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É imensa satisfação receber sua visita a este blog. Meu desejo é que os artigos postado possam edificar, consolar sua vida. Caso algum artigo lhe seja útil e queira usar fique a vontade para isso, pois tudo é feito para Honra e Glória do Senhor Jesus Cristo. Um pedido quero fazer, se você foi edificado, consolado indique este blog ao seu círculo de relacionamento. Minha oração ao Pai do Senhor Jesus Cristo é que Ele lhe abençoe imensamente, com todo sorte de Bençãos espirituais nos lugares celestiais.

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27 de mai. de 2013

ALIMENTE-SE, NÃO DE PÃO.



Tu, ó filho do homem, ouve o que eu te digo, não te insurjas como a casa rebelde; abre a boca e come o que eu te dou. Então, vi e eis que certa mão se estendia para mim, e nela se achava o role de um livro. Estendeu-o diante de mim, e estava escrito por dentro e por fora; nele, estavam escritas lamentações, suspiros e ais. Ainda me disse: Filho do homem, come o que achares; come este rolo, vai e fala à casa de Israel. Então, abri a boca e ele me deu a comer o rolo. E me disse: Filho do homem, dá de comer ao teu ventre e enche as tuas entranhas deste rolo que eu te dou. Eu o comi, e na boca me era doce como o mel. Ezequiel 2:8-3:3.

Observando atentamente este texto descobriremos que aqui há uma situação específica para o profeta Ezequiel, mas que serve de exortação para nós. Todo o texto fala em se alimentar de um livro, ou seja, entendemos que assim como o profeta nós também devemos comer este livro que pelo relato da mão estendida de que não é algo natural e sim espiritual, sendo assim não vem dos homens, mas diretamente de Deus, por isso fica claro que este livro é a Palavra de Deus, que devemos receber pelo coração e deve ser digerido pelo nosso interior, isto fica claro pelas Escrituras que mostram a Palavra de Deus como um alimento, conforme: Jó 23:12; Deuteronômio 8:3; Jeremias 15:16 e Apocalipse 10:8-10. Devemos encher nosso íntimo, pensamentos e emoções com esse alimento espiritual que é a Palavra de Deus.
Este alimento espiritual deve ser comido assim como comemos alimentos naturais, que entram pela nossa boca e caem no estomago, onde é digerido e distribuído pelo corpo através do sangue. Assim deve ser com o alimento espiritual entra pelo ouvido e vai ao coração onde é digerido pela meditação é armazena-se em nosso espírito para nos dar crescimento, fortalecimento, confiança e intrepidez. O apostolo Pedro nos exorta dizendo em I Pedro 2:2 que devemos desejar ardentemente o leite racional não falsificado para que por ele cresçamos para a salvação.
Este alimento espiritual assim como os alimentos naturais é provido de sabor, pois o profeta Ezequiel diz que assim que entrou pela boca ele tinha o sabor como de mel (Salmos 19:10; 119:103). O apóstolo João na ilha de Patmos também teve uma experiência semelhante a de Ezequiel conforme Apocalipse 10:8-10 e sentiu o sabor de mel quando entrou pela boca e que ao cair no estomago ficou amargo. Isto mostra que necessitamos ser capazes de lidar com o doce e como também com o amargo desse alimento.  Muitas vezes a Palavra de Deus quando chega a nós tem um sabor de mel, como diz o profeta Jeremias (15:16) que quando comeu o livro teve gosto de gozo e alegria. Assim a Palavra de Deus quando chega a nós também nos dá gozo e alegria, mas depois pode ter um gosto amargo. O Senhor Jesus Cristo nos ensina isso em Mateus 10:37-39; 16:24,25, quando diz que se amarmos mais a mãe, irmão, irmã ou se amarmos mais a nós mesmos não somos dignos dEle. Quando comemos essa Palavra ela em nós vai nos exigir alguma atitude e, muitas dessas atitudes estão diretamente ligado a negação de nossa natureza pecaminosa, de nossos bens, de nossas afeições pessoais e de nós mesmos. Para podermos lidar com o amargo desse alimento espiritual precisamos amar a Palavra de Deus acima de tudo (Salmo 119:47,48;72;97), sabendo que somente através dela é que teremos a Vida Eterna e que é por ela que somos nova criatura, pois essa Palavra que nos alimentamos é o próprio Cristo, Ele mesmo diz isso em João 6:35 – Declarou-lhes, pois Jesus: Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome; e o que crê em mim jamais terá sede.

QUE O ESPÍRITO SANTO, QUE EM NÓS HABITA NOS AJUDE A NOS ALIMENTAR DESSE PÃO E A AMAR A PALAVRA DE DEUS ACIMA DE QUALQUER COISA OU PESSOA.

7 de ago. de 2009

NA PRESENÇA DO SENHOR


"Á tua fé te salvou; vai-te em paz" Lucas 7:50.


(Ler no Evangelho Segundo S. Lucas, no capítulo 7, os versos 36 a 50).




Simão, o fariseu, certamente convidou o Senhor Jesus para comer com ele, mas parece não nutrir por Ele muita estima: "Se este fora profeta...". E, despreza também a mulher que veio aos pés do Senhor, para chorar, por causa dos seus muitos pecados. Mas Jesus responde com uma linda história aos secretos pensamentos do Seu hospedeiro. Como se sentiria o fariseu ao ver-se descoberto!


Destas duas pessoas ali presentes perante o Salvador, qual delas será a mais culpada? Só que Deus o sabe. Em todo o caso uma e outra são moralmente insolventes e, por conseguinte, ambas estão perdidas, se a graça de Deus não intervir (Mateus 18:23-27).


E o mesmo se dá com todos nós. Todos pecamos, pelo menos pela cobiça, e não possuímos nada com que pagar a nossa dívida ao Deus justo e santo.


Contrariamente ao fariseu, a mulher reconhece com humildade o seu estado, e volta-se para O único que pode salvá-la. Por isso ela escuta aquelas maravilhosas palavras de graça. Toma conhecimento de que os seus numerosos pecados lhe são perdoados. Por isso ela amava o seu Salvador tanto mais quanto tinha consciência da enormidade da sua dívida. Pelo contrário, o orgulo natural do coração do homem retém-no a distância. É pela fé que esta mulher é salva, fosse muito embora fraca a sua fé. O próprio Senhor Jesus lho assegura: "A tua fé te salvou; vai-te em paz". As lágrimas do arrependimento sucede, para ela, a tranquila certeza de um pleno perdão, certeza essa fundada na palavra do Senhor.


E tal como ela, amados, também nós podemos gozar da mesma paz que Ele nos dá!
(Extraído do livreto Leituras Cristãs, volume 33, número 5)

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