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É imensa satisfação receber sua visita a este blog. Meu desejo é que os artigos postado possam edificar, consolar sua vida. Caso algum artigo lhe seja útil e queira usar fique a vontade para isso, pois tudo é feito para Honra e Glória do Senhor Jesus Cristo. Um pedido quero fazer, se você foi edificado, consolado indique este blog ao seu círculo de relacionamento. Minha oração ao Pai do Senhor Jesus Cristo é que Ele lhe abençoe imensamente, com todo sorte de Bençãos espirituais nos lugares celestiais.

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20 de ago. de 2014

A REVELAÇÃO COMPLETA, PERFEITA E FINAL

Hebreus 1: 1- 4 – Havendo Deus, antigamente, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nos falou-nos, nestes últimos dias, pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo. O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pelas palavras do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da Majestade, nas alturas;  feito tanto mais excelente do que os anjos, quanto herdou mais excelente nome do que eles.
Quando lemos esses versos podemos observar que Deus falou antigamente, refere-se a todas as revelações do velho testamento isto fica muito claro pela citação dos profetas, entendemos também que quando Deus fala traz uma revelação. Antigamente Deus falou muitas vezes isto quer dizer em muitas porções ou citações, a revelação não era completa, mas se completava a cada fala de Deus e utilizou diversos modos diferentes para trazer essa revelação. O autor de Hebreus agora quer deixar claro que hoje estamos diante de uma revelação completa, perfeita e final, quando diz que Deus nos falou nestes últimos dias pelo Filho. Deus não utilizou mais uma maneira de falar e muito menos um meio, mas sim Deus em forma humana na pessoa do Filho. Essa revelação é perfeita e suficiente para nós, não há o que acrescentar a essa revelação porque ela é completa. Para reforçar que essa revelação é completa, perfeita e final e que não precisa de acréscimos o autor destaca sete coisas em que essa revelação é superior àquela dada antigamente e que o Filho é superior aos profetas. Ele reforça isso quando ele qualifica o Filho com as seguintes coisas: Herdeiro de tudo; Criador de tudo; Resplendor da glória de Deus; Expressa imagem da pessoa de Deus; Sustentador de todas as coisas; Quem nos purifica do pecado; e Soberano por assentar-se a destra da Majestade e receber um nome muito mais excelente do que os anjos.

Essa revelação completa, perfeita e final os escritores do Novo Testamento chamam de Evangelho de Cristo, ou seja, a Boa Nova que Cristo traz através de sua obra redentora. A este evangelho não há necessidade de acréscimos. Quando vemos o  evangelho que hoje é pregado quanta coisa tem sido acrescentado a ele tornando-o assim como diz o Apóstolo Paulo que Anátema. Não precisamos acrescentar nada ao Evangelho de Cristo, basta simplesmente ficarmos na simplicidade que há em Cristo, da qual muitos têm deixado por ter seus entendimentos corrompidos pela astúcia da antiga serpente do Jardim do Éden. Que possamos deixar de lado os acréscimos ao Evangelho e voltarmo-nos para a simplicidade que há em Cristo.

22 de out. de 2009

OLHOS QUE OBSERVAM

Olhando pela janela começo a observar os transeuntes que passam para lá e para cá, ouço conversas, muitos ruídos, muitas vozes falando muitas coisas bonitas aos ouvidos, mas nada prático, nada que se possa efetivamente colocar-se em prática. Vejo as notícias expondo como a humanidade está bem por um lado e por outro quantas doenças incuráveis que milhares de pessoas infectadas e soladas em meio a multidões. Quantas mortes, quantas famílias destruídas e o quanto de jovens envolvidos com drogas e prostituição.


Vejo como está este mundo velho e falando como moço, como alguém que tem ainda muitos anos de vida. Todos estes fatos mostram como se deixou e está se deixando a moral, os ensinos de nossos pais quanto a uma ética com bases em conceitos morais, para aventurar em um padrão totalmente libertino e imoral, vivendo assim para a total destruição do gênero humano. Ouço homens colocados em posição de autoridade mundial, falando de uma tal globalização, dizendo: vivemos em uma aldeia global, aldeia esta que leva a uma uniformidade de pensamentos e atitudes, fazendo do ser humano que vive nesta aldeia um fantoche, impondo sobre os aldeões globais, pensamento e assim impedindo-os de pensarem por si próprio. Hoje a humanidade quase totalmente está vivendo como diz um ditado popular – “Maira vai com as outras”, pois falam daquilo que outros falaram sem analisar e avaliar para ver se realmente é assim ou não. Vejo também o mundo religioso não estar muito longe disto, a religião leva as pessoas a viverem com mascaras, muitas famílias que vão a “Igreja” estavam brigando e quando chegam mudam, se transformam em outras pessoas esta mudança dura somente alguns minutos, o tempo em que estão naquele lugar. A própria religião esta globalizada, vejo falarem de Ecumenismo, algo um tanto esquisito para estar nos lábios de Cristãos.

Fala-se sobre isto, mas na realidade não se sabe o que isto envolve. Volto-me um instante para um velho livro, um tanto empoeirados pelo tempo, estas poeiras não são simples poeiras, e começo a lê-lo, algumas palavras escritas me chama a atenção, dizem: “Porém daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, mas unicamente meu Pai. E, como foi nos dias de Noé, assim será também na vinda do Filho do Homem. Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio comiam, bebiam, casavam e se davam em casamento, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem” (Mateus 24:36-39).

Após esta leitura somada ao que vejo pela janela, meu coração derrete-se, começo a ponderar o estado do homem, que a cada dia distancia-se mais de Deus, do Criador de todas as coisas, pior ainda quando esses homens criam rituais religiosos e datas comemorativas, com a função de amenizar suas consciências em vista do seu afastamento do criador. Deixo a janela e agora em um recanto da casa fico triste e impossibilitado diante de tão desastrosa situação da humanidade. O que fazer? O que falar? Olho para cima e encontro a resposta, voltar-se para Deus através do seu Filho Jesus Cristo em oração e clamor para que a humanidade deixe de lado o seu egocentrismo e volte-se para as suas raízes em Deus.


21 de jul. de 2009

O EVANGELHO DE CRISTO





"Jesus Cristo, o Nazareno, aquele a quem vós crucificastes e a quem Deus ressuscitou dos mortos... E em nenhum outro há salvação, porque també, debaixo do Céu, nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos" (Atos 4:10-12).

O Evangelho de Cristo já não terá nada a dizer ao homem do século XXI? Certamente que sim! Este homem foi capaz de se subtrais à atração terrestre e de penetrar nalguns segredos do átomo, para utilizar a sua energia; mas tem as mesmas necessidades espirituais que os seus antepassados. E essas necessidades nada nem ninguém as pode satisfazer, a não ser o Senhor, nosso Deus e nosso Pai.
E como a mensagem do Evangelho é sinples na sua forma, e vasta nas suas consequências! Deus, infinito, insondável, Criador e Senhor do Universo, Justo e Santo, tomou a iniciativa de se aproximar do homem pecador, para lhe fazer graça. O Deus de Abrão, de Isaac e de Jacó, o Deus da Bíblia não está longe de nós, como imaginam tantas religiões e filosofias. Ele veio até nós na Pessoa do seu Filho. Não hesitou em se humilhar, do alto da glória onde estava, até às profundezas do abismo onde nós nos encontrávamos. Mas o homem, na sua loucura, quer prescindir de Deus. Ah!, se ele ao menos soubesse qual o amor que enche o coração desse Deus de quem ele se afasta, ele se aproximaria, pelo contrário, para lhe confessar a sua miséria, e aceitaria, pela fé, a salvação que Ele lhe oferece. "Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados" (I João 4:10).
Hoje, como ontem, como sempre, o Evangelho de Cristo é para todos e responde perfeitamente tanto âs exigências da glória de Deus como à nossa profunda miséra.


Extraído do livreto Leituras Cristãs - volume 33 número 5, distribuido por Depósito de Literatura Cristã.

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