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É imensa satisfação receber sua visita a este blog. Meu desejo é que os artigos postado possam edificar, consolar sua vida. Caso algum artigo lhe seja útil e queira usar fique a vontade para isso, pois tudo é feito para Honra e Glória do Senhor Jesus Cristo. Um pedido quero fazer, se você foi edificado, consolado indique este blog ao seu círculo de relacionamento. Minha oração ao Pai do Senhor Jesus Cristo é que Ele lhe abençoe imensamente, com todo sorte de Bençãos espirituais nos lugares celestiais.

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11 de ago. de 2016

UM PAI, UM FILHO; UM FILHO UM PAI

E, sendo Jesus batizado, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele.
E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.
Mateus 3:16,17
Nestes versículos temos um Pai fazendo uma declaração sobre um Filho. Um Filho que era a alegria desse Pai.
A palavra Pai, Papai, Progenitor, é uma palavra latina que vem de uma fonte Indo-europeia: gen. Desta raiz vem genética, gênesis, genitor. Aquele que passa suas características para outro pela geração.
Por este motivo que nós sempre vemos em nossos filhos nossas características, muitos dizem quando olham para nossos filhos que é a cara do pai. Dizem isto porque nossos filhos receberam do nosso Gen.
João 5:19 – Mas Jesus respondeu e disse-lhes: Na verdade, na verdade vos digo que o Filho por si mesmo não pode fazer coisa alguma, se o não vir fazer o Pai, porque tudo quanto ele faz, o Filho o faz igualmente.
Aqui temos um Filho fazendo uma declaração de um Pai. Essa declaração do Filho é muito reveladora, porque Ele diz que o Pai é o seu modelo de vida, Ele se espelha no Pai. Olhando para isso nós, Pais temos um grande compromisso de sermos para nossos Filhos como Deus Pai foi para o Filho Jesus. Aqui temos também um princípio espiritual que é válido para crentes e descrentes, segundo esse princípio gostemos ou não somos modelos para nossos filhos. Eles estão de olho em nós, como diz Jesus: o filho faz o que vê o pai fazer, o filho não faz o diz o pai e sim o que vê o pai fazer. Por isso é muito importante que sejamos um modelo de bons valores para que nossos filhos sigam nossos passos. Ora, sabemos que quando vemos nosso modo de viver, falar e fazer não somos lá um bom exemplo. Quão difícil é sermos um bom exemplo, porque erramos, falhamos e por isto podemos pensar “Quem pode ser assim?”. Com respeito a essa pergunta Jesus noda a resposta.
Mateus 19:26 – E, Jesus olhando para eles disse-lhes: Aos homens é isso impossível, mas a Deus tudo é possível.
Sermos um bom modelo para nossos filhos só conseguiremos se tivermos uma vida com Deus, Ele em nossas vidas é a garantia de sermos um bom modelo para nossos filhos. Para isso precisamos entregar de coração nossa vida ao Senhor Jesus e receberemos uma vida nova que Jesus nos oferece e com esta vida a capacidade de sermos um modelo que nossos filhos poderão copiar sem medo de serem felizes.
#renovando


25 de abr. de 2015

OS MANDAMENTOS DE DEUS SÃO RAZOÁVEIS

Sede vos, pois, perfeitos, como é perfeito o vosso Pai, que está nos céus. Mateus 5:48

Quando lemos este versículo a primeira coisa que nos passa na mente é que este mandamento do Senhor Jesus Cristo é muito pesado e difícil de sermos. Quando olhamos do ponto de vista do homem caído este mandamento é completamente irracional e podemos pensar “o que Deus requer de nós?”
Outro pensamento que pode nos passar com relação e este versículo é “como perfeito?” Jesus responde no próprio versículo, “... como é perfeito o vosso Pai”. Quando formos perfeitos como o Pai no céu, estamos bem. Quando outras pessoas olharem para nós e realmente verem como Deus é, você está bem.
Alguma reclamação? Como pode Deus pedir isso de nós? Para entendermos esse mandamento necessitamos compreender o propósito de Deus ao nos criar. Em Gênesis temos o relato de Deus criando o homem a sua imagem e semelhança, ora se Deus nos cria assim não é razoável que Deus tenha o direito de esperar de nós nada menos do que a perfeição? Existe alguma razão lógica por que Ele não deveria exigir isso? Nenhuma.
Este mandamento não parece razoável ao homem caído, porque na lógica divina existe algo escondido que não está na razão humana de uma raça caída. O que está escondido ou perdido é o próprio Deus. Quando o homem caiu no jardim do Éden, ele perdeu através da morte espiritual o contato com o próprio Deus. Este contato foi projetado por Deus de tal modo que a presença do Criador dentro da criatura é indispensável para a nossa humanidade. Hoje o homem caído não vive plenamente sua humanidade, por estar desligado (morte) para Deus.
Quando Deus deu a Moisés no monte Sinai os mandamentos, ou a lei moral estava estabelecendo um padrão de comportamento. Podemos pensar quando ouvimos o mandamento “não minta”. Muitas coisas vêm a nossa mente, porque não mentir”. Deus deu os mandamentos para fazer a minha vida difícil? Qual é a substância desta lei moral?
A lei foi dada para que pudéssemos saber o que o Santo Deus exige dos seres humanos criados por ele para anunciar a sua divindade. Quando a lei estabelece “não minta”, Deus está simplesmente dizendo: “Você foi feito para refletir a minha glória como Deus, e eu não sou um mentiroso.”

Estes mandamentos e o tipo de vida que refletem são chamados nas Escrituras “a justiça de Deus” (Romanos 3:21-22; 10:3; 2 Coríntios 5:21), pois ela é a ação do próprio Deus. Não há outra justiça da nossa parte que Deus reconheça – somente a Sua própria justiça. A expressão dessa justiça é Jesus Cristo – o qual se entregou e foi crucificado para que nós fossemos feitos justiça de Deus. 

21 de nov. de 2013

PALAVRAS QUE NOS LEVAM A UM DESTINO


Hoje quero compartilhar dois textos que nos causarão grande impacto para as nossas vidas. Dentro desse texto existem duas palavras que definem um destino.
Palavras que farão uma diferença enorme.
Palavras que nos trarão alegria ou tristeza.
Palavras que demonstrarão conforto ou incomodarão.
Certamente Palavras que não nos deixarão sem que tenhamos que tomar uma atitude.
Lucas 12:32 – Não temais, ó pequeno rebanho; porque vosso Pai se agradou em dar-vos o seu reino.
Neste texto de Lucas 12:22-34, Jesus dá-nos orientações para tomarmos algumas atitudes para que ouçamos essa Palavra sendo dirigida a nós.
Ø  Lançar fora a ansiedade – vs.22;
Ø  No lugar da ansiedade, buscar o reino – vs. 31;
Ø  Desapego as coisas materiais – vs.33;
Ø  O termômetro – vs. 34.
Essas orientações tem um sentido muito forte e importante já que a ansiedade é o mal do nosso século, mas em todos os séculos passados também geraram muitos problemas, tal é verdade que Jesus nos orienta a não andar ansiosos e sim, no lugar da ansiedade buscar o reino e nessa busca descansar em Deus. Porque buscando o reino deixamos a ansiedade e acontecerá também o desapego às coisas materiais. A forma como posso discernir se estou buscando o reino e descansando em Deus é o termômetro de onde está o meu tesouro, ali estará também o meu coração.
Mateus 7: 23 – Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniquidade.
No texto de Mateus 7:15-23, Aqui também Jesus nos manda tomar algumas atitudes para que não ouçamos estas Palavras sendo dirigida a nós.
Ø  Acautelai-vos – vs. 15;
Ø  Discernimento – vs. 16-20;
Ø  Ingresso do reino – vs. 21
Ø  Desculpa - vs. 22;
Ø  O segredo para fazer a vontade do Pai.
Jesus inicia esse texto com a palavra acautelai-vos, ou seja, não se apressem, tomem cuidado, entendam as coisas, as palavras, o coração, vejam as coisas como elas são e não como parecem ser. Pois nem todos entrarão no reino ainda que pareçam estar nele, mas não estão fazendo a vontade do Pai que está nos céus. Não é realizar obras, mesmo que essas obras sejam obras semelhantes a que Cristo fez. O grande segredo em conhecer a vontade do Pai está em que aquele que conhece essa vontade é também conhecido do Pai. No verso 23 Jesus diz que nunca os conheceu, ainda que eles apresentem sua desculpa de fazer coisas para Ele, mesmo assim afirma que nunca os conheceu, porque fizeram muitas coisas, mas não se deixaram conhecer por Jesus, tinham em suas vidas fazer as coisas de Deus conforme seus próprios pensamentos, vontades e desejos.

Que possamos nos desvencilhar de tudo aquilo que impede de nos aproximarmos de Deus com inteiro coração e ser conhecido dEle.

9 de set. de 2012

ÓRFÃOS DE PAIS VIVOS


A marca da sociedade atual é ser uma sociedade de órfãos de Pais Vivos. O que quero dizer com isso, não bastar ter um filho para ser pai. Pois ser Pai no sentido da palavra, a nossa sociedade está muito distante disso. Aproveito para transcrever abaixo um capítulo do Livro Sociedade dos filhos órfãos, de Sergio Sinay.
Um filho é um acidente biológico. Todas as espécies se reproduzem. A espécie humana também. Baste unir um macho e uma fêmea sexualmente e se obterá um filhote da espécie em questão. No caso dos humanos, são chamados de bebês. E, repito, trata-se, a princípio, de um acidente biológico. Sei que esta declaração escandalizará muita gente, no entanto é necessário dizer. Ter um filho é um acidente biológico. Transformar essa peripécia em um fato transcendente e significativo, em um ato pleno de sentido, em uma contribuição ao aperfeiçoamento da vida humana e planetária, em um acontecimento espiritual que vai além do pessoal é um processo que requer consciência, compromisso, responsabilidade e amor.  Através desse processo, nos convertemos em pais e mães no sentido mais profundo e essencial da palavra. Quando isso não acontece, somo meros reprodutores, simples causadores (vou dizer novamente) de um acidente biológico. Um acidente que muitas vezes é trágico e doloroso. Quando desertamos da consciência do compromisso, da responsabilidade e do amor implícitos à concepção de uma vida, o acidente tem como resultado a orfandade. A orfandade, entendida a partir de seu aspecto mais devastador, deixa filhos sem amor, sem referência, sem alimento emocional, sem orientação ética, sem modelos existenciais, sem nutrientes espirituais. Abandona-os à deriva. Na medida em que essa deserção aumenta, quando se converte em um paradigma da relação entre pais,mães e filhos, nos vemos diante de um fenômeno social de conseqüências graves, amplas, sutis e explícitas, imediatas e de longo prazo, na maioria das vezes, irreversíveis. Quando essa deserção se converte – cruel paradoxo- em um modelo de criação, nos vemos cercados por legiões de órfãos. Descobrimos que estamos vivendo em uma sociedade de filhos órfãos.
Essa é a sociedade que vivemos hoje. A morte física dos pais não é condição necessária para o filho se transformar em órfão. E a presença deles não é, por sua vez, uma garantia contra a orfandade. Uma criança pode ver seus pais todos os dias, r contato físico e material com eles, viver sob o mesmo teto, ser matriculados no colégio por eles, receber dessas mesmas pessoas o alimento que come e a roupa que veste e ser um órfão. Ao contrário, há crianças que perderam física ou emocionalmente seus progenitores e, no entanto, encontraram fontes nutrientes (de afeto, de valores, de condutas, de atenção, de valorização, de confirmação) que desempenharam em relação a elas, e com vantagens, as funções materna e paterna.
A orfandade mais radical, profunda e devastadora é o fruto amargo, ente outras causas, da crença de que criar um filho é muito semelhante a brincar de boneca. Na era da automação, quando administramos o mundo através de teclas (do computador, do forno de micro-ondas, do celular, do aparelho de DVD, do painel do automóvel, etc .), quando fechamos as brechas entre o desejo e sua realização e os serviços de entrega dos restaurantes nos trazem rapidamente tudo cozido, requentado e sem nossa participação na elaboração e cozimento, nos tempos em que esperar é sinônimo de desesperar, chegamos a nos convencer de que os filhos são feitos, tidos e criados à la carte. Fantasiamos que a paternidade e a maternidade são, definitivamente, simples exercícios de manipulação de um painel de controle. Quero um filho que seja menino (ou menina), quero que nasça no dia e horário programado (como planejamos com o obstetra, uma vez que ele e nós temos uma agenda complicada), quero que saiba inglês, que jogue tênis, que seja meu amigo ( ou amiga), que me divirta, que me deslumbre com sua inteligência, que seja saudável, que durma nove ou dez horas desde o princípio, que tenha amiguinhos (ou amiguinhas) com as quais faça programas, que se adapte às minhas necessidades, viagens e excursões, que me deixe com tempo para mim mesmo, que seja um geniozinho da informática, que seja o melhor de sua classe, que desperte a inveja de  meus amigos, que não me questione quando crescer, que não me traga problemas, que me peça que o leve e que o traga, mas apenas quando me convier, que me admire, que não compita comigo (embora eu compita com ele ou com ela), que amanhã me dê netos ou netas tão perfeitos como ele ou ela (e que, além disso, esse netos não me chamem de “vovô” ou “vovó e sim pelo meu apelido para que não me sinta velho ou velha). E, além disso, desejo que alguém se encarregue de que tudo transcorra assim, como estou pedindo. Alguém. A babá, a escola, o computador, minha mãe, minha sogra, o terapeuta, o celular, o McDonald’s, o clube, a academia. Alguém. Que alguém se ocupe. Porque eu não tenho tempo.

13 de ago. de 2010

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE DIVISÃO NO CORPO DE CRISTO

Uma coisa que ultimamente tem me levado a considerar é a divisão no corpo de Cristo, coisa muito combatida pelo apóstolo Paulo.
 Hoje se observa principalmente na internet uma guerra de irmão contra irmão, críticas como Evangelho da Prosperidade, Diante do Trono (grupo de Louvor) e outros. Pensando nisso não estamos como os coríntios? Divididos e cada um brigando ou disputando que seu entendimento é correto e que o entendimento dos outros seja anátema. Não estamos repetindo a história do cristianismo, pois após Martinho Lutero ter a revelação da Salvação pela Graça, apareceu os Anabatista que tiveram a revelação do Batismo por Imersão, não naquele período muitos mortos em nome de Deus e de um se levantar contra heresias, como se o batismo por imersão não fosse uma coisa de Deus. Hoje o batismo por imersão é prática em quase todas as igrejas evangélicas.
Jesus enfrentou esse tipo de coisa quando os apóstolos encontraram alguém que expelia demônios em nome de Jesus e eles o proibiram por não andarem com eles (Lucas 9:49).
O apóstolo Paulo enfrentou algo assim quando os irmãos de Roma fizeram alguns questionamentos sobre o comer, sobre dias especiais, o capítulo 14 de Romanos é uma exortação a tolerância, uma exortação ao julgamento e no verso 12 diz “Assim, pois cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus.” Cada um de nós comparecerá perante o tribunal de Cristo, onde receberemos segundo o que tivermos feito, bem ou mal (II Coríntios 5:10).
Assim como Lutero trouxe a salvação pela fé, também veio outras coisas difíceis de  entender. Os Anabatista contribuíram com a visão do batismo por imersão e outras coisas vieram juntas. Ambos se excederam em algumas coisas, e hoje estão aí muitas vezes conformados com esse mundo.
Da mesma forma o Evangelho da Prosperidade apresentou alguma coisa boa, pois Deus em sua Palavra deixa muito claro que Ele quer nos abençoar financeiramente, no Novo Testamento o apóstolo Paulo deixa muito claro que nós somos abençoados com toda sorte de bênçãos nos lugares celestiais em Cristo.  Essa toda sorte entendo que seja qualquer coisa que precisemos, já fomos abençoados, se cremos nisso prosperaremos espiritualmente, mas também financeiramente. É certo que muitos que receberem esse ensino acabaram entrando em excessos, mas esse fato não anula a verdade do ensino.
A história da Igreja atesta isso, só não enxerga quem não quer. Estamos nós vivendo um farisaísmo cristão? Criando grupos e se alguém não fala igual não faz parte de nós. A Palavra de Deus é clara quando diz que: Aquele que recebe a Cristo como seu Salvador e Senhor, torna-se filho de Deus. O Apóstolo João em I João 1:3-4 “o que temos visto e ouvido anunciamos também a vós outros, para que vós, igualmente, mantenhais comunhão conosco. Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho, Jesus Cristo.” A base de comunhão que o apóstolo João deixa claro é o Pai e seu Filho, Jesus Cristo e não ensinos ou doutrinas. Assim como para mim alguém que não crê no batismo com o Espírito Santo está sem entendimentos, para o que não crê quem está sem entendimento sou eu, mas, tanto eu quando ele temos recebido o Senhor como nosso Salvador e Senhor e fazemos parte da Família de Deus, nós gostemos ou não um do outro, fazer parte da família de Deus é a nossa realidade, precisamos aprender a nos respeitar. Como diz o apóstolo Paulo em Romanos acolher o que é débil na fé, não para discutir opiniões. Neste caso quem é débil na fé? Eu posso pensar que o débil na fé é quem não crê no batismo com o Espírito Santo, assim como o que não crê pensa que o débil na fé seja eu.
Assim entendo que se agirmos deste modo podemos aprender com todos e teremos uma visão mais ampla, já que o entendimento completo da revelação de Deus não está na mão de um ou de uma Igreja, mas Deus em sua grande sabedoria distribuiu no corpo para que aprendêssemos a nos respeitar e aceitar cada membro do corpo, mesmo o que julgamos ser menos decorosos. I Coríntios 12: 12-31 precisa ser revelado por Deus neste tempo presente, pois carecemos muito da revelação do Corpo de Cristo, isto é, a sua Igreja.    

20 de out. de 2008

ÓCULOS DIVINO


II Corintios 5:16 – Assim que, nós, daqui por diante a ninguém conhecemos segundo a carne; e se antes conhecimento Cristo segundo a carne, já agora não o conhecemos deste modo. Neste versículo o Apostolo Paulo está falando em uma forma de olhar segundo a ótica de Deus e não dos homens, pois os homens olham o exterior, Deus olha o coração.Partindo para uma coisa prática deste versículo podemos dizer que a exortação é para olharmos os outros (irmãos em Cristo, e os homens em geral) com a perspectiva da esperança. Nisto a Palavra de Deus é muito Clara quando diz:
Mateus 15.4 – O Senhor Jesus manda honrar pai e mãe, não somente os convertidos;
Romanos 12.10 - amar uns aos outros, preferir em honra;
I Corintios 12.23 – aqueles que parecem menos digno, damos mais honra;
Filipenses 1:6 – Deus começou a boa obra e vai aperfeiçoa-la;
Efésios 5.21 – sujeição uns aos outros;
I Timoteo 5.3 – honrar as viúvas;
I Timoteo 6.1 - servos (empregados) honra o patrão;
I Pedro 2.17 - tratar a todos com honra, etc;
I Pedro 3.7 – honra a mulher.

Somente podemos agir assim quando nossos olhos não olharem os outros com olhos humanos e sim com os olhos de Deus. Isto de uma forma bem simples é agir como Deus age, ou seja, não olhar os defeitos dos irmãos, pois todos nós temos defeitos, não lançar em rosto pecados confessados e perdoados, não criticar, buscar empatia ou seja entender o outro, se colocar no lugar do outro, isto só podemos fazer se colocarmos os óculos divinos e olharmos por eles.

Seja para nós este versículo de muita preciosidade e se buscarmos no Senhor Jesus Cristo poderemos não mais conhecer segundo a carne, pois todos nós estamos colocado no versículo 17 de II Corintios 5, somos nova criatura e como olharemos para o outro segundo a carne ou a velha criatura?

Mondiad

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