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É imensa satisfação receber sua visita a este blog. Meu desejo é que os artigos postado possam edificar, consolar sua vida. Caso algum artigo lhe seja útil e queira usar fique a vontade para isso, pois tudo é feito para Honra e Glória do Senhor Jesus Cristo. Um pedido quero fazer, se você foi edificado, consolado indique este blog ao seu círculo de relacionamento. Minha oração ao Pai do Senhor Jesus Cristo é que Ele lhe abençoe imensamente, com todo sorte de Bençãos espirituais nos lugares celestiais.

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24 de set de 2009

RELIGIÃO: Ordenção Divina ou Invenção Humna

Após o advento de Cristo e instauração por Cristo da Igreja, o que hoje conhecemos como cristianismo se tornou uma religião muito depois de Cristo e os Apóstolos, Foi durante o que a história da Igreja conta que os ensinos de Cristo se tornaram em conceitos e ritos religiosos. Será que essa era a intenção de Jesus, quando este veio ano mundo e começou a ensinar?
Se não, porque os ensinos de Jesus se tornaram uma religião?
Afinal, o que significa religião?
Até hoje muitos estudiosos tentaram criar uma definição para a palavra religião, mas até o momento não uma definição que seja aceita universalmente. A definição que mais tem sido divulgada dentre tantas definições, está ligada a etimologia da palavra religião, ou seja, segundo alguns escritores, vem do latim “religio” usado na vulgata, que significa prestar culto a uma divindade, ligar novamente ou simplesmente religar. Segundo a “Wikipédia: religião deriva da palavra religio, mas desconhece-se ao certo que relações estabelece religo com outros vocábulos. Aparentemente o mundo latino anterior ao nascimento do cristianismo, religio referia-se a um estilo de comportamento marcado pela rigidez e pela precisão”. Por este motivo a palavra religioso é usada no sentido de que uma coisa seja repetida sistematicamente ou por sua pontualidade, como por exemplo: “Religiosamente ele vem todos os dias neste horário” e outras frases semelhantes a esta onde o religo latino aparece.
Um conceito aceito e difundido entre os pensadores é que a religião demonstra ter surgido do desejo de encontrar um significado e propósitos definitivos para a vida, geralmente centrado na crença e ritual a um ser (ou seres) sobrenatural.

O Surgimento da Religião

Segundo o que temos visto sobre o significado de religião, sobressai de que o grande sentido da religião é o homem tentando chegar a Deus através de seu culto, conjunto de rituais e códigos morais.
Quando o homem começou a fazer isso?
Para sabermos disso precisamos olhar para a Bíblia (que é o livro mais confiável até o presente momento e o será eternamente, o mais vendido, o mais lido, o de maior tiragem). Até o capitulo 10 de Gênesis ( o livro dos começos) notamos que não havia uma forma ou rituais claros, definidos do homem chegando a Deus, pois está relatado que era Deus chegando ao homem, mesmo quando Adão pecou no jardim do Éden, foi Deus quem veio em direção ao homem, o homem por outro lado se escondeu de Deus. Mas quando chegamos ao capitulo 11:1-9- temos o homem criando algo para chegar a Deus que foi a torre de Babel. Essa torre segundo relatos bíblicos, sua localização teria sido na planície entre o rio Tigre e o Eufrates, atual Iraque, uma região estrategicamente boa por ser muito fértil. Foi neste lugar que foi fundado a cidade de Babilônia, não podemos entender Babel sem a cidade Babilônia. Babilônica vem do acadiana Bâb-ilu, que significa “Portão de Deus”. Isto mostra corretamente o propósito religioso das grandes torres-templo. Os zigurates eram torres-templo com escadas eram vistos como portões para os deuses descerem a terra, escadas literais para o céu.
Vamos nos prender ao texto do Gênesis.
Características da Torre de Babel:
A primeira coisa que aparece claramente é a criação de alguma coisa para construir algo; criaram o tijolo para ficar no lugar de pedra, a pedra é algo da natureza simbolizando o material vindo da parte de Deus, o tijolo era feito de barro, mostrando os artifícios e independência de Deus, edificaram uma cidade com uma torre com os objetivos:
Tocar o céu – chegar a Deus era a intenção. Nós vamos a Deus, somos capazes de fazermos algo para chegar a Deus, não precisamos que ele venha nós.
Tornar o nome célebre – com essa atitude torna o nome conhecido, amado, honrado, famoso, etc. Isso não soa familiar? Não vemos e ouvimos crentes insistindo pelo nome da denominação? Não é isso que vemos nos testemunhos dados pela televisão “Quando conheci a Igreja Tal, minha vida mudou”, não ouvimos “pastores, apóstolos, bispos” dizerem “Venha para nossa Igreja, pois aqui acontece mais milagres que lá (esse lá é desfazendo uma outra que faz a mesma coisa)”. Será que alguém já observou que as construções religiosas (Igreja) existe uma torre?

A Ação de Deus

Tornar o nome célebre e edificar uma torre que toca o céu, sem sombra de dúvida é orgulho, soberba do homem, quando isto acontece sempre gera uma ação da parte de Deus. A ação de Deus foi confundir as línguas. Quando o cristianismo se tornou uma religião ouve também uma ação de Deus, assim como os homens foram dispersos pelo mundo cada com sua língua, assim hoje temos uma infinidade de denominações cristãs espalhadas pela face da terra e cada uma com sua linguagem específica e muitas vezes guerreando umas conta as outras. A partir dessa ação de Deus Babel agora recebe um novo significado: deixa de ser Portão de Deus para ser Confusão. Todas as religiões seja elas cristãs ou não tem sua raiz na Babel. Em Apocalipse 14:8 – “E outro anjo seguiu, dizendo: Caiu, caiu [Babilônia], aquela grande cidade, que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua prostituição”. Apocalipse 17:5 – “E na sua testa estava escrito o nome: Mistério, a grande [Babilônia], a mãe das prostituições e abominações da terra”.

O Advento de Cristo

Quando Jesus veio ao mundo e ao seu povo encontro uma Babilônia?
Sim. Durante os 400 anos de se diz do silêncio de Deus, os judeus criaram sua torre de Babel. Criaram o sistema religioso judaico – judaísmo que não havia até o aparecimento no cenário bíblico dos Macabeus e a partir daí nasceu o judaísmo. Neste sistema havia:
Sinédrio – era um grupo de estudiosos resposável pela religião, política e economia;
Sinagoga – era o local onde essa religião era expressa;
Fariseu – uma facção do judaísmo;
Saduceu – outra facção do judaísmo, somente para falarmos das mais importantes, havia outras.
Escribas – conhecido como os interpretes da Lei.

Jesus combateu este sistema que era baseado na torah, mas cercado de conceitos humanos com seus rituais próprios. Citarei alguns embates de Jesus com esse religiosos: Mateus 12:1-14; 16:5-12 e a censura grave aos religiosos do capítulo 23.
Este sistema para matar Jesus quebrou alguns princípios por eles instituídos:
- Reuniram-se na casa do sumo sacerdote – as reuniões aconteciam no templo;
- Essa reunião foi a noite – as reuniões deveriam ser durante o dia com exceção em dias de festa e sábado.
Isso mostra que a religião mata, o sistema nos acorrenta, nos escraviza. Todo religioso torna-se um hipócrita, pois fala e não faz, condena, mas vive naquilo que condena.


O que Jesus veio fazer

Jesus não trouxe uma religião, Ele trouxe vida – João 3:16; ¨6:33,63; 10:10; 14:6; 20:31.
Ele veio salvar o homem dos seus pecados e introduzi-lo no relacionamento com Deus Pai assim como Jesus o Filho tinha. Jesus não impôs regras pois muitas vezes disse: João 4:34; 5:19,30.
Por isso a Igreja apresentada por Jesus e pelos apóstolos fala de: corpo, família, mostra relacionamentos e não ritos e dogmas.
A comunhão com Deus não é através de nossos rituais, não é pelo fato de cumprirmos ou não os mandamentos, mas é por causa de Cristo.É Ele o fator principal de termos comunhão com Deus, não são rituais, normas que nos dá isso, é Cristo. O nosso andar com Deus é vida, que brota da Cruz, do Calvário.
Viva com Deus por amor, isso gera vida e essa vida é vivida pela fé. Fé no Filho de Deus. Largue a religiosidade, isto nos consome.

22 de set de 2009

A GLÓRIA


"A liberdade da glória dos filhos de Deus", escreve o apóstolo Paulo em Romanos 8:21, nos dizendo através disso que há uma glória que é a propriedade peculiar dos santos, uma glória da qual eles podem dizer: 'Ela é nossa propriedade'.Essa glória contém a liberdade.Ela liberta aqueles que a possuem. A corrupção trouxe com ela cadeias e escravidão: a glória traz com ela a liberdade divina! Não é a liberdade que traz a glória: é a glória que traz a liberdade. Abençoada liberdade! Liver de toda escravidão! Não apenas da escravidão da corrupção, do pecado e da morte, mas da escravidão da tristeza! Pois não é a tristeza uma escravidão? Não são as suas cadeias severas e pesadas? Dessa escravidão da tribulação a glória nos fez esternamente livres. É o último grilhão, a menos do da sepultura, que está afetando os nossos membros, mas quando ele é quebrado, é quebrado para sempre! Oh regozijante esperança! Oh bem vindo dia, quando o portador dessa glória chegar, e a voz será ouvida no céu: "Eis que faço nova todas as coisas".
Nem é apenas a liberdade que esta glória contém nela, mas o poder também como está escrito: "fortalecido com todo poder de Sua glória" (Col.1:11). Esta glória tem, mesmo agora, um poder que dá energia, pela qual somos fortalecidos "em toda a paciência e longanimidade com alegria". Assim, "nos alegramos na esperança da glória de Deus" (Rom. 5:2), somos supridos para todo tipo de tribulação e resistência. Embora ainda entre as coisas "que não se vêm", ela não apenas lança a frente uma irradiação que brilha em nosso caminho, mas derrama uma força que nos capacita a "correr com paciência a carreira diante de nós". E, assim, em um mundo profano, "nos conduzimos dignamente para com Ele que nos chama para o Seu reino e glória" (I Tes. 2:12), tendo esta oração cumprida em nós: "E o Deus de toda a graça, que em Cristo vos chamou à sua eterna glória, depois de haverdes sofrido por um pouco, ele mesmo vos há de aperfeiçoar, confirmar e fortalecer" (I Pe. 5:10.

Extraido do livreto "O Vencedor" públicado pela Editora Restauração. Visite o site http://www.editorarestauracao.com.br.

8 de set de 2009

RIC OU 666


O modelo de cartão de identidade aprovado pela PF, reunirá todas as informações pessoais, como CPF, Titulo de Eleitor, armazenados num chip. Itens de segurança como marca d’agua, os dados serão inscritos não com tinta. Para maiores informações acesse:
http://oglobo.globo.com/pais/mat/2008/07/07/governo_deve_adotar_novo_modelo_de_carteira_de_identidade_em_2009-547138213.asp

O Governo quer sair na frente com esta tecnologia, uma nova identidade (RIC – Registro Único de Identidade Civil) para os brasileiros. Essa nova identidade tem tudo para ser um prenuncio da marca da Besta. Esse tal de chip já existe há alguns anos e essa sistemática de controle que iniciou nos produtos mercantis com o advento do código de barras, após o chip implantado nos animais e também nos milionários para se prevenir de um seqüestro, nada mais é do que a artimanha de Satanás do controle que haverá quando o anticristo surgir.
A antiga serpente lá no jardim do Éden enganou a Adão e Eva com a conversa de adquirir sabedoria e ser conhecedor do bem e do mal, esse conhecimento durante os séculos colocou a humanidade na situação que se encontra hoje.
Cresce o número de Ongs que procura cuidar do planeta e do meio ambiente, que está em destruição justamente por causa da grande sabedoria do homem, que cria coisas e não consegue controlar os efeitos colaterais dessa criação que causa um dana quase que irreparável na natureza, gerando assim as grandes catástrofes que temos presenciado da qual foi a tônica profética do princípio de dores que o Senhor Jesus falou acerco dos tempos finais.
Toda essa situação mundial de violência e destruição tem gerado no coração dos homens um temor violento e por causa disso aparecem soluções que tentam trazer certa paz aos homens. Agora no Brasil temos aí a nova identidade que diz trazer segurança aos portadores da mesma.
Estamos ouvindo novamente o chiado da serpente?
Quem tem ouvidos para ouvir, ouça!

FALÊNCIA DA VIDA


Ao ler uma revista que trata de assuntos filosóficos, deparei-me com um artigo de tratava da morte. Li atentamente tudo o que estava escrito, havia algumas considerações filosóficas e citados alguns filósofos desde antigos até modernos. Ao fim na se tinha uma conclusão clara sobre o assunto e a coisa ficou a cargo de cada um sobre a forma ou atitude de encarar esse grande inimigo do homem.
Pensando sobre o assunto e qual a fonte confiável para orientar-me sobre a morte e, afinal em que momento a morte chegou até nós, pois a morte nada mais é do que falência da vida. Dentre tantas possíveis fontes fiquei com a Bíblia, pois ela é o livro mais vendido no mundo, seu texto tem sobrevivido intacto durante os séculos e milênios. Muitas tentativas foram feitas para destruir a Bíblia, mesmo assim ela tem passado por tudo isso e continua tão atual quando foi escrita.
O surgimento da morte é relatado no livro do Gênesis 2:16,17 – aqui Deus diz que se o homem comesse da árvore do conhecimento do Bem e do Mal ele morreria. O homem desobedeceu a Deus e comeu causando assim a morte do elemento mais importante para a manutenção de sua vida natural que foi a morte espiritual, ou seja, o ponto onde Deus se relaciona com o homem. Com essa morte é cortada a comunhão do homem com Deus e por isto expulso do jardim do Éden, para viverem suas vidas segundo o fruto da árvore que haviam comido e distante de Deus. A partir daí a morte teve domínio sobre o corpo natural do homem. Já que a morte é a falência da vida, essa falência é causada pelo afastamento do homem de Deus que traz a morte ao mundo, conforme Romanos 5:12. Não há quem possa escapar da morte, todos nós passaremos pela morte, alguns sobreviverão a ela outros ficarão presos nela. O fato da morte é algo inevitável, mas não imutável, há a possibilidade de não morrermos. A Bíblia mostra que durante todas as gerações dos homens Deus vem em direção do homem para buscá-lo e leva-lo as suas origens. Num determinado tempo Deus envia seu Filho ao mundo para salvar esse mundo; mundo aqui se refere as pessoas e não a natureza (João 3:16). Para poder salvar o mundo o Filho de Deus precisa sofrer, enfermar e morrer aniquilando assim o poder da morte sobre o homem através da sua ressurreição e nos deixa a promessa de que não permaneceremos na morte, mas sairemos ressurretos dentre os mortos por cremos em Jesus Cristo e por recebermos como Salvador e Senhor (João 5:24). Aquele que está em vivendo uma vida com Cristo ou como cristão tem esta esperança da ressurreição dentre os mortos e por isso a morte toma um novo sentido. Para o cristão ou para o cristianismo a morte não é algo vazio sem esperança, mas ela torna-se como a noite na qual nos deitamos e dormimos e após algum tempo neste estado acordamos para um novo dia, para uma nova experiência. Assim a morte é um sono do qual nos acordaremos e é claro que para alguns essas noite refere-se a longos anos para outros poucos minutos, mas um novo dia se nos apresentará. Se você receber a Cristo em seu coração como Senhor e Salvador esta esperança será tua também e, quando dormires certamente um novo dia está a tua disposição, assim como nos deitamos para um descanso merecido pela noite tendo a certeza de que acordaremos no dia seguinte, nesta mesma esperança dormimos (morremos) para acordarmos na manhã seguinte, quando Cristo estará contigo.


Lei I Corintios 15 que é um tratado sobre a ressurreição.

4 de set de 2009

PRESENÇA DO SENHOR (parte 2)




No último artigo sobre a Presença do Senhor, entendemos que a sua Presença vem através de pessoas. Assim como eram os Levitas quem traziam a arca e a arca representa a Presença de Deus, assim nós como sacerdotes (I Pedro 2:9) trazemos a Presença de Deus.
A arca em si não tinha nada, mas o que estava no interior da arca era o ponto chave da Presença de Deus se manifestar. Vamos colocar nossa atenção na arca e vejamos o que Deus orienta. Êxodo 37:1-5 – o mandamento do Senhor em fazer a arca era para ser feita de madeira, madeira de acácia e revestida por dentro e por fora com ouro. Essa árvore que veio toda a madeira para a construção do Tabernáculo e das peças de mobília, conforme Êxodo 25. A acácia do Sinai é espinhosa, cheio de nós e é toda torcida, em hebraico, chamada de seneh, que deu origem a palavra Sinai e também é chamada shittim, possui frutos e inflorescências de cor vermelha, dão a impressão de longe que a planta esta pegando fogo. Nasce no vale do Jordão desenvolvendo-se do mar morto ao mar da Galiléia. Essa madeira fala da natureza humana, uma natureza pecaminosa.
O ouro que foi revestida, pala da glória de Cristo (ICorintios 5:17; Colossenses 1:27; Lucas 24:49). Assim foi feito conosco, ainda em pecado fomos salvos e formos revestidos de Cristo. Em nós mesmos não temos nada de bom, nada que se aproveite, pois tudo o que sai do homem gera morte. Agora revestidos de Cristo podemos resplandecer essa glória, não é nossa, e não vem de nós, mas é Cristo em nós, esperança da Glória. Quando as pessoas nos olham e vêem algo bom, não é nosso, mas é Cristo sendo revelado em nós.
Dentro da arca haviam três coisas que Deus tinha sido orientado ser guardado, essas três coisas é que fazem com que a presença de Deus seja manifestada.
A primeira coisa que tinha na arca era;
As Tabuas da Lei – que fala da aliança de Deus com o homem. Hoje a aliança de Deus com o homem está em Cristo que é a Palavra feito carne vindo em direção ao homem. Essa aliança que é a Palavra de Deus deve habitar em nós (Colossenses 3:16; Efésio 3:16; I Corintios 1:5,6). Não podemos viver o cristianismo sem a Palavra Viva de Deus em nós. O cristianismo não uma religião cheio de dogmas, preceitos, regras, não é um sistema religioso, mas é, Vida, é Cristo vivendo em nós.
A segunda:
Uma porção de Maná – Pão do céu – isto fala de alimento, comunhão – precisamos nos alimentar com a Palavra de Deus (Mateus 4:4) o relacionamento com irmãos em Cristo, a vivência em comunidade, como se refere a própria palavra comunhão = comum + união ou seja que tenhamos tudo em comum conforme: Atos 2:42; I Corintios 10:16,17; I João 1:3,7).
A terceira:
Vara de Arão que floresceu – aqui fala do poder de Deus habitando em nós e através de nós, esse poder é para cumprir o mandamento principal dado pelo Senhor Jesus que é o ser testemunha. Não para usarmos desse poder segundo nosso bem entender, como exibicionismo em expulsão de demônios, curas e tantas outras coisas que vemos por aí e que deprecia a pessoa do Senhor Deus e do próprio cristianismo. O ministério mais importante da Igreja e dos membros é serem Testemunha, foi para isso que o Senhor Jesus deu-nos o Espírito Santo (Atos 1:8). O Espírito Santo em nós é o poder de Deus e quando por esse poder formos pregarmos o Evangelho dar-se-á curas, expulsão de demônios e outros atos relacionados a esse poder (Marcos 16:17,18). O Poder de Deus habitando em nós somos capacitados para toda boa obra e isso glórifica ao Senhor Deus e traz honra ao cristianismo (II Corintios 4:6,7; 12:9), porque não vem de nós, mas é na nossa fraqueza e em vasos de barro que isso acontece.
O entendimento e o ensino que tiramos é que três coisas são prioritárias em nossas vidas:
• A prática da Palavra de Deus (o viver) conforme Mateus 7:24. Essa prática vem de ouvir a Palavra de Cristo e obedecer;
• A comunhão com Deus e com os irmãos é isso que nos ajuda, fortalece, nos anima a praticarmos todo o ensino do Senhor (Atos 2:42; I João 1:6,7);
• O Poder de Deus em nós para cumprirmos o ministério comum a todos os santos e se formos chamados a um ministério específico ( Atos 4:33; 6:8; Romanos 15:9; I Corintios 2:4; 4:20).

1 de set de 2009

Presença do Senhor


O fator mais importante na vida do cristão é a presença do Senhor. Podemos ser cristãos formais, seguirmos a tradição cirstã, mas carecer da presença do Senhor. Por crescermos em um lar cristão ou por conviermos com cristãos e por sero nosso continente cristianizado adquirirmos uma estrutura mental de ser cristão. Sendo a prática de vida muito distante da verdadeira vida cristã. Para confirmar essa minha afirmação quero analisar um texto que está em I Samuel capítulo 2 versículo 12 - Os filhos de Eli eram ímpios;não conheciam ao Senhor. Esse texto deixa muito claro que os filhos de Eli receberam o sacerdócio por tradição familiar, mas não conheciam o Senhor, por isso eram ímpios, e na sua impiedade vivam da forma que achavam melhor. Quando Eli soube das atitudes dos filhos ele os repreendeu na base dos comentários ouvido pelo povo e não segundo a Palavra do Senhor. Assim como os filhos de Eli, muitos em nossa geração estão agindo do seu modo de ver e interpretar a Palavra do Senhor sem realmente se importar com o que Deus está verdadeiramente falando. Por este motivo estamos vivendo um momento onde vemos tantos escândalos e maus testemunhos, não é de se admirar a pouca penetração do evangelho na vida das pessoas e uma aparência de que estamos a um passo ou vivendo um avivamento. Após esse período como Israel estava distante de Deus e por inveja das nações eles pedem um Rei. O verdadeiro avivamento em Israel estava por vir. Em II Samuel capítulo 6 versiculos 1 e 2 - Davi voltou a reunir os melhores homens de Israel, num total de trinta mil. Depois partiu para Baalá de Judá com todos os que estavam com ele, para trazerem dali a arca de Deus, sobre a qual se invoca o Nome, o nome do Senhor dos Exércitos, entronizado sob os querubins. Davi após derrotar os filisteus deseja trazer de volta a arca da Aliança para Jerusalém, é neste momento que começa o avivamento porque a arca de Deus representa a presença do Senhor. O avivamento começa quando a presença do Senhor se manifesta no meio da Igreja e há um morrer da força da carne. Com este intento no coração Davi busca na sabedoria humana trazer a arca e para isso manda fazer um carro novo para levar a arca, mas no caminho os bois tropeçam e a arca ameaça cair e Uzá estende a mão para segurar a arca e morre. Uzá significa - força, é a força da carne querendo trazer a presença do Senhor e para isso utiliza de coisas pensando que é isso que traz a presença do Senhor (no conceito de Davi) e a força do homem para manter a presença do Senhor na sua manifestação. Esta morte traz tristeza e medo ao coração de Davi que manda deixar a arca na casa de Obede-Edom, a arca ficou tres meses e Deus abencoou ele e toda a sua casa. Informado Davi do ocorrido a Obede-Edom, ele entende que algo foi feito errado e busca saber como se deve trazer a arca de Deus (presença do Senhor). Somo informado em I Crônicas capítulo 5 versiculos 1 a 3 que os Levitas são quem deveriam levar a arca, conforme Deuteronômio capítulo 10 versículo 8.O Senhor Deus decidiu se manifestar não em coisas e muito menos em formas, mas através de pessoas. Quando o Senhor Jesus em Mateus capítulo 18 versículo 20 diz: Pois onde dois ou tres se reunem em meu nome, ali estou no meio deles, Ele enfatiza que sua presença será manifesta não através no prédio que construímos e chamamos de Igreja em muito menos nas coisas presentes dentro desse prédio a qual chamamos de altar, mas pelo fato de haver dois ou tres reunidos em nome dEle, há sua manifestação. Jesus promete estar conosco até a consumação dos séculos pelo fato de pregarmos o evangelho, de testemunharmos dEle; somos nós que transportamos a presença do Senhor onde quer que vamos. Jesus é quem manifesta a presença do Pai, assim somos nós que manifestamos a presença dEle. Não devemos experar em coisas ou formas, não é a música, não é o instrumento, não é o local (se no monte ou fora dele), Deus quer manifestar-se através de nós, está é a nossa gande vocação - Ser conformado a imagem do Filho - Romanos 8:28-30.
Fim da 1ª parte.

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