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É imensa satisfação receber sua visita a este blog. Meu desejo é que os artigos postado possam edificar, consolar sua vida. Caso algum artigo lhe seja útil e queira usar fique a vontade para isso, pois tudo é feito para Honra e Glória do Senhor Jesus Cristo. Um pedido quero fazer, se você foi edificado, consolado indique este blog ao seu círculo de relacionamento. Minha oração ao Pai do Senhor Jesus Cristo é que Ele lhe abençoe imensamente, com todo sorte de Bençãos espirituais nos lugares celestiais.

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1 de jan. de 2019

O NOVO



Lucas 5:36-39 - E disse-lhes também uma parábola: Ninguém tira um pedaço de uma roupa nova para a coser em roupa velha, pois romperá a nova e o remendo não condiz com a velha.

E ninguém deita vinho novo em odres velhos; de outra sorte o vinho novo romperá os odres, e entornar-se-á o vinho, e os odres se estragarão;

Mas o vinho novo deve deitar-se em odres novos, e ambos juntamente se conservarão.

E ninguém tendo bebido o velho quer logo o novo, porque diz: Melhor é o velho.

     Nesta parábola Jesus vai tratar de um assunto de suma importância, pois os judeus religiosos esperavam que Ele viesse concertar as coisas, mas Jesus não veio para remendar as coisas velhas, veio para dar coisas novas. Isto está claro no verso 36 quando Ele mostra que ninguém em sã consciência fará uma coisa inútil como tirar um pedaço de pano novo para remendar uma roupa velha, porque já se sabe que voltará a rasgar e ficará pior. Quando nas escrituras fala de roupas são, por vezes, usadas para retratar o caráter e a conduta (Colossenses 3:8-17; Efésios 4:22). Isaias escreveu sobre o manto de justiça (Isaias 61:10; 2 Coríntios 5:21). Quando olhamos para a Igreja hoje vemos que a vida cristã de muito mais parecem uma colcha de retalhos que criam, em lugar de crer em Cristo e de receber as vestes da salvação que, com sua graça, Ele nos concede.

Outra referência nesta parábola Jesus dá sobre os odres, os odres falam de uma nova vida no espírito que não pode ser forçada para dentro do odre velho da vida religiosa que muitos estão vivendo e viviam no tempo de Cristo. A estrutura religiosa no tempo de Jesus havia uma ordem de sacerdotes, que não cabem mais no novo odre que Jesus quer implantar. Hoje o povo de Deus é constituído inteiramente de sacerdotes que oferecem sacrifícios espirituais ao Senhor (1 Pedro 2:5,9). As velhas tábuas da lei foram em Cristo substituídas pelo registro no coração humano ( Ezequiel 36:26; 2 Corítntios 3:1,3,18).
#renovandooentendimento

10 de jul. de 2017

QUE BAGAGEM CARREGAMOS

Uma lenda popular do Oriente conta que um jovem chegou à beira de um oásis junto a um povoado e aproximando-se de um velho perguntou-lhe: _Que tipo de pessoas vive neste lugar? O ancião perguntou então: E que tipo de pessoas vive no lugar de onde você vem?  Um grupo de egoístas e malvados – replicou o rapaz – estou satisfeito de ter saído de lá. A mesma coisa você haverá de encontrar por aqui. _ O velho replicou. No mesmo dia, um outro jovem se acercou do oásis para beber água e vendo o ancião perguntou-lhe: Que tipo de pessoas vive por aqui? O velho respondeu com a mesma pergunta: _ Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você vem? O rapaz respondeu: Um magnífico grupo de pessoas amigas, honestas, hospitaleiras. Fiquei muito triste por ter de deixá-las. _ O mesmo encontrará por aqui – respondeu o ancião. Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao velho: Como é possível dar respostas tão diferentes à mesma pergunta? Ao que o velho respondeu: Cada um carrega no seu coração o meio ambiente em que vive. Aquele que nada encontrou de bom nos lugares por onde passou não poderá encontrar outra coisa. Aquele que encontrou amigos ali também os encontrará aqui.
Considerando esta lenda podemos então entender que tipo de bagagem nós temos carregado. A bagagem que carregamos se deixa evidenciar por aquilo que falamos. Jesus Cristo deixa isso muito claro em Mateus 12:33,35; 15:18, “Ou fazeis a árvore boa e o seu fruto, bom, ou fazeis a árvore má e o seu fruto, mau; porque pelo fruto se conhece a árvore. .... O home bom tira boas coisas do seu bom tesouro, e o homem mau, do mau tesouro, tira coisas más”.  “... Mas o que sai da boca procede do coração, e isso contamina o homem”.
Tiago ao escrever sua carta dedica mais da metade de um capítulo falando sobre a língua. A nossa língua expõe o nosso coração ou a bagagem que carregamos e ele diz: Tiago 3:2. No verso 11 ele então coloca algo muito interessante “da mesma fonte pode jorrar agua doce e salgada? De onde vem a água que a fonte despeja? Vem do aquífero ou seja da profundidade da terra. Isso concorda com o que Jesus ensina: que a boca fala do que o coração está cheio. O coração podemos entender como o aquífero e a boca a fonte e as palavras são as águas que saem da fonte. Nós podemos nos alimentar de um dos dois aquífero:
·         De Jesus Cristo que é o aquífero de águas vivas – João 4:10,14; 7:38.
·         Da carne – João 3:6; 6:63; Gálatas 5:16,19,24; 6:8

De qual dos aquífero estamos nos alimentando? Da carne ou do espírito? #renovandooentendimento

22 de out. de 2009

OLHOS QUE OBSERVAM

Olhando pela janela começo a observar os transeuntes que passam para lá e para cá, ouço conversas, muitos ruídos, muitas vozes falando muitas coisas bonitas aos ouvidos, mas nada prático, nada que se possa efetivamente colocar-se em prática. Vejo as notícias expondo como a humanidade está bem por um lado e por outro quantas doenças incuráveis que milhares de pessoas infectadas e soladas em meio a multidões. Quantas mortes, quantas famílias destruídas e o quanto de jovens envolvidos com drogas e prostituição.


Vejo como está este mundo velho e falando como moço, como alguém que tem ainda muitos anos de vida. Todos estes fatos mostram como se deixou e está se deixando a moral, os ensinos de nossos pais quanto a uma ética com bases em conceitos morais, para aventurar em um padrão totalmente libertino e imoral, vivendo assim para a total destruição do gênero humano. Ouço homens colocados em posição de autoridade mundial, falando de uma tal globalização, dizendo: vivemos em uma aldeia global, aldeia esta que leva a uma uniformidade de pensamentos e atitudes, fazendo do ser humano que vive nesta aldeia um fantoche, impondo sobre os aldeões globais, pensamento e assim impedindo-os de pensarem por si próprio. Hoje a humanidade quase totalmente está vivendo como diz um ditado popular – “Maira vai com as outras”, pois falam daquilo que outros falaram sem analisar e avaliar para ver se realmente é assim ou não. Vejo também o mundo religioso não estar muito longe disto, a religião leva as pessoas a viverem com mascaras, muitas famílias que vão a “Igreja” estavam brigando e quando chegam mudam, se transformam em outras pessoas esta mudança dura somente alguns minutos, o tempo em que estão naquele lugar. A própria religião esta globalizada, vejo falarem de Ecumenismo, algo um tanto esquisito para estar nos lábios de Cristãos.

Fala-se sobre isto, mas na realidade não se sabe o que isto envolve. Volto-me um instante para um velho livro, um tanto empoeirados pelo tempo, estas poeiras não são simples poeiras, e começo a lê-lo, algumas palavras escritas me chama a atenção, dizem: “Porém daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, mas unicamente meu Pai. E, como foi nos dias de Noé, assim será também na vinda do Filho do Homem. Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio comiam, bebiam, casavam e se davam em casamento, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem” (Mateus 24:36-39).

Após esta leitura somada ao que vejo pela janela, meu coração derrete-se, começo a ponderar o estado do homem, que a cada dia distancia-se mais de Deus, do Criador de todas as coisas, pior ainda quando esses homens criam rituais religiosos e datas comemorativas, com a função de amenizar suas consciências em vista do seu afastamento do criador. Deixo a janela e agora em um recanto da casa fico triste e impossibilitado diante de tão desastrosa situação da humanidade. O que fazer? O que falar? Olho para cima e encontro a resposta, voltar-se para Deus através do seu Filho Jesus Cristo em oração e clamor para que a humanidade deixe de lado o seu egocentrismo e volte-se para as suas raízes em Deus.


Mondiad

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