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É imensa satisfação receber sua visita a este blog. Meu desejo é que os artigos postado possam edificar, consolar sua vida. Caso algum artigo lhe seja útil e queira usar fique a vontade para isso, pois tudo é feito para Honra e Glória do Senhor Jesus Cristo. Um pedido quero fazer, se você foi edificado, consolado indique este blog ao seu círculo de relacionamento. Minha oração ao Pai do Senhor Jesus Cristo é que Ele lhe abençoe imensamente, com todo sorte de Bençãos espirituais nos lugares celestiais.

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25 de mar. de 2020

A RAIZ DO ENGANO




Normalmente ouvimos Deus falando por meio do que há em nosso coração e em nossa mente. Por isso é importantíssimo termo o coração limpo e a mente pura, já que a impureza pode desvirtuar o que ouvimos de Deus.
A vida de Balaão nos dá uma maravilhosa revelação quanto aos perigos do engano que acompanham a idolatria, ela é também para nós uma séria advertência.
Nosso benefício nesta meditação será em dois pontos:
1.      Há indicadores práticos para seguirmos a direção de Deus;
2.      Podemos ver os estágios em que permitirmos que a idolatria tenha permanecido em nossa vida, é o estágio em que ainda somos sujeitos ao engando e à desilusão.
Números 22:1-23 - DEPOIS partiram os filhos de Israel, e acamparam-se nas campinas de Moabe, além do Jordão na altura de Jericó. Vendo, pois, Balaque, filho de Zipor, tudo o que Israel fizera aos amorreus, Moabe temeu muito diante deste povo, porque era numeroso; e Moabe andava angustiado por causa dos filhos de Israel.
4 - Por isso Moabe disse aos anciãos dos midianitas: Agora lamberá esta congregação tudo quanto houver ao redor de nós, como o boi lambe a erva do campo. Naquele tempo Balaque, filho de Zipor, era rei dos moabitas. Este enviou mensageiros a Balaão, filho de Beor, a Petor, que está junto ao rio, na terra dos filhos do seu povo, a chamá-lo, dizendo: Eis que um povo saiu do Egito; eis que cobre a face da terra, e está parado defronte de mim. Vem, pois, agora, rogo-te, amaldiçoa-me este povo, pois mais poderoso é do que eu; talvez o poderei ferir e lançar fora da terra; porque eu sei que, a quem tu abençoares será abençoado, e a quem tu amaldiçoares será amaldiçoado. Então foram-se os anciãos dos moabitas e os anciãos dos midianitas com o preço dos encantamentos nas suas mãos; e chegaram a Balaão, e disseram-lhe as palavras de Balaque. E ele lhes disse: Passai aqui esta noite, e vos trarei a resposta, como o SENHOR me falar; então os príncipes dos moabitas ficaram com Balaão. E veio Deus a Balaão, e disse: Quem são estes homens que estão contigo? E Balaão disse a Deus: Balaque, filho de Zipor, rei dos moabitas, os enviou, dizendo: Eis que o povo que saiu do Egito cobre a face da terra; vem agora, amaldiçoa-o; porventura poderei pelejar contra ele e expulsá-lo. Então disse Deus a Balaão: Não irás com eles, nem amaldiçoarás a este povo, porquanto é bendito. Então Balaão levantou-se pela manhã, e disse aos príncipes de Balaque: Ide à vossa terra, porque o SENHOR recusa deixar-me ir convosco. E levantaram-se os príncipes dos moabitas, e vieram a Balaque, e disseram: Balaão recusou vir conosco. Porém Balaque tornou a enviar mais príncipes, mais honrados do que aqueles. Os quais foram a Balaão, e lhe disseram: Assim diz Balaque, filho de Zipor: Rogo-te que não te demores em vir a mim. Porque grandemente te honrarei, e farei tudo o que me disseres; vem pois, rogo-te, amaldiçoa-me este povo. Então Balaão respondeu, e disse aos servos de Balaque: Ainda que Balaque me desse a sua casa cheia de prata e de ouro, eu não poderia ir além da ordem do SENHOR meu Deus, para fazer coisa pequena ou grande; Agora, pois, rogo-vos que também aqui fiqueis esta noite, para que eu saiba o que mais o SENHOR me dirá. Veio, pois, Deus a Balaão, de noite, e disse-lhe: Se aqueles homens te vieram chamar, levanta-te, vai com eles; todavia, farás o que eu te disser. Então Balaão levantou-se pela manhã, e albardou a sua jumenta, e foi com os príncipes de Moabe. E a ira de Deus acendeu-se, porque ele se ia; e o anjo do SENHOR pôs-se-lhe no caminho por adversário; e ele ia caminhando, montado na sua jumenta, e dois de seus servos com ele. Viu, pois, a jumenta o anjo do SENHOR, que estava no caminho, com a sua espada desembainhada na mão; pelo que desviou-se a jumenta do caminho, indo pelo campo; então Balaão espancou a jumenta para fazê-la tornar ao caminho.
Vamos considerar os pontos fortes de Balaão. A primeira vez que ele é mencionado, as Escrituras mostram Deus aparecendo e falando com ele (vs.9), além disso a ação profética que ele tinha deve ter sido espantosa já que Balaque achava que o dom profético que ele tinha era a única esperança para poder derrotar Israel (vs.6).
Se era assim, porque Deus mataria uma pessoa que obedece à sua Palavra? No verso 20, Deus diz que Balaão fosse com o príncipe de Balaque, mas falasse apenas o que Ele dissesse. No verso 22 Deus envia um anjo para matar Balaão por tê-lo obedecido!
Vejamos a instrução original (vs.12). Porque Deus daria permissão a Balaão segunda vez em vez de simplesmente proibir de novo a ida? Como alguém pode ouvir Deus de forma tão clara e mesmo assim ser enganado de um modo tão profundo?
A resposta a estas questões, são encontradas no modo como Deus trata aqueles que estabeleceram ídolos em seu coração. Deus revelou isso a Ezequiel.
Ezequiel 14:1-5 - E VIERAM a mim alguns homens dos anciãos de Israel, e se assentaram diante de mim. Então veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo: Filho do homem, estes homens levantaram os seus ídolos nos seus corações, e o tropeço da sua maldade puseram diante da sua face; devo eu de alguma maneira ser interrogado por eles? Portanto fala com eles, e dize-lhes: Assim diz o Senhor DEUS: Qualquer homem da casa de Israel, que levantar os seus ídolos no seu coração, e puser o tropeço da sua maldade diante da sua face, e vier ao profeta, eu, o SENHOR, vindo ele, lhe responderei conforme a multidão dos seus ídolos; Para que eu possa apanhar a casa de Israel no seu coração, porquanto todos se apartaram de mim para seguirem os seus ídolos.
Deus falará conosco segundo os nossos ídolos, se estabelecermos um ídolo em nosso coração, alojando o desejo de ter alguma coisa contrária à vontade de Deus, e inquirirmos o Senhor com respeito a sua vontade, ele falará segundo os nossos ídolos.
Um dos maiores problemas no engano é que não temos consciência de que estamos enganados (Números 22:23-35).
No verso 34 Balaão aparenta arrependimento. No verso 32 apenas responde à pergunta feita pelo anjo.
É impressionante como Balaão continuou a viagem até encontrar-se com Moabe (vs.35).
A lição a ser aprendida:
1-      Siga a vontade de Deus;
2-      Raramente Deus muda de ideia;
3-      Temos que julgar com cuidado toda palavra atribuída a Deus que contradiga uma Palavra sua anterior, especialmente se nossos motivos são suspeitos;
4-      Se cairmos no engano, o difícil é sairmos deles, “Se parece mal aos teus olhos voltarei” (vs.35). Se por nossa vontade decidirmos crer na mentira, Deus permitirá que acreditemos nela. A obstinação pode levar a destruição.
5-      Temos que ter o Temos do Senhor para permanecermos imunes à idolatria e ao engano (Provérbios 9:10; 16:6; Tiago 3:14-17).
Precisamos ter uma atitude radical e sem piedade de qualquer ídolo ou desejo errado que Deus revele haver em nossa vida (Mateus 5:27-30).
Deus não ignorará a nossa cobiça, e nós também não podemos fazer vista grossa. Pensamentos idólatras não são apenas perigosos, são mortais (Tiago 1:15,16).
#renovandooentendimento



12 de nov. de 2019

QUE OUVINTE SOMOS?



Mateus 8:18-22 - E Jesus, vendo em torno de si uma grande multidão, ordenou que passassem para o outro lado; E, aproximando-se dele um escriba, disse-lhe: Mestre, aonde quer que fores, eu te seguirei. E disse Jesus: As raposas têm covis, e as aves do céu têm ninhos, mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça. E outro de seus discípulos lhe disse: Senhor, permite-me que primeiramente vá sepultar meu pai. Jesus, porém, disse-lhe: Segue-me, e deixa os mortos sepultar os seus mortos.

Este acontecimento se dá após Jesus pregar o Sermão do Monte e ao fim do mesmo a multidão estava extasiada (Mateus 7:28-29 - E aconteceu que, concluindo Jesus este discurso, a multidão se admirou da sua doutrina; Porquanto os ensinava como tendo autoridade; e não como os escribas).

Quando Jesus despede a multidão, um escriba (um religioso da época) se aproxima dele dizendo que o seguiria para onde ele fosse, Jesus coloca a ele a vida que Ele (Jesus) levava quando diz que as aves têm seus ninhos e as raposas covis, querendo saber se ele o seguiria nestas condições. Após ouvir provavelmente ele deixou o Senhor pois estava apegado as coisas do mundo. Esse escriba era um ouvinte emocional, pois ficou extasiado com os ensinos de Jesus e por impulso emocional queria segui-lo, mas, quando soube as condições o deixou (Marcos 4:15; Lucas 11:27). O ouvinte emocional é superficial (Ezequiel 33:31,32) não tem afeição profunda e ouve sentimentalmente. Lucas 6:49, não tem alicerce firme; Efésio 4:14, não tem convicção. Jesus está chamando a uma vida em realidade e obediência.

O segundo a se aproximar de Jesus, já ouvindo o que Jesus tinha dito ao outro, iniciou a conversa com: “Senhor, permite-me que primeiramente vá sepultar meu pai”. Com o pedido Jesus o chama a segui-lo. Seguir a Jesus requer o arrependimento e a uma vida reta (Jeremias 35:15); Oséias 6:1; Apocalipse 3:20). O chamado ao arrependimento é de colocar as coisas, pessoas antes de Cristo. O pedido dele de enterrar o pai era uma desculpa para não ter um compromisso com o Senhor, porque provavelmente o pai ainda estava vivo, senão Jesus o teria deixado enterrar. Ele queria primeiro as coisas que poderia obter ao lado do pai para depois seguir o Senhor. Jesus então dá a ele uma escolha, seguir a Jesus ou ficar com as coisas. Esse era um ouvinte que não tinha profundidade, não tinha raízes.

Assim como aconteceu com esses dois, todos nós temos uma escolha a fazer, seguir a Cristo ou viver nossa vida da forma como queremos, aquilo que escolhermos via aparecer em nossa vivência.

Hebreus 3:15 - Enquanto se diz: Hoje, se ouvirdes a sua voz, Não endureçais os vossos corações, como na provocação.
#renovandooentendimento

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