou minguando com o tempo. Em fins do século II, com a evangelização desses territórios, a religião dos Celtas, chamada druidismo, já tinha desaparecido na maioria das comunidades. Pouco sabemos sobre a religião dos druidas, pois não se escreveu nada sobre ela: tudo era transmitido oralmente de geração para geração. Sabe-se que as festividades do Samhain eram celebradas muito possivelmente entre os dias 5 e 7 de novembro (a meio caminho entre o equinócio de verão e o solstício de inverno). Eram precedidas por uma série de festejos que duravam uma semana, e davam início ao ano novo celta. A “festa dos mortos” era uma das suas datas mais importantes, pois celebrava o que para nós seriam “o céu e a terra” (conceitos que só chegaram com o cristianismo). Para os celtas, o lugar dos mortos era um lugar de felicidade perfeita, onde não haveria fome nem dor. A festa era celebrava com ritos presididos pelos sacerdotes druidas, que atuavam como “médiuns” entre as pessoas e os seus antepassados. Dizia-se também que os espíritos dos mortos voltavam nessa data para visitar seus antigos lares e guiar os seus familiares rumo ao outro mundo.
Origem Cristã
Desde o século IV a Igreja da Síria consagrava um dia para festejar “Todos os Mártires”. Três séculos mais tarde o Papa Bonifácio IV († 615) transformou um templo romano dedicado a todos os deuses (panteão) num templo cristão e o dedicou a “Todos os Santos”, a todos os que nos precederam na fé. A festa em honra de Todos os Santos, inicialmente era celebrada no dia 13 de maio, mas o Papa Gregório III(† 741) mudou a data para 1º de novembro, que era o dia da dedicação da capela de Todos os Santos na Basílica de São Pedro, em Roma. Mais tarde, no ano de 840, o Papa Gregório IV ordenou que a festa de Todos os Santos fosse celebrada universalmente. Como festa grande, esta também ganhou a sua celebração vespertina ou vigília, que prepara a festa no dia anterior (31 de outubro). Na tradução para o inglês, essa vigília era chamada All Hallow’s Eve (Vigília de Todos os Santos), passando depois pelas formas All Hallowed Eve e “All Hallow Een” até chegar à palavra atual “Halloween”.
Fonte: Wikipédia
Analisando isto, podemos dizer que participar do Holloween é voltar para o paganismo, cultuar os mortos, adorar bruxas, pois o celtas vivam o ocultismo em seus rituais. Não vemos a possíbilidade de alguém que se diz Critão Autentico participar desta festa. A Festa do Halloween é uma forma de sacrifício ainda que pareça uma simples festa tradicional da língua inglesa, mesmo assim não deixa de ser um sacrifício. Um cristão autentico não tem participação nisso, porque se participarmos estaremos nos fazendo cumplice dos pecados de quem os pratica, conforme I Corintios 10:18 e 20 – Observai o povo de Israel: por acaso os que comem dos sacrifícios não são participantes do altar?...Não antes digo que as coisas que sacrificam, sacrificam-nas a demônios, e não a Deus. E não quero que tenhais comunhão com os demônios; I Timóteo 5:22 - ..... nem participes dos pecados dos outros; conserva-te puro.
Com isto desejo avivar o senso crítico em cada um que lê esse texto, para que possamos evitar situações difícies amanhã.
24 de set. de 2009
RELIGIÃO: Ordenção Divina ou Invenção Humna
Após o adven
to de Cristo e instauração por Cristo da Igreja, o que hoje conhecemos como cristianismo se tornou uma religião muito depois de Cristo e os Apóstolos, Foi durante o que a história da Igreja conta que os ensinos de Cristo se tornaram em conceitos e ritos religiosos. Será que essa era a intenção de Jesus, quando este veio ano mundo e começou a ensinar?
Se não, porque os ensinos de Jesus se tornaram uma religião?
Afinal, o que significa religião?
Até hoje muitos estudiosos tentaram criar uma definição para a palavra religião, mas até o momento não uma definição que seja aceita universalmente. A definição que mais tem sido divulgada dentre tantas definições, está ligada a etimologia da palavra religião, ou seja, segundo alguns escritores, vem do latim “religio” usado na vulgata, que significa prestar culto a uma divindade, ligar novamente ou simplesmente religar. Segundo a “Wikipédia: religião deriva da palavra religio, mas desconhece-se ao certo que relações estabelece religo com outros vocábulos. Aparentemente o mundo latino anterior ao nascimento do cristianismo, religio referia-se a um estilo de comportamento marcado pela rigidez e pela precisão”. Por este motivo a palavra religioso é usada no sentido de que uma coisa seja repetida sistematicamente ou por sua pontualidade, como por exemplo: “Religiosamente ele vem todos os dias neste horário” e outras frases semelhantes a esta onde o religo latino aparece.
Um conceito aceito e difundido entre os pensadores é que a religião demonstra ter surgido do desejo de encontrar um significado e propósitos definitivos para a vida, geralmente centrado na crença e ritual a um ser (ou seres) sobrenatural.
O Surgimento da Religião
Segundo o que temos visto sobre o significado de religião, sobressai de que o grande sentido da religião é o homem tentando chegar a Deus através de seu culto, conjunto de rituais e códigos morais.
Quando o homem começou a fazer isso?
Para sabermos disso precisamos olhar para a Bíblia (que é o livro mais confiável até o presente momento e o será eternamente, o mais vendido, o mais lido, o de maior tiragem). Até o capitulo 10 de Gênesis ( o livro dos começos) notamos que não havia uma forma ou rituais claros, definidos do homem chegando a Deus, pois está relatado que era Deus chegando ao homem, mesmo quando Adão pecou no jardim do Éden, foi Deus quem veio em direção ao homem, o homem por outro lado se escondeu de Deus. Mas quando chegamos ao capitulo 11:1-9- temos o homem criando algo para chegar a Deus que foi a torre d
e Babel. Essa torre segundo relatos bíblicos, sua localização teria sido na planície entre o rio Tigre e o Eufrates, atual Iraque, uma região estrategicamente boa por ser muito fértil. Foi neste lugar que foi fundado a cidade de Babilônia, não podemos entender Babel sem a cidade Babilônia. Babilônica vem do acadiana Bâb-ilu, que significa “Portão de Deus”. Isto mostra corretamente o propósito religioso das grandes torres-templo. Os zigurates eram torres-templo com escadas eram vistos como portões para os deuses descerem a terra, escadas literais para o céu.
Vamos nos prender ao texto do Gênesis.
Características da Torre de Babel:
A primeira coisa que aparece claramente é a criação de alguma coisa para construir algo; criaram o tijolo para ficar no lugar de pedra, a pedra é algo da natureza simbolizando o material vindo da parte de Deus, o tijolo era feito de barro, mostrando os artifícios e independência de Deus, edificaram uma cidade com uma torre com os objetivos:
Tocar o céu – chegar a Deus era a intenção. Nós vamos a Deus, somos capazes de fazermos algo para chegar a Deus, não precisamos que ele venha nós.
Tornar o nome célebre – com essa atitude torna o nome conhecido, amado, honrado, famoso, etc. Isso não soa familiar? Não vemos e ouvimos crentes insistindo pelo nome da denominação? Não é isso que vemos nos testemunhos dados pela televisão “Quando conheci a Igreja Tal, minha vida mudou”, não ouvimos “pastores, apóstolos, bispos” dizerem “Venha para nossa Igreja, pois aqui acontece mais milagres que lá (esse lá é desfazendo uma outra que faz a mesma coisa)”. Será que alguém já observou que as construções religiosas (Igreja) existe uma torre?
A Ação de Deus
Tornar o nome célebre e edificar uma torre que toca o céu, sem sombra de dúvida é orgulho, soberba do homem, quando isto acontece sempre gera uma ação da parte de Deus. A ação de Deus foi confundir as línguas. Quando o cristianismo se tornou uma religião ouve também uma ação de Deus, assim como os homens foram dispersos pelo mundo cada com sua língua, assim hoje temos uma infinidade de denominações cristãs espalhadas pela face da terra e cada uma com sua linguagem específica e muitas vezes guerreando umas conta as outras. A partir dessa ação de Deus Babel agora recebe um novo significado: deixa de ser Portão de Deus para ser Confusão. Todas as religiões seja elas cristãs ou não tem sua raiz na Babel. Em Apocalipse 14:8 – “E outro anjo seguiu, dizendo: Caiu, caiu [Babilônia], aquela grande cidade, que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua prostituição”. Apocalipse 17:5 – “E na sua testa estava escrito o nome: Mistério, a grande [Babilônia], a mãe das prostituições e abominações da terra”.
O Advento de Cristo
Quando Jesus veio ao mundo e ao seu povo encontro uma Babilônia?
Sim. Durante os 400 anos de se diz do silêncio de Deus, os judeus criaram sua torre de Babel. Criaram o sistema religioso judaico – judaísmo que não havia até o aparecimento no cenário bíblico dos Macabeus e a partir daí nasceu o judaísmo. Neste sistema havia:
Sinédrio – era um grupo de estudiosos resposável pela religião, política e economia;
Sinagoga – era o local onde essa religião era expressa;
Fariseu – uma facção do judaísmo;
Saduceu – outra facção do judaísmo, somente para falarmos das mais importantes, havia outras.
Escribas – conhecido como os interpretes da Lei.
Jesus combateu este sistema que era baseado na torah, mas cercado de conceitos humanos com seus rituais próprios. Citarei alguns embates de Jesus com esse religiosos: Mateus 12:1-14; 16:5-12 e a censura grave aos religiosos do capítulo 23.
Este sistema para matar Jesus quebrou alguns princípios por eles instituídos:
- Reuniram-se na casa do sumo sacerdote – as reuniões aconteciam no templo;
- Essa reunião foi a noite – as reuniões deveriam ser durante o dia com exceção em dias de festa e sábado.
Isso mostra que a religião mata, o sistema nos acorrenta, nos escraviza. Todo religioso torna-se um hipócrita, pois fala e não faz, condena, mas vive naquilo que condena.
O que Jesus veio fazer
Jesus não trouxe uma religião, Ele trouxe vida – João 3:16; ¨6:33,63; 10:10; 14:6; 20:31.
Ele veio salvar o homem dos seus pecados e introduzi-lo no relacionamento com Deus Pai assim como Jesus o Filho tinha. Jesus não impôs regras pois muitas vezes disse: João 4:34; 5:19,30.
Por isso a Igreja apresentada por Jesus e pelos apóstolos fala de: corpo, família, mostra relacionamentos e não ritos e dogmas.
A comunhão com Deus não é através de nossos rituais, não é pelo fato de cumprirmos ou não os mandamentos, mas é por causa de Cristo.É Ele o fator principal de termos comunhão com Deus, não são rituais, normas que nos dá isso, é Cristo. O nosso andar com Deus é vida, que brota da Cruz, do Calvário.
Viva com Deus por amor, isso gera vida e essa vida é vivida pela fé. Fé no Filho de Deus. Largue a religiosidade, isto nos consome.
to de Cristo e instauração por Cristo da Igreja, o que hoje conhecemos como cristianismo se tornou uma religião muito depois de Cristo e os Apóstolos, Foi durante o que a história da Igreja conta que os ensinos de Cristo se tornaram em conceitos e ritos religiosos. Será que essa era a intenção de Jesus, quando este veio ano mundo e começou a ensinar?Se não, porque os ensinos de Jesus se tornaram uma religião?
Afinal, o que significa religião?
Até hoje muitos estudiosos tentaram criar uma definição para a palavra religião, mas até o momento não uma definição que seja aceita universalmente. A definição que mais tem sido divulgada dentre tantas definições, está ligada a etimologia da palavra religião, ou seja, segundo alguns escritores, vem do latim “religio” usado na vulgata, que significa prestar culto a uma divindade, ligar novamente ou simplesmente religar. Segundo a “Wikipédia: religião deriva da palavra religio, mas desconhece-se ao certo que relações estabelece religo com outros vocábulos. Aparentemente o mundo latino anterior ao nascimento do cristianismo, religio referia-se a um estilo de comportamento marcado pela rigidez e pela precisão”. Por este motivo a palavra religioso é usada no sentido de que uma coisa seja repetida sistematicamente ou por sua pontualidade, como por exemplo: “Religiosamente ele vem todos os dias neste horário” e outras frases semelhantes a esta onde o religo latino aparece.
Um conceito aceito e difundido entre os pensadores é que a religião demonstra ter surgido do desejo de encontrar um significado e propósitos definitivos para a vida, geralmente centrado na crença e ritual a um ser (ou seres) sobrenatural.
O Surgimento da Religião
Segundo o que temos visto sobre o significado de religião, sobressai de que o grande sentido da religião é o homem tentando chegar a Deus através de seu culto, conjunto de rituais e códigos morais.
Quando o homem começou a fazer isso?
Para sabermos disso precisamos olhar para a Bíblia (que é o livro mais confiável até o presente momento e o será eternamente, o mais vendido, o mais lido, o de maior tiragem). Até o capitulo 10 de Gênesis ( o livro dos começos) notamos que não havia uma forma ou rituais claros, definidos do homem chegando a Deus, pois está relatado que era Deus chegando ao homem, mesmo quando Adão pecou no jardim do Éden, foi Deus quem veio em direção ao homem, o homem por outro lado se escondeu de Deus. Mas quando chegamos ao capitulo 11:1-9- temos o homem criando algo para chegar a Deus que foi a torre d
e Babel. Essa torre segundo relatos bíblicos, sua localização teria sido na planície entre o rio Tigre e o Eufrates, atual Iraque, uma região estrategicamente boa por ser muito fértil. Foi neste lugar que foi fundado a cidade de Babilônia, não podemos entender Babel sem a cidade Babilônia. Babilônica vem do acadiana Bâb-ilu, que significa “Portão de Deus”. Isto mostra corretamente o propósito religioso das grandes torres-templo. Os zigurates eram torres-templo com escadas eram vistos como portões para os deuses descerem a terra, escadas literais para o céu.Vamos nos prender ao texto do Gênesis.
Características da Torre de Babel:
A primeira coisa que aparece claramente é a criação de alguma coisa para construir algo; criaram o tijolo para ficar no lugar de pedra, a pedra é algo da natureza simbolizando o material vindo da parte de Deus, o tijolo era feito de barro, mostrando os artifícios e independência de Deus, edificaram uma cidade com uma torre com os objetivos:
Tocar o céu – chegar a Deus era a intenção. Nós vamos a Deus, somos capazes de fazermos algo para chegar a Deus, não precisamos que ele venha nós.
Tornar o nome célebre – com essa atitude torna o nome conhecido, amado, honrado, famoso, etc. Isso não soa familiar? Não vemos e ouvimos crentes insistindo pelo nome da denominação? Não é isso que vemos nos testemunhos dados pela televisão “Quando conheci a Igreja Tal, minha vida mudou”, não ouvimos “pastores, apóstolos, bispos” dizerem “Venha para nossa Igreja, pois aqui acontece mais milagres que lá (esse lá é desfazendo uma outra que faz a mesma coisa)”. Será que alguém já observou que as construções religiosas (Igreja) existe uma torre?
A Ação de Deus
Tornar o nome célebre e edificar uma torre que toca o céu, sem sombra de dúvida é orgulho, soberba do homem, quando isto acontece sempre gera uma ação da parte de Deus. A ação de Deus foi confundir as línguas. Quando o cristianismo se tornou uma religião ouve também uma ação de Deus, assim como os homens foram dispersos pelo mundo cada com sua língua, assim hoje temos uma infinidade de denominações cristãs espalhadas pela face da terra e cada uma com sua linguagem específica e muitas vezes guerreando umas conta as outras. A partir dessa ação de Deus Babel agora recebe um novo significado: deixa de ser Portão de Deus para ser Confusão. Todas as religiões seja elas cristãs ou não tem sua raiz na Babel. Em Apocalipse 14:8 – “E outro anjo seguiu, dizendo: Caiu, caiu [Babilônia], aquela grande cidade, que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua prostituição”. Apocalipse 17:5 – “E na sua testa estava escrito o nome: Mistério, a grande [Babilônia], a mãe das prostituições e abominações da terra”.
O Advento de Cristo
Quando Jesus veio ao mundo e ao seu povo encontro uma Babilônia?
Sim. Durante os 400 anos de se diz do silêncio de Deus, os judeus criaram sua torre de Babel. Criaram o sistema religioso judaico – judaísmo que não havia até o aparecimento no cenário bíblico dos Macabeus e a partir daí nasceu o judaísmo. Neste sistema havia:
Sinédrio – era um grupo de estudiosos resposável pela religião, política e economia;
Sinagoga – era o local onde essa religião era expressa;
Fariseu – uma facção do judaísmo;
Saduceu – outra facção do judaísmo, somente para falarmos das mais importantes, havia outras.
Escribas – conhecido como os interpretes da Lei.
Jesus combateu este sistema que era baseado na torah, mas cercado de conceitos humanos com seus rituais próprios. Citarei alguns embates de Jesus com esse religiosos: Mateus 12:1-14; 16:5-12 e a censura grave aos religiosos do capítulo 23.
Este sistema para matar Jesus quebrou alguns princípios por eles instituídos:
- Reuniram-se na casa do sumo sacerdote – as reuniões aconteciam no templo;
- Essa reunião foi a noite – as reuniões deveriam ser durante o dia com exceção em dias de festa e sábado.
Isso mostra que a religião mata, o sistema nos acorrenta, nos escraviza. Todo religioso torna-se um hipócrita, pois fala e não faz, condena, mas vive naquilo que condena.
O que Jesus veio fazer
Jesus não trouxe uma religião, Ele trouxe vida – João 3:16; ¨6:33,63; 10:10; 14:6; 20:31.
Ele veio salvar o homem dos seus pecados e introduzi-lo no relacionamento com Deus Pai assim como Jesus o Filho tinha. Jesus não impôs regras pois muitas vezes disse: João 4:34; 5:19,30.
Por isso a Igreja apresentada por Jesus e pelos apóstolos fala de: corpo, família, mostra relacionamentos e não ritos e dogmas.
A comunhão com Deus não é através de nossos rituais, não é pelo fato de cumprirmos ou não os mandamentos, mas é por causa de Cristo.É Ele o fator principal de termos comunhão com Deus, não são rituais, normas que nos dá isso, é Cristo. O nosso andar com Deus é vida, que brota da Cruz, do Calvário.
Viva com Deus por amor, isso gera vida e essa vida é vivida pela fé. Fé no Filho de Deus. Largue a religiosidade, isto nos consome.
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