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7 de jan. de 2026

A PARÁBOLA DA SEMENTE QUE TINHA MEDO DA ESCURIDÃO


 Havia uma pequena semente guardada em um celeiro, sobre uma prateleira alta e seca.

Ela era admirada por todos: perfeita, íntegra, sem rachaduras.
A semente se orgulhava disso.

— Enquanto eu estiver aqui, pensava ela, estarei segura. Nada vai me destruir.
Um dia, o agricultor entrou no celeiro e escolheu aquela semente com cuidado.
Ao perceber que seria levada para fora, a semente se apavorou.

— Não me enterre! — parecia gritar em silêncio. — Lá embaixo é escuro, frio e perigoso. Aqui eu estou viva.

Mas o agricultor, sabendo o que fazia, lançou a semente à terra.
No início, tudo parecia confirmar os medos da semente.
Ela perdeu a forma, a dureza, a aparência que tanto preservava.
A água a envolveu. A terra a pressionou.
E, aos poucos, a semente deixou de ser o que era.
Se pudesse pensar naquele momento, talvez dissesse:

— Agora acabou. Estou morrendo.

Mas algo invisível estava acontecendo.
Do lugar onde a semente “morreu”, nasceu um broto.
Do broto, um caule.
Do caule, espigas cheias.
E das espigas, centenas de novas sementes.
Meses depois, o mesmo campo que antes parecia um túmulo
tornou-se uma colheita abundante.
E a semente que temeu perder a vida descobriu tarde demais:
ela só perdeu a forma —
mas ganhou propósito.


Lição da Parábola
Assim é a vida espiritual.
Quem tenta preservar tudo para si, permanece só.
Mas quem se entrega — quem aceita morrer para o ego, para o orgulho, para o controle —
descobre que a verdadeira vida começa justamente ali onde parecia o fim.
A morte da semente não é derrota.
É o preço da Frutificação.

11 de out. de 2010

A VIDEIRA E OS RAMOS

João 15:1-5 – “Eu sou a videira verdadeira,e meu Pai é o agricultor. Todo ramo que, estando em mim, não der fruto,ele o corta; e todo o que dá fruto limpa, para que produza mais fruto ainda. Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado; permanecei em mim, e eu permanecerei em vós. Como não pode o ramo produzir fruto de si mesmo se não permanecer na videira, assim, nem vós o podeis dar, se não permanecerdes em mim. Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito furto; porque sem mim nada podeis fazer.”
Olhando esse texto com simplicidade podemos observar que a videira verdadeira é o próprio Senhor Jesus, e Deus Pai é o agricultor. Ele Jesus é o tronco e nós somos os ramos,a função clara do ramos é o de dar fruto tanto é que o agricultor vem na videira ver os frutos. Os ramos que estão frutificando ele limpa e os ramos que não estão frutificando ele os , pois os ramos que não frutificam ocupam lugar na videira inutilmente, sendo cortado em seu lugar nasce outro ramos que produzirá frutos. A vontade de Deus para os ramos é que produzam frutos essa é também a função do ramos, ele existe para produzir fruto, se não produz fruto ele é inútil. Após isso, o Senhor Jesus diz os ramos já estão limpos pela palavra que Ele tem falado e mais que os ramos devem permanecer nEle e que Ele permanecerá nos ramos. Essa é uma relação muito importante entre o tronco e os ramos. Na seqüência Ele deixa isso muito claro quando diz: o ramo não pode produzir frutos de si mesmo se não permanecer na videira, pois a vida do ramo está no tronco da árvore por onde flui a vida, e essa vida é que gera o fruto, a vida da videira e não vida do ramo. Se nós como ramos nesta videira tentarmos produzir fruto sem a estarmos ligados ao tronco, por melhores que sejam os frutos como por exemplo: frutos de misericórdias (ajudar os necessitados com alimentos, roupas e outras obras sociais) são frutos carnais feitos com o esforço da carne ou seja são frutos carnais e que não são agradáveis a Deus. Todo fruto que o ramo produz é para Deus Pai que é o agricultor e não para Jesus a videira, o fruto é sempre para outro e nunca para nós mesmos. Aquele que desenvolve esse relacionamento de interdependência com Cristo, dá muito fruto, porque frutos que agradam a Deus só podem ser feitos através da vida de Cristo. Por isto é de máxima importância desenvolver essa interdependência com Cristo.

Mondiad

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