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8 de abr. de 2026
Cuidando da mente sem perder a Fé
A verdade é que Deus também se importa com sua saúde mental.
No e-book "Saúde Mental no Meio Cristão" você vai descobrir:
6 de mar. de 2026
DEVOCIONAL -7 DIAS
O DESCENDENTE DA MULHER
Dia 1 – O Protoevangelho: A Promessa no Jardim
Texto base: Genesis 3:15
Logo após a queda, Deus não termina a história com juízo, mas com promessa. O “descendente da mulher” pisaria a cabeça da serpente. Aqui nasce o chamado protoevangelho, o primeiro anúncio da redenção.
É interessante que Deus mencione a descendência da mulher, algo incomum na genealogia judaica (cf. Mateus 1). Há um mistério: esse descendente viria de forma singular, apontando para o nascimento virginal de Cristo.
Aplicação:
Quando tudo parece perdido, Deus já tem um plano de redenção. Confie nas promessas do Senhor, mesmo em meio às consequências da queda.
Dia 2 – O Segundo Adão
Texto base: Romanos 5:12
O pecado entrou por um homem, Adão. Ele é o cabeça da raça caída. Mas o descendente prometido não herdaria essa natureza pecaminosa, pois seria gerado pelo Espírito Santo.
Jesus é o novo começo da humanidade. Ele assume a nossa natureza humana, mas sem pecado.
Aplicação:
Em Cristo temos uma nova origem. Não somos mais definidos por Adão, mas por Jesus.
Dia 3 – A Flor de Farinha: A Humanidade Perfeita
Texto base: Levítico 2
A oferta de manjares era feita de flor de farinha — a parte mais fina, pura e branca do trigo moído. Essa é uma figura da humanidade perfeita de Cristo.
Cada aspecto da vida de Jesus era equilibrado, puro, sem exageros ou falhas. Não havia irregularidade moral, emocional ou espiritual.
Aplicação:
Cristo é o Homem perfeito. Contemple sua vida nos Evangelhos e permita que o Espírito forme em você o caráter de Cristo.
Dia 4 – O Azeite: Gerado e Ungido pelo Espírito
Texto base: Mateus 1:18; 3:16
O azeite era misturado à farinha e também derramado sobre ela.
• Misturado: fala da concepção pelo Espírito Santo.
• Derramado: fala da unção no batismo.
Jesus foi formado, ungido e dirigido pelo Espírito. Mesmo sendo Deus, realizou sua obra no poder do Espírito (cf. Hebreus 9:14).
Aplicação:
Assim como Cristo, fomos gerados espiritualmente e recebemos o Espírito. Dependamos dEle para viver e servir.
Dia 5 – O Incenso: Vida Exclusiva para Deus
O incenso representa aquilo que subia como perfume agradável a Deus.
Cada palavra, pensamento e atitude de Jesus tinha um único objetivo: glorificar o Pai. Nada em sua vida era para autopromoção.
O fogo do altar apenas revelava o perfume. Quanto mais provado, mais suave era o cheiro.
Aplicação:
As provações revelam o que há em nós. Peça ao Senhor que sua vida exale o bom perfume de Cristo.
Dia 6 – O Sal do Concerto
Texto base: Colossenses 4:6
O sal fala de preservação, fidelidade e poder penetrante. As palavras de Jesus eram cheias de graça, mas também temperadas com verdade.
Um discurso agradável pode ser popular; um discurso com sal transforma.
Aplicação:
Que nossas palavras sejam cheias de graça e verdade. Fale como Cristo falava: com amor, mas com firmeza espiritual.
Dia 7 – Alimentando-se de Cristo
Texto base: 1 Pedro 2:9
Os sacerdotes se alimentavam da oferta. Hoje somos sacerdócio real. Alimentamo-nos das perfeições de Cristo no “lugar santo”.
Sem fermento — sem mistura com o velho homem (cf. 2 Corintios 5:17).
Somos chamados a viver essa nova natureza, seguindo suas pisadas.
Jesus declarou ser o bom Pastor que dá vida abundante (cf. João 10:10). Ele é nossa porção, em tempos bons ou difíceis.
Aplicação Final:
Despojemo-nos do ego. Fixemos os olhos em Cristo.
Que cada ato — pequeno ou grande — seja, pelo Espírito Santo, um cheiro suave que sobe ao trono de Deus.
3 de mar. de 2026
O DESCENDENTE DA MULHER
Gênesis 3:15 – descendente da mulher.
É interessante notar que o Senhor Deus fala descendente da mulher, mas se olharmos a genealogia como temos em Mateus capítulo 1, a menção ali da geração vem sempre o homem na frente, como por exemplo vs.1. Deus assim o disse pois aí tem um mistério nessa questão da descendência. Alguns estudiosos dizem que a natureza pecaminosa é transmitida pelo homem e não pela mulher segundo Romanos 5:12, pois Adão é o cabeça raça humana caída.
Voltando ao texto de Gênesis 3 aqui nós temos uma promessa para a humanidade e também a sentença sobre Satanás. Esse verso é chamado de protoevangelho ou seja primeiro evangelho. Deus quis enfatizar a natureza humana perfeita do descendente da mulher que é o Senhor Jesus Cristo.
Quero ver com os irmão sobre a Natureza Humana do Senhor Jesus Cristo, para isso vou usar Levítico 2 a Oferta de Manjares que fala dessa natureza humana de Cristo.
Nesta oferta temos diversos elementos, vamos ver cada um deles em referência a Jesus Cristo.
O primeiro elemento é a Flor de Farinha, que era a base da oferta de manjares, nela temos uma figura da humanidade de Cristo, na qual se encontra todas as perfeições.
O que é a Flor de Farinha – era a farinha de trigo de melhor qualidade, os grãos eram moídos e peneirados, representando a parte mais pura do grão. Mostra pureza e brancura.
O azeite simboliza o Espírito Santo. O azeite era aplicado de modo duplo. Assim temos o Espírito Santo apresentado em duplo aspecto:
Vs.2 – flor de farinha amassada com azeite, fala da concepção de Jesus Cristo (Mateus 1:18,23).
Vs.6 – depois era derramado azeito sobre essa massa, fala que Jesus Cristo sendo Ungido pelo Espírito Santo (Mateus 3:16). A exatidão dessa oferta é tão clara que nos deixa admirado.
O corpo do Senhor não foi apenas preparado misteriosamente pelo Espírito Santo, como foi ungido, como vaso santo e puro para o serviço no mesmo poder. Esse vaso santo foi formado, ungido e dirigido pelo Espírito Santo.
Jesus Cristo apesar de possuir, na sua própria pessoa poder divino, contudo fez toda a sua obra, operou milagres e finalmente ofereceu-se a si mesmo imaculado a Deus pelo Espírito santo (Hebreus 9:14). Ele podia dizer que expulsava demônio pelo Espírito Santo (Mateus 12:28).
O incenso. Estes dois elementos principais é muito instrutiva essa relação. O azeite simboliza o poder do ministério de Jesus; o incenso simboliza o seu objetivo. O incenso representa aquilo que na vida de Jesus que era exclusivamente para Deus. Cada pensamento, cada palavra, cada olhar, cada ato seu exalava o perfume que subia diretamente para Deus.
O fogo do altar (vs.2) que fazia sair o cheiro suave do incenso, assim quanto mais provado era o Senhor, tanto mais manifesto demonstrava que na sua humanidade não tinha nada que não pudesse subir como cheiro suave ao Trono de Deus.
Vs.13 – O Sal. Essa expressão “Sal do Concerto” mostra o caráter permanente desse concerto (Colossenses 4:6). Esse homem perfeito mostrava sempre o poder desse princípio. Suas palavras não eram simplesmente palavras de graça, mas palavras de penetrante poder. Nunca pronunciou uma palavra que não fosse perfumada com incenso e temperada com Sal. Em Lucas 14 temos ali Jesus temperando com sal suas palavras, palavras penetrantes.
Um discurso agradável pode ser popular, mas um discurso temperado com sal nunca o será.
Vss.9,10; 6:14-18– Os sacerdotes se alimentavam do que sobrava daquilo que havia sido posto na mesa do Deus de Israel. Isto era um elevado e santo privilégio. Somente os sacerdotes podia usufruir desse privilégio, (I Pedro 2:9). Temos então uma figura da Igreja se alimentando no “lugar santo” no poder da santidade prática, das perfeições do Homem Jesus Cristo. Pela graça de Deus temos esse privilégio, mas precisamos lembrar que não pode ter fermento, precisa ser com pão asmo e deve ser comido no lugar santo (2 Coríntios 5:17).
Nós como o Senhor Jesus Cristo fomos gerados pelo poder do Espírito Santo (João 1:12,13; 3 – novo nascimento) e fomos ungido quando fomos batizados com o Espírito Santo. Já que fomos feitos mediante a graça participantes da natureza divina, se vivermos na força dessa natureza, seguir as pisadas Jesus Cristo. Para isso é necessário nos despojarmos do ego, cada um de nossos atos poderá exalar um cheiro suave para Deus. Os serviços mais insignificantes tanto como os mais importantes podem pelo Espírito Santo, representar o bom perfume de Cristo.
Que nós no mais íntimo estejamos mais desinteressados pelo mundo e nos aprofundarmos em Cristo. Que nossos olhos estejam fixos nEle, que em nós não tenha lugar para as atrações que nos rodeia nem para as muitas situações insignificantes da nossa vida, que perturbam o nosso coração e embaralha nossa mente.
Regozijemo-nos em Cristo, quando tudo está bem, como quando tudo está mal. Ele Jesus Cristo é nossa porção abundante (João 10:10,11).
27 de jan. de 2026
TERMÔMETRO ESPIRITUAL
O Termômetro Espiritual é um convite
a uma reflexão sincera sobre sua vivência com os princípios de Deus. Não é um
instrumento de julgamento, mas sim de autoconhecimento espiritual.
“Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu
coração. Salmos 139:29”
O termômetro
mede a temperatura do corpo, este termômetro ajuda a identificar como está sua
vida espiritual hoje.
“Examinemos os nossos caminhos, e
voltemos para o Senhor. Lamentações 3:40”
Responda o
questionário com honestidade utilizando a escala que está abaixo. O resultado
não define quem você é, mas aponta onde você está e convida ao
crescimento.
“Crescei na graça e no
conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo. 2 Pedro 3:18”
26 de jan. de 2026
PARABOLA DOS ramos e da Videira - Evangelho de João 15
18 de jan. de 2026
13 de jan. de 2026
8 de jan. de 2026
PARÁBOLA DO CACHORRINHO E DA NOVA RECEITA
Havia uma vez um cachorrinho chamado Bento que, por muito tempo, comeu sempre a mesma ração. No começo,ele ficava animado ao ouvir o barulho do pote, mas com o passar dos dias, Bento já não abanava o rabo. Cheirava a comida, dava uma ou duas mordidas e se afastava, triste e sem energia.
Sua dona, percebendo o desânimo do cachorrinho, ficou preocupada. Ela o amava e não queria vê-lo daquele jeito. Então decidiu buscar ajuda. Pesquisou na internet, leu orientações confiáveis e encontrou uma receita simples, saudável e adequada para cachorros.
Com cuidado, ela preparou a nova comida, seguindo cada passo com atenção e carinho. Quando colocou o prato no chão, Bento se aproximou desconfiado. Cheirou, provou… e então algo mudou. Seus olhos brilharam, o rabo começou a balançar sem parar e, em poucos instantes, o prato estava vazio.
Depois da refeição, Bento correu pela casa, brincou, latiu de alegria e voltou a ser o cachorrinho feliz de antes. Sua dona sorriu, entendendo que havia feito a escolha certa.
Moral da parábola:
Às vezes, o que nos entristece não é a falta de alimento, mas a repetição sem cuidado. Quando buscamos orientação correta e agimos com amor, pequenas mudanças podem renovar a alegria e trazer vida nova ao coração.
7 de jan. de 2026
A PARÁBOLA DA SEMENTE QUE TINHA MEDO DA ESCURIDÃO
Havia uma pequena semente guardada em um celeiro, sobre uma prateleira alta e seca. Ela era admirada por todos: perfeita, íntegra, sem rachaduras.
A semente se orgulhava disso.
— Enquanto eu estiver aqui, pensava ela, estarei segura. Nada vai me destruir.
Um dia, o agricultor entrou no celeiro e escolheu aquela semente com cuidado.
Ao perceber que seria levada para fora, a semente se apavorou.
— Não me enterre! — parecia gritar em silêncio. — Lá embaixo é escuro, frio e perigoso. Aqui eu estou viva.
Mas o agricultor, sabendo o que fazia, lançou a semente à terra.
No início, tudo parecia confirmar os medos da semente.
Ela perdeu a forma, a dureza, a aparência que tanto preservava.
A água a envolveu. A terra a pressionou.
E, aos poucos, a semente deixou de ser o que era.
Se pudesse pensar naquele momento, talvez dissesse:
— Agora acabou. Estou morrendo.
Do lugar onde a semente “morreu”, nasceu um broto.
Do broto, um caule.
Do caule, espigas cheias.
E das espigas, centenas de novas sementes.
Meses depois, o mesmo campo que antes parecia um túmulo
tornou-se uma colheita abundante.
E a semente que temeu perder a vida descobriu tarde demais:
ela só perdeu a forma —
mas ganhou propósito.
Lição da Parábola
Assim é a vida espiritual.
Quem tenta preservar tudo para si, permanece só.
Mas quem se entrega — quem aceita morrer para o ego, para o orgulho, para o controle —
descobre que a verdadeira vida começa justamente ali onde parecia o fim.
A morte da semente não é derrota.
É o preço da Frutificação.











