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É imensa satisfação receber sua visita a este blog. Meu desejo é que os artigos postado possam edificar, consolar sua vida. Caso algum artigo lhe seja útil e queira usar fique a vontade para isso, pois tudo é feito para Honra e Glória do Senhor Jesus Cristo. Um pedido quero fazer, se você foi edificado, consolado indique este blog ao seu círculo de relacionamento. Minha oração ao Pai do Senhor Jesus Cristo é que Ele lhe abençoe imensamente, com todo sorte de Bençãos espirituais nos lugares celestiais.

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22 de jan. de 2009

UMA CHAVE


No Novo Testamente existem algumas palavras que são muito importantes para podermos compreender com mais profundidade e sabedoria os ensinos nele constante. Uma destas palavras é Eclésia ou Ekkl­esia, que significa Igreja, sendo uma das mais importantes no Novo Testamento.
Assim como tantas outras palavras essa tem um pano de fundo histórico duplo. É de suma necessidade de estudarmos a palavra Igreja, pois essa palavra durante os séculos tem sido interpretada e ensinada o seu significado de forma errada. Sempre que se fala sobre a Igreja tem-se claro na mente uma construção, mas não é essa a idéia e nem o sentido da palavra Igreja.
(i) Ekklesia foi usada originalmente na Grécia. A Ekklesia era a assembléia convocada do povo. Consistia em todos os cidadãos da cidade que não tinham perdido seus direitos civis. Tinha um poder ilimitado para todos os efeitos e suas decisões deviam conformar-se com as leis do Estado. Elegia e demitia magistrados e dirigia a política da cidade. Era responsável pela maneira de conduzir todas as operações militares e obter e designar verbas. Essa ekklesia tinha duas coisas muito interessante de se notar. Primeiro, todas as reuniões começavam com orações e sacrifícios. Em segundo seu lema eram: “igualdade” e “liberdade”. Nessa assembléia todos tinham o mesmo dever e o mesmo direito de participar. Havendo um processo (ostracismo ou banimento) contra qualquer cidadão era trazido a essa assembléia que devia ter pelo menos 6.000 cidadãos presentes. Os Romanos simplesmente copiaram o sistema e transliteraram por Ecclesia. Tanto para Gregos como para Romanos, a palavra era familiar no sentido de uma assembléia convocada. Usando esse raciocínio temos que a Igreja é a assembléia de Deus, que foi convocada pelo próprio Deus.
(ii) Ekklesia tem um pano de fundo Hebraico. A palavra hebraica gahal que vem de uma raiz que significa “conclamar”. Essa palavra é usada regularmente para “assembléia” ou “congregação”. Na septuaginta ocorre em torno de 70 vezes. No sentido hebraico quer dizer: o povo de Deus conclamado por Ele, a fim de escutar a Deus ou de agir por Ele. Assim tanto a palavra Grega como a Hebraica, colocam toda a ênfase na ação de Deus.
É muito importante notarmos que o Senhor Jesus Cristo não veio pregando a Igreja e nem fazendo membros para a Igreja, muito menos sugerindo que a Igreja é o melhor lugar para se estar. Ele veio pregando o Reino de Deus, todos os que se tornam cidadãos do Reino de Deus são (como temos entendido os significados de ecclesia ou gahal) conclamados (hebraico) chamados a assembléia (grego) e será por Ele edificada (Mateus 16:18) a Igreja agora tem poder ilimitado e suas decisões devem conformar-se as leis do Reino de Deus. No caso de um processo contra um cidadão do Reino há um procedimento pelo qual deve passar tal cidadão, conforme Mateus 18:15-17 – se o irmão (cidadão do Reino) pecar deve ser conversado em particular com ele, se ouvir, caso encerrado. Mas, se não ouvir levar uma ou duas pessoas como testemunhas para confirmar toda a palavra, se não resolver, deve-se trazer a Igreja e se não aceitar a exortação da Igreja considera-se gentio e publicano, ou seja, é tirado todo o direito de cidadão do Reino, esse cidadão então é banido do Reino. Em Atos 11:22, temos aqui uma situação em que a Igreja toma uma ação de envio de mensageiros. No capítulo 14:23 – a Igreja elege presbíteros, que pastoreará a Igreja (Atos 20:28). Quando a Igreja reunião há também dois fatos importantes: orações e sacrifícios (Romanos 12:1), sem segundo em Cristo toda a ecclesia tem liberdade (Lucas 4:18; 2 Corintios 3:17) e Igualdade (Atos 10:34; Romanos 2:11).

O pensamento central do Senhor Jesus com relação à Igreja não está na sua micro referência, mas sim na macro referência como disso o Senhor: “Eu edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.” Nesta citação Jesus está preso a idéia da Igreja no âmbito universal e não local. A Igreja é o todo universal, por este motivo não podemos pensar na Igreja como uma pequena congregação. Diante deste fato a denominação pode até ser considerada como uma heresia, pois distorce todo o sentido de Igreja dado por Jesus. Em síntese, a Igreja, é um grupo de pessoas que se reúnem através do chamado de Deus para escutarem a voz de Deus.
No Novo testamento, podemos observar a Igreja em sua Macro e Micro expressão.
1ª – A Igreja Universal – que é a reunião de todos os crentes que estão no mundo (I Co. 10.32; 12.28; Fil. 3.6).
2ª – A Igreja Local - é a reunião de todos os crentes dentro de uma área geográfica específica, como é apresentada em Rom.16.1; I Co.1.2; Gal. 1.2.
3ª – A Igreja em qualquer local – é a reunião propriamente dita dos crentes em qualquer local, que se reúne para o culto – (casas, rua, praça, e outros locais sejam públicos ou privados – I Co. 11.18; 14.19,23).
Segundo as Escrituras Sagradas a Igreja era conhecida pelo nome de Igreja, não havia denominação, sendo assim quando uma pessoa saia da cidade X para a cidade Y ela procuraria a Igreja se identificaria e já estaria livre para reunir, sem muitas complicações. No final de primeiro século e segundo século a Igreja já caminhava para um desvio dos ensinos de Cristo. O apóstolo João último remanescente dos Apóstolos escreve o evangelho que leva o seu nome e as três epistolas a Igreja já se encontrava neste desvio especialmente já delineando o papado que hoje vemos, conforme 3 João verso 9, temos aqui um tal Diótrefes que entre os presbíteros gostava de ser o maior. Com a ascensão de Constantino ao Poder a Igreja é reconhecida oficialmente por volta do ano 323 d.C.. Deste período em diante muitas coisas aconteceram então a Igreja que até então não tinha uma denominação começou a relacionar as Igrejas com a cidade de Roma, pois o bispo romano começou a ter a primazia sobre todos os bispos (para um esclarecimento maior sugiro estudar a História da Igreja, onde todos esses fatos estarão muito claros).
A Igreja é o macro universal do qual a micro (pequena congregação local) faz parte, o mais importante não é o fato de fazermos parte de determinada micro Igreja, mas ser membro da (macro) Igreja de Deus.
Se quisermos ver e fizer parte da Unidade da Igreja, pois hoje temos inúmeras Igrejas, isso tem nos distanciado da concepção de Igreja dada pelo nosso Senhor Jesus Cristo, precisamos olhar para a (macro) Igreja Universal e não para a nossa (micro) Igreja e muito menos reverenciar a nossa denominação, pois este último não faz parte do plano original de Deus e sim são conceitos de homens, quando assim agirmos certamente Deus terá um campo fértil para gerar a Unidade da Igreja.

10 de dez. de 2008

Discoteca Evangélica? Baile Funk? O Que é Isso?


Dia desses ao acessar a internet decidi escutar uma Rádio Evangélica, como moro em uma cidade pequena e as novidades demoram um pouco a chegar, fiquei atento ao debate que acontecia, esse debate era em torno das discotecas Evangélicas e Bailes Funk para evangelismo. Alguns pastores faziam parte desse debate e também um promotor dos mesmos. Fiquei admirado como se pode usar a Palavra de Deus para justificarmos nossas atitudes. Entre os contra, os a favor e os que estão no meio, o promotor desses eventos usou um versículo que o apostolo Paulo diz em I corintios 6:12; 10:23, ele usou somente a parte inicial do versículo – “Todas as coisas me são lícitas”, mas esqueceu de dizer que “ nem todas as coisas convém”. Esses artifícios para Evangelizar não passam de coisas inventadas pela religiosidade humana. É a falta de conhecimento como diz em Oséias 4:6 – “o meu povo foi destruído porque lhe faltou conhecimento”, essas coisas no principio parecem boas, até trazem algum fruto, mas não são frutos consistentes. Jesus censurou os Fariseus e Saduceus por percorrer o mar para fazer um prosélito, mas que depois ficaria muito pior (Mateus 23:15). A religiosidade gera somente prosélitos, não gera filhos. Quantas ilustres estrelas já se disseram convertidas, apareceram em programas de TV e quantas dessas realmente estão firmes, andando com Jesus? Muito poucas e dentre estas algumas continuam não por amor ao Senhor, mas porque vêem no meio evangélico um mercado. Hoje se dizer Evangélico dá status, antigamente só o fato de se dizer crente ou evangélico gerava discriminação, hoje não. Honestamente será que não há algo de errado nisso, já que as palavras de nosso Senhor Jesus Cristo diz que o mundo o odiou e que nos odiaria por sua causa (João 15:18,19), como então agora passamos de odiados a amados, será que não estamos nos conformando com o mundo, esses eventos não se assemelha a coisas que o mundo proporciona? Será que apresentar coisas que os jovens tem no mundo farão alguma diferença em suas vidas ainda que com fundo evangélico? Ou esses mesmos jovens estão esperando algo diferente daquilo que eles vivem? Com isso a Igreja está sendo Sal e Luz do mundo? Todas essas indagações devem permear nossas mentes e nos voltarmos para a Palavra de Deus e de Cristo. Não vemos Jesus pregando coisas que tinha no mundo no momento o qual vivia. Mas a mensagem de Jesus foi de arrependimento, porque o Reino de Deus é chegado. Se o Senhor Jesus pregava o arrependimento, que mensagem devemos nos pregar? Estaremos numa discoteca com todas as luzes coloridas e com cantinhos escuros e neste ambiente que mais parecem o reino do diabo (que é reino de trevas) falando de arrependimento e de Reino de Deus se está for a mensagem, talvez neste ambiente preguemos a mensagem: sucesso, prosperidade, coisas boas, tudo fácil. Não estaremos nós depreciando e fazendo comum uma mensagem tão valiosa que custou a vida de nosso Senhor? Já que para ver e entrar no Reino de Deus é necessário nascer de novo, nascer a água e da palavra. Quando nosso Senhor fala do Reino de Deus em parábolas, fala de uma atitude de vender tudo, deixar tudo para adquirir o Reino. Ele ainda diz mais se quisermos segui-lo precisamos negar a nós mesmo e tomar a cruz a cada dia (Mat. 16:24, Mc 8:34; Luc. 9:23). Quão distante destas palavras estão estes eventos. Se formos olhar ainda mais, o Louvor que é para o Senhor, deve ser um meio pelo qual o ser humano expressa a grandeza, amor, devoção, fidelidade, gratidão ao Deus Criador e Pai de nosso Senhor, sendo usado de forma sensual para atrair expectadores que não glorifica a Deus de forma alguma. Mesmo a música gospel hoje é um comércio, a grande maioria não tem em sua letra e música substância espiritual para gerar naqueles que ouvem, conforto, segurança. Há um engrandecimento do ser humano, ou em outros casos um certo deboche de irmãos que por ignorância espiritual ou falta de ensino e exortação em atitudes grotesca que servem de base para muitas das chamadas música gospel. Não sou um critico cético, sei que se por alguma situação estivermos em um ambiente de discoteca ou funk e encontrarmos alguém com coração aberto e apresentarmos a salvação essa pessoa poderá ser salva, mas usar esses meios como um fim não está em conformidade com a Palavra do Senhor, assim como também não está o fato de colocar um copo d’água em cima da TV e beber para cura, como também a distribuição de óleos ungidos, isto assemelha-se mais com simpatias e crendices do que com o Reino de Deus. Acrescento mais, nem levo em consideração ainda a origem de tais ritmos e a finalidade para que foram criados, a quem eles enaltecem. Quero deixar claro não sou cético, mas quero andar como diz a Palavra do Senhor que o episcopo deve ser moderado (I Tim. 3:1-4), sóbrio, grave, prudente (Tito 2:2). Sei que não sou detentor de toda a verdade, mas é isso que tenho alcançado no Senhor, que estas palavras possam alcançar corações sábios e que irão no mínimo ponderar diante de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

25 de nov. de 2008

Para onde a Igreja Caminha?

Esta é uma pergunta que começou a ser formulada no final do primeiro século, quando o apóstolo João escreve o evangelho que tem o seu nome, as três epístolas e o Apocalipse. Se atentarmos para esses escritos é possível ver o sistema do mundo, com seus conceitos adentrando a igreja. O Apóstolo João em sua terceira epístola sita Diótrefes que deseja a primazia, ou seja, um ensaio do Papado que veio a existir concretamente alguns séculos depois. Não é de estranhar que nos séculos que se seguiram muitos dos líderes começaram a querer associar os ensinos dos Apóstolos com ensinos filosóficos como de Platão, Aristóteles e outros até o presente momento. O Senhor Jesus Cristo deixou uma mensagem muito clara a respeito de Deus e de seu propósito, sendo Ele mesmo o personificador desse propósito. Jesus viveu, morreu e ressuscitou para resgatar o homem para Deus. O Senhor Jesus tinha claro em sua mente e em seu viver um único objetivo “o ser humano”. Todas as simbologias que usava fala de seu objetivo, quando Ele disse ser: “a Porta”, “o Pão da Vida”, “o Bom Pastor”, o Caminho, a Verdade e a Vida”, esta usando isso em relação ao homem, não para Ele mesmo, mas, para benefício do homem. Se queremos entender , precisamos ir ao inicio de tudo. A Igreja tem perdido esse foco. Se a Igreja é o corpo de Cristo na terra, porque que esse corpo está atuando fora do propósito de Deus? Se o propósito de Deus visa a uma restauração do homem, o que a Igreja está fazendo se preocupando com conceitos e vivendo independente desse propósito? Hoje a Igreja não está fazendo nada mais do que Adão fez quando no Jardim do Éden. Precisamos entender claramente o que é Igreja, a que Jesus se referia quando usou a palavra Igreja. Hoje a idéia de Igreja é uma construção, um templo, é uma falta de entendimento um cristão apontar para uma construção e dizer ali está a Igreja. Este conceito está muito longe daquilo que Jesus se referiu. Igreja vem da palavra Eclesia que tem um sentido mais simples de entendimento que quer dizer: os tirados para fora. A partir desse simples entendimento podemos dizer que Igreja são os que foram tirados para fora do mundo, ora uma construção não pode ser tirada para fora, pois ela é construída no próprio mundo. Quando o Senhor Jesus Cristo vier não levará para si uma construção, se for assim, devemos nos esmerar em construir o melhor, o mais bonito e enfeita-lo muito para ser arrebatado e nós ficaremos olhando tudo isso admirado. Não vemos o propósito de Deus sendo realizado nisso. Os homens que são o seu alvo sendo deixado para trás. Não se conforma com o que o Senhor deseja. Antes, Igreja é a comunidade de pessoas que foram tiradas do mundo, com seus sistemas. Usando as palavras de nosso Senhor Jesus Cristo, estamos no mundo, mas não somos do mundo. Porque não somos do mundo? Pois fomos tirados para fora dele, do seu sistema que compreende três grandes pilares: Político Social, Econômico e Religioso. Esses pilares representam: a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida. Nesses pilares Eva foi tentada e Adão com ela e caíram. O nosso Senhor Jesus também foi tentado nesses pilares quando no deserto, mas, diferente do primeiro homem, não caiu, obteve vitória sobre o mundo, e por isso Ele disse: tende bom ânimo eu venci o mundo. A Igreja hoje pode dizer o mesmo? Qual é o propósito da Igreja Hoje? Observa-se que o propósito da Igreja hoje tem desviado do propósito original, isto porque em muito se deve a liderança da Igreja que cuida dela como se fosse sua e põe como fator interesses próprios ou interesses das denominação que está mais em concordância com os princípios e os sistemas do mundo do com Cristo. Observa-se isso pelo fato de se usar princípios de liderança do mundo dentro da Igreja. O Senhor Jesus Cristo deixou muito claro quando disse: que os grandes exercem autoridade sobre os pequenos, não será assim convosco, quem quiser ser grande seja o que serve. Na Igreja existem os clérigos e os leigos, isto é tão chocante em contraste com as palavras de Jesus que em algumas “Igrejas” denominam os leigos que estão em cargo de liderança, de: Líder Leigo. Em relação a isso, ainda temos um movimento que se intitula de: “Apostólico”, onde o líder é colocado como aquele que detém a sabedoria. Isso não se parece com o papado católico? Qual vem a ser a real função do Pastor, Apóstolo, Mestre, Evangelista, Profetas, senão servo de todos, que usa o dom ministerial não para comandar, nem para exercer autoridade, mas segundo o ensinamento de nosso Senhor, SERVIR. O modelo de liderança é o Senhor Jesus Cristo, Ele exerceu os cinco ministérios; Ele foi Pastor, Apóstolo, Mestre, Evangelista e Profeta e, nós quando lemos os evangelhos não vemos nEle alguém que exerce autoridade, o que lemos escrito é que os que davam testemunho diziam que Ele fala diferente dos Fariseus, dos Saduceus e dos Escribas que eram as ordens religiosas da época, os grandes lideres espirituais, os que exerciam autoridade, mas, de Jesus se maravilhavam pois ensinava como tendo autoridade, aqui há uma diferença entre exercer autoridade e ter autoridade. Explicando: qualquer um pode exercer autoridade e para isso é necessário uma série de coisas tais como: opressão, ter que, as pessoas são obrigadas a caminhar com preceitos humanos e tantas outras. Ter autoridade difere no fato de que as pessoas o seguem por vontade própria e não por obrigação e, por isso Jesus tinha tantos seguidores e, isto causou inveja nos religiosos. Afinal o que é o ministério? Quando Jesus diz que é o nosso Bom Pastor, a figura do pastor, coloca em foco não a pessoa, mas o serviço que presta às ovelhas. O propósito do pastor é cuidar das ovelhas, não é ficar preso ao aprisco com os seus cuidados, mas as ovelhas é que são importantes. Assim o Apóstolo é enviado a um lugar e lá desenvolve o ministério de Evangelista que busca as ovelhas perdidas, para junta-las e assim formar um aprisco uma em cooperação com a outra. O Mestre ensina as ovelhas a discernir os intentos do inimigo e o Profeta declara o propósito do Criador, alertando para eventos imediatos e futuros. Hoje todos esses serviços (ministérios) trabalham de forma diferente daquilo que o nosso Senhor projetou, todos estão em busca de benefício próprio e ou de seu sistema religioso. Temos nos contaminado com o fermento do Fariseu e Saduceu, ainda que o Senhor nos alertou para não nos contaminarmos. Há uma necessidade urgente de um Novo Mover de Deus para que voltemos as nossas origens, a Igreja Primitiva, aquela dos Apóstolos, que não tendo um nome célebre, nem meios de comunicação como: televisão, internet, celular, levou em simplicidade de vida, não no apelo de Marketing, mas, num modo simples de viver e transmitir os ensinos de nosso Senhor, atingiram o mundo. Hoje com toda a nossa tecnologia fizemos muito menos do que eles, pois falta-nos o Espírito de Deus, que está sufocado por tudo isso. O Cristão, Evangélico, Crente, hoje em termos de qualidade de vida espiritual, está com uma pressão arterial tão baixa que quase não se pode ouvir, da para sepultar, pois se pensa que está morto. Ainda que olhando para o lado natural se demonstra que a pressão está boa, mas é puro engano material. Não é por se falar muito em Deus que o nosso evangelho está sendo pregado, pois a noção de Deus quando em relação ao mundo tem muito sentidos e formas, acabamos sendo enganados por isso. Quando alguém fala de Deus não é possível saber a que Deus está se referindo, já que no mundo religioso e secular tem muitos deuses. O apóstolo Paulo quando está escrevendo segundo Corintios no capítulo onze verso três ele diz: Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos, e se apartem da simplicidade que há em Cristo. Hoje vemos como a Igreja tem se afastado da simplicidade e pureza de Cristo, isto é tão evidente que, todo momento estamos ouvindo de uma novidade evangélica. Muitas dessas chamadas novidades são contrarias a Palavra de Deus e ao caráter cristão. Tenho para mim que o afastamento da simplicidade e pureza de Cristo dá-se porque os membros e lideres da Igreja não tem suas vidas crucificadas com Cristo, amam ainda suas vidas e o que podem alcançar esquecem-se das palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo registradas em Mateus capitulo seis no verso trinta e três : Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Estamos interessados em tantas coisas menos em buscar primeiro o reino de Deus e a sua justiça, quando nos empenhamos em buscar o reino e a sua justiça, temos de Nosso Senhor uma promessa – todas as demais coisas nos serão acrescentadas. Essas demais coisas são exatamente tudo aquilo pelo qual empenhamos nossa vida. Empenhamos nossa vida em buscar, como diz um cientista e psicólogo comportamental famoso Abraham Maslow: corre-corre é motivado pela busca de necessidades pessoais: Alimento, Água, Vestimentas, Abrigo, Proteção, Segurança, Preservação, Auto-realização, Significado, tudo isso está contido na promessa “Se buscarmos em primeiro lugar o Reino de Deus e sua Justiça”. A não obediência a esse simples mandamento nos coloca como Igreja ou como líderes da Igreja fora da comunhão com o Senhor e, se estamos fora da comunhão pois desobediência é pecado, como poderemos pregar a palavra da mesma maneira como Jesus pregava? Será que aqueles que nos ouvem podem dizer: ensina como tendo autoridade! Meu desejo e busca é poder dizer como disse o Apostolo Paulo em Gálatas capítulo dois verso vinte: Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim. Que todos nós membros da Igreja que pertence ao Senhor Jesus Cristo possamos fazer um coro com as palavras e vida desse apóstolo de Cristo.

Mondiad

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