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É imensa satisfação receber sua visita a este blog. Meu desejo é que os artigos postado possam edificar, consolar sua vida. Caso algum artigo lhe seja útil e queira usar fique a vontade para isso, pois tudo é feito para Honra e Glória do Senhor Jesus Cristo. Um pedido quero fazer, se você foi edificado, consolado indique este blog ao seu círculo de relacionamento. Minha oração ao Pai do Senhor Jesus Cristo é que Ele lhe abençoe imensamente, com todo sorte de Bençãos espirituais nos lugares celestiais.

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21 de out. de 2019

PORTA E CAMINHO






Gálatas 3:11 -E é evidente que pela lei ninguém será justificado diante de Deus, porque o justo viverá da fé. Não confiar na Lei.

Hebreus 10:38 - Mas o justo viverá da fé; E, se ele recuar, a minha alma não tem prazer nele. Se recuar.

Romanos 1:17 - Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá da fé. Descobre a justiça de Deus.

É a Fé que nos justifica e é a Fé que nos mantém. A Fé deve ser crescente, continua e perseverante.

É de vital importância para nossa vida e permanência em Cristo entender que a Fé é o princípio da nossa caminhada. A Fé é governada por duas regras, representadas por uma Porta e por um Caminho. Aqueles que estão familiarizados com a experiência espiritual sabem que a Fé é constituída dos elementos Crer e Confiar. Há uma diferença entre um ato de Fé e uma atitude de Fé. Exercer um ato de fé é entrar pela Porta, manter uma atitude de Fé é percorrer o caminho.

Para entendermos melhor isso vejamos a experiência do povo de Deus com Josué (Josué 1:2,3 - Moisés, meu servo, é morto; levanta-te, pois, agora, passa este Jordão, tu e todo este povo, para a terra que eu dou aos filhos de Israel. Todo o lugar que pisar a planta do vosso pé, vô-lo tenho dado, como eu disse a Moisés.) Eles tinham fé? Sim, pois os incrédulos morreram no deserto.

Em Josué capítulo 3 diz, que atravessaram o Jordão, estão dando um ato de Fé, A Porta. Agora eles estão defronte a Jericó, cidade fortaleza. O povo agora precisa ter uma atitude de Fé e conquistar a Terra.  

Muitos cristãos têm ato de Fé, mas falta-lhes a atitude de Fé para conquistar a Terra. Uma atitude de Fé é permanecer firme no ato de Fé. Isto simplesmente é: Dei um passo de fé, agora devo caminhar tendo como base o passo de fé que foi dado, ou seja, me manter firma naquilo que iniciei. Uma porta e um caminho são os princípios da vida espiritual. Tanto a porta quanto o caminho devem ser considerados. Sem passar pela porta ninguém consegue percorrer o caminho.

Não pense que caminhar será fácil, o ato de fé é muitas vezes mais fácil do que o caminhar na fé, pois o inimigo jamais se renderá sem luta. Devemos travar a batalha espiritual, como o povo de Israel sob a liderança de Josué fez. Assim devemos nós também fazer. #renovandooentendimento

4 de ago. de 2014

ÁGUAS DE MORTE EM ÁGUAS DE VIDA

Êxodo 15: 23 – 27 – Então chegaram a Mara, mas não puderam beber as águas de Mara, porque eram amargas; por isso, chamou-se o seu nome Mara. E o povo murmurou contra Moisés, dizendo: Que havemos de beber? E ele clamou ao Senhor, e o Senhor mostrou-lhe um lenho que lançou nas águas, e as águas se tornaram doces, ali lhes deu estatutos e uma ordenação e ali os provou. E disse: Se ouvires atento a voz do Senhor, teu Deus, e fizeres o que é reto diante de seus olhos, e inclinares os teus ouvidos aos seus mandamentos, e guardares todos os seus estatutos, nenhuma das enfermidades porei sobre ti, que pus sobre o Egito; porque eu sou o Senhor, que te sara. Então vieram a Elim, e havia ali doze fontes de água e setenta palmeiras, e ali se acamparam junto das águas.


Três dias antes Deus faz um ato milagroso e maravilhoso, coisa que olhos não viram e ouvidos não ouviram. Deus abre o Mar vermelho e o todo o povo passa de pés secos e após Faraó e seus cavaleiros morrem dentro de mesmo mar que momentos antes mais ou menos dois milhões de pessoas passaram a pés secos. Mirian que era profetisa pega seu tamboril e tocando e dançando canta as maravilhas que Deus fez.
Agora chegam a um lugar chamado Mara que significa amarga, e ali o povo murmura. Apesar de ter visto o mar se abrir, de ter uma nuvem durante o dia os guiando e uma coluna de foco a noite, eles murmuram. Uma caminhada de três dias o povo estava sedento, pois no deserto bebe-se mais água que o normal e no deserto a água vale mais do que ouro. Quando o povo se depara com aquelas águas, porque tinham uma expectativa de pode saciar sua sede e essa expectativa não se realiza eles murmuram.  Isso também acontece conosco, apesar da grande libertação que Deus realizou para nós e em nós através da obra redentora de Cristo, quando nos confrontamos com problemas que para nós se equipara as água de Mara, e nossas expectativas não se realizam também murmuramos. Deus na sua grande misericórdia e amor mostra para Moisés um lenho, não sabemos que tipo de madeira era, mas uma coisa se enxergar neste lenho que após ser atirado nas águas de Mara, esse lenho realiza um milagre, as água de eram de morte se transformaram em águas de vida. O lenho aponta para nosso Senhor Jesus Cristo que como esse lenho foi jogado pelo Pai nas águas da morte em nosso lugar e as águas que eram de morte para nós se transformaram em águas de vida quando Ele foi morto em nosso lugar no gólgota.
Apesar da murmuração do povo Deus age com misericórdia e amor transformando as águas de Mara em águas de vida. Quando nos encontramos com Mara, assim como para o povo de Israel foi um momento de provação, o mesmo é para nós. Deus nos prova nas águas de Mara. Nesse dia da provação Deus lhes deu estatutos e uma ordenação que resumindo o verso 26, podemos usar uma única palavra que é OBEDIÊNCIA. Deus deseja que obedeçamos aos seus estatutos e ordenação que para nós são as palavras do Senhor Jesus Cristo, pois este foi o mandamento do Senhor em Mateus 28:20 quando diz que devemos ensinar a guardar todas as coisas que Ele nos tem mandado. Ensinar a guardar nada mais é do que obedecer.

Após esse momento de ensino prático o povo levanta acampamento e chega a Elim, ali havia doze fontes de águas e setenta palmeiras. Era uma fonte de água para cada tribo de Israel e as setenta palmeiras seriam para seus deleites. O número doze e o setenta falam de ministério, ou seja, só seremos verdadeiramente saciados e teremos prazer quando estivermos atuando no ministério. Ministério é serviço, então quando sirvo aqueles que estão perto de mim, neste ato de servir sou consolado, refrigerado, sinto descanso e isto gera em mim um prazer, uma alegria indescritível. Com isto Deus deixa um ensino muito claro para mim, quando Mara se apresenta a mim, e com a ajuda do Senhor venço Mara, agora estou pronto para servir com um coração verdadeiro.

14 de out. de 2009

ESPINHOSO

Certa vez, as árvores foram ungir um rei para si. E disseram à Oliveira: Tu reinarás sobre nós. Mas a Oliveira lhes respondeu: Deveria eu renunciar ao meu azeite, que os deuses e os homens apreciam em mim para dominar sobre as árvores? Em seguida, as árvores disseram à figueira: Vem e reino sobre nós. Mas a figueira lhes respondeu: Deveria eu renunciar à minha doçura e ao meu bom fruto para dominar sobre as árvores? Depois as árvores disseram à videira: Vem e reina sobe nós. Mas a videira lhes respondeu: Deveria eu renunciar ao meu vinho, que alegra os deuses e os homens, para dominar sobre as árvores? Finalmente todas as árvores disseram ao espinheiro: Vem e reino sobre nós. E o espinheiro respondeu às árvores: Se realmente querei ungir-me como vosso rei, vinde refugiar-vos debaixo da minha sombra; do contrário, saia fogo do espinheiro e devore os cedros do Líbano. JUIZES 9:7-15.


Se atentarmos apenas para esse apólogo de Jotão, podemos entender o seguinte sentido, o qual é o mais comentado: Quando os bons se calam o mal prevalece. Mas a algo aqui mais forte do que somente isso. Não é esse o relato que encontramos no verso 1 do capítulo 9, ali vemos Abimeleque pedindo para ser rei; o espinheiro refere-se à Abimeleque. Onde está este relato? Para entendermos melhor precisamos conhecer toda a história envolvida, mas para não sermos muito longo vamos direto ao ponto. No capítulo 8 de Juizes nos versos 22, 23 – Então os homens de Israel disseram a Gideão: Reina sobre nós, tu, teu filho e o filho de teu filho, pois nos livraste das mãos dos midianitas. Porém Gideão lhes respondeu: Nem eu nem meu filho reinaremos sobre vós, mas o Senhor reinará sobre vós. O assunto principal aqui não é o fato de reinar e sim o dominar, pois naturalmente as árvores não têm rei, nem comandante e muito menos líder essa era a visão de Deus e também de Gideão. Abimeleque (espinheiro) para poder dominar ele teve que quebrar alguns mandamentos de Deus, sempre que o homem deseja o poder ele tem que partir para coisas obscuras, porque o desejo de poder cega. Nos versos 1,2 do capítulo 9 uma ambição que nasceu de inveja, pois Abimeleque era filho de Gideão com sua concubina, meio irmão de outros filhos (70) de Gideão; no verso 4 entrou idolatria, quando ele recebe prata tirada do templo de Baal-Berite; no verso 5 há uma grande chacina entra o homicídio; no verso 6 a desonestidade impera quando ele é proclamado rei, pois quem deveria reinar seriam os filhos de Gideão.

O que leva uma pessoa a querer dominar e o que leva a outro não querer o domínio?

As árvores que não quiseram o domínio tornam-se para nós um exemplo, vejamos por que:

A Oliveira, seu fruto - azeitonas, fonte de comida, luz, higiene e cura.

A Figueira, seu fruto – figo – simboliza a abundância, a ciência, representa o povo de Israel com suas revelações sobre o messias.

Videira, seu fruto – Uva – faz-se vinho – símbolo da alegria (Salmo 128:3), louvor, glorificação e graça.

Respondendo a pergunta feita acima – Elas não almejam o domínio, porque tem em si mesmo um atrativo e não precisam usar da força para que aja uma aproximação de si.

Espinheiro, seu fruto – espinhos – serve para afastar a todos e a tudo, representa tudo que é da natureza humana. É o que é de ruim e que não dá fruto algum. Para que aja uma obediência ele impõe condições para seu governo e se não houver ele queimaria os cedros do Líbano, que presunção do espinheiro. Para estabelecer domínio ele usa da mentira, pois o espinheiro não tem sobra, de maledicência, de preconceito, de falta de amor, etc. O espinheiro quando se estabelece é como o fogo que destrói o cedro.

O Cedro do Líbano são as árvores no apólogo de Jotão que representam o povo. O cedro do Líbano é a obra do Senhor na vida dos homens. É símbolo de longevidade, dignidade e poder. Pode atingir até 50 metros de altura e vivem centenas de anos, sua madeira é avermelhada, não tem nó e é perfumada.

Platão disse: Quem tem força tem direito.

Três séculos depois Sêneca disse: Quem tem força impõe seu direito.

É isso que vemos neste apólogo, o uso da força para impor direito.

Quão terrível é isso quando um espinheiro domina. Esse tipo de pessoa esta descrito em Habacuque 1:11.

Respondendo a pergunta feita no início deste estudo; as pessoas precisam dominar porque lhes falta atrativos em si, e esta falta é suprida pela força, pela opressão.

Em vista disso que nós sejamos qualquer outra árvore, menos espinheiro. Você marido lidera sua esposa e filhos e não os domine. Você líder na Igreja lidere e não domine. Tenha em você mesmo atrativos para que aqueles que estão sobre sua liderança se sujeitem pelo prazer de estar próximo a ti. Como fazer isso? Busque Graça no Senhor, comece sendo humilde. A humildade em si já é um atrativo, pois aqueles que são liderados mesmo que venhamos a errar eles saberão que você ouvira e que se corrigirá para não errar mais.

A Palavra do Senhor nos diz: Aquele que se humilha será exaltado e, aquele que se exalta será humilhado – Isaias 2:11,17.


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