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É imensa satisfação receber sua visita a este blog. Meu desejo é que os artigos postado possam edificar, consolar sua vida. Caso algum artigo lhe seja útil e queira usar fique a vontade para isso, pois tudo é feito para Honra e Glória do Senhor Jesus Cristo. Um pedido quero fazer, se você foi edificado, consolado indique este blog ao seu círculo de relacionamento. Minha oração ao Pai do Senhor Jesus Cristo é que Ele lhe abençoe imensamente, com todo sorte de Bençãos espirituais nos lugares celestiais.

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5 de fev. de 2009

UNIDADE CRISTÃ


Este assunto da Unidade Cristã tornou-se uma moda hoje. Há alguns anos atrás quando se falava de unidade havia uma rejeição. A Igreja católica começou o movimento Ecumenista buscando uma relação com outras Igrejas desde que todos andassem segundo os ditames do papa. Algum tempo depois os evangélicos começaram uma busca pela unidade e acabaram criando um movimento de unidade onde impera o respeito pela diversidade, em suma estamos todos embolados, mas continuamos como nossos vícios religiosos, aturando uns aos outros (não suportando). Este tipo de unidade está longe daquilo que a Palavra de Deus nos diz. O Senhor Jesus Cristo diz que haverá um só rebanho e um só pastor, neste sentido temos visto no movimento de unidade evangélica que realmente diz-se haver um só pastor (Jesus), mas muitos rebanhos. Quando falo de rebanhos estou falando claramente da denominação a qual se pertence. A denominação é um adereço humano dentro do Reino de Deus. Deus Pai e nem o Filho tiveram o desejo ou intenção que o seu povo se dividiu através de denominações. Muitos alegam que assim como a Israel tinha diversas tribos, hoje a Igreja tem diversas denominações, mas todos somos filhos do mesmo Pai. Isto é prejudicial chegando ao nível de heresia. Se voltarmos nossos olhos para Israel vemos quantos transtornos houveram devido a cada tribo estar buscando o seu próprio bem, teve um tempo em que o Reino de Israel ficou dividido, muitos reis levando o povo à idolatria e outros tentando restaurar. Durante a instauração da Igreja pelo Senhor Jesus Cristo e até hoje temos homens que tem levado a Igreja a idolatria e tantos outros desvios e temos homem buscando restaurar essa Igreja. A confusão que atingiu Israel por causa das tribos atinge hoje a Igreja por causa da denominação. A denominação é mais importante que o próprio Senhor da Igreja. Tenho para mim que a denominação é uma heresia e das grandes, pois divide o povo de Deus em alguns casos criando inimizades. O Apostolo Paulo escrevendo aos gálatas no capítulo 3: 27-29 diz que todos os que foram batizados em Cristo de Cristo se revestiu e que não há mais judeu, nem grego, nem escravo, nem livre, nem homem ou mulher, todos somo um em Cristo Jesus. Se formos trazer para os dias de hoje podemos parafrasear estes versos assim: “Porque todos os que em Cristo fostes batizados, de Cristo vos revestistes. Não há Batista, nem Assembeliano, nem Evangélico, nem Crente, nem Igreja Local, porque todos vós sois um em Cristo Jesus”. Estas palavras “porque todos vós sois um em Cristo Jesus” são a base de nossa unidade, não é o que cremos ou como cremos, mas sim se Cristo é o nosso Senhor e se fomos nEle batizados. A unidade dita pelo Senhor Jesus Cristo na oração intercessória no Evangelho de João 17:20, 21, trás um modelo e o modelo é a unidade entre o Pai e o Filho e entre o Filho e o Pai, este modelo deve ser o guia para a nossa unidade aqui há um mistério, enquanto não entendermos este mistério qualquer coisa que façamos para uma busca de unidade são movimentos vãos. Que o Espírito do Senhor possa estar revelando-nos este mistério. O fator importante e esclarecedor sobre a unidade é que não precisamos buscar a unidade, segundo Efésios 4:1-6, só temos que cuidadosamente manter a unidade do Espírito pelo vinculo da paz com um coração humilde e manso, com paciência e amor. Para que tudo isso possa ser feito assim necessitamos nos libertar do denominacionalismo que atrapalha a unidade e separa os Filhos de Deus.

22 de jan. de 2009

UMA CHAVE


No Novo Testamente existem algumas palavras que são muito importantes para podermos compreender com mais profundidade e sabedoria os ensinos nele constante. Uma destas palavras é Eclésia ou Ekkl­esia, que significa Igreja, sendo uma das mais importantes no Novo Testamento.
Assim como tantas outras palavras essa tem um pano de fundo histórico duplo. É de suma necessidade de estudarmos a palavra Igreja, pois essa palavra durante os séculos tem sido interpretada e ensinada o seu significado de forma errada. Sempre que se fala sobre a Igreja tem-se claro na mente uma construção, mas não é essa a idéia e nem o sentido da palavra Igreja.
(i) Ekklesia foi usada originalmente na Grécia. A Ekklesia era a assembléia convocada do povo. Consistia em todos os cidadãos da cidade que não tinham perdido seus direitos civis. Tinha um poder ilimitado para todos os efeitos e suas decisões deviam conformar-se com as leis do Estado. Elegia e demitia magistrados e dirigia a política da cidade. Era responsável pela maneira de conduzir todas as operações militares e obter e designar verbas. Essa ekklesia tinha duas coisas muito interessante de se notar. Primeiro, todas as reuniões começavam com orações e sacrifícios. Em segundo seu lema eram: “igualdade” e “liberdade”. Nessa assembléia todos tinham o mesmo dever e o mesmo direito de participar. Havendo um processo (ostracismo ou banimento) contra qualquer cidadão era trazido a essa assembléia que devia ter pelo menos 6.000 cidadãos presentes. Os Romanos simplesmente copiaram o sistema e transliteraram por Ecclesia. Tanto para Gregos como para Romanos, a palavra era familiar no sentido de uma assembléia convocada. Usando esse raciocínio temos que a Igreja é a assembléia de Deus, que foi convocada pelo próprio Deus.
(ii) Ekklesia tem um pano de fundo Hebraico. A palavra hebraica gahal que vem de uma raiz que significa “conclamar”. Essa palavra é usada regularmente para “assembléia” ou “congregação”. Na septuaginta ocorre em torno de 70 vezes. No sentido hebraico quer dizer: o povo de Deus conclamado por Ele, a fim de escutar a Deus ou de agir por Ele. Assim tanto a palavra Grega como a Hebraica, colocam toda a ênfase na ação de Deus.
É muito importante notarmos que o Senhor Jesus Cristo não veio pregando a Igreja e nem fazendo membros para a Igreja, muito menos sugerindo que a Igreja é o melhor lugar para se estar. Ele veio pregando o Reino de Deus, todos os que se tornam cidadãos do Reino de Deus são (como temos entendido os significados de ecclesia ou gahal) conclamados (hebraico) chamados a assembléia (grego) e será por Ele edificada (Mateus 16:18) a Igreja agora tem poder ilimitado e suas decisões devem conformar-se as leis do Reino de Deus. No caso de um processo contra um cidadão do Reino há um procedimento pelo qual deve passar tal cidadão, conforme Mateus 18:15-17 – se o irmão (cidadão do Reino) pecar deve ser conversado em particular com ele, se ouvir, caso encerrado. Mas, se não ouvir levar uma ou duas pessoas como testemunhas para confirmar toda a palavra, se não resolver, deve-se trazer a Igreja e se não aceitar a exortação da Igreja considera-se gentio e publicano, ou seja, é tirado todo o direito de cidadão do Reino, esse cidadão então é banido do Reino. Em Atos 11:22, temos aqui uma situação em que a Igreja toma uma ação de envio de mensageiros. No capítulo 14:23 – a Igreja elege presbíteros, que pastoreará a Igreja (Atos 20:28). Quando a Igreja reunião há também dois fatos importantes: orações e sacrifícios (Romanos 12:1), sem segundo em Cristo toda a ecclesia tem liberdade (Lucas 4:18; 2 Corintios 3:17) e Igualdade (Atos 10:34; Romanos 2:11).

O pensamento central do Senhor Jesus com relação à Igreja não está na sua micro referência, mas sim na macro referência como disso o Senhor: “Eu edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.” Nesta citação Jesus está preso a idéia da Igreja no âmbito universal e não local. A Igreja é o todo universal, por este motivo não podemos pensar na Igreja como uma pequena congregação. Diante deste fato a denominação pode até ser considerada como uma heresia, pois distorce todo o sentido de Igreja dado por Jesus. Em síntese, a Igreja, é um grupo de pessoas que se reúnem através do chamado de Deus para escutarem a voz de Deus.
No Novo testamento, podemos observar a Igreja em sua Macro e Micro expressão.
1ª – A Igreja Universal – que é a reunião de todos os crentes que estão no mundo (I Co. 10.32; 12.28; Fil. 3.6).
2ª – A Igreja Local - é a reunião de todos os crentes dentro de uma área geográfica específica, como é apresentada em Rom.16.1; I Co.1.2; Gal. 1.2.
3ª – A Igreja em qualquer local – é a reunião propriamente dita dos crentes em qualquer local, que se reúne para o culto – (casas, rua, praça, e outros locais sejam públicos ou privados – I Co. 11.18; 14.19,23).
Segundo as Escrituras Sagradas a Igreja era conhecida pelo nome de Igreja, não havia denominação, sendo assim quando uma pessoa saia da cidade X para a cidade Y ela procuraria a Igreja se identificaria e já estaria livre para reunir, sem muitas complicações. No final de primeiro século e segundo século a Igreja já caminhava para um desvio dos ensinos de Cristo. O apóstolo João último remanescente dos Apóstolos escreve o evangelho que leva o seu nome e as três epistolas a Igreja já se encontrava neste desvio especialmente já delineando o papado que hoje vemos, conforme 3 João verso 9, temos aqui um tal Diótrefes que entre os presbíteros gostava de ser o maior. Com a ascensão de Constantino ao Poder a Igreja é reconhecida oficialmente por volta do ano 323 d.C.. Deste período em diante muitas coisas aconteceram então a Igreja que até então não tinha uma denominação começou a relacionar as Igrejas com a cidade de Roma, pois o bispo romano começou a ter a primazia sobre todos os bispos (para um esclarecimento maior sugiro estudar a História da Igreja, onde todos esses fatos estarão muito claros).
A Igreja é o macro universal do qual a micro (pequena congregação local) faz parte, o mais importante não é o fato de fazermos parte de determinada micro Igreja, mas ser membro da (macro) Igreja de Deus.
Se quisermos ver e fizer parte da Unidade da Igreja, pois hoje temos inúmeras Igrejas, isso tem nos distanciado da concepção de Igreja dada pelo nosso Senhor Jesus Cristo, precisamos olhar para a (macro) Igreja Universal e não para a nossa (micro) Igreja e muito menos reverenciar a nossa denominação, pois este último não faz parte do plano original de Deus e sim são conceitos de homens, quando assim agirmos certamente Deus terá um campo fértil para gerar a Unidade da Igreja.

10 de dez. de 2008

Discoteca Evangélica? Baile Funk? O Que é Isso?


Dia desses ao acessar a internet decidi escutar uma Rádio Evangélica, como moro em uma cidade pequena e as novidades demoram um pouco a chegar, fiquei atento ao debate que acontecia, esse debate era em torno das discotecas Evangélicas e Bailes Funk para evangelismo. Alguns pastores faziam parte desse debate e também um promotor dos mesmos. Fiquei admirado como se pode usar a Palavra de Deus para justificarmos nossas atitudes. Entre os contra, os a favor e os que estão no meio, o promotor desses eventos usou um versículo que o apostolo Paulo diz em I corintios 6:12; 10:23, ele usou somente a parte inicial do versículo – “Todas as coisas me são lícitas”, mas esqueceu de dizer que “ nem todas as coisas convém”. Esses artifícios para Evangelizar não passam de coisas inventadas pela religiosidade humana. É a falta de conhecimento como diz em Oséias 4:6 – “o meu povo foi destruído porque lhe faltou conhecimento”, essas coisas no principio parecem boas, até trazem algum fruto, mas não são frutos consistentes. Jesus censurou os Fariseus e Saduceus por percorrer o mar para fazer um prosélito, mas que depois ficaria muito pior (Mateus 23:15). A religiosidade gera somente prosélitos, não gera filhos. Quantas ilustres estrelas já se disseram convertidas, apareceram em programas de TV e quantas dessas realmente estão firmes, andando com Jesus? Muito poucas e dentre estas algumas continuam não por amor ao Senhor, mas porque vêem no meio evangélico um mercado. Hoje se dizer Evangélico dá status, antigamente só o fato de se dizer crente ou evangélico gerava discriminação, hoje não. Honestamente será que não há algo de errado nisso, já que as palavras de nosso Senhor Jesus Cristo diz que o mundo o odiou e que nos odiaria por sua causa (João 15:18,19), como então agora passamos de odiados a amados, será que não estamos nos conformando com o mundo, esses eventos não se assemelha a coisas que o mundo proporciona? Será que apresentar coisas que os jovens tem no mundo farão alguma diferença em suas vidas ainda que com fundo evangélico? Ou esses mesmos jovens estão esperando algo diferente daquilo que eles vivem? Com isso a Igreja está sendo Sal e Luz do mundo? Todas essas indagações devem permear nossas mentes e nos voltarmos para a Palavra de Deus e de Cristo. Não vemos Jesus pregando coisas que tinha no mundo no momento o qual vivia. Mas a mensagem de Jesus foi de arrependimento, porque o Reino de Deus é chegado. Se o Senhor Jesus pregava o arrependimento, que mensagem devemos nos pregar? Estaremos numa discoteca com todas as luzes coloridas e com cantinhos escuros e neste ambiente que mais parecem o reino do diabo (que é reino de trevas) falando de arrependimento e de Reino de Deus se está for a mensagem, talvez neste ambiente preguemos a mensagem: sucesso, prosperidade, coisas boas, tudo fácil. Não estaremos nós depreciando e fazendo comum uma mensagem tão valiosa que custou a vida de nosso Senhor? Já que para ver e entrar no Reino de Deus é necessário nascer de novo, nascer a água e da palavra. Quando nosso Senhor fala do Reino de Deus em parábolas, fala de uma atitude de vender tudo, deixar tudo para adquirir o Reino. Ele ainda diz mais se quisermos segui-lo precisamos negar a nós mesmo e tomar a cruz a cada dia (Mat. 16:24, Mc 8:34; Luc. 9:23). Quão distante destas palavras estão estes eventos. Se formos olhar ainda mais, o Louvor que é para o Senhor, deve ser um meio pelo qual o ser humano expressa a grandeza, amor, devoção, fidelidade, gratidão ao Deus Criador e Pai de nosso Senhor, sendo usado de forma sensual para atrair expectadores que não glorifica a Deus de forma alguma. Mesmo a música gospel hoje é um comércio, a grande maioria não tem em sua letra e música substância espiritual para gerar naqueles que ouvem, conforto, segurança. Há um engrandecimento do ser humano, ou em outros casos um certo deboche de irmãos que por ignorância espiritual ou falta de ensino e exortação em atitudes grotesca que servem de base para muitas das chamadas música gospel. Não sou um critico cético, sei que se por alguma situação estivermos em um ambiente de discoteca ou funk e encontrarmos alguém com coração aberto e apresentarmos a salvação essa pessoa poderá ser salva, mas usar esses meios como um fim não está em conformidade com a Palavra do Senhor, assim como também não está o fato de colocar um copo d’água em cima da TV e beber para cura, como também a distribuição de óleos ungidos, isto assemelha-se mais com simpatias e crendices do que com o Reino de Deus. Acrescento mais, nem levo em consideração ainda a origem de tais ritmos e a finalidade para que foram criados, a quem eles enaltecem. Quero deixar claro não sou cético, mas quero andar como diz a Palavra do Senhor que o episcopo deve ser moderado (I Tim. 3:1-4), sóbrio, grave, prudente (Tito 2:2). Sei que não sou detentor de toda a verdade, mas é isso que tenho alcançado no Senhor, que estas palavras possam alcançar corações sábios e que irão no mínimo ponderar diante de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Mondiad

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